Análises e resenhas Arquivo

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Assassin's Creed III – Primeiras impressões

Assassin’s Creed é uma bem sucedida franquia de jogos que está em sua 5ª edição. Iniciando com Altair que tornou-se o grande Mestre Assassino no Castelo de Alamut, passando por...

Assassin’s Creed é uma bem sucedida franquia de jogos que está em sua 5ª edição. Iniciando com Altair que tornou-se o grande Mestre Assassino no Castelo de Alamut, passando por Ezio que difundiu o Credo pela Europa e finalmente chegando a Connor nos Estados Unidos – antes, durante e depois da Revolução Americana. (especula-se que a Ubisoft utilizará o Brasil como a próxima locação do jogo. A empresa considera o Brasil colonial encaixando-se perfeitamente na temática dos assassinos).

Já vencedor de diversos prêmios, o jogo encontra-se atualmente concorrendo a seis prêmios, como melhor jogo e jogo do ano. E a Ubisoft já anunciou que o game terá dublagem em português!

A série sempe embasou-se muito fatos históricos. Os jogadores podem interagir com personalidades históricas como Leonardo da Vinci e Nicolau Maquiavel. Desta vez encontraremos grandes nomes dos líderes americanos. George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e outros. Em AC3 temos o personagem meio-índio meio-inglês Ratonhnhaké:ton (ou Connor, nome que assume durante o jogo). Assim como em AC2, que acompanhamos Ezio desde o seu nascimento; o mesmo acontece com Connor.

A jogabilidade e gráficos receberam inovações e melhorias, mas seguem o mesmo padrão excelente já apresentado desde o primeiro. No entanto os efeitos de luzes e sombras estão aprimorados e muito realísticos. Nota 10.

A qualidade de som e músicas estão grandiosas. Com música ambiente e efeitos sonoros bem aplicados. Com aumento da intensidade com os combates e cenas de ação.

Uma das grandes novidades foi a grandiosidade do mundo aberto. Antes tinhamos áreas para viagens de uma cidade para outra. Podiamos pegar o cavalo ou uma caravana/ navio. Desta vez existe um verdadeiro MUNDO. Florestas, rios, colinas e montanhas.

A outra foi a mudança de estação e climática claramente perceptível. Enquanto antes havia noite e dia. Desta vez é possível ver a mudança das estações. Com neve, neblina, dias ensolarados e chuva forte.

É também marcante quando vemos os índios em sua tribo conversando entre si falando na língua nativa dos Mohawks.

Como Connor é um índio ele caça. E desde criança jogamos com o personagem e aprendemos a seguir rastros, espreitar as presas, armar armadilhas, dentre outros artifícios de caçador. Depois pode negociar as peles, carne, presas… do caçado.

Para não liberar spoilers falarei apenas do enredo como um todo. Jogamos com os Assassinos, que têm como inimigos mortais os Templários. E desta vez os templários são os colonizadores ingleses e colonos norte-americanos. Que vizam a expansão do território e a exploração dos recursos e do Novo Mundo. A trama tem início com Haytham investigando mistérios que o leva às Américas. Lá ele conhece a índia Kaniehti:io (Ziio). Após sua partida, Ziio fica com seu filho Ratonhnhaké:ton na tribo.

Após altos e baixos em sua vida, Ratonhnhaké:ton assume a identidade de Connor. Quando depara-se pela primeira vez com seu pai tem grandes revelações e torna-se um procurado na cidade de Boston. Daí em diante começa sua jornada rumo ao Credo dos Assassinos.

O jogo está maior e com muito mais missões secundárias que seus antecessores. Ainda não tive a chance de jogá-lo inteiro, assim que puder terminá-lo faço um review comentando sobre ele como um todo. Por enquanto… assistam a este belíssimo trailer exibido na E3 deste ano:


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Assassin’s Creed III – Primeiras impressões

Assassin’s Creed é uma bem sucedida franquia de jogos que está em sua 5ª edição. Iniciando com Altair que tornou-se o grande Mestre Assassino no Castelo de Alamut, passando por...

Assassin’s Creed é uma bem sucedida franquia de jogos que está em sua 5ª edição. Iniciando com Altair que tornou-se o grande Mestre Assassino no Castelo de Alamut, passando por Ezio que difundiu o Credo pela Europa e finalmente chegando a Connor nos Estados Unidos – antes, durante e depois da Revolução Americana. (especula-se que a Ubisoft utilizará o Brasil como a próxima locação do jogo. A empresa considera o Brasil colonial encaixando-se perfeitamente na temática dos assassinos).

Já vencedor de diversos prêmios, o jogo encontra-se atualmente concorrendo a seis prêmios, como melhor jogo e jogo do ano. E a Ubisoft já anunciou que o game terá dublagem em português!

A série sempe embasou-se muito fatos históricos. Os jogadores podem interagir com personalidades históricas como Leonardo da Vinci e Nicolau Maquiavel. Desta vez encontraremos grandes nomes dos líderes americanos. George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e outros. Em AC3 temos o personagem meio-índio meio-inglês Ratonhnhaké:ton (ou Connor, nome que assume durante o jogo). Assim como em AC2, que acompanhamos Ezio desde o seu nascimento; o mesmo acontece com Connor.

A jogabilidade e gráficos receberam inovações e melhorias, mas seguem o mesmo padrão excelente já apresentado desde o primeiro. No entanto os efeitos de luzes e sombras estão aprimorados e muito realísticos. Nota 10.

A qualidade de som e músicas estão grandiosas. Com música ambiente e efeitos sonoros bem aplicados. Com aumento da intensidade com os combates e cenas de ação.

Uma das grandes novidades foi a grandiosidade do mundo aberto. Antes tinhamos áreas para viagens de uma cidade para outra. Podiamos pegar o cavalo ou uma caravana/ navio. Desta vez existe um verdadeiro MUNDO. Florestas, rios, colinas e montanhas.

A outra foi a mudança de estação e climática claramente perceptível. Enquanto antes havia noite e dia. Desta vez é possível ver a mudança das estações. Com neve, neblina, dias ensolarados e chuva forte.

É também marcante quando vemos os índios em sua tribo conversando entre si falando na língua nativa dos Mohawks.

Como Connor é um índio ele caça. E desde criança jogamos com o personagem e aprendemos a seguir rastros, espreitar as presas, armar armadilhas, dentre outros artifícios de caçador. Depois pode negociar as peles, carne, presas… do caçado.

Para não liberar spoilers falarei apenas do enredo como um todo. Jogamos com os Assassinos, que têm como inimigos mortais os Templários. E desta vez os templários são os colonizadores ingleses e colonos norte-americanos. Que vizam a expansão do território e a exploração dos recursos e do Novo Mundo. A trama tem início com Haytham investigando mistérios que o leva às Américas. Lá ele conhece a índia Kaniehti:io (Ziio). Após sua partida, Ziio fica com seu filho Ratonhnhaké:ton na tribo.

Após altos e baixos em sua vida, Ratonhnhaké:ton assume a identidade de Connor. Quando depara-se pela primeira vez com seu pai tem grandes revelações e torna-se um procurado na cidade de Boston. Daí em diante começa sua jornada rumo ao Credo dos Assassinos.

O jogo está maior e com muito mais missões secundárias que seus antecessores. Ainda não tive a chance de jogá-lo inteiro, assim que puder terminá-lo faço um review comentando sobre ele como um todo. Por enquanto… assistam a este belíssimo trailer exibido na E3 deste ano:


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Coluna do Homem Percevejo – 02/12/2012

Tema em Pauta: RPG e Matemática se misturando… Olá pessoal, o tema dessa semana é, na verdade, mais um relato do que algo a se debater. Na verdade, tentarei que...

Tema em Pauta: RPG e Matemática se misturando…
Olá pessoal, o tema dessa semana é, na verdade, mais um relato do que algo a se debater. Na verdade, tentarei que o meu relato vire tema de debate. Essa semana fui dar uma aula particular (como podem ver no meu perfil na aba “Autores”, eu também sou professor de Matemática), e o aluno, quando eu cheguei, estava com 3 dados nas mãos, um D4, um D6 e um D8. Ele me dizia que havia comprado estes dados, mas que não fazia ideia de como se jogava RPG. Como meus conhecimentos em RPG também são baixíssimos, expliquei o mínimo que eu sei. Pois bem, começamos a aula. Ele estava errando alguns exercicios que não costuma errar, isso se devia também ao fato de que ele passou mal na escola no mesmo dia. Mas enfim, eu precisava de alguma forma de evitar os erros por falta de atenção, precisava trazer 100% da atenção dele para a aula. Então, olhei para os dados e criei o RPG da Matemática (que serve para todas as matérias, na verdade).

As regras do jogo nós fomos aperfeiçoando conforme a aula passava:
- Basicamente, trata-se de uma batalha entre aluno e professor. Cada um começa com 50 de vida. O professor passa questões para o aluno resolver.
- Cada questão que o aluno acerta, ele dá um ataque no professor, e rola um D8 de dano que ele acerta no professor.
- Cada questão errada, o ataque é do professor, também com um D8.
- Cada duas questões seguidas que o aluno acerta, ele rola também um D6 que lhe permite recuperar vida com aquele valor tirado no dado.
- Já o professor recupera a vida a cada questão errada, também rolando um D6 (sim, a batalha é mais difícil para o aluno, mas essa é a ideia).
- Se o aluno acerta 5 questões seguidas, ele tem direito a um ataque crítico, onde ele rola dois D8.
- Se o aluno erra 3 questões seguidas, o professor que tem direito ao ataque crítico, também com dois D8.
- Se o aluno vence a batalha, ele sobe de nível, e ganha mais 5 de vida. Sobe também o nível de dificuldade das questões. E ele sempre enfrentará professores com o mesmo nível dele.
Esse foi o jogo que criei ali para a aula. Claro que o jogo não dura uma aula só. Dificilmente a batalha terminará em uma aula, mas, tal qual no RPG, guardamos as “fichas” com os valores de vida de cada um para uma próxima aula. Devo dizer que a aula rendeu e foi muito proveitosa. Adorei a experiência do RPG se misturando com a minha aula. O aluno rendeu muito mais.
E com esse relato, eu levanto a bola e pergunto a todos: E vocês? Possuem alguma experiência extra-mesa de RPG, onde vocês levaram o RPG para outra área? Contem aqui nos comentários suas experiências com relação a este assunto.

Dica da semana: Minha dica, essa semana, será bem específica. Trata-se do nono episódio da primeira temporada de ”Smallville“. Sim, é isso mesmo que você está lendo. Como sabem, “Smallville” foi uma espécie de releitura da origem de Superman, bastante criticada pelos fãs, conforme as temporadas passavam. Mas eu analiso a série, da mesma forma que encarei o reboot da DC, na verdade, é assim mesmo que eu encaro a série, como um reboot, uma releitura. Enfim, vamos à dica: Neste nono episódio, entitulado em português como “O mau-caráter“, vemos Sam Phelan, um policial corrupto que vê Clark fazendo uso de seus poderes e começa a chantageá-lo, para que Clark ajude-o a cometer certos crimes. Esse episódio, para mim, é um dos melhores da série, pois ali começa a se moldar o caráter incorruptível do Superman, ou melhor, ali mostra o caráter incorruptível de Clark, que foi moldado com o passar de seus anos de vida junto com seus pais, Martha e Jonathan, e agora seus pais vêem Clark colher os frutos dessa boa educação dada por eles. Ali começa-se a mostrar que o Superman será o símbolo que o mundo precisa. Recomendo a todos, mesmo que você não goste de “Smallville“, assista este episódio, sabendo essas informações que passei aqui e assista livre de preconceitos com os rumos que a série tomou que você não gostou. E só pra esclarecer, eu falo isso, mas não porque eu não tenha gostado da série. Eu, particularmente, gostei. Mas sei que ela não foi bem aceita por muitos.

Hollywood em foco: Começamos as notícias de Hollywood falando sobre um rumor que começa a circular, de que Joseph Gordon-Levitt seria o Batman no filme da Liga da JustiçaATENÇÃO, SE VOCÊ NÃO VIU “THE DARK KNIGHT RISES”, TEREMOS SPOILERS ATÉ O FIM DESTE PARÁGRAFO: Ou seja, se isso acontecer, então o universo criado por Christopher Nolan servirá de base para o universo que se criará na Liga da Justiça, pois como sabemos, SPOILER, o policial John Blake “herda” a roupa do Cavaleiro das Trevas. E aumentariam, ainda, os rumores do envolvimento de Christopher Nolan na produção do filme da Liga. Eu não sei nem o que pensar, caso isso seja realmente verdade. Do ponto de vista cinematográfico, pode ser ótimo, visto que teríamos histórias interligadas, uma grande teia, tal qual os filmes da Marvel. Mas do ponto de vista de fã, nós não teríamos Bruce Wayne na Liga né… Bom, se eu fosse o responsável pela escolha, eu não chamaria o Joseph Gordon-Levitt (não por falta de talento, muito pelo contrário, ele é ótimo), mas eu entendo aquele final do filme do Nolan como uma homenagem feita ao Robin, visto que, desde o início, ficou claro de que o Robin não apareceria na trilogia, então, eu vejo aquilo como um presente que Nolan deu aos fãs. E apenas isso. A história contada por Nolan, para mim, é um arco fechado ou uma história alternativa do Batman. A partir dali, zerou. Façamos de novo, a partir de outro ponto de vista. Sendo assim, eu não veria com bons olhos esta escolha.
Outra notícia dessa semana é que foi confirmado o remake de “Enigma da Pirâmide“, outro clássico oitentista, que traz os jovens Sherlock Holmes e Watson se conhecendo e resolvendo seu primeiro caso. Bom, eu sempre tenho um pé atrás com remakes, principalmente quando o filme original muito me agradou, então, torçamos para que não seja mais um “Vingador do Futuro“.
E falando de clássicos oitentistas, Sylvester Stallone deu uma entrevista esta semana falando “Se meu maldito corpo aguentar, seria muito bom fazer mais um. Do contrário, não seria o Rambo lutando, seria Rambo lutando contra a artrite”. Bom, eu sempre vou torcer para um novo filme, sou fã do cara.
Sly também comentou sobre um próximo filme dos Mercenários: “Os mercenários estão quebrados, baleados, já deram o que tinham que dar. Precisamos achar os novos mercenários. O problema é que não existem mais! Tudo agora é robotizado. Então, eu posso ir lá e contratar cinco caras jovens, o novo exército, para comandar teleguiados e toda essa tecnologia. Mas eles não são como nós…” – No início, achei que essa notícia foi uma ducha de água fria na cabeça dos fãs, mas eu ainda acredito num terceiro filme pra fechar a trilogia. O grande problema foi que o segundo, arrecadou mais de 300 milhões pelo mundo, mas dentro dos EUA, o filme não se pagou. E, geralmente, quando isto acontece, dificilmente um filme ganha uma continuação. Só me resta torcer, acho que os fãs desse tipo de filme mereciam mais um, agora com a participação de outros astros de filmes de ação do passado, como Steven Seagal, Lou Ferrigno, Harrison Ford e outros.

Crossover da semana: Com qual médico você jamais se consultaria: Doutor Hibbert ou Doutor Chapatin?


De um lado temos o médico dos Simpsons, que ri nas horas mais inadequadas (tipo, ao dar uma notícia ruim) e vive com pirulito na boca. Do outro, temos o médico do Chapolin, que agride seus pacientes, dá consulta por telefone e dá as soluções mais absurdas, como por exemplo, mandar o paciente dormir na cozinha. Por tudo isso, meu voto vai para o Doutor Chapatin, jamais me consultaria com ele.

Sobre o concurso cultural dos Novos 52: Pessoal, queria postar aqui o depoimento do nosso amigo Jonatan Rodrigo que nos escreveu após ele receber o prêmio do concurso que ele venceu:
“Obrigado, Felipe. Acabei de receber as revistas, já estou lendo o ótimo material e pelo que li já gostei. Agradeço a você e a todos do “só não pode tirar um”, pelo carinho, apoio e ótimo trabalho que fazem para difundir não só o RPG , mas como tudo que é relacionado e além, não me sinto lendo um site e sim conversando com amigos sobre assuntos que gostamos, tanto nas colunas do site, tavernacast, facebook, twitter. Continuem assim, vocês são uma inspiração para mim e outras pessoas que visitam e lêem o site todos os dias. Obrigado meus amigos.” - Jonatan, vou falar o que já te falei por e-mail, agradeço, não apenas em meu nome, mas em nome de toda a equipe SNPT1. São depoimentos como este seu que nos fazem crer que todo o nosso trabalho vale a pena. Sou novo aqui no site, por isso, acho que os mais antigos são muito mais merecedores destes elogios do que eu, eles que acreditaram no projeto de fazer o site desde o início e sempre fizeram o possível e o impossível para que isso acontecesse. Diego, Antunes, André e os demais antigos que não citei (mas não são menos importantes mesmo!), vocês são os grandes merecedores deste elogio do nosso amigo Jonatan. Claro que nós, os novos, também estamos fazendo a nossa parte e aos poucos vamos conquistar o nosso espaço também, nós também merecemos um pouquinho vai, hehehe. Mas é isso, muito obrigado Jonatan, pelo carinho e apoio ao nosso site.

Bom, é isso aí. That´s all, folks! Até semana que vem.


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The War Z – Primeiras impressões.

The War Z – Primeiras impressões Olá galerinha do bairro, estou aqui para falar sobre o MMO de zumbis! Ééé… o sonho de muita gente (me inclua nessa) se concretizou....

The War Z – Primeiras impressões


Olá galerinha do bairro, estou aqui para falar sobre o MMO de zumbis! Ééé… o sonho de muita gente (me inclua nessa) se concretizou. Porém, ele vale a pena? Bem, eu joguei algumas horinhas – pouco para poder sacramentar um jogo – contudo, vou dar as minhas impressões.

Gráficos e Interface

Bem, o jogo tem um gráfico bom para um mmo, mas o que mais me chamou atenção foram as luzes do jogo. A cada hora do dia a luz muda (duh), e isso influencia MUITO na sua partida. Ao meio dia, por exemplo, existemgrandes sombras das casas, que você pode muito bem se esconder ou ser pego de surpresa por um zumbi/bandido que não viu; de noite eu achei mais interessante de viajar para não ser encontrado por bandidos, mas para visitar as cidades achei melhor ir de manhã para não ser pego de surpresa.

The War Z tem uma interface tranquila e de fácil jogabilidade. A proposta é você prestar atenção nos níveis de barulho e visibilidade que você está: estes são os dois modos de você ser detectado pelos mortos vivos. Quanto mais você explorar as sombras, andar agachado e evitar o meio da rua que nem um maluco melhor; com o barulho a proposta é simples também: se você corre, você faz mais barulho, se você anda agachado e devagar, mais difícil de te detectar. Além disso, você também tem q se preocupar com a barra de comida e bebida. “Mas tem isso Diego?” LÓGICO, senão não seria um survival game! rs. E não pense que é fácil encontrá-los.

n sei se dá pra ver, rs, mas tem ali a barrinha de comida/bebida no canto inferior esquerdo e barrinha de barulho/visibilidade sua no canto superior direito

Meus primeiros minutos de jogo.

Meus primeiros momentos de jogo se resumem assim: Fiz o “load”, apareci no meio do nada, andei por 1 minuto, saí da área safe e tomei 3 tiros de um sniper pk. Como escolhi o modo hardcore e lá você não revive, perdi meu personagem com DOIS minutos de jogo.
Eis que fiz meu segundo personagem. Estava na “safe area” e tinha um cara ferido. Cheguei perto para saber se ele queria ajuda ele se ajoelhou.  Pensei q ele queria minhas bandagens e a ofereci ( era inicio de jogo, qualquer coisa fazia outro personagem). Ele então começou a fazer movimentos pra cima e pra baixo com a cabeça, fazendo menção de que estava a fazer um bola-gato em mim. Sai do servidor.
Noutro servidor consegui sair da área de salva, andei pelas cidades, me desviei dos zumbis, consegui chegar numa “parada de estrada” – ou talvez uma cidade pequena, sei lá. Bem, consegui juntar comida, remédio e algumas armas. Decidi me aventurar na cidade grande. Lá, eu encontrei absolutamente nada: Você corre que nem um doido e de “vez em nunca” acha um ou outro item, contudo na cidade pequena você encontra as mesmas coisas mais próximo.

Eu vi que estava numa das maiores cidades do jogo e não tinha UMA ALMA VIVA (bem, tinha eu, mas vocês entenderam). Então pude lembrar que em cada servidor só tem QUARENTA PESSOAS NO MÁXIMO. Isso já é pouco para alguns mapas de Battlefield, imagine para um mmo. Contudo isso não significa que o mapa seja grande, muito pelo contrário. O jogo é um ovo.

Contato com outros jogadores

Eu estava reclamando que não encontrava ninguém certo? Porém o jogo é melhor quando você não encontra. Em TODOS os encontros que tive tomei um tiro ou uma martelada pelas costas. Salvo o segundo personagem que eu vivi até “bastante” tempo (algumas horas) e o boqueteiro maluco, eu só tive infelicidades. Os caras te matam até para roubar o flashlight que TODO MUNDO TEM no começo do jogo.

Propósito do jogo

Não há missões – pelo menos não oficiais, os players que se reúnem e fazem. Não tem “boss”, não tem exploração, não tem muita coisa a se fazer a não ser andar pela mata, se arriscar ir na cidade e perder tudo que você não salvou. E você então pega comida para andar pela mata por severos minutos até outra cidade para pegar mais comida. Eu pelo menos não vi uma motivação para continuar jogando. Acho que até The Sims tem mais propósito.
O jogo tá em fase “alpha” e apesar de tudo isso tem tudo para ser BOM se for bem explorado pelos seus desenvolvedores. Porém eu desaconselho comprá-lo por enquanto.

 

Bem, para quem, mesmo assim ainda quer arriscar a comprar o jogo, eis o site: http://thewarz.com/

Quem achou que falei abobrinha poste aqui, me encontre no jogo e prove, por favor, que estou errado. Sempre desejei um mmo como esse mas funcional, rsrsrs.

Só eu que achei esse olhinho muito “coringa”? rsrsrs…


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The War Z – Primeiras impressões.

The War Z – Primeiras impressões Olá galerinha do bairro, estou aqui para falar sobre o MMO de zumbis! Ééé… o sonho de muita gente (me inclua nessa) se concretizou....

The War Z – Primeiras impressões


Olá galerinha do bairro, estou aqui para falar sobre o MMO de zumbis! Ééé… o sonho de muita gente (me inclua nessa) se concretizou. Porém, ele vale a pena? Bem, eu joguei algumas horinhas – pouco para poder sacramentar um jogo – contudo, vou dar as minhas impressões.

Gráficos e Interface

Bem, o jogo tem um gráfico bom para um mmo, mas o que mais me chamou atenção foram as luzes do jogo. A cada hora do dia a luz muda (duh), e isso influencia MUITO na sua partida. Ao meio dia, por exemplo, existemgrandes sombras das casas, que você pode muito bem se esconder ou ser pego de surpresa por um zumbi/bandido que não viu; de noite eu achei mais interessante de viajar para não ser encontrado por bandidos, mas para visitar as cidades achei melhor ir de manhã para não ser pego de surpresa.

The War Z tem uma interface tranquila e de fácil jogabilidade. A proposta é você prestar atenção nos níveis de barulho e visibilidade que você está: estes são os dois modos de você ser detectado pelos mortos vivos. Quanto mais você explorar as sombras, andar agachado e evitar o meio da rua que nem um maluco melhor; com o barulho a proposta é simples também: se você corre, você faz mais barulho, se você anda agachado e devagar, mais difícil de te detectar. Além disso, você também tem q se preocupar com a barra de comida e bebida. “Mas tem isso Diego?” LÓGICO, senão não seria um survival game! rs. E não pense que é fácil encontrá-los.

n sei se dá pra ver, rs, mas tem ali a barrinha de comida/bebida no canto inferior esquerdo e barrinha de barulho/visibilidade sua no canto superior direito

Meus primeiros minutos de jogo.

Meus primeiros momentos de jogo se resumem assim: Fiz o “load”, apareci no meio do nada, andei por 1 minuto, saí da área safe e tomei 3 tiros de um sniper pk. Como escolhi o modo hardcore e lá você não revive, perdi meu personagem com DOIS minutos de jogo.
Eis que fiz meu segundo personagem. Estava na “safe area” e tinha um cara ferido. Cheguei perto para saber se ele queria ajuda ele se ajoelhou.  Pensei q ele queria minhas bandagens e a ofereci ( era inicio de jogo, qualquer coisa fazia outro personagem). Ele então começou a fazer movimentos pra cima e pra baixo com a cabeça, fazendo menção de que estava a fazer um bola-gato em mim. Sai do servidor.
Noutro servidor consegui sair da área de salva, andei pelas cidades, me desviei dos zumbis, consegui chegar numa “parada de estrada” – ou talvez uma cidade pequena, sei lá. Bem, consegui juntar comida, remédio e algumas armas. Decidi me aventurar na cidade grande. Lá, eu encontrei absolutamente nada: Você corre que nem um doido e de “vez em nunca” acha um ou outro item, contudo na cidade pequena você encontra as mesmas coisas mais próximo.

Eu vi que estava numa das maiores cidades do jogo e não tinha UMA ALMA VIVA (bem, tinha eu, mas vocês entenderam). Então pude lembrar que em cada servidor só tem QUARENTA PESSOAS NO MÁXIMO. Isso já é pouco para alguns mapas de Battlefield, imagine para um mmo. Contudo isso não significa que o mapa seja grande, muito pelo contrário. O jogo é um ovo.

Contato com outros jogadores

Eu estava reclamando que não encontrava ninguém certo? Porém o jogo é melhor quando você não encontra. Em TODOS os encontros que tive tomei um tiro ou uma martelada pelas costas. Salvo o segundo personagem que eu vivi até “bastante” tempo (algumas horas) e o boqueteiro maluco, eu só tive infelicidades. Os caras te matam até para roubar o flashlight que TODO MUNDO TEM no começo do jogo.

Propósito do jogo

Não há missões – pelo menos não oficiais, os players que se reúnem e fazem. Não tem “boss”, não tem exploração, não tem muita coisa a se fazer a não ser andar pela mata, se arriscar ir na cidade e perder tudo que você não salvou. E você então pega comida para andar pela mata por severos minutos até outra cidade para pegar mais comida. Eu pelo menos não vi uma motivação para continuar jogando. Acho que até The Sims tem mais propósito.
O jogo tá em fase “alpha” e apesar de tudo isso tem tudo para ser BOM se for bem explorado pelos seus desenvolvedores. Porém eu desaconselho comprá-lo por enquanto.

 

Bem, para quem, mesmo assim ainda quer arriscar a comprar o jogo, eis o site: http://thewarz.com/

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Space Hulk

Fala ai galera! Hoje é a vez de falar sobre um board game bem antigo, chamado Space Hulk, que possui uma temática bem similar aos filmes do Alien, e foi...

Fala ai galera! Hoje é a vez de falar sobre um board game bem antigo, chamado Space Hulk, que possui uma temática bem similar aos filmes do Alien, e foi lançado originalmente pela Games Workshop em 1989 e mais recentemente em 2009, através de uma versão com venda limitada.

Situado no universo do war game Warhammer 40.000, o enredo fala de gigantescas naves espaciais que se perdem no espaço, e centenas ou até milhares de anos após seu sumiço, retornam a órbita do império humano. Interessados em saber o motivo de seu retorno e cientes de que esta pode estar tomada por inimigos, são enviados soldados de elite chamados de Terminators para invadir e averiguar sua situação.

Eis que o Space Hulk (nome dado a essas naves gigantescas, que também serve como nome do jogo) está infestado por milhares de Genestealers (criaturas de uma raça de monstros conhecidos como Tyranids, que lembram muito o filme Alien), fazendo com que os soldados tenham que executar diversas missões sobre constante ataque dessas criaturas.

O jogo funciona da seguinte forma. O tabuleiro é montado através de peças que simbolizam os corredores, passagens, salas, portas e outros, variando a cada missão. A cada desafio, o jogador responsável pelos Terminators terá de realizar 4 ações por turno com cada peça (as ações incluem andar, abrir portas, atirar, ficar de prontidão para a aparição do inimigo dentre outras) para  conseguir realizar seu objetivo sem que seja morto pelos inimigos.

A vantagem dos soldados é que os aliens não atiram, fazendo com que eles só representem ameaça no combate corpo a corpo.

Em sua entrada no tabuleiro e no início do jogo, os Genestealers são marcados como fichas, que contem um volume aleatório de peças, fazendo com que eles se movam pelo tabuleiro realizando suas ações, sem deixar seu adversário saber quantos são por marcador, podendo ser de 1 a 3 na versão mais atual, ou de 0 a 6 na mais antiga. Além disso, eles também possuem outras vantagens, como realizar 6 ações, gerarem um número de fichas por turno e atacarem com 3 dados no combate corpo a corpo, contra 1 dos soldados.

Existe ainda uma grande variedade de armas para ajudar os Terminators a realizar suas missões, como o Heavy Flamer, Assault Cannon, Thunder Hammer e outras mais, que ajudam no combate as ameaças, mas devem ser muito bem utilizados pois possuem funcionalidade limitada ou até mesmo pouca munição, sem chance de recarregar. Além disto, cada lado conta com um personagem especial. O Librarian é o líder da missão de explorar a nave, sendo um psíquico poderoso capaz de usar poderes e do lado Tyranids, existe o Broodlord, o grande alien que é extremamente complicado de se eliminar. Ambos aparecem em poucas missões, mas representam uma grande importância em cada lado.

O jogo em si é bem divertido e altamente estratégico, porém possui um grande defeito. Ele não é mais produzido e a versão de 2009 foi apenas edição limitada. Ele pode ser encontrado em sites como o Ebay, porém ele está com um preço muito alto, e embora a excelente qualidade do jogo e das peças que vem nele, o preço desestimula. Péssimo para quem gosta de temática e tiro no pé por parte da empresa que não o produz normalmente.


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