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Heroclix – Streets of Gotham

HCbatmanSoG

Falae pessoal!! Hoje o assunto será o Heroclix, e sua nova expansão lançada hoje mundialmente, a Streets of Gotham, que tem enfoque no Batman e outros heróis e heroínas de Gotham city, como Robin, os policiais Renee Montoya e Harvey Bullock, as Birds of Prey e vilões como o Killer Croc e Espantalho.

Esse lançamento é feito através de um kit iniciante que vem com o time de Birds of Prey (Oráculo, Canário Negro, Caçadora, Lady Falcão Negro, Rapina e Columba), booster individuais e um booster especial chamado de team pack em que você pode tirar um pequeno time, como Aliados de Batman, Liga da Justiça ou até mesmo os WildC.A.T.s (sim, eles estão em no heroclix!!).

Outro destaque a ser lembrado é que assim como a expansão anterior do Batman (sim, o Batman está em todas!!), que trouxe a mecânica de veículos ao jogo, essa nova coleção traz as motos do Batman, Robin e da polícia (achei bizarro botarem a lei com tanto destaque, mas se é isso que faz com que personagens famosos de segundo escalão como o detetive Bullock e a Renée Montoya aparecerem, então muito bem!!), que por serem da nova mecânica recém implantada, não sei julgar suas competências em campo.

Fazendo uma análise acerca das peças lançadas, percebesse que utilizaram essa coleção para relançar vários personagens que não tinham peça há um bom tempo, assim como introduzir alguns personagens no universo de Heroclix. do ponto de vista do hobby, isso é uma coisa excelente para qualquer colecionador, mas é complicado o atual sistema da Wizkids de lançarem uma coleção nova quase todo mês, complicando as finanças de seus jogadores.

Em quesito de jogo, as peças são bem interessantes, a maioria tendo uma boa quantidade de poderes e custo baixo, aumentando a possibilidade de times diversos e tornando as peças competitivas para torneio. Já os team packs não oferecem uma boa seleção de times, se compararmos peças que saíram com versões já existentes (o Superman por exemplo, comparando com outras versões de quase pontuação igual, ele é bem fraco). As esculturas também estão bem bonitas.

Em resumo, Streets of Gotham é uma boa coleção para todos com interesse em Heroclix, desde o colecionador até o jogador de competição. Agora é só esperar a coleção chegar ao Brasil, porque como todos sabem, existe um hiato em qualquer lançamento internacional e seu lançamento no Brasil.


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Coluna do Homem Percevejo – 16/12/12

Hollywood em foco: Começamos as notícias da semana falando que a 20th Century Fox está confirmada como distribuidora das adaptações de Games, “Assassin´s Creed” e “Splinter Cell“, aliás, estes dois filmes que já têm seus protagonistas confirmados. Em “Splinter Cell” quem fará o papel do sagaz agente secreto Sam Fischer será o ótimo Tom Hardy (o Bane de “The Dark Knight rises“), para mim acertaram em cheio na escolha, pois Hardy tem se mostrado um excelente ator para papéis de ação. Já em Assassin´s Creed, o personagem Desmond Miles será vivido por Michael Fassbender (que também irá co-produzir o filme), essa foi uma escolha, na minha opinião, segura. Digo segura porque acho que o Michael Fassbender (que eu gosto, diga-se de passagem) vai fazer o papel corretamente e vai vender ingresso pelo nome, mas eu, particularmente, gostaria de ver um ator desconhecido do público, alguém que eu consiga imaginar fazendo aquelas cenas de ação dos assassinos do jogo. Eu gosto do Fassbender, mas não consigo imaginar ele fazendo aquelas cenas do jogo. Mas, vamos ver que bicho vai dar nisso aí. Tomara que dê certo.
Outra notícia que surge é que Bill Murray poderia ter voltado atrás e voltaria a integrar o elenco de “Caça-Fantasmas 3“, ele teria lido um novo roteiro e teria gostado. Numa boa, já tá chata essa novela. Quero muito o Bill Murray no elenco do filme, pra mim os Ghostbusters são os 4 juntos, quero demais um terceiro filme, agora se o Bill Murray for ficar com essa frescura toda hora, é melhor não fazer o filme, porque uma hora vai encher o saco!
E a American Film Institute divulgou a lista de seus 10 melhores filmes de 2012. São eles:
- Argo
- Beasts of the Southern Wild
- Django Unchained
- Les Miserables
- Life of Pi
- Lincoln
- Moonrise Kingdom
- Silver Linings Playbook
- The Dark Knight Rises
- Zero Dark thirty
Estou aguardando ansioso para assistir “Os Miseráveis” e “Django Livre” (esse último mais por curiosidade de ver um filme de velho oeste do Tarantino). E pretendo ver o mais rápido possível “Argo” pela curiosidade de ver o trabalho de diretor de Ben Affleck, muito exaltado pela crítica. Agora, dos indicados, eu só vi mesmo o Batman (alguns dos indicados ainda não foram lançados), e como já falei algumas vezes, o filme é maravilhoso. Repleto de metáforas, citações a obras da literatura e pequenas homenagens ao universo batman em si, o Nolan reinventou a forma de trazer o Batman para o público. Eu, particularmente, fiquei encantado com a trilogia inteira. Golaço da AFI o filme estar nessa lista deles.
Ok, vocês devem ter estranhado o “Hollywood em foco” aparecendo primeiro na coluna. É que, o tema da semana está ligado com essa última notícia, então coloquei as notícias primeiro para já engatar depois no tema em pauta da semana:

Tema em pauta: Essa semana, como podem ver acima, foi divulgada a lista da AFI dos melhores filmes do ano para eles. Pois bem, essa lista da AFI, geralmente, pouco se diferencia da lista final do Oscar. E a lista do Oscar é sempre polêmica para todos nós, visto que sempre tem aqueles filmes que nós gostaríamos que estivessem lá ou aqueles que foram indicados e nós gostaríamos que não estivessem lá em hipótese alguma. Geralmente, a lista da Academia é muuuito diferente a lista que o povo faria, por diversas razões. Por serem grandes estudiosos do cinema, os membros da Academia, na maioria das vezes, acabam enxergando algo a mais em filmes que nós, muitas vezes, achamos muito chatos, o que é natural. Mas, em contrapartida, a Academia também tem seus momentos de cabeça dura, pois eles acabam tendo certo preconceito para com filmes de ação onde, eles nem procuram ver que tipo de mensagem aquele filme passa, por exemplo. Acredito até que hoje isso está mudando um pouco, mas em alguns anos atrás era bem por aí.
Por isso que estamos aqui hoje, vamos estabelecer uma comparação da nossa lista de melhores com a lista da AFI, e aproveitando o final do ano de 2012, está lançado o troféu “Percevejo de Ouro”, o maravilhoso troféu de aclamação popular para os melhores do cinema. Eu diria mais: é o melhor troféu imaginário que já existiu (visto que ninguém ganhará troféu nenhum). No que consiste esse troféu: não será só um filme escolhido em cada categoria, nós queremos ver apenas que filmes vocês indicariam como os melhores e os piores que vocês viram esse ano. Aqui cada um colocará seus indicados de melhores e piores filmes, dentre os filmes que vocês assistiram (não me venham com filmes que vocês não viram!). E não tenham medo de eleger filmes que não sejam os chamados “filmes-cabeça”, votem naqueles que vocês mais gostaram de ver no cinema esse ano. Não é uma eleição, é só pra cada um colocar a sua própria opinião, sem essa de ficar criticando o gosto do outro, cada um gostou ou não de um respectivo filme por seus próprios motivos, essa brincadeira é só pra cada um exercitar a memória e compartilhar com a gente aquilo que mais gostou ou não no cinema em 2012.
Eu vou dar os meus votos aqui (mas já falo logo, esse ano vi pouquíssimos filmes-cabeça, então vejam o espetáculo de lista):
Melhor filme:
- The Dark Knight Rises (achei espetacular, uma obra de arte! O terceiro ato de uma trilogia fora de série!)
- Mercenários 2 (não é piada, ele está sim na minha lista de melhores de 2012, qual era a proposta do filme: ser nostálgico em relação aos filmes antigos de ação, com história bem galhofa, tiros a torto e a direito, diálogos mal escritos e ser recheado de easter eggs dos principais filmes de ação de todos os tempos, ou seja, o filme cumpriu 100% daquilo que se propôs, por isso entra na minha lista)
- Os Vingadores
- Ted
- Dredd
Pior filme:
- Vingador do Futuro
- Resident Evil 5
- Abraham Lincoln – Caçador de Vampiros
- Battleship
- 4 amigas e um casamento (esse, inclusive, seria o meu vencedor nessa categoria. E, se houvesse, também seria o meu vencedor em piores filmes que vi na vida)
Viram, não tenham vergonha de dizer se tiverem gostado de algum filme que a Academia jamais indicaria. Me contem aí nos comentários quais seriam seus indicados para o Percevejo de Ouro.

Dica da semana: Minha dica dessa semana é a sexta e atual temporada de “The Big Bang Theory“. Ela está sensacional, você vai rachar de rir com o Howard no espaço, com a ainda duvidosa orientação sexual do Raj, a relação de Sheldon e Amy, enfim, a série voltou com força nessa temporada e tem potencial de ser tão boa quanto a primeira temporada foi.

Crossover da semana: Qual imóvel dá mais dor de cabeça para o dono: Castelo de Grayskull ou Elm Street nº 1428?


Esse é complicado. O Castelo sofre constantemente com as tentativas de invasão do Esqueleto e de seu bando (funcionam como uma espécie de sem-terra bem equipados), já a casa 1428 da Rua Elm o problema fica por conta dos donos da casa mesmo, que são atormentados por uma espécie de espírito que traz problemas para os inquilinos da casa. Esse pra mim é empate técnico. E você? Qual sua opinião? Diz aí para a gente o que você acha.

Bem, é isso, como essa é minha última postagem antes do fim do mundo, foi bom estar com vocês neste tempo que escrevi aqui no blog…


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Crítica – O Hobbit Uma Viagem Inesperada

Há 9 anos o último barco élfico partia da Terra Média e com ele o final de O Senhor dos Anéis (SdA) deixava um gostinho de quero mais no mundo inteiro. E agora O Hobbit veio para suprir este gostinho. E logo no início temos a figura do velho Bilbo Bolseiro demarcando como seguirá a história; apontando para o expectador o que estava por vir.

Uma Viagem Inesperada é a primeira parte da trilogia do Hobbit, que tem como principal foco de narrativa a reunião dos anões para salvar o reino na Montanha Solitária, mas também como Bilbo encontrou o Um Anel. E um ponto fortíssimo no longa apresentado foi a roteirização para servir sim como um prelúdio de SdA. Então vemos o Conselho Branco original reunido. É interessante ver Sauruman ainda servindo do lado do bem da Força. Galadriel, a noldor (leiam o Silmarillion) que demonstra enorme poder, surpreendendo até mesmo o istari Gandalf e grandes surpresas, antes suprimidas no SdA e agora reveladas no Hobbit.

A narrativa começa amarrando pontos importantes para os velhos e novos fãs da saga. Os primeiros planos para recuperar o reino anão, a apresentação dos anões (todos os 13), de Bilbo e Gandalf. É possível perceber a atenção minuciosa dada a cada um dos anões. O penteado, traje, porte e arma de batalha. Não são apenas um grupo de anões, cada um têm sua função e é muito bem mostrado na telona.

Assim como em SdA o filme tem uma fotografia linda, a Nova Zelandia detém paisagens lindíssimas que conferem um ar antigo, selvagem e paradisíaco: é a Terra Média. É emocionante ver tomadas panorâmicas de passagem do tempo. Montanhas distantes, os campos, fendas, rios e cachoeiras. Tudo parece ter saltado diretamente das páginas de fantasia e transportadas para o cinema.

As sequências de ação são de tirar o fôlego e mantém o ritmo das 2h49m de duração da projeção. Não deixando ninguém desgrudar os olhos nenhum segundo sequer.  Se na Sociedade do Anel o filme demorava a ganhar ritmo, no Hobbit é ação sem limites o tempo inteiro. São poucos os minutos passados entre descansos e interações sociais. A trama está em movimento constantemente, sempre movendo a história para frente e amarrando todos os pontos para não deixar ninguém perdido na narrativa.

Se no SdA os rpgísticas piraram! No Hobbit serão delírios coletivos. Desde a aparição dos anões em seu reino a formação de um grupo visando invadir o covil de um dragão e recuperar o tesouro.

Uma característica marcante no Hobbit são os idiomas. Aos que não sabem J.R.R. Tolkien foi (além do autor da obra) professor de linguística e criou histórias de fantasia apenas para que pudesse utilizar os idiomas por ele inventado. Tudo tem seu próprio idioma. E no Hobbit vemos os orcs falando em Orcrist, os anões em Khuzdhul e obviamente os elfos em Sindarin.

Espero não ter me alongado muito e nem soltado muitos spoilers. Creio que não seja muita novidade (para quem já leu), mas o cinema sempre reserva surpresas para todos. Espero que tenham uma boa sessão de filme e sintam o mesmo que eu senti: que poderia ser uma sessão de 9 horas de filme, do começo ao fim toda ela, a história inteira contada de uma vez, valeria a pena!

Dou a nota 9 para o Hobbit, ainda que não tenha existido nenhum defeito aparente, senti uma pegada ruim nos goblinóides e trolls apresentados. Enquanto no SdA tinham uma aparência monstruosa, verdes, grandes olhos e ferocidade. Os do Hobbit assemelham-se a seres distorcidos e inchados apenas. Não sei o real motivo ainda.


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Coluna do Homem Percevejo – 06/12/2012

Pessoal, por motivos de força maior, tive que antecipar a minha postagem da semana. Bem, sem mais delongas, vamos a ela:

Tema em Pauta e Hollywood em foco: Antes, vou explicar: os dois estão juntos porque um assunto vai puxar o outro.

A principal notícia de Hollywood desta semana é que foi liberado um pôster do filme “Man of steel“, filme do Superman, segue abaixo o pôster:

Bom, o filme conta novamente a origem do azulão, sendo mandado para a Terra por seus pais, Lara e Jor El, então o jovem Kal El é adotado por Martha e Jonathan Kent, e passa a se chamar Clark Kent. Clark tem seu caráter e sua personalidade moldados por seus pais adotivos e vive em conflito interno pois suas habilidades não permitem que ele seja uma pessoa normal, e ele começa a ver que sua vida será sempre repleta de decisões difíceis a tomar. E com o aparecimento de um super-vilão, Clark percebe que seu destino é ser o herói que a Terra precisa.

Até aí não contei novidade nenhuma, né? Acho que os bons nerds conhecem essa história de trás pra frente. Agora, o pôster está sensacional. Por que o Super está sendo levado algemado por militares? Que luz é aquela atrás dele? Enfim, agora oficialmente começaram a promover o filme, minha curiosidade e a de todo mundo já foram despertadas. O que posso falar aqui é que eu aguardo ANSIOSO DEMAIS por esse filme, visto que sou fã do azulão e que o filme tem produção de Christopher Nolan (e “In Nolan we trust”), roteiro de David S. Goyer e argumento do Goyer e do Nolan. Esse time está com créditos de sobra comigo por conta da última trilogia do Batman. Aí entra na questão em debate: Será que Nolan conseguirá repetir a dose com o Superman? Eu, particularmente, acredito que sim, mas sei muito bem que será um grande desafio, pois uma coisa é você montar uma história para um herói como o Batman, que é um mortal, outra coisa é montar uma história para um herói que, se não é imortal, beira essa imortalidade.

E, por conta disso, vocês podem observar que o Batman tem muito mais produções elaboradas do que o Superman, não necessariamente só para o cinema, estão aí “Asilo Arkham“, “Arkham City“, a série do Adam West (que não era boa, diga-se de passagem, mas para a época foi, e teve grande impacto), a série animada e os diversos quadrinhos de capa dura do Morcego, todas estas com grande impacto. O Superman tem o seriado da década de 50, os filmes antigos com Christopher Reeve, tem aquela vergonha com Brandon Routh (ele não merece o negrito, hehehe), Smallville (que eu gosto, mas considero apenas uma realidade alternativa, digamos assim) e a série animada.

Mas destes todos, acredito que apenas o Superman do Christopher Reeve teve grande impacto, visto que era uma outra época e, sem dúvida, foi um marco no cinema. Aquela música espetacular que virou sinônimo de Superman (poucas músicas conseguiram essa proeza até hoje). Enfim, o azulão carece de outros grandes impactos. Mas, aí voltamos a questão inicial: é muito difícil montar uma história para um personagem como o Superman, não à toa ainda não saiu nenhum grande jogo de videogame para ele, exatamente por isso, porque como vamos montar um jogo que não seja injusto com a máquina, tendo em vista que nós controlaríamos um ser com força, poderes e vida inacreditáveis? Fora montar uma história convincente para isso. Por isso que eu acredito que o Superman é um personagem fascinante, mas deve ser dificílimo montar um argumento de história dele. E você, o que acha sobre isso? É difícil montar uma boa história para o Superman? Dê sua opinião nos comentários.

Dica da semana: A dica da semana fica por conta do Blue-Ray de “Cavaleiro das Trevas Ressurge“, mas nem é pelo filme em si (o filme dispensa comentários, cada vez que assisto, acho melhor. É inacreditável a quantidade de referências maravilhosas a quadrinhos e a obras da literatura, que me perdoem os críticos de plantão, mas essa trilogia do Nolan, pra mim, é uma obra de arte). A minha dica é a seguinte: eu, particularmente, achei os extras do blue-ray bem aquém das expectativas, eu esperava mais. O que me causou até uma certa desconfiança, será que mais pra frente vão lançar outro blue-ray com mais extras? Porque eu achei pouco para o evento que se transformou esse filme. Fora que existem aqueles famosos 1 hora e blau de corte que foi dado para o filme ir ao cinema. Então, essa é a minha dica. Segura um pouco, não compra ainda. Espera que talvez lancem coisa melhor, com mais coisa, quem sabe até uma versão do diretor sem cortes do filme.

Crossover da semana: Stallone Cobra ou Albert Wesker? Quem vence esse combate? O policial sem escrúpulos interpretado pelo Stallone ou o policial traidor de Racoon City?

O meu voto vai para o eterno Marion Cobretti, o cara que rasga camisa de marginal na rua e que chama ladrão de cretino, de imaturo e de cocô pelo microfone do mercado. Um cara desses não se intimida. Tem meu voto.

Bom, é isso aí, pessoal, até a próxima.


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War games

Falae galera!! Hoje vamos sair um pouco do tema de board games e entraremos em um tema mais especializado que são os war games, não muito jogados aqui no Brasil, mas que possuem um grande mercado lá fora e que aos poucos vem conquistando o interesse dos brazucas.

Como vocês podem perceber, esses tipos de jogos tem esse nome devido a temática voltada para conflitos bélicos em diversos universos diferentes, podendo ter como cenário a idade medieval, com cavaleiros, bárbaros, bruxas, anões, elfos e muitos outros, assim como pode ter uma história de cunho futirista, com batalhas espaciai entrea raça humana e diversos tipos de extraterrestres.

Cada universo permite a seus jogadores a escolha de times, raças ou nações, permitindo que se escolham o partido que mais se identifica ao player, além da escolha de que peças utilizar, se seu exército usará ais infantaria, mais tanques ou até mesmo aeronaves.

Alguns exemplos de jogos são:

Warhammer 40.000: jogo de guerra futurista, em que a humanidade enfrentou seu período de glória espacial, e agora se encontra em declínio, enfentando constantes ataques de elfos espaciais, insetos gigantes, traidores da humanidade e outras raças. Tudo que está entre sua aniquilação e sua sobrevivência são os space marines, humanos geneticamente modificados que só pensa em destruir os inimigos da humanidade.

Warhammer Fantasy: jogo de fantasia medieval, que possui diversos raças de RPG convencional. Seu jogador escolhe que exército montará, podendo escolher entre humanos, orcs e goblins, vampiros, elfos, anóes mortos vivos e muito mais.
Senhor dos Anéis: baseado na obra de Tolkien, esse game tem todos os elementos presentes nos filmes e livros, permitindo batalhas épicas com seus personagens favoritos, recriação de confrontos memoráveis e até campanhas bélicas para dar um novo rumo e final a história da Terra-média.

Os war games normalmente utilizam cenários em 3D (que noralmente podem ser comprados na empresa que faz cada jogo, em empresas diversas, ou até mesmo feito pelos próprios jogaores) e são fundamentais em uma partida, pois contribuem no conjunto de regras, além de dar uma estética bem realista a jogo.

Dentre os prós e contras se destacam os seguintes:

Prós: como citado anteriormente, os jogos tendem a ter uma estética realista junto com um conjunto de regras espécifico e mais voltado para batalhas de exércitos ( que é a grande graça do jogo). São bons também para desenvolver o raciocínio e estratégia, e também a arte de hobby, visto que a maioria das peças exige montagem e pintura, sendo altamente customizáveis, além da possibilidade de seu jogador poder criar e montar cenários para os jogos.

Contras: exigem muito espaço para o jogo (exemplificando pelo Warhammer 40.000, que normalmente é jogado em uma mesa de 1,8 metro por 1,2 metro), além de espaço para guardar seus exércitos. Exigem também uma boa disponibilidade de tempo, pois as partidas costumam demorar algumas horas (podendo variar de uma hora e meia até três horas, ou mais dependendo do tamanho da partida). Existe também o revés financeiro, visto que os jogos não são baratos, exigem muitos gastos e só podem ser adquiridos no exterior, o que acarreta em despesas de envio e taxas adcionais brasileiras.

Uma grande escolha pra aqueles que preferem conflitos em grande escala, realismo visuale interacão humana, os war games são uma excelente pedida para se ter, porém ainda são um hobby que exige muito dinheiro e espaço, embora já existam vários grupos que se reúnam semanalmente am algumas cidades brasileiras.


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A Essência das Classes 1 (de 4): O Guerreiro

Esta série de quatro posts é uma visão old school, e ainda utilizada na mesa de jogo atualmente, das classes básicas. Baseado na primeira edição de Dungeons and Dragons, esta série tem o objetivo de apresentar e aprofundar os nossos conhecimentos quanto à primeira escolha que um jogador deve fazer: vou jogar de quê?
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Uma das classes básicas do livreto da primeira edição de Dungeons and Dragons é o guerreiro. Lutando ao seu lado, futuramente teremos o clérigo, o ladrão e o mago. O homem de armas, em várias cenas, já foi visto como um herói. É ele que imprudentemente aceita, e às vezes negocia missões, ele recebe os créditos ao salvar a princesa, e é aquele que corre mais risco durante as aventuras, sendo alvo fácil, pois sempre estará entre o grupo e os monstros. Sendo assim, ferramenta indispensável em um grupo de aventureiros.

É certo dizer, também, que ele é uma espécie de imã para encrenca. Causador de grandes quantidades de dano nas criaturas inimigas é quase certo que o dragão mire sua baforada nesse personagem. Empunhando seu poderoso machado, às vezes espada, ele inflige dano um a um, destruindo o mal e tudo que possa ameaçar o grupo.

Além da espada, outra importante ferramenta do guerreiro é a armadura. Sua união é quase sagrada. Nascidos um para o outro, o guerreiro veste da cota de couro batido até a armadura completa perfeitamente. Treinado em combate desde sempre, o guerreiro domina suas ferramentas de trabalho melhor do que qualquer outra classe.

Porém nem sempre os propósitos de um guerreiro são honrados. Esta classe pode pertencer a qualquer alinhamento que desejar, e não se admire se no lugar do vil mago, estiver um sanguinário guerreiro montando um corcel negro.

Além da aptidão com as armas, outra característica que o guerreiro possui é a sede pelo combate. Dificilmente este recuará diante de um combate eminente. Jamais verás um guerreiro recusar uma peleja, seja pela simples diversão ou pelo bem de todos. Ele não é afeito aos itens mágicos, exceto quando estes podem lhe dar alguma vantagem contra o inimigo.

Um guerreiro não é feito apenas de Força, ele deve ter uma boa Constituição para enfrentar cara-a-cara seus inimigos. Valores em Carisma e Inteligência podem ser deixados em segundo plano. Como uma terceira opção nos valores mais altos, a Destreza se oferece para dar maior movimentação.

Novos e velhos jogadores sabem reconhecer o valor de um guerreiro. Indicado para iniciantes, a classe é perfeita para o primeiro contato com o RPG, sem muitas exigências com regras e interpretação. A diversidade do guerreiro permite ao jogador criar um personagem sem restrições quanto ao uso de equipamento e roleplaying, diferente das outras classes básicas.

Uma classe que há muito tempo já foi à preferida dos jogadores, mas com o passar das edições e lançamento de novas classes, o bom e velho guerreiro foi sendo esquecido dentro do Livro do Jogador, mas se você deseja enfrentar o inimigo olho no olho, proteger o grupo dentro das profundezas de uma dungeon, o guerreiro é uma ótima escolha!

Espero que tenham gostado. Comentem. Fiquem no aguardo das outras classes básicas. Este post foi escrito a pedido de alguns jovens padawans que estão ingressando no RPG.

Bons dados!

Imagem da capa: Erol Otus


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