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Rurouni Kenshin – O Filme

Então gurizada e acabou sendo filmado realmente a versão live action da série de anime “Rurouni Kenshin: Meiji Swordsman Romantic Story” (no brasil chegou como Samurai X). Há muito tempo...

originalEntão gurizada e acabou sendo filmado realmente a versão live action da série de anime “Rurouni Kenshin: Meiji Swordsman Romantic Story” (no brasil chegou como Samurai X). Há muito tempo que ouço falar de adaptações de animes e sempre fico incrédulo a respeito das mesmas.

Escrita e ilustrada por Nobuhiro Watsuki, a série literária foi publicada entre 11 de Abril de 1994 até 4 de Novembro de 1999, tendo recebido uma popular adaptação em anime, que ajudou ainda mais à criação de uma legião de fãs em volta da história de Himura Kenshin (o Battousai).
Com toda a popularidade logo surgiu a notícia da adaptação de “Samurai X” as telonas, em live action, e com isso houve toda uma comoção dos fãs com um misto de entusiasmo e cautela. Para surpresa geral, o filme foi um sucesso de bilheteira, tendo faturado mais de 60 milhões de dólares e recebido críticas relativamente positivas e provavelmente terá direito a sequela.

xlargeDepois de assistir, será que o filme consegue manter as expectativas? Seja fã da série ou não, “Rurouni Kenshin” promete proporcionar mais de duas horas de bom entretenimento, onde somos apresentados à história de um ronin com um estrito código moral, que passa por nunca mais assassinar alguém, procurando esquecer o seu passado de matança. Como é que Battousai chegou a este juramento para com a sua espada? Isso é logo explicado no prólogo do filme.

Em visual sombrio, e violento, acompanhado por um cenário cheio de neve, o prólogo de “Rurouni Kenshin” apresenta Hitokiri Battousai (Takeru Sato) no meio da Batalha de Toba-Fushimi, um conflito sangrento que colocou em oposição as forças pró-Imperiais contra a guarda do Xogunato Tokugawa. Acontece a vitória às forças imperiais, e há morte e devastação sobre todo o cenário, enquanto o hábil assassino Battousai olha desolado para o cenário, que deixou ele mesmo num estado lastimável devido a todas as mortes que causou, fruto da sua habilidade com o Battoujutsu (que é fã da série sabe do que estou falando e já se pegou tentando imitar xP), ajudando na Restauração Meiji.

tumblr_m9quhwMqsA1r287qco1_500Uma década depois da Restauração Meiji, Battousai segue como um andarilho pelo Japão sob a identidade de Himura Kenshin, procurando cumprir o voto de nunca mais matar ninguém, distinguindo-se pela cicatriz na sua cara e pela “estranha” espada que o acompanha (sakabatou). No meio da paranoia dos assassinatos causados supostamente por Battousai, Kenshin acaba encontrando pela primeira vez com Kamiya Kaoru (Emi Takei), uma jovem que, ao encontrar o protagonista, acreditando na possibilidade de este ser o assassino, logo o ataca com sua espada de madeira do estilo Kamiya Kashin.

Claro está que Kenshin consegue livrar-se inicialmente da suspeita, sobretudo quando Udo Jin-e, o assassino que se faz passar por Battousai (um sobrevivente da batalha de Toba-Fushimi), surge e logo é alvo da fúria da jovem por utilizar o nome do dojo Kamiya, que foi deixado de herança a Kaoru. Com Kaoru em perigo, Kenshin decide salvar a jovem do seu antagonista, iniciando-se um conflito que terá repercussões no último terço da narrativa.

Se pensa que a vida de Kenshin fica mais fácil depois deste episódio, pode ficar bem enganado, pois este é apenas uma amostra para o que aí vem, com o protagonista lutando com todo um perigoso bando que ataca o dojo de Kaoru, ser preso, e convidado a lutar pelo imperador contra o tráfico de ópio, um negócio ilegal é controlado por Kanryu Takeda (Teruyuki Kagawa), um indivíduo que conta com os serviços de Udo Jin-e e Takeni Megumi (Yu Aoi), uma mulher que é forçada a fabricar ópio.

Errado será dizer que Kenshin inicialmente recusa qualquer ação que envolva matar outras pessoas, procurando cumprir o seu voto, mas cedo é levado a ter de utilizar as suas habilidades quando os seus destinos enfrentam os de Takeda, contando com a ajuda de Megumi, que conseguiu fugir, e do seu antigo rival Sagara Sanosuke para combater a ameaça que se abate sobre todos os conhecidos de Kenshin.

“Rurouni Kenshin” é o exemplo paradigmático de que se pode adaptar uma série de anime e/ou manga mantendo o espirito do formato original (incluindo o visual dos personagens) e não fazer uma b32$@$#@ como em “Dragon Ball: Evolution”.

tumblr_mfpk2hWQSc1r8ysxso8_250Com lutas muito bem coreografadas, humor, uma história cativante, boas interpretações, “Ruroni Kenshin” surpreende pela positiva ao conseguir manter um visual relativamente fiel ao material original e criar uma adaptação que não ofende os fãs e promete cativar a atenção dos não seguidores da franquia. Apesar de na minha humilde opinião os atores terem sido mal escolhidos, visto casos como a Megumi não ser tão sedutora quanto no anime e sim mais doce. Mas são coisas que podemos deixar relevar afinal faz muito tempo que não vemos uma adaptação de respeito como essa.

Se o início da amizade de Kenshin com Kaoru foi complicado, o mesmo se pode dizer em relação à amizade com Sanosuke, que logo aparece num combate entre os dois, onde “Sano” revela um talento enorme para manejar a sua zanbatō, mas também uma ineficácia brutal para derrotar o seu opositor que cedo o convence a deixar a vida de mercenário.

Munetaka Aoki aparece como um personagem carismático, embora nem sempre bem aproveitado pela narrativa, surgindo não só como o aliado inesperado de Kenshin, mas também como alívio cômico (aquela pausa para a refeição e beber vinho durante um combate feroz é hilariante).

kenshin_O Produtor Keishi Otomo não procura representar o território real do Japão, mas sim um território ficcional, mas recheado de elementos históricos. Veja que surge uma tentativa de modernização do território japonês, acompanhado por uma grande abertura ao Ocidente, mas também através da diminuição dos poderes do samurai, com o Imperador favorecendo um exército mais próximo da realidade ocidental, com os samurais deixando de ter o direito de utilizar a espada, bem como deixarem de ter o direito de executar sumariamente os acusados. Esta representação do contexto histórico, ainda que na forma de ficção, não só melhora a narrativa, como demonstra o cuidado colocado nesta adaptação, que apesar de contar com alguns defeitos consegue ser bastante satisfatória.

Rurounin Kenshin é um exemplo de entretenimento leve, bem elaborado, que respeita o material de origem e o espectador, resultando numa obra cinematográfica surpreendente, que conta com todos os ingredientes para agradar ao grande público. Ação, drama, humor, lutas magnificamente coreografadas, uma boa trilha sonora, Rurounin Kenshin não precisa tratar o espectador como idiota para entretê-lo, proporcionando duas horas de bom entretenimento.

Então é isso gurizada espero que tenham gostado, e sim minha sugestão é que vocês assistam!


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Coluna do Homem Percevejo – 13/01/2013

Tema em pauta: Será que não surgirão mais novos heróis oitentistas? Salve galera, na coluna dessa semana, vamos refletir sobre os heróis de filmes de ação. Vocês já pararam para...

Tema em pauta: Será que não surgirão mais novos heróis oitentistas?

mercenarios2_26
Salve galera, na coluna dessa semana, vamos refletir sobre os heróis de filmes de ação. Vocês já pararam para pensar que eles estão sumindo? Repare só como a indústria dos filmes de ação está mudando. Os protagonistas fortões estão dando lugar para os frágeis, o bonzão está dando lugar ao zé mané. A superação hoje é muito mais valorizada. Querem ver uma prova disso: A franquia “Predador“, ela começou com o Schwarzenegger e terminou com o nareba de “o Pianista“.

Mas porque isso está acontecendo? Será para fazer dinheiro? Duvido! Vejam só: Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Jean Claude Van Damme, Dolph Lundgreen, Steven Seagal, Bruce Willys, Wesley Snipes, Lou Ferrigno, Charles Bronson, Chuck Norris, e outros, nós podemos dizer qualquer coisa dessa galera, menos dizer que não são fazedores de dinheiro. Eu acredito que a indústria do cinema esteja querendo, cada vez mais, nos aproximar de uma realidade, nos permitir acreditar que dentro daquela realidade, seria possível acontecer, e mais ainda, nos permitir acreditar que nós mesmos poderíamos estar vivendo aquela realidade no lugar do protagonista. Como foi muito bem dito em “The Big bang Theory“: Inteligente é o novo sexy. É mais ou menos essa ideia, os músculos estão dando lugar ao cérebro, e isso, por um lado, é muito legal, pois como falei antes, nos permite acreditar que nossa presença e atuação naquela realidade seria possível de acontecer. Só que, por outro lado, as sequências de ação nestes filmes estão perdendo um pouco a qualidade. Não digo em efeitos especiais pois nisso evoluiu-se absurdamente, mas eu digo em material humano, os brucutus dos filmes de ação oitentistas tinham um certo carisma a mais nessas sequências, uma certa ironia na fala, enfim, coisas que a computação gráfica jamais vai substituir no herói de ação. Não apenas nas cenas de ação, mas no filme em si.

Eu não acredito que para um ter sucesso o outro precise declinar. Eu acredito na co-existência desses dois universos: O fortão do cinema que resolve tudo sozinho e o inteligente que só resolve em equipe podem, cada um, ter seu espaço na indústria cinematográfica. Mas para isso continuar, Hollywood precisa encontrar novos fortões, visto que, infelizmente, o tempo dos antigos está passando. Nos tempos atuais, os que mais se aproximariam disso seriam Vin Diesel, The Rock e Jason Statham. Então, fica o meu apelo: Hollywood, precisamos de novos brucutus, não acabem com os heróis oitentistas!!! Não precisamos de mais vampiros que brilham no escuro. Precisamos de mais “você é uma doença e eu sou a cura”!!

E você, qual a sua opinião? Os heróis de ação estão sendo dizimados do mapa? Comente sobre o tema da semana.

Hollywood em foco: A primeira notícia é que Sean Connery teria sido convidado para estar em Mercenários 3, porém segundo sua acessoria, ele está oficialmente aposentado do cinema e recusou o papel. Uma pena, pois eu gostaria muito de ver, nem que você uma aparição pequena sem ação, apenas falando, assim como a de Arnold Schwarzenegger no primeiro filme, seria uma bela homenagem a outro monstro sagrado do cinema.
man-of-steel-henry-cavillFalando em clássicos do passado, as gravações do remake de Godzilla devem começar em março, porém o filme sofreu uma baixa, ou melhor, duas: Os produtores Roy Lee e Dan Lin abandonaram o projeto por conta de suas agendas estarem lotadas para este ano.
E a produção de Man of Steel segue liberando aos poucos imagens do filme, tal qual fizeram com Batman, cada vez mais aguçando a nossa curiosidade. Depois daquela foto em que Superman aparecia algemado e sendo escoltado por militares, nessa foto ao lado, vemos o azulão cercado pelos militares, pode ser que sejam momentos antes dele ser capturado. E as dúvidas como “por que ele é capturado?” seguem aparecendo cada vez mais e a expectativa pelo filme só aumenta. Ah 12 de julho, por que você demora tanto??
E saiu a lista dos indicados ao Framboesa de ouro 2012. Mostraremos abaixo a lista dos concorrentes a pior filme do ano:
- Battleship – A Batalha dos Mares
- Este é o Meu Garoto
- As Mil Palavras
- Amanhecer – Parte 2
- The Oogieloves in Big Balloon Adventure
Eu, particularmente, senti falta nessa lista de “4 amigas e um casamento“. Dos filmes da lista, eu só vi o Battleship, mas se todos estiverem no nível dele, então a escolha foi justíssima.

Por fim, também saiu a lista dos finalistas do Oscar. Os finalistas para melhor filme são:

- “Argo”
- “Django Livre”
- “As Aventuras de Pi”
- “Lincoln”
- “A Hora Mais Escura”
- “Os Miseráveis”
- “O Lado Bom da Vida”
- “Indomável Sonhadora”
- “Amour”

Não vi nenhum dos indicados, quero muito ver “Argo“, “Django Livre“, “Lincoln” e “Os Miseráveis“. Mas pelas críticas dos filmes, já dá pra ter uma noção de que a disputa este ano está acirradíssima.

angry-birds-star-wars-finalDica da semana: A dica dessa semana fica por conta do game “Angry Birds: Star Wars“. Vou confessar que estou viciado nesse game, que joguinho divertido! Nessa versão, nós temos que, além de mira perfeita, saber lidar com questões como a gravidade, por exemplo. Saber explorar a gravidade, inclusive ao passar por mais de um planeta no mesmo tiro. E os passarinhos estão mais furiosos do que antes, com novas funções, como, por exemplo, o passarinho que usa sabre laser. Para os fãs de Star Wars ou para os fãs de Angry Birds, esta é uma boa pedida. E se você é fã dos dois, assim como eu, aproveite demais essa experiência maravilhosa, um joguinho absolutamente viciante.

Crossover da semana: Duelo de Stallones: Quem é o mais competente para cumprir uma missão: Kit Latura (do filme Daylight) ou Barney Ross (de Mercenários)?

sly
Complicado… De um lado o ex-bombeiro que tirou a galera do túnel lacrado que estava inundando e do outro o mercenário que derrubou uma ditadura de uma ilhota na América Latina. Esse é bem difícil, mas meu voto vai para Kit Latura porque ele fez tudo sozinho, diferente de Barney Ross que tinha toda uma equipe ao seu lado.

É isso aí, até semana que vem, galera.


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Bang!

Salve galera! Hoje iremos ver um excelente card game chamado Bang! que tem em seu princípio, a diversão multiplayer somada a uma temática western de bang bang (como diz o...

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Salve galera! Hoje iremos ver um excelente card game chamado Bang! que tem em seu princípio, a diversão multiplayer somada a uma temática western de bang bang (como diz o nome).

O jogo funciona da seguinte forma: existe um xerife, um renegado e um número igual de vices e bandidos e cada um ganha de uma maneira diferente. O xerife e os vices ganham se conseguirem eliminar os bandidos e o renegado. Os bandidos conseguem ganhar se matarem o xerife e o renegado leva o jogo se for a última pessoa viva de Bang!.

O interessante disso tudo é que ninguém sabe quem é quem. Apenas o xerife é revelado, deixando os outros incógnitos e com uma difícil missão. Caso você revele sua função, os seus adversários irão focar em você, visto que já sabem quem é um inimigo. Se ficar ajudando sempre o xerife, ou indo sempre contra o xerife, você irá revelar sua identidade, e acredite, o segredo é sua principal arma.

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A função de cada um só pode ser revelada quando este player for morto, o que pode ser uma função bem fácil, ou altamente complicada. O baralho possui diversas cartas como armas, itens e ações. Dentre essas ações, existem as ações de Bang!, que são as cartas de tiro e permitem que você acerte um outro jogador causando 1 de dano a ele. Existem cartas que permitem anular o tiro, assim como cartas que causam dano em múltiplos personagens ou cartas que são verdadeiras armadilhas, como a dinamite que vai pulando de mão em mão até ser descartada ou ser anulada por alguém.

Cada player no início do jogo recebe três cartas de personagens e deve escolher uma delas para ser o seu. Cada um deles possui um nível de vida e um efeito especial que permite vantagens durante o jogo, ou faz com que o adversário seja prejudicado de algum modo. Esses atributos são muito importantes no jogo, visto que influenciam muito na sua função. Além disso, vale lembrar que um jogador só pode ter em mãos um número de cartas igual ou menor que o número de pontos de vida que ser personagem possui, ou seja, evite tomar tiros!

Criado em 2002 por Emiliano Sciarra, Bang! Recebeu diversos prêmios e foi publicado por diversas empresas em diversas línguas diferentes. Ganhador de vários prêmios, ele serve de 4 a 7 players e é uma excelente pedida para grupos de amigos querendo uma boa diversão ( com pequenas vontades de matar uns aos outros). Falta apenas achar para vender no Brasil ou importar.


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Coluna do Homem Percevejo – 07/01/2013

Primeira postagem de 2013, voltamos com força total na nossa coluna semanal. Começaremos com a primeira de várias postagens que tentarei fazer no decorrer deste ano, debatendo sobre a mente...

Primeira postagem de 2013, voltamos com força total na nossa coluna semanal. Começaremos com a primeira de várias postagens que tentarei fazer no decorrer deste ano, debatendo sobre a mente dos principais vilões dos quadrinhos:

Tema em pauta: Entendendo a mente dos vilões
No tema dessa semana começaremos uma série que procuraremos fazer aqui algumas vezes durante este ano. Nós tentaremos analisar a mente dos vilões de histórias em quadrinhos. Quais são suas motivações, se eles tem conserto e coisas do tipo.
Vilão especialmente convidado: Mr Freeze (Batman)

Mr.-Freeze

- Origem: Victor Fries era uma criança diferente das outras. Quando criança, seu hobby era congelar animais. Isto fez com que seus pais o enviassem para um colégio interno, onde lá, Victor tornou-se um jovem infeliz e, acima disso, uma pessoa que passou a desprezar totalmente as pessoas, a sentir raiva pelos seres humanos. Porém, algo o fez mudar um pouco. Ou melhor, algo não, alguém: Nora, a moça por quem ele se apaixonou e veio a casar-se.

Victor agora era uma pessoa feliz, tornou-se um grande cientista especializado em criogenia (para quem não conhece, criogenia é o estudo de formas de tecnologia para se criar temperaturas inimaginavelmente baixas) e cada vez mais apaixonado por sua esposa Nora Fries. Porém, a vida novamente lhe pregou uma peça e sua esposa contraiu uma doença incurável. Victor, grande cientista que era, estava disposto a descobrir uma cura para a doença de sua esposa. Então, Victor procurou emprego na empresa de Ferris Boyle (dono da Gothcorp) e lá descobriu uma maneira de deixar Nora congelada de maneira criogênica, e assim a manteve, enquanto buscava a cura para sua doença. Mas Ferris descobriu isso e tentou tirá-la de seu estado criogênico. Victor tentou impedir e Ferris e ele chegaram às vias de fato, até que Victor caiu sobre uma mesa lotada de produtos químicos. Victor sobreviveu, mas descobriu que só poderia se manter em temperaturas baixíssimas. Victor desenvolveu a roupa que o mantinha em temperaturas abaixo de zero e desenvolveu a pistola congelante para se vingar de Ferris. E assim nasceu o Mr Freeze.

Sua mente: Primeiramente, há de se concordar que Mr Freeze tinha a melhor das intenções. Fez tudo por amor à sua esposa. Mas até que ponto o amor é capaz de cegar as pessoas de tal forma que ele só veja a pessoa amada? Victor Fries certamente acredita que, por amor, a pessoa pode romper a barreira do certo e do errado. E, como podemos ver no exemplo dele, o amor, se não tiver a, digamos, “dosagem certa”, a pessoa pode ter sérias consequências, podendo inclusive chegar a insanidade. E foi justamente isto que aconteceu: Victor, por ter olhos apenas para a esposa, tornou-se um obcecado em reverter a condição dela, por não aceitar que a vida é assim, que foi perdendo sua sanidade e transformando-se em um louco apaixonado, porém perigoso. Mas e você? O que acha? Dê sua opinião sobre Mr Freeze.

Hollywood em foco: Essa semana, por conta dos festejos de fim de ano, tivemos poucas notícias sobre filmes de cultura nerd. Uma delas é que a conclusão da trilogia “o Hobbit“, ou seja, o terceiro filme já teve cenas rodadas, faltando apenas algumas para a conclusão, uma delas é justamente a mais aguardada, a batalha dos cinco exércitos.
Mad-Max-4-Tom-HardyOutra notícia é que o quarto filme da franquia “Mad Max” terminou suas gravações. O filme tem direção de George Miller, que foi o diretor e roteirista dos três filmes anteriores, e, inclusive, é o criador da franquia. Muita expectativa em cima do retorno de Mad Max. A preocupação de não ter o Mel Gibson se foi no momento que o escolhido para substitui-lo foi o competente Tom Hardy (foto ao lado). Aguardemos sua estréia, que ainda não tem data definida, pois o filme será convertido para 3D (desnecessário, na minha opinião).
Temos também, Christopher Lambert dando sua benção para Ryan Reynolds fazer “Highlander“, ele disse, em entrevista “acho ele um bom ator de verdade, uma pessoa sensível”. E o projeto vai acontecer, apesar de todos os problemas de produção que já tiveram e desistência do diretor Juan Carlos Fresnadillo. Eu, particularmente, estou receoso. Acho que, tal qual o slogan do filme, também “só pode haver um” filme do Highlander.
E tivemos Christopher Nolan falando sobre a dificuldade de levar o Superman para as telonas, segue declaração na íntegra: “Em minha análise, criar o mundo do Superman e trazê-lo à vida na tela é completamente diferente de fazer o mesmo com o Batman. A pós-produção e a finalização são muito mais longas porque, diferente do Homem-Morcego, ele voa. Neste ponto da produção, porém, não tenho o que fazer no filme. Mas estou impressionado com o que ele (Zack Snyder) está fazendo. Não é algo que eu saiba fazer”. Essas foram as notícias da semana, pessoal.

Dica da semana: Minha dica da semana é “The Killing” – que série espetacular!!! Terminei de assisti-la hoje. É uma série curta (apenas 26 episodios, 13 em cada temporada), que é a versão americana de uma série dinamarquesa com a mesma história. A trama central é a investigação do assassinato de uma menina, Rosie Larsen. E a partir daí, vem a grande pergunta da série “quem matou Rosie Larsen?”. A série explora bem 3 situações: a investigação, o período de luto da família e a escolha dos suspeitos. E a surpresa sobre quem é o assassino vai até os 45 minutos do segundo tempo. E surpreendente. Recomendo a todos!!
Crossover da semana: Quem é o melhor Co-piloto: Lombardi (sim, ele mesmo, o do Silvio Santos), Short Round (de Indiana Jones e o Templo da Perdição) ou Chewbacca (me nego a explicar quem é, se não conhece, por favor, atravesse a rua sem olhar pros lados)?
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Meu voto vai para o Lombardi, é o cara com mais entrosamento com o chefe que eu já conheci. E você, qual seu voto?
Até semana que vem, pessoal.

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Os Sensacionais Mythos de Star Wars

Olá, leitores do Só Não Pode Tirar Um! Muitos de vocês devem compartilhar do hobby de colecionar action figures e estátuas de seus personagens preferidos de games e filmes. Esse...

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Olá, leitores do Só Não Pode Tirar Um! Muitos de vocês devem compartilhar do hobby de colecionar action figures e estátuas de seus personagens preferidos de games e filmes. Esse tipo de produto vai pra todo bolso e gosto, dependendo da qualidade e da quantidade de dinheiro que você quer gastar.

Mas vamos falar de gastar. Se você gosta mesmo de Star Wars, vai ficar tão impressionado quanto eu com a coleção Mythos da Sideshow Collectibles.

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Gente, olha esse Boba Fett! A estátua tem entre 40 e 50 centímetros, vem com o suporte e com alguns acessórios, como o rifle e as pistolas. A arte é muito bem feita e os materiais são realistas. Além de Boba Fett, nós temos um impressionante Darth Maul e um Ben Kenobi que, decididamente, é a estrela maior da linha.

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Ben Kenobi é retratado como um meio-termo entre Revenge of The Sith e A New Hope. Ele tem essa mochila enorme em que carrega sua armadura das guerras clônicas, um lightsaber ligado ou desligado, e também é possível trocar entre o rosto de Ewan McGregor e Alec Guiness. É a estátua com o maior número de acessórios, e também a mais cara.

O preço é salgado, entre 320~350 dólares, mas que fã de Star Wars não ia querer ter um desses na sala?

A linha Mythos ainda está crescendo. O próximo lançamento provavelmente será Darth Vader, e pelas fotos que andam rolando pela internet, não perde em nada para os lançamentos anteriores.

E vocês, abririam o bolso pra comprar uma dessas?


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The Hobbit: An Unexpected Journey Strategy Battle Game

Grande galera. Primeiro dia útil do ano e assim como muitos, ta na hora de voltar aos trabalhos. O assunto de hoje será The Hobbit: An Unexpected Journey Strategy Battle...

TheHobbitAnUnexpectedJourney

Grande galera. Primeiro dia útil do ano e assim como muitos, ta na hora de voltar aos trabalhos. O assunto de hoje será The Hobbit: An Unexpected Journey Strategy Battle Game, lançado pela empresa Games Workshop no fim do ano passado, baseado no filme que leva o mesmo nome e acredito que todos já conheçam.

A Games Workshop possui direitos sobre a obra de Tolkien para a criação de jogos, e anteriormente lançou o wargame The Lord Of The Rings Strategy Battle Game e um suplemento chamado War of the Ring, o primeiro permitindo os jogadores a montar forças tanto do bem quanto do mal para realizar missões, campanhas ou até mesmo (e BEM mais frequentemente) guerras entre exércitos da Terra Média, utilizando-se de cenários e miniaturas dos personagens em uma grande mesa. O suplemento decidiu focar no princípio bélico do jogo e sua meta é realmente a guerra entre exércitos.

Cenário

Seguindo essa linha e aproveitando o lançamento do filme, o jogo foi lançado nos mesmos moldes do anterior, trazendo uma nova linha de miniaturas de personagens que aparecem no Hobbit e um sistema pouco diferente do já consagrado em Lord Of The Rings. Pela divisão realizada da obra em três filmes, o jogo até agora apresenta um enfoque mais voltado em campanhas e missões, dado o ponto em que terminou o primeiro filme, porém é capaz de um enfoque bélico aparecer assim que a obra cinematográfica fique completa.

O sistema funciona da seguinte maneira: existem diversos times (como anões, elfos e outros) que tem personagens que podem ser escolhidos pra batalha. Cada um deles possui um conjunto de características como força, ataque, defesa, movimento, pontos de vida, armas e outros (assim como um RPG normal) que determinam a capacidade de sua peça em combate e cada uma recebe uma pontuação relativa a todos esses atributos. Os jogadores antes de começarem, determinam uma pontuação (digamos 500 pontos) e podem utilizar quantas e quaisquer miniaturas quiserem contanto que fiquem no limite dessa pontuação.

Em uma análise geral o sistema funciona muito bem e permite recriar diversas situações e cenários já apresentados no livro, embora as miniaturas já lançadas só englobem as partes principais do filme, diminuindo a quantidade de peças a disposição e deixando para mais tarde o lançamento de exércitos da obra. Um ponto a ser ressaltado é que assim como todo jogo de seu estilo, as peças devem ser montadas e pintadas, o que não atrai motiva tantos possíveis jogadores. Embora seu kit principal contenha diversas peças, incluindo os personagens principais do primeiro filme, seu preço é salgado, isso sem incluir as despesas de envio (material só disponível fora do Brasil) e a taxação.

As peças possuem uma boa qualidade, e são realmente bem feitas, porém o jogo como um todo não tem a mesma variedade e possibilidade quanto o de seu antecessor. Possível que com o lançamento dos outros 2 filmes a história mude, mas por hora, apenas interessante para hobbistas ou grandes fãs.


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