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O Ceifeiro

Como vai galera, tudo bem?
Hoje apresento a vocês uma novidade no cenário literário de ficção moderna sobrenatural – O Ceifeiro de Al Gomes. É seu primeiro romance, o alagoano de 37 anos vive hoje em São Paulo, onde trabalha com suporte técnico há 10 anos. Nas horas vagas ouve músicas dos anos 80 e 90 e está sempre escrevendo e lendo, acompanhado de uma xícara de café.

“Acordar nos braços de um anjo seria a última coisa que Duda Vasques teria pensado quando tentou se suicidar. No entanto, foi exatamente isso que aconteceu. O anjo Ariel, que se apresenta como sendo o seu suposto Ceifeiro – após recuperar sua memória –, a leva através de uma jornada por lugares do além-vida como a Geena e o Hades. Porém, quando a alma de Duda desaparece misteriosamente antes que cheguem a Cidade dos Suicidas, Ariel terá que correr contra o tempo para encontrá-la, antes que Seth, seu General Celeste, descubra que ele perdeu a conexão com aquela cuja alma ele deveria ceifar.
Enquanto isso, refém de entidades sombrias que se alimentam da energia produzida por seus sonhos, a alma de Duda ameaça cruzar a frágil linha que separa os sonhos da realidade. Conseguirá ela escapar e voltar para o seu corpo físico? Ou sua consciência se perderá para sempre no Mundo dos Sonhos? Um lugar onde realidade e fantasia se misturam e nada é o que parece ser.”

Repleto de aventura, romance, tensão e gerando expectativas no leitor do começo ao fim, este livro prende sua leitura até o final. E ainda deixa um gostinho de quero mais!

Para quem quiser saber mais sobre o romance, clique aqui e leia uma prévia dos primeiros capítulos.

E aqueles que já se interessarem e queiram adquirir sua cópia, podem clicar aqui e escolher por onde pedir o seu Ceifeiro.

Ou ainda aproveite a novidade enquanto ainda estiver em estoque e compre diretamente com o autor sua cópia autografada clicando aqui.


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Seu Turno! No SNPT1!: Tolkien – O Primeiro Troll

 

Aqui esta o post que fecha a semana Tolkien, este post foi feito por VGSouza, um amigo meu que curte muito o  SNPT1 e de quebra é fã de Senhor do Anéis, ele nasceu de uma grande pergunta: Seria Tolkien o primeiro Troll ? E tudo por causa de Tom Bombadil.

Quem conhece Senhor dos Anéis apenas pelo filme do Peter Jackson provavelmente sequer ouviu falar dele, e muitos que leram os livros preferiam não ter ouvido: Tom Bombadil. Poucos personagens da literatura consegue ser tão amado quanto odiado, tão desconhecido quanto comentado, tão importante quanto totalmente “limável” dentro de uma história como a curiosa personagem criada por J.R.R. Tolkien. Boa parte da culpa foi do seu criador, que contrariando seu estilo de contar detalhadamente as origens de suas criações, preferiu deixar os fatos sobre Bombardil nas sombras, criando assim um debate entre os fãs para determinar qual espécie ele pertence.

 

Na história fica claro que ele não é um Hobbit, nem tão pouco um humano, e sua descrição se assemelha aos anões, porém com comportamento muito diferente dos arredios ferreiros e mineradores. Bombadil também é imune ao Um Anel, tanto pela tentação de possuí-lo quanto ao poder de invisibilidade (ele consegue ver o Frodo quando este o estava usando). Portanto fica a pergunta: o que é Tom Bombadil

Antes de discutir a natureza da misteriosa personagem é necessário conhecer um pouco o universo e seres criados por Tolkien, pois assim fica mais fácil chegar a alguma conclusão… nem que seja concluir que ficou mais confuso.

A criação de Eä – O Universo segundo Tolkien

 

J.R.R. Tolkien era católico fervoroso, portanto ao criar seu mundo procurou manter uma estrutura muito parecida com a sua crença. Eru Ilúvatar é o criador do universo tolkieniano, chamado de Eä, sendo assim o equivalente a Deus. Ele também criou os Ainur, similares aos arcanjos, que o auxiliaram a finalizar sua obra. O poder de Ilúvatar e dos Ainur era exercido através de uma canção, que à medida que era conduzida dava vida a todas as coisas existentes. Melkor faz o papel do “Anjo Caído”, pois ele é o Ainu mais poderoso e tenta quebrar a melodia, criando assim as criaturas do mal.

No fim da canção o universo e a terra – chamada de Arda – estavam formados. Os Ainur que saíram dos domínios de Ilúvatar e entraram em Arda, se dividiam em dois tipos: os Valar, que eram os mais poderosos, e os Maiar. Destes últimos, os mais conhecidos são Gandalf, Saruman e Sauron, o inimigo maior de Senhor dos Anéis.

Além deles, em Arda foram criados aqueles que foram chamados “Filhos de Ilúvatar”: os Elfos e os Homens. Os Hobbits são uma derivação dos homens e outras espécies apresentadas na mitologia, como as Águias e os Ents não têm origem clara, podendo ser inclusive Maiar que escolheram ter outra forma que não a humanóide.

Os Anões são uma espécie à parte, pois foram criados pelo Vala Aulë que quis dar vida a uma raça dura e teimosa para resistir à Melkor, além de habitar Arda sem ter que esperar os Elfos acordarem do sono da criação. Quando Ilúvatar teve ciência das ações de Aulë, ele o repreendeu. Em obediência ao seu mestre o Vala cogita destruir sua criação, porém Ilúvatar se apieda dos Anões e permite que eles continuem existindo, com a condição que seriam postos a dormir e só acordariam depois dos Elfos.

Tom Bombadil teria que ser uma dessas espécies apresentadas na criação de Arda. Mas qual? Os fãs têm teoria para quase todas…

As Teorias Sobre Quem é Tom Bombadil

A única teoria de fã prontamente negada por Tolkien é a que diz que Tom Bombadil seria o próprio Eru Ilúvatar. Faz sentido a ojeriza… A idéia de Deus caminhando sobre a Terra, mesmo sendo em um livro de fantasia, faria gelar a espinha de qualquer católico praticante como o autor de Senhor dos Anéis. Portanto, a meu ver, essa teoria pode ser completamente descartada.

Existe uma corrente que acredita que Tom Bombadil seria um dos primeiros Anões criados por Aulë, que seriam mais poderosos que os da Terceira Era – período em que se passa Senhor Dos Anéis. Pesa contra esta teoria o fato de Tom ser imune ao Um Anel, pois até mesmo os teimosos e leais Anões podem ser tentados e sofrem os efeitos do anel de poder.

Outros sugerem que a personagem possa ser um Maia, assim como as águias, os lobos gigantes e outros seres da Terra Média, e isso explicaria o fato de Bombadil ser tão poderoso. Porém o calcanhar de Aquiles desta teoria volta a ser sua indiferença ao anel. Lembrando que até mesmo Gandalf o teme, pois pode ser subjugado pelo seu poder. Como o criador do Um Anel foi um Maia, Saruman, outros Maiar e seres abaixo do poder destes são afetados por ele.

Na história, Tom Bombadil diz que ele estava lá antes mesmo do primeiro nascer do sol, com isso surge a vertente daqueles que acreditam que ele se trata de um “Elemental de Arda”, uma espécie de representação da própria Terra Média, que teria sido criado junto com a canção que originou tudo. Desta forma ele seria uma espécie a parte, diferente de todos os outros e por isso não estaria sob a influência do Um Anel. O que vai contra esta teoria é que Eru Ilúvatar tinha total ciência de tudo o que ocorria durante a criação de Arda, nem Melkor, nem Aulë conseguiram esconder dele suas intervenções, portanto se ele escolheu os Elfos como sendo os primeiros filhos, dificilmente deixaria que outra criatura caminhasse antes dos seus favoritos e o teria posto pra dormir junto com os Anões.

Fica restando a possibilidade de que Bombadil na verdade seria Aulë, que teria permanecido na Terra Média usando um novo nome. Confesso que essa é a minha favorita, pois mesmo tendo furos, como as outras, me parece ser a que mais se encaixa. Nesta teoria, Aulë teria ficado consternado depois que Sauron conseguiu iludir o elfo Fëanor, fazendo-o que este utilizasse os conhecimentos ensinados por Aulë para forjar os anéis de poder. Depois disso, Aulë teria resolvido não trabalhar mais com metais e passado a viver com sua esposa, Yavanna, na Floresta Velha depois dos eventos da Segunda Era. Vale notar que Fruta d’Ouro, como é chamada a esposa do Tom Bombardil, tem todas as características da Vala, esposa de Aulë. Quem argumenta contra esta teoria cita o fato que no Silmarilion é dito que Aulë vive em Valinor com Yavanna. Defensores da idéia (como eu) acreditam que ele pode ter abandonado Valinor depois dos eventos da Segunda Era, onde estão as últimas citações ao Vala e sua esposa.

Seria Tolkien o Primeiro dos Trolls?

 

A meu ver os fãs ainda vão se digladiar muito sobre esse assunto sem conseguir chegar a uma conclusão, ainda mais que o próprio Tolkien respondeu que “sempre deve haver mistérios na idade mítica e Tom Bombadil é um desses (intencionalmente)”.

Devemos lembrar que a personagem foi criada fora do universo da Terra Média e só depois inserida nele. Tom Bombadil era um boneco da filha do Tolkien, que acidentalmente foi jogado na privada e se perdeu depois de uma descarga. Para consolar a filha, Tolkien criou as histórias encontradas no livro “As Aventuras de Tom Bombadil”, nas quais o boneco foi viver aventuras nas margens de um córrego com sua amada. Apenas com o lançamento de Senhor dos Anéis, Tolkien inseriu as histórias anteriores no mundo dos Hobbits, Elfos e afins. Até hoje muito fã considera o livro de Bombadil “não canônico” para o mundo tolkieniano, como um apócrifo.

Não seria nenhuma surpresa se um dia alguém achasse escondido, entre os pertences mais bem guardados de Tolkien, uma carta na qual o escritor confessa que inseriu Bombadil na história só pra confundir a cabeça de todo mundo, tornando-se assim o maior Troll da história da literatura. Dizem que se ouve uma risadinha vinda do cemitério de Wolvecorte, onde Tolkien foi sepultado, toda vez que alguém toca no assunto.

 

Para quem quiser conhecer mais sobre a criação do universo de Tolkien onde se passa as histórias do Hobbit e Senhor dos Anéis, eu recomendo a leitura do livro Silmarillion, onde essas e outras passagens das várias eras da Terra Média são contadas.

 Para comprar o Simarillion AQUI

 

Quem quiser conhecer um pouco mais do Tom Bombadil, pode procurar o já citado As Aventuras de Tom Bombadil. Vale ressaltar que a narrativa é poética e muito mais “infanto-juvenil” que as outras histórias do Tolkien, mas mesmo assim vale a pena a leitura.

 Para comprar AS AVENTURAS DE TOM BOMBADIL clique AQUI

Agradeço a VGSouza pelo brilhante post

VGSouza administra a conta de Twitter e blog do Frases do Calvin, é pai em tempo integral e nerd nas horas vagas.

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Tolkien e a Sociedade Brasileira pt.2

Continuando a comparação entre a obra do mestre Tolkien e a sociedade brasileira iniciado neste post de Natan, lembro que no livro Senhor dos Anéis dentre os diversos temas que Tolkien passeia, existe um assunto muito recorrente na história que é a corrupção, representada no livro pelo Um Anel e Sauron.

Durante a história observamos vários personagens sucumbindo perante o seu poder, até o próprio Bilbo e os Espectros do Anel são prova de como os homens são facilmente corrompidos; até Boromir – um grande guerreiro cheio de boas intenções – acaba querendo o Anel pra si, mas nós já sabemos que “de boas intenções…” . Porém há esperança, existem grandes personagens assim como: Aragorn, Galadriel, Faramir e Sam que não se corromperam ao poder do Anel, na verdade sabendo de seu poder corruptor eles temem até encostar nele, Frodo chega até a oferecer o Anel para Galadriel que por eras sonhou com tal momento, mas sua honestidade e vontade é maior que o poder do Anel.

O mesmo não acontece no Brasil, em nossa sociedade Galadriel seria vista como otária e se fosse esperta teria pego o Anel pra si, quantos e quantos Boromir vemos no nosso país é só ligar a TV no horário político, reclamamos dos políticos, mas nós brasileiros somos facilmente corrompidos, queremos levar vantagem em tudo, não adianta reclamar do político se quando somos parados em uma blitz molhamos a mão do policial. O policial que aceita 50 reais do cidadão “honesto” vai aceitar 5.000 reais do bandido. É bom lembrar que existe muito brasileiro honesto, mas a situação pode melhorar. Vamos nos inspirar na obra de Tolkien e lembrar que os objetivos só foram conquistados, pois nossos heróis se reuniram por um bem comum, espero que a sociedade brasileira compartilhe do mesmo destino da Sociedade do Anel para que juntos possamos alcançar nossos objetivos.

Se você deseja conhecer a obra de Tolkien Clique na imagem abaixo:

 


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Um Anel que a todos dominou

Os campos verdejantes, os rios sinuosos e de águas límpidas, além do encantador Condado. As belas florestas élficas e a majestade das cidades humanas. Esqueça tudo isso imediatamente. Nestas terras, a bondade no coração dos seres foi tomada pelo Senhor do Escuro, pois, ele venceu!

Olá, viajante! Muitas vezes você já deve ter se perguntado “e se” algo tivesse acontecido de uma forma totalmente diferente. Você não está sozinho, obviamente, muitas outras pessoas também pensam assim. Isso até mesmo tem um nome, história alternativa ou ucronia. Em 2003, a editora gringa Fantasy Flight Games lançou a primeira edição de Midnight RPG. A obra, que declaradamente se inspira e homenageia o universo Tolkien, conta com uma premissa básica e cativante: o que aconteceria se Sauron tivesse vencido a Guerra do Anel?

 

Onde as sombras se levantam

Izrador (pode-se dizer que é a versão de Morgoth e Sauron) conseguiu corromper 4 heróis poderosos, transformando-os nos Night Kings e vencendo a guerra há mais de 100 anos. Agora, ele governa com mão de ferro, tomando a liberdade e a esperança de todos os povos, num mundo onde misericórdia deu lugar à punição, escravidão e morte. Os elfos ainda resistem nos pequenos focos de florestas que restam, enquanto os anões se trancaram em seus salões sob as montanhas, mas lentamente definham frente ao poderio incessante. Os orcs se proliferaram como a força bruta da Sombra, levando carnificina a todo canto.

Um desses heróis lendários era Ardherin, arrogante príncipe elfo e mago poderosíssimo. Em busca de poder e conhecimentos arcanos para derrotar a Sombra, ele barganhou com o que acreditava ser um demônio inferior. Tudo não passava de um estratagema do próprio Izrador, que lentamente foi contaminando a mente do príncipe, até leva-lo para sua causa. Os outros Night Kings eram um antigo clérigo humano, um guerreiro e um dragão (isso mesmo, um dragão!).

 

“Não reconhecerás outro deus além de Mim”

Quando foi atirado no mundo de Aryth, por suas transgressões entre os deuses, Izrador reuniu suas forças e rompeu os laços das outras divindades e seus seguidores. Dessa forma, ele se tornou o único a poder conceder poderes e a ser plenamente experimentado pelos mortais. Esse fato ficou conhecido como o Véu da Sombra. Além disso, ele produziu outro efeito. As almas dos mortos são incapazes de seguirem seu destino para o além-vida, e muitas retornam aos seus antigos corpos repletos de fome de carne fresca.

Sem nenhum paladino abençoado para se sacrificar pelos indefesos, os únicos clérigos do cenário representam a Igreja da Sombra. Os Legates, como são chamados, gozam de uma posição privilegiada na sociedade, o que lhes garante muito mais conforto. Eles e bestas inteligentes auxiliares são os responsáveis por caçar rebeldes e a magia. Com o intuito de recuperar seu antigo posto como divindade antiga, Izrador consome toda a magia disponível e seus servos estão sempre a postos para saciar sua fome. A religião também proíbe a alfabetização e porte de armas por pessoas não autorizadas.

 

Verdadeiros heróis

Mesmo diante de um quadro tão desesperador, existem aqueles que se levantam diante da opressão. Aryth é um lugar muito hostil para heróis, afinal, é quase impossível para as pessoas manterem suas virtudes. A própria população pode ser contra aqueles que desejam liberta-la. Ainda assim, alguns resistem bravamente. Como Arandil, a Rainha-Bruxa, que comanda os elfos e vem resistindo às tentativas intermináveis de destruição.

É neste ambiente insólito que os jogadores tentarão prosperar como bastiões da esperança. Um lugar onde a magia que anima todas as criaturas, talvez seja sua última chance de salvação.

 

Em suma, Midnight RPG é um ótimo cenário para quem deseja um pouco de terror e desolação. Em minha opinião, o clima criado é denso e proporciona possibilidades de histórias muito interessantes. Podem me apedrejar, mas como cenário de terror, acho que dá um banho em Ravenloft. Claro que alguns elementos ainda parecem um pouco deslocados, como os gnomos. Mas, com alguns pequenos ajustes, o mestre pode superar essas dificuldades. Infelizmente, a Fantasy Flight Games descontinuou a publicação em 2009, removendo de seu catálogo e de seu site, o que leva a crer que algum problema judicial possa ter ocorrido.

Um filme foi lançado e deve estar disponível nas locadoras, até na do Paulo Coelho. Pelo que assisti do trailer, lembra os filmes do D&D, o que não é nada bom.


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Dragon Age RPG: Sangue em Ferelden

Que tal tu te aventurar pelas terras do jogo Dragon Age mas em sua mesa de jogo? Sim isso serve pra ti mestre que está com preguiça. Sangue em Ferelden está aqui para ajudar, com três aventuras prontas para Dragon Age RPG:

- Em Fúria Âmbar, os heróis embarcam em uma jornada aos Ermos Korcari para encontrar o ingrediente de um remédio que irá salvar muitas vidas.

- Em Onde as Águias Vivem, os aventureiros são recrutados para resgatar a filha de um nobre nas Montanhas do Dorso Frio, onde vivem os selvagens avvarianos das colinas.

- Em Uma Teia Frágil, os heróis devem enfrentar um desafio completamente direrente, ao lidar com uma série de intrigas políticas mortais na capital de Ferelden.

São aventuras para níveis iniciais, e adicionam riqueza a qualquer campanha de Dragon Age RPGSangue em Ferelden também traz três sementes de aventuras, que você pode expandir e detalhar para ainda mais ação.


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World of Warcraft em sua mesa de RPG

 

A linha do game Warcraft é super conhecida dentre os jogos eletrônicos, e isso se deve a campanhas de marketing, jogabilidade, e história que em cada uma de suas expansões se torna mais envolvente. Ele vem com uma leva de jogos medievais como a série Age of Empires, Ultima, etc.

Após anos no mercado a Blizzard resolveu que era hora de expandir e unir esses jogadores com uma proposta um pouco diferente, a de ser um herói daquele jogo de estratégia, e interagir com outros. O que acabou resultando ao jogo World of Warcraft, onde agora você pode jogar com uma raça, classe, habilidades, defeitos, itens (mágicos ou não) como em um bom RPG de mesa.

E é aqui que entramos gurizada, trazendo um dos MMORPG mais jogados no mundo para sua mesa de D20. Então peguem suas espadas escolha sua facção e vamos a épicas batalhas!!

 

Layout

World of Warcraft é um enorme livro com cerca de 400 páginas, e divido em 5 partes. Tem muitas imagens lindas retiradas do próprio jogo (até mesmo para o jogador reconhecer locais e personagens). E ao contrário do Warcraft Roleplaying Game o livro trás todas as regras necessárias para se começar a jogar, incluindo construção de personagens, magias, equipamentos. Ele foi criado pela Sword and Sorcery, uma empresa que pertence a White Wolf (sim gurizada a mesma do Storyteller).

O livro já começa explicando toda a peleja que aconteceu no mundo do jogo, falando desde impérios trolls e elfos da noite, e recentes guerras como derrota da Legião Flamejante. Aí depois de toda a história que toma algumas páginas (e que é bom você ler para entender o que se passa no seu MMORPG), vários mapas ilustrados e descritos como Kalimdor, Azeroth entre outros. E sim o livro mostra somente por onde os jogadores podem andar no jogo de pc, então há lugares sem descrição, além disso há coisas sobre cosmologia e planos do cenário.

Construção

Depois de tanto falar vem a parte divertida para alguns e martírio para outros, a construção do personagem (mah oeeeee). WOW procura as vezes de forma sufocante ser fiel ao MMORPG, e pode acontecer de tu encontrar ao invés de inteligência e sabedoria, achar intelecto e espírito. As raças que tu pode jogar são, humanos, anões forjaferro, altos elfos, elfos da noite, gnomos, goblins, orcs, taurinos, trolls da selva e uma versão dos mortos-vivos que se libertaram do controle do Rei-Lich.

As raças agora têm níveis, que quer dizer, que os personagens de algumas raças têm opções de comprar níveis para melhorar ou ganhar habilidades, eles dão o exemplo como os Alto Elfos aumentarem o poder mágico, anões resistência, taurinos força e tal. Isso foi acrescentado para nivelar todas as raças já que ser um troll ou morto-vivo no primeiro nível já dá grande vantagem.

Então vamos as classes:

  • Bárbaro: Os bárbaros no cenário de WOW normalmente provem de tribos dos orcs e taurinos, embora alguns humanos e meio-orcs possar ter adotado este estilo de vida em Kalindor.

 

  • Ladino: Os ladinos podem ser encontrados em todas as raças de Azeroth.

 

  • Guerreiro: Os guerreiros são muito comuns no mundo violento de Azeroth.

 

  • Mago: Os magos são conjuradores arcanos que realizam estudos intensivos a magia em lugares como a Cidadela Violeta de Dalaran ou as Academias de Lua de Prata em Quel´Thalas.

 

  • Batedor: O batdor se destaca na sobrevivência nas regiões selvagens e é habilidoso em combate.

 

  • Curandeiro: Os curandeiros são o centro da comunidade – e de um grupo de aventureiros. Eles usam seus poderes para curar os feridos e conceder ânimo aos seus companheiros.

 

  • Faz-Tudo: O faz-tudo constrói e inventa todos os tipos de coisas, desde canivetes malucos até maquinas de cerco.

 

  • Bruxo: Os bruxos são conjuradores arcanos dedicados a conspirar com demônios e outros seres sombrios.

 

  • Caçador: Os rangers élficos não são os únicos que dominam os territórios selvagens. Mas enquanto eles preferem o arco, o caçador gosta de se aproximar do inimigo.

 

  • Druida: Os druidas selvagens estão ligados aos aspectos vivos da natureza – a flora e a fauna. Eles não se dedicam a forças elementais; estes poderes pertecem a esfera de ação dos xamãs. Eles desenvolvem uma afinidade tão forte com a natureza que podem assumir a forma de animais e até mesmo bestas sobrenaturais.

 

  • Paladino: Embora esta classe de prestigio apresente semelhanças em relação à classe principal paladino encontrada no LdJ, o paladino é muito diferente no mundo de Warcraft. Ele não combate o “mal” num sentido geral, eles são guerreiros sagrados que defendem Azeroth especificamente dos avanços de mortos-vivos e demônios.

 

  • Sacerdote: Enquanto os curandeiros são devotos comuns das crenças de Azeroth, os sacerdotes são adeptos leais da religião que escolheram.

 

  •  Xamã: Ao contrário do sacerdote (que se concentra na energia da vida) e do druida selvagem (que estabelece um vinculo com plantas e a vida selvagem), o xamã se liga ás forças da natureza.

 

O livro contém 10 classes de prestígio, que em sua maioria já havia no Warcraft Roleplay Game:

  • Arquimago de Kirin Tor: Versão simplificada do arquimago (sim, aquele mesmo do LdM);

 

  • Assassino da Horda: Esses assassinos silenciosos e implacáveis apareceram pela primeira vez no reinado de Gul´dan apoiado pelos demônios, e aniquilavam qualquer um que ousasse se opor à Horda..

 

  • Mestre das Festas: O mestre das feras é um guerreiro do mato que desenvolveu uma ligação sobrenatural com os animais.

 

  • Berseker: Uma versão ultra do bárbaro;

 

  • Duelista: Classe de prestígio presente no LdM;

 

  • Ranger Élfico: O ranger élfico é um guerreiro de elite das florestas.

 

  • Gladiador: Um gladiador se dedica à supremacia no combate corpo a corpo. Dado de Vida: d10; Perícias: Blefar, Escalar, Ofícios, Intimidar, Saltar, Conhecimento (táticas militares), Atuação, Sentir Motivação

 

  • Infiltrador: Este grupo seleto se mostrou inestimável ao impedir que a Aliança fosse fatalmente fragmentada pelas rivalidades internas ou destruída pelos esforços da Horda.

 

  • Combatente Montado: Esses guerreiros são treinados para utilizar sua montaria a fim de obterem a máxima vantagem tática na batalha.

 

  • Servo da Legião Flamejante: Um guerreiro que foi corrompido pela Legião Flamejante.

Após a descrição das classes vem suas perícias e talentos que salvo exceções está igual ao do LdJ. O livro segue com descrição sobre tecnologia envolvendo todo tipo de bugiganga que aparece no jogo online. O sistema de invenções ficou bem mais detalhado que o suplemento anterior com material que saiu do Magic and Mayhem.

Uma novidade legal do livro são os pontos de heroísmo, eles representam o fato dos personagens de WOW serem “super powerfulls”. Pontos de heroísmo podem ser gastos com habilidades especiais ou bônus para diversos testes. O massa é a forma de ganhar os pontos de heroísmo, que é com ações de ousadia e corajosas (isso ajuda muito na interpretação).

Como Wow é um jogo independente de outros títulos há um capitulo que mostra todas as regras de combate. A principal diferença entre o LdJ é a questão da incapacidade e morte, os personagens de Wow não caem incapacitados com 0 de vida e sim quando a quantidade de pontos de vida negativos forem igual seu modificador de constituição + o personagem ficará inconsciente.

Depois de várias regras de combate chegamos a lista de magia, ela tem grande parte das magias descritas no LdJ, mas a novidade está no sistema de preparação da mesma. Cada conjurador tem um número determinado de magias que pode lançar por nível a cada dia, no entanto ele não pode lançar qualquer magia que conhece, somente aquelas que tenham sido preparadas. A diferença é que ele pode conjurar as magias preparadas do na ordem que quiser, desde que tenha “mana” para gastar.

Então se vai várias páginas descrevendo magia, onde o próximo capitulo fala sobre como construir uma campanha com regras para cada uma das facções e a construção de comunidades, atente a personagens bem conhecidos da gurizada nesta parte.

 

 

Conclusão

World of Warcraft vai ser um cenário interessante para jogadores novatos que são fã da série e até mesmo para os “macacos velhos”. Os autores cuidaram para deixarem niveladas as classes, monstros, acrescentaram Pontos de Heróismo, a magia é um sistema a parte bem interessante, todas regras para isso surgiram de um tipo de LdJ alternativos chamado Arcana Unearted.

Então acredito que se você procura alguma maneira de fazer novos jogadores ou até mesmo para explorar novos cenários (já que possui toda a estética disponível online), use e abuse de World of Warcraft RPG. Então preencham suas fichas façam uma boa história e gritem “Pela Horda!” ou “Pela Aliança!”.


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