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	<title>Só não pode tirar um! &#187; Tag &#187; Cenário</title>
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		<title>Cidade para crônica de Mundo das Trevas</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 20:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagocroft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas do Só Não Pode tirar um!]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Changelling: Os Perdidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Lobisomem: Os Destituidos]]></category>
		<category><![CDATA[Mago: O Despertar]]></category>
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		<category><![CDATA[Vampiro o Réquiem]]></category>
		<category><![CDATA[World of Darkness]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando lemos o Novo Mundo das Trevas, ou algum material de Storytelling logo pensamos em qual cidade iremos narrar; quais motivações, intrigas, criaturas e demais elementos serão atribuídos àquela crônica. Foi pensando nisso que resolvi falar sobre este passo para quem joga-narra Storytelling, seja ele Vampiro, Lobisomem, Mago, Changelling ou algum outro. A cidade é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando lemos o <strong>Novo Mundo das Trevas</strong>, ou algum material de <strong>Storytelling</strong> logo pensamos em qual cidade iremos narrar; quais motivações, intrigas, criaturas e demais elementos serão atribuídos àquela crônica. Foi pensando nisso que resolvi falar sobre este passo para quem joga-narra <strong>Storytelling</strong>, seja ele <strong>Vampiro</strong>, <strong>Lobisomem</strong>, <strong>Mago</strong>, <strong>Changelling</strong> ou algum outro. A cidade é o palco aonde os jogadores irão atuar com os seus personagens.</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2013/03/ny.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11969" alt="ny" src="/wp-content/uploads/2013/03/ny-300x198.jpg" width="300" height="198" /></a>A Cidade</strong></p>
<p>O primeiro passo é definir onde será esta cidade. Alguma grande metrópole ou uma cidade menor? Costeira ou interiorana? De seu próprio país ou alguma cidade estrangeira. Ou ainda, será uma cidade completamente nova, criada inteiramente por você para esta crônica. Quando joguei vampiro pelas primeiras vezes, o narrador utilizava uma cidade inspirada nas metrópoles norte americanas da costa leste. Mas era uma criação própria com todos os elementos criados por ele. É uma dificuldade a mais, porém vale a pena experimentar. Contudo, o post não tem o intuito de criação do zero, talvez fique para uma próxima vez.</p>
<p>Tendo definida a cidade, passa-se a levantar as informações pertinentes sobre ela. O que você já sabe sobre esta cidade? Será que os dados estão corretos? Em que época se passará? A internet é um ótimo recurso, <strong>Google</strong> e <strong>Wikipédia</strong> estão aí para uso público e, se bem utilizado, consegue-se escavar diamantes a partir deles.</p>
<p>A última caracterização de cidade que fiz foi para um jogo de <strong>Vampiro &#8211; O Réquiem</strong> que comecei a narrar este mês. Sei algumas coisas sobre <strong>Nova Iorque</strong> (a cidade escolhida) por ver filmes, literatura e séries sobre. Mas e o que eu não sei? Internet ajuda!</p>
<p><strong>Dados Importantes</strong></p>
<p>Escolhida a data que se passará o jogo, é bom saber o que aconteceu antes. O que levou àquela cidade a ser o que é no momento em que estão jogando. Tanto do mundo real, quanto do próprio sobrenatural, ou mesmo elementos ficcionais que você venha atribuir à ela.</p>
<p>Sugiro enumerar uma linha de tempo, por exemplo:<strong> 1789</strong> &#8211; <em>Nova Iorque se torna a primeira Capital Americana</em>. Pequenas frases, a informação crucial para sua crônica. Ou ao menos para contextualizar o que você está programando para que os jogadores irão jogar. Conheça bem sua cidade, e a crônica fluirá muito bem.</p>
<p>Dados demográficos, socio-culturais e outros índices são úteis para que se tenha uma noção das pessoas que vivem e como vivem nesta cidade.</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2013/03/chicago.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-11968" alt="chicago" src="/wp-content/uploads/2013/03/chicago-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a>Mapas</strong></p>
<p>Todos RPGs usam mapas, não apenas aqueles com calabouços e dragões. Mas <strong>Storytelling</strong> também, ora, por que não? O mapa da cidade é importantíssimo para se localizar. Demarcar qual cabala está instalada em determinado bairro; clã que domina um museu ou ainda, que lobisomens e gangrels disputam o território oeste e o exército está investigando os embates. Tudo é motivo para idéias de crônicas e o mapa irá ajudá-lo a se localizar e a demonstrar aos jogadores coisas que, às vezes, fica difícil de visualizar sem o auxílio de um mapa. Afinal, o vampiro está há 40km de seu refúgio, sem transporte e o sol está para nascer&#8230; ele tem um problema!</p>
<p><strong> Quem manda e onde manda?</strong></p>
<p>Novamente com auxílio do mapa, delimite onde cada um tem domínio sobre territórios, ou alguma influência. Área de caça, área proibida, onde o Mana flui com mais facilidade&#8230; Algumas coisas podem ser apenas anotações rápidas sobre quem ou o quê controla aquela região. Não é preciso esmiuçar cada bairro, quadra ou prédio. Se você quiser&#8230; Ok, vá fundo! Mas não se sobrecarregue. Foque no que for mais importante e apenas tenha algo à mão em caso algum jogador for àquele local e você não seja pego de calça arriada.</p>
<p><strong>NPCs (<del>Ninguém Pode Comigo</del>)</strong></p>
<p>O narrador controla todo o mundo. Desde os personagens que estão ligados diretamente à crônica, passando pelos personagens ligados ao background de cada jogador até os simples figurantes da cidade. Ele deve ter uma ideia geral para nomes, aparência e trejeitos simples para cada um. Para não usar simplesmente &#8220;o cara do ônibus/ a mulher do piano&#8230;&#8221; Ter alguns adjetivos e nomes pré-anotados ajudam muito!!!</p>
<p>Os mais importantes merecem fichas e backgrounds próprios. Quem são? O que fazem? O que influenciam? Quem tem amizade/ inimizade com quem? E por aí vai.</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2013/03/london.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11967" alt="london" src="/wp-content/uploads/2013/03/london-300x197.jpg" width="300" height="197" /></a>Complementando sua Cidade</strong></p>
<p>Anote qualquer outra informação que achar relevante. Aeroportos, rodoviárias, estações de trens&#8230; isso eu digo como pontos de entrada e saída da cidade; e quanto à polícia e demais forças armadas? Quem controla? O que sabem (ou pensam achar) do mundo sobrenatural?</p>
<p>Após anotar os últimos detalhes, dê uma lida em tudo e veja o que ficou faltando. Pense nas atitudes de jogadores nos jogos anteriores. Pense onde eles costumam ir. A boate? Um teatro? Estes talvez sejam locais para esmiuçar na descrição e elaboração.</p>
<p><strong>Fotos</strong></p>
<p>Há quem ame e quem odeie. Eu gosto bastante. Utilize fotos para descrever os seus personagens e, caso os jogadores gostem, peça a eles que lhe enviem fotos do  que representa o seu personagem. Uma pessoa famosa (ou não) que ele ache parecido com quem ele idealize o seu personagem. Um cara durão, a foto do Stallone talvez resolva. Uma linda e sensual dama, Charlize Theron define bem. Atores, cantores, escritores, filósofos, governantes&#8230; o Google Imagens libera imagens em ótima resolução de todas essas pessoas. Aproveitem.</p>
<p>Sempre reveja sua cidade. Como ficou, o que faltou. E anote&#8230; anote tudo o que os jogadores fizerem que tenha reação para com a cidade. O que for feito que seja cabível apenas a um círculo menor, talvez não tenha importância. Mas uma <strong>magia vulgar com testemunhas</strong>, um lobisomens transformando-se em cadeia nacional ou uma quebra da Máscara escandalosa, atrairá a atenção de pessoas, ficará registrado no âmago da Cidade, portanto, é algo a ser registrado para uso futuro. Talvez um grupo de caçadores comece a perseguir as pistas dos jogadores&#8230;</p>
<hr />
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		<title>Diferentes graus da Nobreza em aventuras</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 10:25:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagocroft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Regras caseiras]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Mestre]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma vez o grande Daniel falou sobre a utilização da corte em aventuras. Hoje quero falar sobre os diferentes graus da nobreza que existiram (e ainda existem em nossa sociedade até nos dias de hoje). São chamados de círculos dentro de círculos; a patotinha, panelinha, peixe, QI, pedigree&#8230; são diversos modos de chamar. O que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez o grande <strong>Daniel</strong> <a title="Usando a corte em seus jogos" href="/2011/12/27/usando-a-corte-em-seus-jogos/" target="_blank">falou </a>sobre a<strong> utilização da corte em aventuras</strong>. Hoje quero falar sobre os<strong> diferentes graus da nobreza</strong> que existiram (<em>e ainda existem em nossa sociedade até nos dias de hoje</em>). São chamados de <em>círculos dentro de círculos; a patotinha, panelinha, peixe, QI, pedigree</em>&#8230; são diversos modos de chamar. O que importa é: existe diferença de um <strong>barão</strong> para um <strong>conde</strong>, e minha sugestão é a utilização destes graus nos jogos.</p>
<p>Vou listar uma hierarquia básica de 0 a 10, aonde zero será o plebeu mais obtuso e o 10 a ponta da pirâmide, seja ela rei ou imperador, enfim:</p>
<p><a href="/2013/01/07/diferentes-graus-da-nobreza-como-usar-em-aventuras/tudors/" rel="attachment wp-att-10442"><img class="aligncenter size-large wp-image-10442" alt="tudors" src="/wp-content/uploads/2013/01/tudors-1024x417.jpg" width="620" height="252" /></a></p>
<p><strong>10. Rei &#8211; Imperador</strong></p>
<p><strong>9. Conselheiros &#8211; Príncipe Herdeiro (e também o Clero muitas das vezes, embora possuam uma hierarquia própria)</strong></p>
<p><strong>8. Arquiduque &#8211; membros da família real</strong></p>
<p><strong>7. Duque &#8211; general</strong></p>
<p><strong>6. Marquês  - comandante</strong></p>
<p><strong>5. Conde &#8211; capitão</strong></p>
<p><strong>4. Visconde &#8211; oficial</strong></p>
<p><strong>3. Barão</strong></p>
<p><strong>2. Cavaleiro</strong></p>
<p><strong>1. Escudeiro</strong></p>
<p><strong>0. Plebeu &#8211; Ninguém</strong></p>
<p><a href="/2013/01/07/diferentes-graus-da-nobreza-como-usar-em-aventuras/elizabeth/" rel="attachment wp-att-10445"><img class="alignright size-full wp-image-10445" alt="elizabeth" src="/wp-content/uploads/2013/01/elizabeth.jpg" width="334" height="500" /></a>Desta forma é fácil perceber que a distância existe e a estrutura piramidal mantém o poder maior na mão de poucos. O grau maior comanda o de baixo que segue para o inferior até chegar a grande massa da plebe.</p>
<p>E para que estou falando disso? Bom peguemos um casamento, por exemplo<strong>. Um Conde jamais poderia casar com uma plebeia</strong>, seria totalmente inaceitável <del>(Príncipe Charles foi casar com Lady Di, vejam no que deu&#8230; e William foi pelo mesmo caminho&#8230;</del>) O que quero dizer é que<strong> faz-se necessário que o plebeu adquira algum grau de nobreza</strong> para que o casório aconteça. Peguemos a série que foi citada no post anterior<strong> The Tudors</strong> (excelente ferramenta de pesquisa)<strong> Henrique VIII</strong> teve que aumentar o grau de nobreza de <strong>Ana Bolena</strong> para desposá-la, pois ela mesmo sendo nobre não era digna de um rei. Começou a ficar claro?</p>
<p>E outra, <em> apenas nobres de maior grau podem tornar um &#8216;ninguém&#8217; em Escudeiro</em> ou qualquer outro grau até algum abaixo do seu próprio. <em>Apenas o rei pode conceder ou retirar qualquer título.</em></p>
<p>As opções para histórias são diversas. A começar que personagens sem grau de nobreza terão dificuldade para acessar personagens com graus maiores (a não ser que haja um convite). E ainda regalias, por parte de ter um grau alto em alguma nobreza (<strong>títulos significam ter parte do capital bruto reunido pelo Estado, tipo divisão dos lucros numa empresa</strong>).</p>
<p>Tramas na corte podem envolver um grupo de aventureiros, sejam eles iniciantes ou mesmo veteranos. Já que as táticas e inteligência serão o grande forte da aventura. O que não precisa ser focada apenas em teias sociais, combates sangrentos e até mesmo criaturas assolando a corte podem aumentar o ritmo, caso sintam necessidade. O importante é a diversão em primeiro lugar.</p>
<p>Fontes para pesquisa.</p>
<p><strong>Livros:</strong> A Saga Plantagêneta de Jean Plaidy, As Crônicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin, O Temor do Sábio de Patrick Rothfuss.</p>
<p><strong>Filmes:</strong> Elizabeth (1998), Elizabeth a Era de Ouro (2007), A Duquesa (2008), A Outra (2008).</p>
<p><strong>Séries:</strong> Roma (2 temporadas, 22 episódios), The Tudors (4 temporadas, 38 episódios), Game of Thornes (a 3ª temporada estréia dia 3/03/13).</p>
<hr />
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		<title>Cachos de Ravarindar: os garibas</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jan 2013 10:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Cachos de Ravarindar]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeons and Dragons]]></category>
		<category><![CDATA[Garibas]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos segredos cercam as terras inexploradas onde se encontram as Tamandarins, as montanhas gêmeas, e o bosque, Cachos de Ravarindar. Toda informação que circula sobre a região na Costa Larga, é fruto de especulação e imaginação das mentes mais desocupadas. Prazer, meu nome é Malvo Cantiga. Negociante, Homem Liberto e arauto de Eder, Rei de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos segredos cercam as terras inexploradas onde se encontram as Tamandarins, as montanhas gêmeas, e o bosque, Cachos de Ravarindar. Toda informação que circula sobre a região na Costa Larga, é fruto de especulação e imaginação das mentes mais desocupadas.</p>
<p>Prazer, meu nome é Malvo Cantiga. Negociante, Homem Liberto e arauto de Eder, Rei de toda Costa Larga. E talvez por algumas moedas, eu lhe conte toda verdade sobre os Cachos de Ravarindar&#8230;</p>
<p><em>Salve os bons jogadores e os mestres cruéis!</p>
<p>Continuaremos publicando materiais para que você, mestre, possa pescar algo e inserir na sua campanha. Nesta nova série de posts, <strong>Cachos de Ravarindar</strong>, traremos algumas regiões, costumes, raças, classes, classes de prestígio, perigos e muita informação sobre o cenário que venho constantemente desenvolvendo desde que me entendo por mestre de RPG. Espero que gostem, comentem e usem, ou tenham ideias para suas campanhas, não importa qual seja o cenário ou sistema. Vamos à leitura!</p>
<p>No ano passado me aventurei nas Lendas Esquecidas e escrevi, com ajuda do <strong><a href="http://newtonrocha.wordpress.com/">Tio Nitro</a></strong>, um conto chamado <strong><a href="/2012/08/14/lendas-esquecidas-9-a-patrulha-o-intruso-e-a-partida/">A patrulha, o intruso e a partida</a></strong>. Se você ainda não leu, passa lá e confere, e se já conferiu, espero que tenha gostado. Esse conto serviu como apoio na apresentação da raça para <strong>Dungeons and Dragons</strong>, e trata um pouco das características dos <a href="/2012/02/03/raca-para-dungeons-and-dragons-4e-meio-gigante/">meio-gigantes</a>. Pegando este gancho, aproveitei para falar um pouco do habitat dessa raça em meu cenário. E agora, dando seguimento ao gancho, pretendo abordar a região e tudo que existe nela.</em></p>
<p>Sentem-se, talvez eu lhes conte uma história interessante.</p>
<p>- Malvo Cantiga.</p>
<p><a href="/2013/01/04/cachos-de-ravarindar-os-garibas/postcachosderavarindar1-copia/" rel="attachment wp-att-10393"><img src="/wp-content/uploads/2013/01/postcachosderavarindar1-cópia.jpg" alt="postcachosderavarindar1 cópia" width="600" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-10393" /></a></p>
<p><strong>OS OCULTOS DO LADO ESCURO DA FLORESTA</strong></p>
<p>Também conhecidos como Garibas, os ocultos nasceram nas profundezas dos Cachos de Ravarindar e batizaram o lugar de Ca-Chita, ou Lado Escuro da Floresta na língua Comum.</p>
<p>Para os meio-gigantes das Tamadarins, único povo com quem fizeram contato, os Garibas são fruto dos resquícios deixados pelos demônios Lambares. Os meio-gigantes acreditam que o poder maligno do sangue dos demônios, que misturado ao de outras raças humanoides e animais, criaram esse mal.</p>
<p>De aspecto humanoide, um Gariba pode se passar facilmente por um homem das Colinas de Pedra, até que fale. Seu idioma é composto por grunhidos e sinais, com as mãos. Eles usam galhos, folhas secas, peles de animais e qualquer coisa que possam encontrar como roupa. Pinturas também fazem parte do seu visual. Existem aspectos mais terríveis dos Garibas, totalmente sem pele como esqueleto, ou com auras fantasmagóricas, tudo vai depender do contato que tiveram com o sangue dos Lambares.</p>
<p><strong>A Invasão</strong></p>
<p>Os Garibas não foram os primeiros habitantes da floresta. Antes deles vieram os meio-gigantes, e antes deles os escliches, duendes voadores.</p>
<p>Conta-se que há muito tempo, quando a floresta era jovem, que um bando de demônios atravessou um portal e invadiu os Cachos de Ravarindar. Desnorteados, ensandecidos e malignos, os demônios destruíram o que encontravam pela frente. Derrubaram e queimaram árvores, chacinaram e escravizaram escliches, poluíram o Filete, entre outras desgraças. Porém para sorte da floresta os meio-gigantes estavam por lá e em número superior.</p>
<p>A fúria implacável do Povo das Tamandarins desceu sobre os demônios, e estes foram parcialmente destruídos, pois uma pequena parcela sobrevivente fugiu para o interior da floresta, se misturando a fauna e a flora.</p>
<p><strong>Conhecimento dos jogadores sobre os Garibas</strong></p>
<p>Moderado para meio-gigantes, Difícil para outras raças.</p>
<p>Pouco se sabe sobre os Garibas e os demônios que restaram. Nenhum demônio jamais foi visto pelos meio-gigantes, apenas um ou outro batedor Gariba se distancia de Ca-chita, para logo ser executado por alguma patrulha de grandalhões. Recentemente, missões de reconhecimento estão sendo realizadas pelo Povo das Tamandarins, mas poucas respostas para muitas perguntas são trazidas. É de conhecimento também que eles não podem permanecer, por muito tempo, afastados do interior da floresta.</p>
<p><strong><em>A seguir em Cachos de Ravarindar&#8230;</em></strong></p>
<p><em>As intenções dos Garibas são descobertas. Um velho costume, escravizar escliches, volta a ser praticado pelos meio-demônios, e após ganharem forças, estes planejam uma investida contra o Povo das Tamandarins, iniciando um novo derramamento de sangue na floresta.</p>
<p>Traremos fichas, ganchos para aventuras e mais sobre os ocultos.</em></p>
<p>Bons dados!</p>
<hr />
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		<title>Cenários históricos, como adaptar: Revolução Francesa 1 (1 de 4)</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/12/05/cenarios-historicos-como-adptar-revolucao-francesa-1-1-de-4/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 11:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nathalia Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[dicas do snpt1]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofias de RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[E aí, jovens? Tudo bem? Uma coisa que sempre rolava discussão nas mesas que joguei, era o mestre querer ambientar o jogo durante um momento histórico específico e acabar fazer tudo errado. Senhores(as), sou dessas fanáticas por história e sempre, sempre via uma bando de erros grotescos, e aí vocês sabem&#8230; O mestre não gostava, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>E aí, jovens? Tudo bem?<a href="/wp-content/uploads/2012/12/RevoluoFrancesaSimbolo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9806" title="RevoluoFrancesaSimbolo" src="/wp-content/uploads/2012/12/RevoluoFrancesaSimbolo-300x237.jpg" alt="" width="300" height="237" /></a></p>
<p>Uma coisa que sempre rolava discussão nas mesas que joguei, era o mestre querer ambientar o jogo durante um momento histórico específico e acabar fazer <em>tudo errado</em>. Senhores(as), sou dessas <strong>fanáticas por história</strong> e sempre, <del><strong>sempre</strong></del> via uma bando de erros grotescos, e aí vocês sabem&#8230; O mestre não gostava, dizia que a narração era dele e pronto!</p>
<p>Com intuito de ajudar nessas adaptações, ou até mesmo, aumentar o número de ideias para narração, vim dividir com vocês meu conhecimento sobre História. Claro que com as devidas adaptações, exemplos de sistemas, tramas, armas, vilões e etc.<br />
Inicialmente, será um mês com postagem toda terça focado em uma parte da História.</p>
<p>E a desse mês será (<em>música de suspense no fundo</em>). <strong>REVOLUÇÃO FRANCESA!</strong> (<em>som de fogos de artifícios e lâminas de guilhotina caindo</em>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Claro que vou justificar! A R.F foi um dos períodos em que se mais teve <strong>babado, grita e confusão.</strong> Um mestre atento, saca logo de cara as mil tramas que podem surgir no meio às centenas de golpes que elevaram Napoleão Bonaparte ao poder.</p>
<p><em>- Nathália, você tá aí&#8230; Falando dessa Revolução e tal, mas eu não suportava a aula de História e dormia mesmo! O que foi esse treco aí?</em></p>
<p>- Caro desatento, não me esquecerei disso, mas vamos lá. A Revolução Francesa foi quando o povo e a burguesia tava puta pra caralho com o regime monárquico,com o clero e os nobres e saíram metendo o pau na porra toda. Isso é o básico, claro. Não vou dar aqui uma aula épica, mas só ajudar.</p>
<p>Esses conflitos <em>clero e nobreza</em> X <em>povo e burguesia</em>, dá uma gama enorme de histórias. Eu prometo!</p>
<p><em>Por hoje é só, pessoal!</em></p>
<p>E na semana que vem&#8230; Vamos falar do que todo mundo quer saber: &#8220;Às <em>armas</em> cidadãos!&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Aventura &#8211; A Revolta dos Escravos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 10:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagocroft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Sejam bem vindos aventureiros! O mundo precisa de vocês, apresentem-se! Esta é uma aventura para personagens veteranos. Podendo ser aplicada para qualquer tipo de cenário de fantasia medieval. Como amanhã é dia da Consciência Negra, em homenagem à Zumbi (não, nada de Walking Dead nem Resident Evil&#8230;) aquele dos Palmares. Venho tentar expor, por meio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Sejam bem vindos aventureiros! O mundo precisa de vocês, apresentem-se!</strong></em></p>
<p>Esta é uma aventura para <strong>personagens veteranos</strong>. Podendo ser aplicada para qualquer tipo de <strong>cenário de fantasia medieval</strong>.<br />
Como amanhã é <strong>dia da Consciência Negra</strong>, em homenagem à <strong>Zumbi</strong> (<em>não, nada de Walking Dead nem Resident Evil&#8230;</em>) aquele dos Palmares. Venho tentar expor, por meio de uma aventura de RPG, o por quê deste símbolo. O marco na sociedade. Não apenas por Zumbi. <em>Mas também pelos hebreus, os povos europeus subjugados pelos romanos, os judeus caçados pelos nazistas&#8230; dentre outros.</em></p>
<p><strong>Resumo:</strong></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/11/zumbi04.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9294" src="/wp-content/uploads/2012/11/zumbi04-252x300.jpg" alt="" width="252" height="300" /></a>Uma raça maléfica: <em>drows, humanos dominadores, orcs</em> (dotados de inteligência ou liderados por alguém), ou qualquer outra que melhor servir para escravizar algum povo (de sua própria espécie ou bem próximo disso).<br />
<strong>Os personagens farão parte dentre os escravos</strong>. Talvez até possa um ou outro ser um soldado que virará a casaca, mas preferivelmente todos escravos.<br />
Sabendo de muitas fugas de escravos, os dominadores irão fechar o cerco e castigar escravos para que sirva de lição aos demais. <strong>Os capturados são punidos severamente</strong> (muitas vezes até a morte). Até que um escravo desafia um dos senhores, o vence e foge. O que instigará outros escravos para a fuga.<br />
A aventura compreende-se na fuga dos personagens, traição por parte de alguns, aliados que jamais suspeitariam e a liberdade ou nova captura (ou a morte, para ser dramático) ao final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ganchos iniciais:</strong><br />
<strong>*</strong> Há o mito que espíritos de antigos escravos vagam e assombram a senzala. Pregando peças nos guardas e dando dicas aos escravos dali de como fugir.<br />
<strong>*</strong> Uma trupe itinerante passa pela fazenda e se apresenta. Os senhores têm sua atenção desviada, o que ajuda na tentativa de fuga.<br />
<strong>*</strong> Alguns escravos começam a brigar (seja planejado ou não) e enquanto os guardas tentam conter a briga, os demais se rebelam e iniciam a fuga.<br />
<strong>*</strong> Um escravo já idoso, duas vezes recapturado, passa um mapa de como fugir dali.<br />
<strong>*</strong> Um amigo/ aliado dos personagens consegue fugir e, de alguma forma, envia uma mensagem para que os personagens também se arrisquem, pois conseguiram um lugar para viver.<br />
<strong>*</strong> Um efeito paranormal, entidade espiritual, ou qualquer manifestação sobrenatural age sobre os personagens e descobrem uma maneira de fugir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/11/moises.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9295" src="/wp-content/uploads/2012/11/moises-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a>Parte 1 &#8211; Arquitetando a Fuga</strong><br />
Neste trecho os personagens já devem ter alguma consideração de como fugir. A forma que irão fazer para escapar do campo de escravidão. O narrador é livre para criar impencilhos que atrapalhem nesta fuga. Mas sem tornar completamente impossível. Os jogadores foram inteligentes e criaram subterfúgios convincentes para que a fuga fosse possível? Então presenteie-os com uma fuga cinematográfica perfeita. Agora&#8230; deixaram furos? Alguma testemunha para denunciá-los? Então os atinja na ferida. Dedure. Use traição e intrigas para atingir os personagens. Deixe-os se virar para buscar um plano B e concluir a fuga.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/11/lista-de-schindler02.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9296" src="/wp-content/uploads/2012/11/lista-de-schindler02-300x216.jpg" alt="" width="300" height="216" /></a>Parte 2 &#8211; Luta pela sobrevivência</strong><br />
Agora os personagens fugiram. Existem diversos guardas os perseguindo o tempo inteiro. Sejam eles dotados de capacidades mágicas ou apenas poder bélico superior. São organizados, com armaduras e armas melhores. Mas os personagens contam com a coragem e (talvez) apoio externo. O narrador deve ser capaz de expor todos os limites. Perigos naturais e perseguição incansável dos capitães perseguidores. Levar os personagens a tomar decisões precipitadas sem direito a muitas escolhas, sem chance de voltar atrás. É matar ou morrer. Liberdade ou morte. E dependendo das decisões (e da sorte nos dados!!!) o fim tomará rumos diferentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/11/romanos.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9297" src="/wp-content/uploads/2012/11/romanos-300x174.jpg" alt="" width="300" height="174" /></a>Final &#8211; Liberdade ou morte</strong><br />
Tendo enfrentado o desafio final, os personagens terão possíveis finais: morreram enfrentando o seu inimigo? Foram feridos gravemente e recapturados? Renderam-se perante a um poderoso inimigo? Venceram, mas tiveram perdas? Sairam-se perfeitamente contra os seus perseguidores e escaparam para a “terra prometida”?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Considerações finais</strong><br />
A escravidão sempre existiu e sempre irá existir. O povo que for (ou que assim se achar sendo) superior ao outro irá dominá-los e se sobrepor aos demais. Isso até a massa se reunir e se revoltar contra o poderio dos infratores.<br />
É disto que trata esta aventura. Os personagens farão parte desta massa que se revoltam e tentam vencer os inimigos escravagistas, libertando-se (e até talvez libertando seu povo) da escravidão.<br />
Mas por que usar escravidão como tema? Bom, num mundo de fantasia medieval, mais do que nunca, a diferença entre as raças é perceptível. Não só socio-economica, mas um espaço gigantesco entre culturas existe entre elas. E nada menos comum que a escravidão. Principalmente das raças maléficas e/ou dominadas por criaturas vis manipuladoras.</p>
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		<title>Abismo Infinito &#8211; Horror no Espaço</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 11:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagocroft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Retropunk]]></category>

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		<description><![CDATA[Como podem ler aqui @Daniel falou sobre o cenário de horror espacial criado por John Bógea. Desta vez pretendo exemplificar um pouco mais  sobre a ambientação e impressões que tive ao narrar este cenário. O mundo encontra-se num grande colapso. O planeta Terra esta  sofrendo pela superpopulação, desastres ambientais e falta de recursos naturais. Portanto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como podem ler <a title="Abismo Infinito - Primeiras Impressões" href="/2012/06/19/abismo-infinito-primeiras-impressoes/" target="_blank">aqui</a> <strong>@Daniel</strong> falou sobre o cenário de horror espacial criado por <strong>John Bógea</strong>. Desta vez pretendo exemplificar um pouco mais  sobre a ambientação e impressões que tive ao narrar este cenário.</p>
<p><em><a href="/wp-content/uploads/2012/11/estação-espacial.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8488" src="/wp-content/uploads/2012/11/estação-espacial-155x300.jpg" alt="" width="155" height="300" /></a>O mundo encontra-se num grande colapso. O planeta Terra esta  sofrendo pela superpopulação, desastres ambientais e falta de recursos naturais. Portanto a humanidade evoluiu muito tecnologicamente e agora busca colonizar planetas  que possam servir de novas colônias, ou seja, um novo lar. Com isso o grande advento foi o motor de dobra espacial, viajar a 1000 x a velocidade da luz. Em tamanha velocidade, o corpo não resistiria mesmo com todas as proteções que as espaço-naves possuem. Portanto os astronautas precisam viajar encubados numa câmara de hibernação criogênica. E é assim que tudo começa&#8230; E afogam-se em delírios e pesadelos infinitos.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/11/astronautas1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8490" src="/wp-content/uploads/2012/11/astronautas1-146x300.jpg" alt="" width="146" height="300" /></a>Para os fãs de ficção científica, logo se lembrarão de diversos filmes, <strong>Alien &#8211; O Oitavo Passageiro</strong> é uma das maiores referências, pois se inicia exatamente assim.  Os passageir os da nave acordam de seu sono de dezenas (ou até centenas) de anos em hibernação criogênica, mas no entanto, nem sempre para a realidade que conhecem. Difícil? Espera que vou explicar.</p>
<p>Todos aqui assistiram <strong>A Origem de Christopher Nolan</strong>? Não? <del>Herege</del>&#8230; pois assistam!  Pois é, este filme mostra exatamente o que estou dizendo: uma realidade dentro de outra realidade&#8230; num sonho. Às  vezes sem fim. Mas a moral é que os astronautas podem vivenciar pesadelos reais e sentir, sofrer, amar&#8230; morrer! Dentro de um sonho sem nem mesmo saber que estão sonhando. E quando acordam? Bom, se a insanidade não os tomar  por completo, ainda terão toda a missão pela frente.</p>
<p><strong>Mas aí as coisas pioram&#8230;</strong></p>
<p><em>Sim! É (literalmente) insano!!!</em> As coisas pioram e tendem a piorar cada vez mais. A temática é que a decadência e degeneração do psicológico dos personagem decaiam cada vez mais. Como isso? Além dos sonhos coletivos (o que   já dá muito pano pra manga), há ainda as manifestações dos medos mais profundos de cada um deles. Cada jogador ao montar o seu personagem irá demarcar o que mais lhe afeta : seja um medo de nunca mais voltar à Terra, de perder amigos, familiares, falhar a missão, vida inteligente&#8230; dentre outros.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/11/astronauta.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8491" src="/wp-content/uploads/2012/11/astronauta-159x300.jpg" alt="" width="159" height="300" /></a>Agora imagine que esses pesadelos possam <strong>se manifestar fisicamente!!!</strong> Ok, primeiramente<em><strong> algo sensorial, vozes, ruídos&#8230; alucinações.</strong></em> Até então o personagem achará que está sofrendo de algum <strong>distúrbio mental</strong>. Mas então o medo de  manifesta FISICAMENTE! E não apenas ele, mas TODOS OS OUTROS TRIPULANTES <em>poderão enxergar o seu medo</em> (e uns dos outros). O <strong>Mestre do Espaço</strong> (vulgo, o <em>narrador</em>) poderá usar e abusar da imaginação para criar antagonismo refletindo os medos de cada um. Mas (ao menos comigo foi assim em duas mesas em que narro), nem precisa muito. <em>A própria paranóia e os  medos que uns têem dos outros acaba criando seus próprios antagonistas.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/11/criptologo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8492" src="/wp-content/uploads/2012/11/criptologo-174x300.jpg" alt="" width="174" height="300" /></a>Acho que deu para  contextualizar como são as coisas há  milhares de anos luz daqui. Agora falarei com o que você pode jogar.</p>
<p><strong>Astrogeólogo </strong>– este é o cara especialista em terrenos e ambientes alienígenas. Irá analisar os tipos de solo, fósseis e demais assuntos relacionados &#8220;às pedras&#8221;.<br />
<strong>Cosmólogo</strong> – um especialista em astrofísica, astroquímica e cosmologia. Em resumo, é o cara que os livra dos buracos negros e conhece metafísica em geral.<br />
<strong>Criptólogo </strong>–  lembrando o <a title="Dificuldade idiomática" href="/2012/11/02/a-dificuldade-idiomatica-no-rpg/" target="_blank">post </a>que falei anteriormente, estes são os tradutores de artefatos e ruínas antigas. Verdadeiros arqueólogos espaciais.<br />
<strong>Engenheiro</strong> –    ele é  cara que conserta, aprimora e mantém a nave em funcionamento perfeito.  Surgiu avaria? Este é o cara que resolve.<br />
<strong>Exobiólogo</strong> –  estudioso em formas de vida alienígenas, desde as mais simples até as inteligentes.<br />
<strong>Médico</strong> –  HEALER! brincadeira, ele zela pela saúde da tripulação.<br />
<strong>Navegador</strong> – é o cara que guia a nave. Em termos técnicos sabe conduzir qualquer veículo terrestre, aquático ou aéreo.<br />
<strong>Psicólogo</strong> – enquanto o médico cuida da saúde física, o psicólogo cuida da emocional. Ele é um dos membros que não pode faltar.<br />
<strong>Segurança </strong>–  Ratatatatatá, pumpow, crashsmash! Militar treinado em armas de fogo, armas brancas e artes marciais.<br />
<strong>Videomaker </strong>–  Numa viagem para o espaço com diversos profissionais capacitados, enviam um jornalista. Pra quê? Ainda estou tentando entender&#8230;</p>
<p><strong><em><a href="/wp-content/uploads/2012/11/loucura.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8494" src="/wp-content/uploads/2012/11/loucura-130x300.jpg" alt="" width="130" height="300" /></a></em></strong></p>
<p><strong><em><a href="/wp-content/uploads/2012/11/loucura2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8495" src="/wp-content/uploads/2012/11/loucura2-170x300.jpg" alt="" width="170" height="300" /></a>Mas e os aliens verdes, que  expelem gosmas ou insetos gigantes?</em></strong></p>
<p>Então&#8230; é algum <strong>medo</strong> de algum personagem? Ou ainda, alguns medos se referem a algo similar? Talvez pousam num<strong> planeta habitado</strong> por seres assim? Pois bem, só aplicar! Em <strong>Abismo Infinito</strong> a <em>imaginação</em> e <em>interpretação</em> são as principais armas que narradores e jogadores poderão usar.</p>
<p><em>Na crônica que estou narrando os personagens puderam escolher entre três planetas que a Iniciativa Chronus descobrira recentemente como possíveis de serem avaliadas para coloniza ção: Planeta 1 (carinhosamente chamado de P1 em ambas as mesas que narro) tem uma atmosfera  similar a da Terra, gravidade e formação geológica e biológica também, porém com clima instável, em mudança constante; o P2   possui formação geológica e biodiversidade similares com a da Terra, porém com gravidade  mais intensa ; e o P3 (o mais distante em anos luz) e mais afastado de seu sistema solar, é o mais frio, porém é 4x maior que a Terra.</em></p>
<p>Muita coisa já aconteceu, não postarei ainda por conta de, quem sabe, montar uma <strong>&#8220;aventura pronta&#8221;</strong>, mas quem se interessar a premissa está aí já. Só adiantando: <em> já infectaram um ao outro com sangue alienígena, mataram-se um ao outro em desespero causado pelo medo,  geraram clonagem,  encontraram sinais de vida inteligente e estão até buscando um tipo de cura para os pesadelos causados no espaço</em> (<strong>Febre do Espaço</strong>, para falar bunitim).</p>
<p>Bom, por enquanto é isso. Espero que tenham gostado e experimentem esta nova oportunidade rpgística. Bons <strong>pesadelos lúcidos</strong>.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/11/nave2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8499" src="/wp-content/uploads/2012/11/nave2-300x135.jpg" alt="" width="300" height="135" /></a></p>
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		<title>A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça para NwoD</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 11:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagocroft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas Classes e adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[World of Darkness]]></category>

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		<description><![CDATA[O Cavaleiro Sem-Cabeça foi visto frequentemente. Um velho homem que não acreditava em fantasmas contou que encontrou o cavaleiro vindo do desfiladeiro. O cavaleiro o perseguira atravessando arbustos, colinas e pântanos. Ao chegarem a uma ponte, o cavaleiro subitamente se transformou num esqueleto. Ele jogou o velho dentro do riacho e salto por sobre as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="/wp-content/uploads/2012/10/cavaleirosemcabeça.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8012" src="/wp-content/uploads/2012/10/cavaleirosemcabeça-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a>O Cavaleiro Sem-Cabeça foi visto frequentemente. Um velho homem que não acreditava em fantasmas contou que encontrou o cavaleiro vindo do desfiladeiro. O cavaleiro o perseguira atravessando arbustos, colinas e pântanos. Ao chegarem a uma ponte, o cavaleiro subitamente se transformou num esqueleto. Ele jogou o velho dentro do riacho e salto por sobre as copas das árvores, trotando num barulho de trovão.</em></p>
<p><em>A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça</em> é um antigo folclore muito prestigiado, diversas vezes adaptado para o cinema e também foi ao teatro. O mais conhecido foi o longa de <em><strong>Tim Burton (1999)</strong></em> estrelado por <em><strong>Johnny Depp</strong></em> como <em><strong>Ichabod Crane</strong> </em>e <em><strong>Christopher Walken</strong></em> faz o<strong> Cavaleiro Sem-Cabeça</strong>.<br />
Comemorando o <em>Halloween</em>, que será daqui há dois dias, segue minha adaptação do antagonista para uma crônica do <em>Novo Mundo das Trevas</em>.<br />
Não percam a cabeça!</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/cavaleiromachado.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8018" src="/wp-content/uploads/2012/10/cavaleiromachado-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><strong>O Cavaleiro sem Cabeça</strong></p>
<p><strong>Atributos:</strong> Inteligência 4, Raciocínio 3, Perseverança 4; Força 5, Destreza 2, Vigor 5; Presença 4, Manipulação 2, Autocontrole 3.</p>
<p><strong>Habilidades:</strong> Armamento (Espada, Machado) 4, Briga 2, Condução (cavalgar) 2, Esportes 1; Intimidação 3.</p>
<p><strong>Vantagens:</strong> nenhuma.</p>
<p><strong>Força de Vontade:</strong> 7.</p>
<p><strong>Vitalidade:</strong> 10.</p>
<p><strong>Essência:</strong> 8</p>
<p><strong>Paixoes:</strong> Recuperar sua cabeça, Vingar-se por sua morte.</p>
<p><strong>Iniciativa:</strong> +5.</p>
<p><strong>Deslocamento:</strong> 9. (a cavalo: 22)</p>
<p><strong>Defesa:</strong> 0.</p>
<p><strong>Blindagem:</strong> 3/2</p>
<p><strong>Tamanho:</strong> 5</p>
<p><strong>Numes:</strong> Terror 7, Drenagem 8, Película da Morte, Regeneração.</p>
<p><strong>Fraquezas:</strong> Incapaz de atravessar água corrente, Subimissão ao portador de seu crânio.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/cavaleiroarvore.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8014" src="/wp-content/uploads/2012/10/cavaleiroarvore-300x270.jpg" alt="" width="300" height="270" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cavalo Zumbi</strong></p>
<p><strong>Atributos:</strong> Poder: 3, Refinamento 3 e Resistência 4.</p>
<p><strong>Integridade física:</strong> 10.</p>
<p><strong>Defesa:</strong> 0.</p>
<p><strong>Iniciativa:</strong> 6.</p>
<p><strong>Deslocamento:</strong> 12</p>
<p><strong>Tamanho:</strong> 6.</p>
<p><strong>Vitalidade:</strong> 7.</p>
<p><strong>Essência:</strong> 8</p>
<p><strong>Aspectos:</strong> Ataque especial 3 (Mordida, Empurrão e Coice), Força Sobrenatural 1, Inteligência limitada, Movimentação rápida 1, Preservação 2, Resistência à Magia 1 e Robustez 1.</p>
<p><strong>Fraquezas:</strong> Apenas invocado pelo cavaleiro, Vulnerabilidade (corpo enterrado)</p>
<hr />
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		<title>Um pouco sobre vampiro &#8211; Réquiem</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/10/22/um-pouco-sobre-vampiro-requiem/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 11:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagocroft</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[dicas do snpt1]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofias de RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Storyteller]]></category>
		<category><![CDATA[Vampiro: A máscara]]></category>
		<category><![CDATA[World of Darkness]]></category>

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		<description><![CDATA[Sejam todos muito bem vindos! Hoje falarei um pouco mais sobre o Vampiro Réquiem, algo que havia prometido há algum tempo, mas o tempo e o destino não colaboraram para isto. Existe muito mimimi acerca da mudança do antigo mundo das trevas para o novo. Mas a verdade é que: quem quiser usar o antigo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Sejam todos muito bem vindos!</strong></em><br />
<a href="/wp-content/uploads/2012/10/vampirerequiemlogo.png"><img class="alignright size-medium wp-image-7865" src="/wp-content/uploads/2012/10/vampirerequiemlogo-300x162.png" alt="" width="300" height="162" /></a>Hoje falarei um pouco mais sobre o <strong>Vampiro Réquiem</strong>, algo que havia prometido há algum tempo, mas o tempo e o destino não colaboraram para isto.<br />
Existe muito <em>mimimi</em> acerca da mudança do antigo <strong>mundo das trevas</strong> para o novo. Mas a verdade é que: quem quiser usar o antigo cenário poderá fazê-lo com as novas regras já revisadas, inclusive foi lançado um <strong>manual de conversão</strong>. Eu já jogava com os <em>antigos clãs</em> usando o novo cenário. Mas enfim, vamos debulhar um pouco desta <strong>canção fúnebre</strong>.</p>
<p>A proposta do <strong>Réquiem</strong> foi diminuir a infinidade de clãs e <em>“história oficial da whitewolf”</em> (eu particularmente odiava quando alguém falava isso, me dava nos nervos!<em> “Isso não é da linha oficial, de acordo com a história: a cidade X tem o Príncipe Y&#8230;. bla bla bla é Camarilla não é Sabá&#8221;</em>) que se exploda a história oficial &#8211; <strong>It’s my world, my rules!</strong> (agradecimento ao agente Smith por sua fala memorável). Nesta nova versão os clãs foram classificados em gêneros por seus estereótipos vampirescos: <strong>o bestial, o misterioso, o assustador, o nobre e sedutor</strong>. Em geral, os antigos 13 (isso falando nos principais apenas) clãs do <strong>Vampiro &#8211; A Máscara</strong> poderiam muito bem ser classificados, basta dar uma olhada nos estereótipos no próprio livro. Ou seja, os 13 se encaixam nesses 5, então para quer tantos? Para quê tanta informação? Mas se você gosta, beleza, vá fundo! Como disso anteriormente é possível utilizá-los.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/bloodlines.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7866" src="/wp-content/uploads/2012/10/bloodlines-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a>Outra grande mudança foram as <strong>facções</strong>&#8230; <strong>coalizões</strong> (odeio este nome), prefiro chamar <em>seitas</em>. Ao invés de um grupo mundialmente organizado (<strong>Camarilla</strong>) e outro grande e destrutor do outro (<strong>Sabá</strong>), agora existem pequenos, médios e grandes grupos, mas sem uma organização tão grandiosa. Apenas centrados em cidades, não necessariamente tendo todos na mesma cidade. Pode haver cidade tendo apenas uma seita controlando-a. Ou até mesmo nenhuma!</p>
<p>Eis um ponto que gosto de falar e até jogar. Peguemos os vampiros de <strong>Anne Rice.</strong>.. pois apesar do lixo que foi sua trilogia sobre a <strong>Bela Adormecida</strong>, <em>a tia Arroz ainda é inevitavelmente a maior autoridade vampiresca</em>. (Nem venham falar que Stephany Meyer e sua&#8230; ok não sao vampiros e nem fadas, nem sei o que definir o que são&#8230;). E se não tiver clã? Sim, os vampiros de Anne Rice não possuem um vínculo além de cria e criador, e todos ligados à <em>Rainha dos Condenados</em>. Pois bem, e se existisse um 1º e criador de todos os outros? Cada um podendo montar o seu personagem independente de defeito de clã, disciplina específica e “viver” seu Réquiem de maneira despojada sem uma seita articulando-os para dominar a cidade. Um jogo aonde a existência em si seria a temática maior do jogo. Lembro-me de uma fala de <strong>Lestat</strong> para o <strong>Louis</strong>, quando este descobre não possuir telepatia <em>“&#8230; o dom das trevas vem diferente para cada um&#8230;”</em>, algo assim.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/louis.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7867" src="/wp-content/uploads/2012/10/louis-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a>Citei um criador de todos os vampiros, então; enquanto na <em>Máscara</em> havia a confiança de que <strong>Caim</strong> era o real criador de todos os vampiros, no <em>Réquiem</em> esta certeza não existe. E ainda existem diversas situações, cada um acredita numa gênese e seguem piamente, quase religiosamente (alguns SIM religiosamente) com esta Criação Vampiresca.</p>
<p>Portanto, galera. Sejam felizes! Aproveitem a liberdade do material e a agilidade que o<strong> Novo Mundo das Trevas</strong> nos proporciona e vamos criar histórias para crônicas intensas, com personagens bem elaborados e com clã ou sem clã antigo/ novo, sela na Camarilla ou nos <strong>Lancae Sanctum</strong>. O importante é ter seu vampiro personalizado, caracterizado da melhor maneira que lhe convir. Utilizem músicas, livros, referências históricas e todo outro material que for proporcionar prazeres (ou horrores) aos seus personagens.</p>
<hr />
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		</item>
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		<title>A Justiça de Lolth em Menzoberranzan</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/10/12/a-justica-de-lolth-em-menzoberranzan/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Oct 2012 15:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Drow]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeons and Dragons]]></category>
		<category><![CDATA[Forgotten Realms]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Esqueça tudo que aprendeu sobre justiça, você está em Menzoberranzan!&#8221; Vida longa à Lolth! Nem que seja de mentira, mas é isso que você deve dizer ao ter contato com os drow em Menzoberranzan. A cidade da Rainha Aranha faz parte do cenário de Forgotten Realms, para os que não conhecem, e é nela que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Esqueça tudo que aprendeu sobre justiça, você está em Menzoberranzan!&#8221;</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/Drow_by_Zombiesmile.jpg"><img src="/wp-content/uploads/2012/10/Drow_by_Zombiesmile-209x300.jpg" alt="" title="Drow_by_Zombiesmile" width="209" height="300" class="alignright size-medium wp-image-7590" /></a>Vida longa à Lolth! Nem que seja de mentira, mas é isso que você deve dizer ao ter contato com os drow em Menzoberranzan. A cidade da Rainha Aranha faz parte do cenário de <em>Forgotten Realms</em>, para os que não conhecem, e é nela que os Rastejantes (um dos meus grupos de RPG) estão se aventurando atualmente. Neste artigo trago mais informações para uma melhor ambientação dos jogadores sobre um quesito importante para a cultura drow. Fiquem ligados e não abaixem a guarda nunca!</p>
<p>A justiça é uma palavra muito usada pelos drow. O sentido da aplicação da palavra vai depender do ponto de vista do usuário ou da necessidade daquele momento. Na verdade, a justiça é usada para amedrontar e manter a ordem em um mundo caótico e prestes a explodir.</p>
<p>A própria natureza drow os incentiva a brigar, literalmente, para conquistar seus objetivos. Vidas alheias não são importantes e outros interesses podem ser unidos para o bem de cada interessado. Mesmo que tenha que dar cabo da vida de algum parente e outros com quem tenha “laços”.</p>
<p><strong>“A PRIMEIRA CASA ORDENA E O RESTO OBEDECE.”</strong> — Ditado drow.</p>
<p>Esse ditado se aplica bem ao que os drow se referem quando falam em justiça. A lei da selva reina no Subterrâneo, o mais forte mantém o mais fraco vivo conforme os seus interesses até que não sirva e possa ser morto.</p>
<p>Nesse mundo caótico todos os crimes são possíveis, desde que o fora da lei não seja pego em flagrante. Aliás, ele não deve ser capturado, uma fuga é bem vista e em alguns casos são admiradas.</p>
<p>O principal instrumento de punição do lugar são as sacerdotisas de Lolth, ou os seus chicotes com cabeças de serpentes. Recém-saídas de Arac-Tinilith (Mais detalhes em <a href="/2012/07/10/cerimonia-de-graduacao-drow/">Cerimônia de Graduação Drow</a>) e ordenadas sacerdotisas da Rainha Aranha, são elas que chefiam as patrulhas que rodam na cidade. Com tanto poder moral diante da sociedade e mágico concedido pela Deusa, as sacerdotisas tem autoridade suficiente para punir os criminosos. Sim, já que julgamento e apelação não existem.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/menzoberranzan.jpg"><img src="/wp-content/uploads/2012/10/menzoberranzan.jpg" alt="" title="menzoberranzan" width="600" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-7592" /></a><br />
<em>Acima, a cidade drow de Menzoberranzan</em></p>
<p>Se considerar inocente não é muito admirado nessa sociedade conturbada. Aliás, ser bonzinho não é saudável. Quando acusado, a melhor saída se possível, é ter relações com algum membro de uma grande Casa. Evitando assim o chicote de serpentes.</p>
<p><strong>“SE VOCÊ NÃO TEM CAPACIDADE DE SE PROTEGER, NÃO PODE VIVER ENTRE OS DROW.”</strong> — Ditado drow.</p>
<p>Lolth considera fraco aquele que não pode se proteger. As patrulhas jamais irão à busca de punguistas e vândalos, e caso consigam recuperar algum bem roubado não devolverão aos donos de direito. Brigas de rua não são permitidas, mas são toleradas caso os envolvidos consigam escapar, caso contrário serão severamente punidos ali mesmo. As sacerdotisas submetem a justiça aos seus caprichos. Tudo vai de acordo com seu humor, necessidade e interesse.</p>
<p>Segue abaixo uma lista de castigos que podem ser aplicados pelas sacerdotisas aos criminosos:</p>
<p>•	Execução imediata;<br />
•	Castração;<br />
•	Mutilação;<br />
•	Tortura sem morte;<br />
•	Exílio;<br />
•	Prisão;<br />
•	Açoitamento;<br />
•	Servidão;<br />
•	Multas (as sacerdotisas confiscam bens);</p>
<p>Nem sempre as patrulhas são lideradas pelas ilustres sacerdotisas de Lolth. Estas estão presentes apenas em patrulhas de locais importantes e mais agitados. Nas ruelas que compõem o Bazaar, por exemplo, as patrulhas são lideradas por jovens nobres das Casas menores. Em sua maioria, esses nobres são corruptos e se divertem humilhando os criminosos que cometem pequenos delitos, porém quando se trata de algo mais grave podem negociar a liberdade em troca de pedras preciosas ou itens de grande valor. Ainda incerto sobre o que fazer em alguns casos, um nobre não arriscará a pele e manterá a maior distância possível de complicações.</p>
<p>Isso é tudo pessoal e espero que continuem distantes das patrulhas e principalmente das que são lideradas pelas sacerdotisas da Rainha Aranha. Sejam cautelosos no vasto Subterrâneo, não confiem em ninguém e mantenham-se vivos! Bons dados!</p>
<p><em>Inspirado na Obra de R. A. Salvatore</em><br />
Imagem 01: <a href="http://zombiesmile.deviantart.com/art/Drow-102957330">Zombiesmile</a><br />
Imagem 02: <a href="http://dangercook.deviantart.com/art/Menzoberranzan-108158157">dangercook</a></p>
<hr />
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		<title>Clássicos Disney #08 &#8211; Aladdin</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Oct 2012 14:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagocroft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas Classes e adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[D20]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeons and Dragons]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[E eis que chegamos ao meu favorito dos clássicos. Aladdin marcou minha vida e com certeza a de muita gente. Lançado em 1992, foi o 31º filme animado da Disney. Foi o primeiro filme que fui assistir no cinema. O enredo conta a história de um jovem pobre que sobrevivia sozinho (apenas contando com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="/wp-content/uploads/2012/10/aladdin-21.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7391" src="/wp-content/uploads/2012/10/aladdin-21-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>E eis que chegamos ao meu favorito dos clássicos. Aladdin marcou minha vida e com certeza a de muita gente. Lançado em 1992, foi o 31º filme animado da Disney. <strong>Foi o primeiro filme que fui assistir no cinema</strong>.</em></p>
<p>O enredo conta a história de um jovem pobre que sobrevivia sozinho (apenas contando com a ajuda de seu amigo <strong>Abu</strong>, um miquinho) na cidade de <strong>Agrabah</strong>; enquanto a princesa <strong>Jasmine</strong> recebe pretendentes para casar-se no Palácio e <strong>Jafar</strong>, o grão-vizir tenta diversos meios para se tornar o <strong>Sultão</strong>. Quando as histórias se cruzam, Aladdin segue para a <strong>Caverna dos Tesouros</strong> onde encontra a <strong>Lâmpada Mágica</strong> e revela o <strong>Gênio</strong> que o concederá Três desejos. Aladdin terá que enfrentar o ardiloso feiticeiro Jafar que, quando em posse da lâmpada, se torna um poderoso feiticeiro e ele próprio um gênio.</p>
<p>Aladdin tem aventura para toda a família. Com cenas engraçadas, romance e combate ao vilão. E agora vocês terão acesso a sua adaptação para o <strong>d&amp;d 3.5.</strong> Sou extremamente suspeito para dizer, mas esta foi a melhor de todas, até então. Espero que gostem, abraços.</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/10/aladdin.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7393" src="/wp-content/uploads/2012/10/aladdin-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" /></a>Aladdin</strong><br />
<em>Humano ladino 6º, ranger (urbano) 4º.</em><br />
<strong>Tendência:</strong> Neutro e bom.<br />
<strong>PV:</strong> 55.<br />
<strong>Iniciativa:</strong> +9.<br />
<strong>Deslocamento:</strong> 9m.<br />
<strong>CA:</strong> 15 (+5 destreza)<br />
<strong>Ataques:</strong> Sabre +10/+5. 1d6+2 &#8211; 18/20X2.<br />
<strong>QE:</strong> Ataque Furtivo +3d6, encontrar armadilhas, Evasão, Sentir armadilhas +2, Esquiva Sobrenatural, Inimigo Predileto (guardas da cidade), Sombra, empatia com a natureza, Estilo de combate (combater com duas armas), Tolerância, Companheiro animal (vínculo com companheiro animal).<br />
<strong>Fort:</strong> +8 <strong>Ref:</strong> +14 <strong>Vont:</strong> +5.<br />
<strong>Hab:</strong> For 14 Des 21 Cons 12 Int 17 Sab 14 Car 16<br />
<strong>Perícias:</strong> Acrobacias +17, Adestrar animais +12, Arte da Fuga +17, Blefar +13, Conhecimento (Local) +8, Diplomacia +13, Equilibrio +19, Escalar +15, Esconder-se +15, Furtividade +13, Observar +14, Obter Informação +9, Operar Mecanismo +10, Ouvir +12, Prestidigitação +12, Procurar +13, Saltar +15 e Usar Instrumento Mágico +13.<br />
<strong>Talentos:</strong> Iniciativa aprimorada, Saque rápido, Ágil, Acrobático, Mais veloz que a visão.</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/10/abu.jpg"><img class="alignright  wp-image-7394" src="/wp-content/uploads/2012/10/abu-300x300.jpg" alt="" width="210" height="210" /></a>Abu</strong><br />
<em>Macaco miúdo, ladino 1º.</em><br />
<strong>Tendência:</strong> neutro.<br />
<strong>PV:</strong> 10.<br />
<strong>Iniciativa:</strong> +2.<br />
<strong>Deslocamento:</strong> 9m (escalada 9m).<br />
<strong>CA:</strong> 14 (+2 tamanho, +2 destreza)<br />
<strong>Ataques:</strong> Mordida +4. 1d3-4.<br />
<strong>QE:</strong> Visão na penumbra, ataque furtivo +1d6, encontrar armadilhas.<br />
<strong>Fort:</strong> +2 <strong>Ref:</strong> +6 <strong>Vont:</strong> +1.<br />
<strong>Hab:</strong> For 3 Des 15 Cons 10 Int 2 Sab 12 Car 10<br />
<strong>Perícias:</strong> Abrir Fechaduras +6, Acrobacias +6, Atuação +4, Equilíbrio +10, Escalar +10, Esconder-se +10, Ouvir +3, Observar +3, Prestidigitação +8.<br />
<strong>Talentos:</strong> Acuidade com arma, Mãos Leves.<br />
<strong>Truques:</strong> <em>Acompanhar, Atacar, Atuar, Buscar, Defender, Ficar, Recuar.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/jasmine.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-7395" src="/wp-content/uploads/2012/10/jasmine.jpg" alt="" width="259" height="300" /></a><strong>Princesa Jasmine</strong><br />
<em>Humana aristocrata 1º, princesa 4º.</em><br />
<strong>Tendência:</strong> caótica e boa<br />
<strong>PV:</strong> 20<br />
<strong>Iniciativa:</strong> +1.<br />
<strong>Deslocamento:</strong> 9m.<br />
<strong>CA:</strong> 15 (+1 destreza, +4 carisma)<br />
<strong>Ataques:</strong> Corpo a corpo +1, a distancia +2.<br />
<strong>QE:</strong> Fidalguia, Talento adicional, Empatia com a natureza, Sorte 1x/dia, Graça.<br />
<strong>Fort:</strong> +1 <strong>Ref:</strong> +2 <strong>Vont:</strong> +9.<br />
<strong>Hab:</strong> For 9 Des 12 Cons 10 Int 15 Sab 17 Car 19<br />
<strong>Perícias:</strong> Atuação +15, Blefar +15, Conhecimento (Nobreza/ realeza) +12, Diplomacia +15, Disfarces +7, Intimidar +15.<br />
<strong>Talentos:</strong> Foco em perícia 4 (Atuação, Blefar, Diplomacia e Intimidar)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/10/genio.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7396" src="/wp-content/uploads/2012/10/genio-300x232.jpg" alt="" width="300" height="232" /></a>Gênio da Lâmpada</strong><br />
<em>Djinni nobre, extra-planar grande.</em><br />
<strong>Tendência:</strong> Caótico e bom.<br />
<strong>PV:</strong> 65<br />
<strong>Iniciativa:</strong> +8<br />
<strong>Deslocamento:</strong> 6m (voo 18m &#8211; perfeito)<br />
<strong>CA:</strong> 18 (-1 tamanho, +3 destreza, +6 natural).<br />
<strong>Ataques:</strong> 2 Pancadas +15. 1d8+6.<br />
<strong>QE:</strong> Visão no escuro 18m, imunidade a ácido, viagem planar, telepatia 30m.<br />
<strong>AE:</strong> Maestria aérea, HSM: <em>[Sem limite Invisibilidade (pessoal), raio ardente (um raio), detectar magia, <strong>conceder até 3 desejos a alguém*</strong>, 1/dia: metamorfose (pessoal), caminhar no vento, criar alimentos, criar itens temporários, criar vinho, imagem persistente (CD17), forma gasosa (1h)]</em>, vendaval.<br />
<strong>Fort:</strong> +9 <strong>Ref:</strong> +10 <strong>Vont:</strong> +9<br />
<strong>Hab:</strong> For 23 Des 17 Cons 14 Int 14 Sab 15 Car 15<br />
<strong>Perícias:</strong> Avaliação +12, Concentração +12, Ofícios (qualquer) +12, Diplomacia +4, Arte da Fuga +14, Conhecimento (qualquer um) +12, Ouvir +12, Furtividade +14, Sentir Motivação +12, Identificar Magia +12, Observar +12, Usar cordas +4 (+6 amarrar).<br />
<strong>Talentos:</strong> Acelerar habilidade similar a magia (raio ardente), Esquiva, iniciativa aprimorada, Magias em combate, Reflexos em combate.<br />
<strong>* Desejos:</strong> <em>Diferente da Magia Desejo, as do gênio são “ilimitadas” contendo apenas as seguintes limitações: Não pode fazer ninguém se apaixonar, Não pode trazer ninguém de volta a vida ou matar alguém e nem pode desejar ter outro desejo (pois desta forma seriam ilimitados). Fora isso o restante tudo pode.</em> <del>(levei uma surra pra relembrar isso, não encontrei o filme para revê-lo)</del></p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/10/tapete.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-7397" src="/wp-content/uploads/2012/10/tapete-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Tapete Mágico</strong><br />
<em><strong>(item mágico inteligente):</strong> </em>Capaz de carregar mais carga do que o comum e voo 18m perfeito. Se expressa através de pantomima (dobrando-se como um origami).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/10/jafarcara1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7399" src="/wp-content/uploads/2012/10/jafarcara1-277x300.jpg" alt="" width="277" height="300" /></a>Jafar</strong><br />
<em>Humano, Feiticeiro 10º /20º/ Janni. (abaixo estão as estatísticas de suas três formas)</em><br />
<strong>Tendência:</strong> neutro e mau.<br />
<strong>PV:</strong> 25/ 56/ 89<br />
<strong>Iniciativa:</strong> +0/ +0/ +6.<br />
<strong>Deslocamento:</strong> 9m/ 9m/ 9m (voo 6m &#8211; perfeito)<br />
<strong>CA:</strong> 10/ 10/ 13 (+2 destreza, +1 natural)<br />
<strong>Ataques:</strong> +5 &#8211; +10/+5 &#8211; corpo a corpo +16/+11, a distância +14/+9.<br />
<strong>Cajado da Serpente Hipnotizadora:</strong> Como a magia Enfeitiçar Pessoas, CD 15. <strong><em>(Dependência do Cajado para realizar magias).</em></strong><br />
<strong>QE:</strong> invocar familiar/ invocar familiar/ Tolerância aos Elementos, Viagem planar, Resistência a fogo 10, telepatia 30m, Visão no escuro 18m.<br />
<strong>AE:</strong> Magias: <em>0º:6 &#8211; resistência, detectar magia, pasmar, luz, toque da fadiga, abrir/fechar, consertar, mãos mágicas, prestidigitação. 1º:7 &#8211; Cerrar portas, escudo arcano, Armadura arcana, Hipnotismo, Causar medo. 2º:7 &#8211; Padrão Hipnótico, Aterrorizar, Levitação, Alterar-se. 3º:7 &#8211; Dissipar magia, Imobilizar pessoa, sugestão. 4º:6 &#8211; confusão, muralha de fogo. 5º:3 &#8211; Imobilizar monstro/</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/jafar-cobra.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7400" src="/wp-content/uploads/2012/10/jafar-cobra-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><strong>(Jafar Feiticeiro 20º)</strong> Magias: <em>0º:6 &#8211; resistência, detectar magia, pasmar, luz, toque da fadiga, abrir/fechar, consertar, mãos mágicas, prestidigitação.. 1º:8 &#8211; Cerrar portas, escudo arcano, Armadura arcana, Hipnotismo, Causar medo. 2º:7 &#8211; Padrão Hipnótico, Aterrorizar, levitação, Alterar-se, Raio ardente. 3º:7 &#8211; Dissipar magia, Imobilizar pessoa, sugestão, sugestão. 4º:7 &#8211; confusão, muralha de fogo, metamorfose, reduzir pessoa em massa. 5º:7 &#8211; imobilizar monstro, criar itens temporários, teletransporte, metamorfose tórrida. 6º:6 &#8211; dissipar magia maior, desintegrar, contingência. 7º:6 &#8211; imobilizar pessoa em massa, insanidade, desejo restrito. 8º:6 &#8211; prisão, metamorfosear objetos, explosão solar. 9º:6 &#8211; chuva de meteoros, alterar forma*, imobilizar monstro em massa.</em><br />
<strong><em> * é com alterar forma que Jafar se transforma na serpente gigante.</em></strong></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/jafar-genio.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7401" src="/wp-content/uploads/2012/10/jafar-genio-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><strong>(Jafar Gênio)</strong> Magias: <em>idem a anterior, HSM: Alterar tamanho 2/dia (CD 27), 3/dia: falar com animais, invisibilidade (pessoal), 1/dia: criar alimentos, passeio etéreo (1h).</em></p>
<p><strong>Fort:</strong> +3/ +6/+11 <strong>Ref:</strong> +3/+6/+11  <strong>Vont:</strong> +10/+12/+17<br />
<strong>Hab:</strong> For 11 Des 10 Cons 11 Int 15 Sab 17 Car 18 <em>(Jafar comum)</em><br />
<strong>Hab:</strong> For 11 Des 10 Cons 11 Int 15 Sab 18 Car 20 <em>(Jafar poderoso feiticeiro)</em><br />
<strong>Hab:</strong> For 17 Des 14 Cons 13 Int 19 Sab 22 Car 22 <em>(Jafar em forma de gênio)</em><br />
<strong>Perícias:</strong> Avaliação +5/ +5/ +19, Blefar +17/ +28/ +28, Concentração +13/ +23/ +24, Conhecimento Arcano +15/ +25/ +27, Identificar Magia +15/ +25/ +27.<br />
<strong>Talentos:</strong> Magias em combate, Ignorar componentes materiais (foco cajado), Magia penetrante, Persuasivo, Magia sem gestos/ + Potencializar magia, Maximizar magia, Acelerar magia/ + Iniciativa aprimorada, Criar item maravilhoso, Aumentar magia, Magia silenciosa.</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/10/iago.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-7402" src="/wp-content/uploads/2012/10/iago.jpg" alt="" width="160" height="225" /></a>Iago</strong><br />
<em>Papagaio familiar minúsculo<strong> (Iago não se modificou com o desejo de Jafar)</strong></em><br />
<strong>Tendência:</strong> caótico e neutro.<br />
<strong>PV:</strong> 12<br />
<strong>Iniciativa:</strong> +2<br />
<strong>Deslocamento:</strong> 3m ou voo 12m &#8211; médio.<br />
<strong>CA:</strong> 19 (+2 tamanho, +2 destreza, +5 natural)<br />
<strong>Ataques:</strong> Garra +7. 1d2-5<br />
<strong>QE:</strong> Visão na penumbra, Prontidão, Evasão aprimorada, Partilhar magias, Vinculo empático, Transmitir magias de toque, Falar com mestre, Falar com animais de sua espécie, Fala o idioma comum (sobrenatural).<br />
<strong>Fort:</strong> +3 <strong>Ref:</strong> +5 <strong>Vont:</strong> +9<br />
<strong>Hab:</strong> For 1Des 15 Cons 10 Int 10 Sab 14 Car 6<br />
<strong>Perícias:</strong> Ouvir +5, Observar +7.<br />
<strong>Talentos:</strong> Acuidade com armas.</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/10/Razoul.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-7403" src="/wp-content/uploads/2012/10/Razoul.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Razoul, o capitão da guarda</strong><br />
<em>Humano, guerreiro 10º</em><br />
<strong>Tendência:</strong> Leal e neutro.<br />
<strong>PV:</strong> 94<br />
<strong>Iniciativa:</strong> +6<br />
<strong>Deslocamento:</strong> 9m<br />
<strong>CA:</strong> 14 (+2 destreza, +2 corselete de couro)<br />
<strong>Ataques:</strong> Falcione +15/+10. 2d4+5 &#8211; 16/20&#215;2. ou Desarmado: +12/+7. 1d4+2.<br />
<strong>QE:</strong> Ataque desarmado aprimorado, agarrar aprimorado, ataque atordoante, Especialização em arma, foco em arma maior, sucesso decisivo aprimorado.<br />
<strong>Fort:</strong> +10 <strong>Ref:</strong> +5 <strong>Vont:</strong> +4.<br />
<strong>Hab:</strong> For 15 Des 14 Cons 16 Int 12 Sab 13 Car 10<br />
<strong>Perícias:</strong> Cavalgar +15, Escalar +15, Initimidação +13, Saltar +15.<br />
<strong>Talentos:</strong> Foco em arma, Iniciativa aprimorada, ataque poderoso, trespassar, liderança.</p>
<hr />
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		</item>
		<item>
		<title>Os Criadores de Sonhos</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Oct 2012 22:45:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofias e opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[dicas do snpt1]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeons and Dragons]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[Lobisomem: O apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[Pathfinder]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Senhor dos Anéis]]></category>
		<category><![CDATA[Vampiro: A máscara]]></category>
		<category><![CDATA[World of Darkness]]></category>

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		<description><![CDATA[Como Designer e apreciador dos mistérios da comunicação e expressão humana, sempre fui um apaixonado por Ilustração. sou constantemente arrebatado por uma boa arte que consegue extrair das palavras mundos inteiros de detalhes que eficientemente transmitem a ideia do autor. Seja na fase de projeto (mais conhecida como Concept Art) ou nas ilustrações finais, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como Designer e apreciador dos mistérios da comunicação e expressão humana, sempre fui um apaixonado por <strong>Ilustração</strong>.</p>
<p>sou constantemente arrebatado por uma boa arte que consegue extrair das palavras mundos inteiros de detalhes que eficientemente transmitem a ideia do autor.</p>
<p>Seja na fase de projeto (<em>mais conhecida como <strong>Concept Art</strong></em>) ou nas ilustrações finais, além do Projeto Gráfico de livros e suplementos, estes grandes <em>Artistas</em> e <em>Designers</em> nos levam além dentro do campo da imaginação.</p>
<p>O post de hoje é sobre isso: Conhecer alguns daqueles que fizeram e fazem parte de nossas vidas <strong>RPG</strong>ísticas, seja na identidade visual de um &#8220;<em>Livro do Jogador</em>&#8221; ou numa ilustração de &#8220;<em>Carta de Magic</em>&#8221;</p>
<p>Obviamente eu não conseguiria reunir todos desta enorme indústria, muito menos teria autoridade para selecionar os melhores. Apenas irei demonstrar alguns que se destacaram e se destacam <em>e/ou</em> outros tiveram ou têm grande importância no mercado, e têm seus lugares cativos nas mentes dos jogadores em mesas de jogo pelo mundo afora:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Angus McBride</strong></em></p>
<p>Um famoso ilustrador com obras em inúmeros livros e jogos de RPG. É bem conhecido como ilustrador de <em>Middle-earth Role Playing</em> e <em>Rolemaster Role Playing.<br />
</em> respeitado ilustrador de publicações históricas e militares da Grã-Bretanha, tendo seus trabalhos feito parte de mais de 150 livros, cujos temas eram tão diversos como legionários romanos, guerreiros zulus, samurais japoneses e o papel militar e civil das mulheres na 2ª Guerra Mundial.</p>
<p>Gostava de realizar inúmeros esboços de suas ilustrações antes de começar a pintar.</p>
<p>Angus deixou uma enorme quantidade de admiradores, falecendo em 2007.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/Entrada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7215" src="/wp-content/uploads/2012/10/Entrada.jpg" alt="" width="600" height="443" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="/wp-content/uploads/2012/10/1.jpg"><img class="size-full wp-image-7235 aligncenter" src="/wp-content/uploads/2012/10/1.jpg" alt="" width="600" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="/wp-content/uploads/2012/10/3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7237" src="/wp-content/uploads/2012/10/3.jpg" alt="" width="600" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="/wp-content/uploads/2012/10/4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7238" src="/wp-content/uploads/2012/10/4.jpg" alt="" width="600" height="329" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Tony DiTerlizzi</strong></em></p>
<p>Além de ilustrador, o americano é um dos autores de &#8220;<em>As Crônicas de Spiderwick</em>&#8220;, Tony é um já famoso ilustrador de fantasia.<br />
Seu amor por este tipo de ilustração fantástica, segundo conta, se desenvolveu depois de em 1981, então com 12 anos, ver um filme do tema, e começar a jogar o RPG <em>Dungeons and Dragons</em>. Se trancou todo o verão ilustrando e escrevendo um &#8220;<em>guia de campo</em>&#8221; para criaturas fantásticas e desde então nunca parou.</p>
<p>É conhecido no meio RPGístico por seus trabalhos em<em> D&amp;D</em> e &#8220;<em>Magic: The Gathering</em>&#8220;.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/Entrada1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7242" src="/wp-content/uploads/2012/10/Entrada1.jpg" alt="" width="600" height="475" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7243" src="/wp-content/uploads/2012/10/11.jpg" alt="" width="600" height="378" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7244" src="/wp-content/uploads/2012/10/2.jpg" alt="" width="600" height="243" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/31.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7245" src="/wp-content/uploads/2012/10/31.jpg" alt="" width="600" height="473" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/41.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7246" src="/wp-content/uploads/2012/10/41.jpg" alt="" width="600" height="414" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7247" src="/wp-content/uploads/2012/10/5.jpg" alt="" width="600" height="445" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Wayne Reynolds</strong></em></p>
<p>Ilustrador Britânico conhecido por inúmeros trabalhos em &#8220;<em>Magic: The Gathering</em>&#8220;, para o sistema D&amp;D, seja no cenário de campanha &#8220;Eberron&#8221; ou na revista &#8220;Dragon Magazine&#8221;, além de ter produzido para &#8220;<em>Pendragon</em>&#8221; e &#8220;<em>Rolemaster</em>&#8220;. Deixou sua marca também em &#8220;Pathfinder&#8221;, criando os 12 personagens icônicos do cenário, além de algumas capas de livros básicos do sistema.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/Entrada2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7250" src="/wp-content/uploads/2012/10/Entrada2.jpg" alt="" width="600" height="443" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7251" src="/wp-content/uploads/2012/10/12.jpg" alt="" width="600" height="214" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/42.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7252" src="/wp-content/uploads/2012/10/42.jpg" alt="" width="600" height="304" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7253" src="/wp-content/uploads/2012/10/21.jpg" alt="" width="600" height="214" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/51.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7254" src="/wp-content/uploads/2012/10/51.jpg" alt="" width="600" height="317" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/32.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7255" src="/wp-content/uploads/2012/10/32.jpg" alt="" width="600" height="215" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7256" src="/wp-content/uploads/2012/10/6.jpg" alt="" width="600" height="417" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Leif Jones</strong></em></p>
<p>Com um estilo que mistura arte realista e algo mais estilizado, o californiano é <em><strong>Concept Artist</strong></em>, Designer e ainda produz quadrinhos desde sua juventude.<br />
Muito conhecido por seus trabalhos para <em>White Wolf</em>, seu estilo marcou gerações com o apurado e opressivo design necessário para a linha S<em>toryteller</em>. Não é necessário dizer que caiu como uma luva&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/Entrada3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7257" src="/wp-content/uploads/2012/10/Entrada3.jpg" alt="" width="600" height="418" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/22.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7258" src="/wp-content/uploads/2012/10/22.jpg" alt="" width="600" height="461" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/13.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7259" src="/wp-content/uploads/2012/10/13.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/43.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7261" src="/wp-content/uploads/2012/10/43.jpg" alt="" width="600" height="382" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/33.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7260" src="/wp-content/uploads/2012/10/33.jpg" alt="" width="600" height="397" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/52.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7262" src="/wp-content/uploads/2012/10/52.jpg" alt="" width="600" height="278" /></a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/final.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7263" src="/wp-content/uploads/2012/10/final.jpg" alt="" width="600" height="392" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No futuro possivelmente irei realizar outras versões deste post, com outros artistas e designers, tentando fazer justiça a outros tantos nomes importantes para nosso hobby, mas caso você queira uma fonte de pesquisa com alguns dos nomes mais importantes da indústria (e não se incomode em perder algum dinheirinho extra), existe uma publicação à venda na <em>Amazon</em> que talvez lhe interesse, o dicionário biográfico de artistas de <strong><em>Card Games</em> </strong>e <strong><em>RPG</em></strong>:</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/Role-Playing-Game-Collectible-Card-Artists/dp/0786446102">http://www.amazon.com/Role-Playing-Game-Collectible-Card-Artists/dp/0786446102</a></p>
<p>E então? Vocês também tem seus ilustradores favoritos? Comentem indicando-os e talvez eles apareçam aqui futuramente!</p>
<hr />
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<hr />
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		</item>
		<item>
		<title>Um Anel que a todos dominou</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/09/26/um-anel-que-a-todos-dominou/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Sep 2012 22:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lord Raphael Santz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeons and Dragons]]></category>

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		<description><![CDATA[Os campos verdejantes, os rios sinuosos e de águas límpidas, além do encantador Condado. As belas florestas élficas e a majestade das cidades humanas. Esqueça tudo isso imediatamente. Nestas terras, a bondade no coração dos seres foi tomada pelo Senhor do Escuro, pois, ele venceu! Olá, viajante! Muitas vezes você já deve ter se perguntado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Capa_Izrador.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-7044" src="/wp-content/uploads/2012/09/Capa_Izrador.png" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p><em>Os campos verdejantes, os rios sinuosos e de águas límpidas, além do encantador Condado. As belas florestas élficas e a majestade das cidades humanas. Esqueça tudo isso imediatamente. Nestas terras, a bondade no coração dos seres foi tomada pelo Senhor do Escuro, pois, ele <strong>venceu</strong>!</em></p>
<p>Olá, viajante! Muitas vezes você já deve ter se perguntado “e se” algo tivesse acontecido de uma forma totalmente diferente. Você não está sozinho, obviamente, muitas outras pessoas também pensam assim. Isso até mesmo tem um nome, <a title="História Alternativa - Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/História_alternativa" target="_blank">história alternativa ou ucronia</a>. Em 2003, a editora gringa Fantasy Flight Games lançou a primeira edição de Midnight RPG. A obra, que declaradamente se inspira e homenageia o universo Tolkien, conta com uma premissa básica e cativante: o que aconteceria se Sauron tivesse vencido a Guerra do Anel?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Mid_NK.png"><img class="alignleft size-full wp-image-7046" src="/wp-content/uploads/2012/09/Mid_NK.png" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Onde as sombras se levantam<br />
</strong></p>
<p>Izrador (pode-se dizer que é a versão de Morgoth e Sauron) conseguiu corromper 4 heróis poderosos, transformando-os nos Night Kings e vencendo a guerra há mais de 100 anos. Agora, ele governa com mão de ferro, tomando a liberdade e a esperança de todos os povos, num mundo onde misericórdia deu lugar à <strong>punição, escravidão e morte</strong>. Os elfos ainda resistem nos pequenos focos de florestas que restam, enquanto os anões se trancaram em seus salões sob as montanhas, mas lentamente definham frente ao poderio incessante. Os orcs se proliferaram como a força bruta da Sombra, levando carnificina a todo canto.</p>
<p>Um desses heróis lendários era Ardherin, arrogante príncipe elfo e mago poderosíssimo. Em busca de poder e conhecimentos arcanos para derrotar a Sombra, ele barganhou com o que acreditava ser um demônio inferior. Tudo não passava de um estratagema do próprio Izrador, que lentamente foi contaminando a mente do príncipe, até leva-lo para sua causa. Os outros Night Kings eram um antigo clérigo humano, um guerreiro e um dragão (isso mesmo, um dragão!).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Mid_Izrador1.png"><img class="alignright size-full wp-image-7048" src="/wp-content/uploads/2012/09/Mid_Izrador1.png" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>“Não reconhecerás outro deus além de Mim”<br />
</strong></p>
<p>Quando foi atirado no mundo de Aryth, por suas transgressões entre os deuses, Izrador reuniu suas forças e rompeu os laços das outras divindades e seus seguidores. Dessa forma, ele se tornou o único a poder conceder poderes e a ser plenamente experimentado pelos mortais. Esse fato ficou conhecido como o <strong>Véu da Sombra</strong>. Além disso, ele produziu outro efeito. As almas dos mortos são incapazes de seguirem seu destino para o além-vida, e muitas retornam aos seus antigos corpos repletos de fome de carne fresca.</p>
<p>Sem nenhum paladino abençoado para se sacrificar pelos indefesos, os únicos clérigos do cenário representam a Igreja da Sombra. Os Legates, como são chamados, gozam de uma posição privilegiada na sociedade, o que lhes garante muito mais conforto. Eles e bestas inteligentes auxiliares são os responsáveis por caçar rebeldes e a magia. Com o intuito de recuperar seu antigo posto como divindade antiga, Izrador consome toda a magia disponível e seus servos estão sempre a postos para saciar sua fome. A religião também proíbe a alfabetização e porte de armas por pessoas não autorizadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Mid_Heroes.png"><img class="alignleft size-full wp-image-7049" src="/wp-content/uploads/2012/09/Mid_Heroes.png" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Verdadeiros heróis<br />
</strong></p>
<p>Mesmo diante de um quadro tão desesperador, existem aqueles que se levantam diante da opressão. Aryth é um lugar muito <strong>hostil para heróis</strong>, afinal, é quase impossível para as pessoas manterem suas virtudes. A própria população pode ser contra aqueles que desejam liberta-la. Ainda assim, alguns resistem bravamente. Como Arandil, a Rainha-Bruxa, que comanda os elfos e vem resistindo às tentativas intermináveis de destruição.</p>
<p>É neste ambiente insólito que os jogadores tentarão prosperar como bastiões da esperança. Um lugar onde a magia que anima todas as criaturas, talvez seja sua última chance de salvação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em suma, Midnight RPG é um ótimo cenário para quem deseja um pouco de terror e desolação. Em minha opinião, o clima criado é denso e proporciona possibilidades de histórias muito interessantes. Podem me apedrejar, mas como cenário de terror, acho que dá um banho em Ravenloft. Claro que alguns elementos ainda parecem um pouco deslocados, como os gnomos. Mas, com alguns pequenos ajustes, o mestre pode superar essas dificuldades. Infelizmente, a Fantasy Flight Games descontinuou a publicação em 2009, removendo de seu catálogo e de seu site, o que leva a crer que algum problema judicial possa ter ocorrido.</p>
<p>Um filme foi lançado e deve estar disponível nas locadoras, até na do Paulo Coelho. Pelo que assisti do <a title="Midnight Chronicles Trailer" href="http://www.youtube.com/watch?v=8Ow3GrPfjcg" target="_blank">trailer</a>, lembra os filmes do D&amp;D, o que não é nada bom.</p>
<hr />
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<hr />
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		</item>
		<item>
		<title>Tolkien e a Sociedade brasileira</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/09/24/tolkien-e-a-sociedade-brasileira/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 22:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofias e opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofias de RPG]]></category>
		<category><![CDATA[O Hobbit]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Tolkien no SNPT1]]></category>
		<category><![CDATA[Senhor dos Anéis]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucos homens marcam a história de toda a humanidade. Menos ainda fazem isso de maneira positiva e se tornam inesquecíveis e imprescindíveis como exemplos para as próximas gerações. Hoje eu gostaria de falar sobre Sir John Ronald Reuel Tolkien, ou como todos o conhecemos: J. R. R. Tolkien. Como RPGistas (e/ou atualmente, também os cinéfilos), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Abertura2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6943" src="/wp-content/uploads/2012/09/Abertura2.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p>Poucos homens marcam a história de toda a humanidade. Menos ainda fazem isso de maneira positiva e se tornam inesquecíveis e imprescindíveis como exemplos para as próximas gerações.</p>
<p>Hoje eu gostaria de falar sobre <strong><em>Sir John Ronald Reuel Tolkien</em></strong>, ou como todos o conhecemos: <em>J. R. R. Tolkien</em>.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/B2.jpg"><img class="alignright  wp-image-6944" src="/wp-content/uploads/2012/09/B2.jpg" alt="" width="320" height="279" /></a></p>
<p>Como <strong>RPG</strong>istas (<em>e/ou atualmente, também os cinéfilos</em>), acredito que ele dispensa apresentações. Então eu gostaria de conversar e colocar em pauta algumas reflexões que este verdadeiro <strong>Mestre</strong> produz em mim, quando aprendo e analiso sua <em>Obra</em> e sua vida.</p>
<p>Um apaixonado pela <em>Lingüística</em>, amante profundo do conhecimento e acima de tudo um caçador da origem das palavras, lendas e boas histórias, este homem deixou um legado no que se refere a exemplo de paixão por algo de que se gosta.</p>
<p>Com um interesse pelo lúdico e imaginativo, afirmou certa vez que algumas línguas chamadas “mortas” eram ainda mais “mortas” que outras que já haviam caído em desuso, pois seus criadores não as haviam munido de lendas e histórias.</p>
<p>Ele considerava indissociáveis os fatores folclóricos, culturais e lúdicos de uma “<em>Língua</em>” para a manutenção de sua importância e engrandecimento de sua estrutura.</p>
<p>Escrevendo muitos de seus manuscritos para seus próprios filhos, aproximou-os de sua própria paixão, e arrebanhou infantes pelo mundo afora para seu assim chamado “<em>mundo secundário</em>”.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/C2.jpg"><img class="alignleft  wp-image-6948" src="/wp-content/uploads/2012/09/C2.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a></p>
<p><strong>Tolkien</strong> não só trouxe gerações e gerações para mais próximo da leitura, ou forneceu combustível para a imaginação de milhões através dos anos, mas pôde propiciar o fato singular e brilhante de agregar todas as mentes em um só lugar&#8230; um mesmo mundo&#8230; segundo suas próprias palavras:</p>
<blockquote><p>“<em>[Criei] um Mundo Secundário no qual sua mente pode entrar. Dentro dele, tudo o que ele relatar é &#8220;verdade&#8221;: está de acordo com as leis daquele mundo. Portanto, acreditamos enquanto estamos, por assim dizer, do lado de dentro.”</em></p></blockquote>
<p>Para mim, <em>Natan Tomé</em>, a maior obra de Tolkien não foi &#8220;<em>O Silmarillion&#8221;</em>, &#8220;<em>O Hobbit&#8221;</em>, ou &#8220;<em>O Senhor dos Anéis&#8221;</em>, suas obras mais difundidas e conhecidas (<em>assim acredito</em>), mas ter demonstrado <strong>O</strong> <strong>Poder do Saber</strong>, O <strong>Poder da Paixão pela Criação </strong>e <strong>O Poder</strong> que subsiste na <strong>Identidade dos Povos</strong>.</p>
<p><strong>Tolkien</strong> acreditava no poder do saber, e perseguia avidamente mais e mais conhecimentos, indo a fundo na identidade dos povos através da <em>Lingüística</em>, e assim encontrou o poder criativo para demonstrar estas maravilhas para aqueles que jamais poderiam ter acesso a tais maravilhas. <strong>Tolkien</strong> me ensina que não há coisa melhor do que aprender. E transmitir conhecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/D1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6949" src="/wp-content/uploads/2012/09/D1.jpg" alt="" width="600" height="442" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E então&#8230;</strong></p>
<p>E então eu olho em volta, e vejo um cenário muito diferente de tudo o que <strong>Tolkien</strong> me ensinou aqui no Brasil.</p>
<p>Vejo ensino primário precário em estímulo ao lúdico e ao raciocínio crítico, onde se ensina a nossas crianças como se deve pensar, ao invés de como pensarem por si mesmas.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/E.jpg"><img class="alignright  wp-image-6952" src="/wp-content/uploads/2012/09/E.jpg" alt="" width="320" height="248" /></a></p>
<p>Orientações pedagógicas restritivas ao ensino proveitoso e produtivo, onde professores (<em>dentre os quais conheço e conheci muitos</em>) lutam contra suas diretorias, Sociedade e muitas das vezes contra pais de alunos para proporcionar brasileiros melhores para o futuro.</p>
<p>Culpa da diretoria? Creio que não. Eles apenas recebem orientações&#8230; Culpa da Sociedade? Poderíamos dizer que sim, pois em uma República Federativa, espera-se que haja consciência na hora de exercer seus direitos de escolha&#8230; Culpa dos Pais? Como estes que vieram deste mesmo sistema poderiam ser plenamente responsabilizados? Só estão repetindo o padrão&#8230;</p>
<p>Este cenário se repete por anos a fio, em todas as escalas de ensino, pois no ginásio, ensino médio e na maioria das faculdades e universidades, as coisas não se mostram diferentes.</p>
<p>O que isso tem a ver com o <strong>RPG</strong>? Você me pergunta&#8230;</p>
<p>Tudo isso denota uma intensa dificuldade de expressão por parte dos brasileiros, uma tendência à depredação social da linguagem por parte da Sociedade, onde se traveste de “<em>Cultura</em>” aquilo que outros povos acertadamente conhecem apenas como tendências.<br />
O povo se distancia da <em>Linguagem</em>, vai mistificando sua <em>Identidade</em> e se relaciona muito mal com sua<em> Imaginação</em>, e com tudo aquilo que encantou a <strong>Tolkien</strong>.</p>
<p>Voltando a ele, um dos produtos de seu intenso amor através dos anos, o <strong>RPG</strong>, se posiciona exatamente contrário a todos estes fatores que percebo no cenário educacional brasileiro, e assim posso traçar uma linha conclusiva do porque o brasileiro é tão desconfiado do nosso amado <em>Hobby</em>.</p>
<p>Não somos ensinados a pensar, imaginar, produzir e principalmente a criar. Então se introduz em nosso país algo que além de se opor a nossa realidade, ainda faz isso tudo em conjunto!</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/F.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6954" src="/wp-content/uploads/2012/09/F.jpg" alt="" width="600" height="300" /></a></p>
<p>Aliás, outra coisa que não somos ensinados: Agir em conjunto. Em grupo. Em união.</p>
<p>Na cultura do cada um por si e no máximo eu e minha família, para muitas pessoas é difícil sentar em uma tarde de sábado com alguns refrigerantes e “<em>ligar</em>” o consciente coletivo em um mesmo lugar chamado “<strong>Toril</strong>”, “<strong>Arda</strong>” ou “<strong>Mega City</strong>”&#8230; Não somos ensinados a isso no colégio.</p>
<p>Opa&#8230; <em>consciente coletivo</em>? O que é isso mesmo?</p>
<p>O brasileiro tem uma desconfiança natural do RPG, não apenas por matérias jornalísticas caluniosas do passado, ou exemplos extremos pescados em maus jogadores de <em>Live Action</em>. Brasileiros desconfiam naturalmente do <strong>RPG</strong> porque ano após ano, não são ensinados a olhar para dentro de si. E acima de tudo se expressar quanto a isso.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/G.jpg"><img class="alignleft  wp-image-6957" src="/wp-content/uploads/2012/09/G.jpg" alt="" width="320" height="276" /></a></p>
<p>Quer um exemplo? Os tais “<em>assuntos indiscutíveis</em>” <em>Política</em>, <em>Religião</em> e<em> Futebol</em>&#8230;</p>
<p>Ou seja, se você tem de expressar aquilo que acredita, ou defende, mas outros podem discordar: <strong>Não o faça</strong>.</p>
<p>No <strong>RPG</strong>, isso <strong>não</strong> teria vez&#8230; <strong>Não</strong> seria possível&#8230;</p>
<p>Defendo: o <strong>RPG</strong> é e se posiciona como uma maneira de aproximar o brasileiro do lúdico, do pensamento por si só, e funciona como uma forma eficiente de treinar sua expressão.</p>
<p>Defendo também sua função restauradora (em termos sociais) quanto à capacidade de entender, desmitificar e interagir com o pensamento de outrem, além de ser uma possível porta para destrancar todo o potencial do pensamento crítico por parte do cidadão, seja ele estudante, profissional ou idoso.</p>
<p>Seja você formador de opinião ou não, você <strong>precisa</strong> disto. Porque produzir conhecimento de si mesmo, passa pelo conhecimento da linguagem, do entender o que está a sua volta e utilizar seu conhecimento e capacidade imaginativa para ultrapassar limites. E continuamente ir construindo nossa identidade como nação.</p>
<p>Obrigado <strong>Tolkien</strong>. Você me forneceu, e continua fornecendo a todas as gerações as armas para tentar transformar minha realidade, e a realidade dos que estão à minha volta. Não sei se você sabia que isto iria acontecer, mas o fato de você ter feito engrandece por demais minha admiração por você.</p>
<p>E tudo começou com seu amor e dedicação ao que gostava&#8230;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Encerramento2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6955" src="/wp-content/uploads/2012/09/Encerramento2.jpg" alt="" width="600" height="386" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Créditos de Imagem:</p>
<p>01  <a href="http://elfdaughter.deviantart.com/">Elfdaughter</a> ( http://bit.ly/PgaQev )<br />
02  <a href="http://lueb-art.deviantart.com/">Lueb-Art</a> ( http://bit.ly/SOd1FK )<br />
03  <a href="http://fresco-child.deviantart.com/">fresco-child</a> ( http://bit.ly/OWTqT1 )<br />
04  <a href="http://deligaris.deviantart.com/">Deligaris</a> ( http://bit.ly/QzBb7j )<br />
05  <a href="http://cg-warrior.deviantart.com/">CG-Warrior</a> ( http://bit.ly/Q1RE3B )<br />
06  <a href="http://shockbolt.deviantart.com/">Shockbolt</a> ( http://bit.ly/SqRDLP )<br />
07  <a href="http://jakemurray.deviantart.com/">JakeMurray</a> ( http://bit.ly/SqRFDG )<br />
08  <a href="http://moonxels.deviantart.com/">moonxels</a> ( http://bit.ly/TqILYg )</p>
<hr />
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		<title>&quot;Os Biscoitos da Sorte Abençoados de Tamu-ra&quot;</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 21:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lord Raphael Santz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas Classes e adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Dragões]]></category>
		<category><![CDATA[TormentaRPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Que levante a mão aquele que nunca leu &#8220;Holy Avenger&#8220;, nunca pegou numa das antigas aventuras da Dragão Brasil falando sobre templos de homens-serpente, labirintos de guerreiros minotauros ou ameaças de exércitos globinóides e ainda aquele que nunca sonhou empunhar Rhumnam, a sagrada espada do avatar do deus da Justiça&#8230; Ok, agora abaixe a mão&#8230; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Lin-Wu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6582" src="/wp-content/uploads/2012/09/Lin-Wu.jpg" alt="" width="600" height="395" /></a></p>
<p>Que levante a mão aquele que nunca leu &#8220;<strong><em>Holy Avenger</em></strong>&#8220;, nunca pegou numa das antigas aventuras da <strong><em>Dragão Brasil</em></strong> falando sobre templos de homens-serpente, labirintos de guerreiros minotauros ou ameaças de exércitos globinóides e ainda aquele que nunca sonhou empunhar <strong><em>Rhumnam</em></strong>, a sagrada espada do avatar do deus da Justiça&#8230;</p>
<p>Ok, agora abaixe a mão&#8230; Você está atraindo a <em>vergonha</em> sobre si&#8230;</p>
<p>Brincadeiras a parte, você gostando ou não, não pode negar a importância do famoso cenário de campanha<em> Tormenta</em> para o <strong>RPG</strong> no brasil.</p>
<p>Como pude compartilhar no meu primeiro post no blog (<em>que por sinal já pede uma parte 2)</em>, meu primeiro contato com o <strong>RPG</strong> foi em um livro-jogo, mas a compreensão do potencial desta coisa maravilhosa só veio mesmo com a <strong>DB 50</strong>.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Tormenta.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6587" src="/wp-content/uploads/2012/09/Tormenta.jpg" alt="" width="241" height="400" /></a></p>
<p>Eis que recentemente em um súbito ataque de oportunidade, a paixão por este cenário voltou com tudo, e estou amando as novidades do <em>TormentaRPG</em>.</p>
<p>Chorei, chorei e consegui que meu querido mestre <strong>Antunes</strong> (<em>@Old_Paladin)</em> iniciasse uma campanha no cenário, e consegui ainda que eu pudesse testar um antigo sonho: Jogar com um <strong>Dragão</strong>!</p>
<p>Calma, peraí, não começarei com todos os poderes, mas evoluirei aos poucos, conforme avanço de nível. Um trabalho primoroso de criação de um talentoso <strong>RPG</strong>ista, confira:</p>
<p>Fórum Jambô: <a href="http://www.jamboeditora.com.br/forum/viewtopic.php?t=6071&amp;postdays=0&amp;postorder=asc&amp;start=0" target="_blank">Raça/Classe Krestlar para TormentaRPG</a></p>
<p>Encontrei este excelente material enquanto fuçava no fórum da <em>Jambô</em>, e deixo aqui para vocês o background de <strong><em>Hideaki Shirou</em></strong> (<em>significado: Brilho Esplêndido da Pureza</em>), um dragão do vácuo tamuriano que vivia a eternidade em<em> Sora</em> (plano celestial de<em> Lin-Wu</em>) mas veio a <strong>Arton</strong> por amor a seu <em><strong>Nobre Senhor Imperador Dragão</strong></em>.</p>
<p>O mestre adorou o background, então incentivado por ele, está aí a lenda da origem dos &#8220;<strong><em>Biscoitos da Sorte Abençoados de Tamu-ra</em></strong>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>- Papai, você trouxe, você trouxe?<br />
-Sim, meu pequeno guerreiro&#8230; Assim como você sempre deseja, eu trouxe&#8230;<br />
-Obaaa!  Obaaa!  Papai, esta é a melhor parte do meu dia, quando o senhor volta de suas obrigações&#8230;<br />
- Fico feliz em ouvir isso&#8230; E mais feliz ainda pelo fato de você gostar tanto <strong>especialmente</strong> <strong>disto</strong>. Diga-me, já lhe contei a lenda sobre a origem dos famosos &#8220;Biscoitos da Sorte Abençoados de Tamu-ra&#8221;?</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>O clima estava ameno ali. Sempre era naquela época do ano. E as pétalas rosadas das flores brilhantes dançavam ao vento. Elas sempre dançam nesta época do ano.<br />
<strong>Sora</strong>, o <em><strong>Plano Divino do Imperador Dragão Lin-Wu</strong></em> era o espelho perfeito de sua divindade: <strong>Beleza</strong>, <strong>Perfeição</strong> e <strong>Equilíbrio</strong>.</p>
<p>Mas aquele não era um dia comum, ao menos para <strong>um</strong> de seus habitantes. Seu nome fora perdido no tempo por aqueles que poderiam lembrar, e às vezes até mesmo entre alguns dos habitantes da <strong>Fortaleza Takayama</strong>, um colossal palácio onde seu topo investia contra as nuvens e singrava o céu.<br />
Ele vivia, assim como os outros habitantes, simplesmente para servir ao <strong>Imperador Dragão</strong> e não era uma criatura comum, mas sim um imponente e poderoso <strong>Dragão do Vácuo</strong>, a semelhança de seu próprio mestre.</p>
<p>No entanto, seu status não era tão alto quanto poderia ser, e na verdade isto não importava muito, tanto para ele quanto para qualquer outro, pois servir ao <strong>Senhor</strong> era a única coisa que era importante. E no fim, mesmo nas mais baixas castas, mesmo a espera durando milhares de anos, chegaria o dia que um dos servos poderia realizar a <strong>cerimônia do chá</strong> frente ao próprio <strong>Lin-Wu</strong>. Apesar das noções de tempo e espaço serem totalmente diferentes do plano material, de tempos em tempos <strong>Lin-Wu</strong> separava um leal servo e passaria uma tarde agradável em sua companhia, e o serviria em respeito e reconhecimento a seu valor.</p>
<p>E aquele era o dia <strong><em>dele</em></strong>, e ele se aprontou o melhor que pôde, e quando foi convocado à presença do <strong>Imperador</strong>, pôs-se a contemplá-lo com todo o seu poder, beleza, honra e perfeição.<br />
Mas uma coisa especial estava reservada para aquele dia. Nada escapa aos aguçados sentidos de uma divindade, e exatamente naquele momento, em paralelo à cerimônia do chá com seu servo, <strong>Lin-Wu</strong> percebeu que algo importante demais estava acontecendo.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Cultura.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6590" src="/wp-content/uploads/2012/09/Cultura.jpg" alt="" width="274" height="400" /></a></p>
<p>Longe dali, em <strong>Arton</strong> uma comitiva chegava a seu destino, após muitos e muitos quilômetros de viagem.<br />
<em>Alec Danaghar</em>, <em>Embaixador Real d’O Reinado</em> chegava com a primeira comitiva (<em>mais parecendo uma missão</em>) à ilha de <strong>Tamu-ra</strong>. Era o primeiro contato com aqueles estranhos humanos que viviam na outra parte do continente.<br />
<strong>Lin-Wu</strong> sabia e compreendia a importância daquele momento, e subitamente então, todos os seus servos celestiais também sabiam, porque ele quis assim. Foi ali que seu servo, a sua frente, soube que possivelmente sempre estaria na memória de seu Senhor, por motivo de estar presente em um momento tão importante.</p>
<p>Mas inesperadamente uma coisa aconteceu. <strong>Alec Danaghar</strong> se apaixonou. Apaixonou-se por <strong>Tamu-ra</strong>, sua cultura, seus costumes, seu povo, seu <strong>deus</strong>. Passou ali três semanas inteiras tecendo seus relatórios para seu rei, e neles, descreveu-os com tanta admiração e paixão que tocou até mesmo o próprio<strong> Imperador Dragão Lin-Wu</strong>.</p>
<p>Rapidamente era à tarde anterior ao dia da partida de <strong>Alec</strong>, mas em <strong>Sora</strong>, servo e senhor ainda contemplavam tal amor e admiração. E <strong>tristeza</strong>.</p>
<p>Alec não queria ir embora, e havia também contagiado seus conterrâneos. O <strong>Imperador de Jade de Tamu-ra</strong> também percebeu a aflição no rosto daquele <strong>gaijin</strong> que aprendeu a respeitar. E então, do fundo de seu coração, agradeceu a <strong>Lin-Wu</strong> por existir <em>Honra</em>, <em>Amor</em> e <em>Devoção</em> nas terras além mar.</p>
<p>O servo celestial olhou para seu <strong>Imperador Dragão</strong>. E então contemplou <strong>Arton</strong> novamente naquela que era a última noite em conjunto de pessoas que aprenderam a se respeitar e a se honrar.<strong> Tomou uma decisão</strong>.</p>
<p>O leal <strong>Dragão do Vácuo</strong> pediu a seu <strong>Senhor Dragão</strong> que de alguma maneira o permitisse servir a ele proporcionando ao jovem <strong>Alec</strong> a percepção verdadeira de que mesmo fora de<strong> Tamu-ra</strong> aquele povo, todo o seu modo de vida e o próprio<strong> Lin-Wu</strong> ainda estariam com ele.</p>
<p>Tal pedido agradou <strong>Lin-Wu</strong>. Agradou de tal forma que mesmo sabendo que não possuía poder fora de <strong>Tamu-ra</strong>, foi até o reino de <strong>Wynna</strong>, a deusa da magia e com ela forjou um trato, onde através de seu poder, permitiria de alguma forma manter sua proteção a <strong>Alec</strong>.</p>
<p><strong>Wynna</strong> por sua vez, analisou a situação e se compadeceu, e viu ali uma boa oportunidade de criar algo <strong>inteiramente novo</strong> através da <strong>Magia</strong>, e mesmo sabendo que não poderia ir contra este <strong>impulso criativo</strong> que a tomava por completo e a definia (<em>o que por conseqüência denotava que Lin-Wu a estava manipulando em favor próprio</em>) testou o servo do <strong>Imperador Dragão</strong>.</p>
<p>Disse a ele que poderia sim proporcionar tal acontecimento, se ele estivesse disposto a abdicar de tudo, em favor de servir ao seu <strong>Senhor</strong>, pois ela deveria usar no processo toda a centelha celestial de vida que residia nele.</p>
<p>Prontamente, o servo ajoelhou-se, e com rosto em terra, <strong>entregou-se</strong> ao seu destino, <strong>fosse ele qual fosse</strong>.</p>
<p>Ele mesmo não viu, mas a sempre alegre e exuberante <strong>Wynna</strong> olhou para <strong>Lin-Wu</strong> com uma solitária e teimosa lágrima em seu rosto inesquecível, emocionada frente a tanta <strong>fé</strong> e <strong>dedicação</strong>, sabendo que dificilmente receberia tal lealdade da maioria de seus adoradores (<em>ela mesma uma caótica divindade</em>).</p>
<p>Ajoelhado ali, ele ouviu a sentença definitiva de seu futuro:</p>
<p><strong><em>- Por tua Honra e Lealdade, servirás ao teu propósito entre os mortais, e serás tu mesmo um mortal. Mas pelo amor que demonstrou, terás em ti a capacidade de retornar ao teu status atual, liberando em ti a herança maior do poderoso Lin-Wu, assim como meu supremo dom, a prodigiosa Magia.</em></strong></p>
<p><strong>- Serás daqui por diante e para sempre guardião da família Danaghar, sua descendência e posteridade. Encerrarás em ti eternamente as bênçãos de Lin-Wu e o reconhecimento de Wynna.</strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Medalhão.jpg"><img class="alignright  wp-image-6593" src="/wp-content/uploads/2012/09/Medalhão.jpg" alt="" width="372" height="268" /></a></p>
<p>De repente tudo escureceu, e de alguma forma o servo fiel sabia que não possuía mais seu serpenteante corpo, patas ou até mesmo suas presas. Era em si mesmo<strong> só consciência</strong>, mas em si carregava as sementes de duas divindades.</p>
<p>Contemplou-se caindo eternamente por nuvens douradas de um avançado entardecer tamuriano, viu os fogos das festividades, e as luzes das casas, e contemplou um grande palácio, e então atravessou telhados e paredes, e móveis e pessoas, e caiu&#8230;   Em uma mesa de cozinha, cheia de massas de bolos e biscoitos.</p>
<p>Naquela noite, o imperador tamuriano fez um respeitável discurso, ausente de emoção como um bom tamuriano, mas assim mesmo inflado de admiração. Todos sentiram o clima de amizade verdadeira enquanto ele declarava abertas as portas para novas comitivas, e declarava também missões diplomáticas e acordos futuros a serem feitos com Deheon.</p>
<p>Como sinal de uma derradeira honra, ordenou que trouxessem os alimentos, e que <strong>Alec Danaghar</strong> fosse o primeiro a ser servido, o que por si só já seria uma quebra incomum do protocolo tamuriano.</p>
<p><strong>Alec</strong> sabia que não conseguiria se alimentar, mas decidiu que seria ruim se não o fizesse. Hesitantemente declarou a todos que gostaria de nunca partir, mas havia sua família para rever e seus deveres para cumprir, mas gostaria que pudesse levar consigo um pedaço de <strong>Tamu-ra</strong>.</p>
<p>Olhou para a mesa e o formato encravado na superfície de um biscoito chamou sua atenção. Nele, estava incrustada uma forma de dragão prateada semelhante ao seu recém descoberto <strong>Lin-Wu</strong>, e nenhum outro biscoito possuía aquele entalhe.</p>
<p>Ao pegá-lo, quebrou um pedaço e descobriu que aquele entalhe na verdade era um medalhão com as seguintes palavras entalhadas no seu verso: “<strong>Todas as Proteções ao que é Honrado</strong>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ninguém</strong> havia colocado aquele medalhão ali. Pois tentaram em vão por horas descobrir sua origem. O caso se tornou famoso, pois o imperador deu aquele medalhão de prata de presente para o <strong>gaijin</strong>, e declarou que agora, inegavelmente uma parte de <strong>Tamu-ra</strong> iria acompanhá-lo.</p>
<p>No dia seguinte, um sacerdote abençoou a partida da missão diplomática e contou a <strong>Alec</strong> que sonhou que aquele amuleto possuía a <strong>força de Lin-Wu</strong>, e que quando precisasse de proteção, orasse com fervor olhando em direção a ele que assim <strong>seria respondido</strong>.</p>
<p>Com o passar do tempo, os biscoitos se tornaram uma <strong>tradição</strong>, e as palavras entalhadas se tornaram pequenos bilhetes colocados em seu interior.</p>
<p>Mas em qualquer lugar que alguém comesse um “<strong>Biscoito da Sorte Abençoado</strong>”, saberia que <strong>Lin-Wu</strong> está sempre disposto a reconhecer a honra de qualquer um que a possua.</p>
<p style="text-align: center"><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Samurai.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-6597" src="/wp-content/uploads/2012/09/Samurai.jpg" alt="" width="630" height="289" /></a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alec Danaghar</strong> se tornou o primeiro devoto de <strong>Lin-Wu</strong> fora de <strong>Tamu-ra</strong>, e com o passar do tempo seu fervor se espalhou por sua família. Os acordos com <strong>Tamu-ra</strong> foram estabelecidos e fortalecidos, e depois de anos, uma pequena comunidade se estabeleceu dentro do <strong>Reinado</strong>, mais especificamente em <strong>Valkaria</strong>.</p>
<p>O próprio <strong>Alec</strong> nunca voltou a <strong>Tamu-ra</strong>, mas aquele item de inestimável valor sentimental e religioso sempre ocupou posição de destaque em sua família, e admiração de seus vizinhos, amigos e familiares. Ao passar dos anos, <strong>Lin-Wu</strong> começou a ser venerado também em <strong>Deheon</strong> (<em>mesmo que pouco influente</em>) e a família <strong>Danaghar</strong> se tornou próspera e poderosa dentro da aristocracia do reinado.</p>
<p>Todos os <strong>Danaghar</strong> sabiam que o medalhão “<em>sagrado</em>” de seu antepassado não era um item mundano e comum, mas ninguém sabia realmente o que ele fazia. Até recentemente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alethus Danaghar</strong> é o atual patriarca, e segue fielmente o código de conduta da família, que é por conseqüência <strong>os preceitos de Lin-Wu</strong>. Suas relações com <strong>Nitamu-ra</strong> são estreitas e fortes, e ele é um dos poucos que gozavam de relativa abertura nos momentos antes da libertação de <strong>Tamu-ra</strong> da área de <strong>Tormenta</strong> que lá havia, e agora ele possui ainda mais contatos.</p>
<p>O problema é que há três anos sua filha <strong>Eliana</strong> foi prometida a um duque de um reino vizinho, e viajou para se encontrar com seu futuro senhor e marido, para passar uma temporada com seus futuros familiares. No meio da viagem, desapareceu sem deixar rastros, deixando como pista apenas uma palavra escrita com sangue na empoeirada estrada de terra batida por um de seus muitos guardas moribundos: <strong>Enclave Herege</strong>.</p>
<p>Depois de dois anos lutando para descobrir o paradeiro de sua filha, com dor e sofrimento, gastando somas incontáveis de dinheiro com mercenários, investigadores e aventureiros, <strong>Alethus</strong> desistiu de acreditar que <strong>Eliana</strong> pudesse estar viva. Mas mesmo assim, queria <strong>vingança</strong>.</p>
<p>Uma noite, seu ex-futuro genro veio visitá-lo, como costumava fazer, para compartilhar de suas lamentações e saber as últimas notícias sobre sua amada desaparecida.<br />
Em uma conversa bem tardia frente à lareira em uma noite friorenta, ele contemplou o altar bem alto incrustado na parede onde residia o antigo amuleto sagrado da família <strong>Danaghar</strong>.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6600" src="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-1.jpg" alt="" width="217" height="400" /></a></p>
<p>Após uma breve explicação sobre sua origem, Alethus ia se retirando com lágrimas nos olhos quando subitamente ouviu as seguintes palavras saírem da boca de seu convidado:</p>
<p><em> - Não sei se você pode me ouvir&#8230; À bem da verdade, não o conheço muito bem. Mas se você está me ouvindo, ó <strong>Nobre Dragão de Tamu-ra</strong>, traga minha amada <strong>Eliana</strong> de volta, ou despeje <strong>desolação</strong> e <strong>destruição</strong> sobre seus algozes em nome de sua <strong>HONRA</strong> e em <strong>JUSTIÇA</strong>.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Um estrondo enorme se seguiu, e luzes brilhantes misturadas as mais densas trevas saltaram violentamente do medalhão, acompanhadas do mais alto e aterrorizante rugido que qualquer um naquela mansão jamais havia presenciado em seu mais perturbador pesadelo, mas ao invés de pavor e desespero, aqueles que ali residiam sentiram fulgir esperança e poder dentro de si.</p>
<p>Alethus pensou que talvez aquela figura serpenteante que trespassava aquele pequeno item e se tornava um dragão alongado e poderoso pudesse ser o próprio Lin-Wu, mas assim que terminou de sair seja lá de onde estivesse saindo, sua voz trovejante se identificou como “<strong>O</strong>” protetor dos <strong>Danaghar</strong>, servo fiel do <strong>Imperador Dragão Lin-Wu</strong>, e responsável eternamente por descobrir o paradeiro de <strong>Eliana Danaghar</strong>.</p>
<p>Contou a eles que há séculos estava encerrado dentro do medalhão, e repousava adormecido enquanto sua existência ali irradiava <strong>Sorte</strong> (<em>Wynna</em>) e <strong>Proteção</strong> (<em>Lin-Wu</em>) para os <strong>Danaghar</strong> enquanto fossem <strong>fiéis</strong> aos preceitos de <strong>Lin-Wu</strong>.</p>
<p>Estava adormecido até o momento do sequestro, dois anos antes, quando despertou e <strong>não pôde</strong> cumprir seu dever, pois era necessário assim como foi dito a <strong>Alec Danaghar</strong> que “<em>quando algum Danaghar estivesse em necessidade de proteção ou auxílio, alguém orasse com fervor olhando em direção ao amuleto que assim seria respondido&#8230;</em>”</p>
<p>Agora ele estava <em>livre</em>, e iria seguir seu destino: <strong>Cumprir seu dever</strong>.<br />
Recusou terminantemente o auxílio de <strong>Alethus</strong> e do jovem prometido de <strong>Eliana</strong>, e mesmo enfraquecido partiu em busca de informações sobre o<strong> Enclave Herege</strong>.</p>
<p>Passou o último ano em sua busca, e no início estava apenas em sua forma dracônica, mas muito enfraquecido e diminuto. Foi perseguido, tratado com espanto e admiração, e alguns magos estudiosos até o consideraram um raro espécime a ser estudado.</p>
<p>Evoluiu, adquiriu poder, se tornou influente e aprendeu que o mundo mudou nestes séculos. Descobriu coisas sobre sua raça, que era agora um <strong>Krestlar</strong>, uma raça dracônica que nascia muito mais fraca que os dragões normais, mas poderia evoluir muito mais rápido que seus iguais. Por isso, agradeceu a <strong>Wynna</strong>, de coração. Com o passar do tempo, começou a fazer muito isso. Tanto que passou um bom tempo tentando reunir informações em templos da deusa pelo <strong>Reinado</strong>, tendo contato com seus clérigos.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-2.jpg"><img class="alignright  wp-image-6607" src="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-2.jpg" alt="" width="284" height="360" /></a></p>
<p><strong>Lin-Wu</strong> é seu <em>Eterno Senhor</em>, mas ele não poderia servi-lo fielmente da forma que queria se não fosse <strong>Wynna</strong>. Ela acabou proporcionando que a fé de <strong>Lin-Wu</strong> se espalhasse de <strong>Tamu-ra</strong> até <strong>Deheon</strong> e por todo <strong>Arton</strong>.</p>
<p>Possivelmente por causa disto que o <strong>Imperador Takametsu</strong> pôde transferir uma parte da corte real e alguns sobreviventes de <strong>Tamu-ra</strong> para o que depois veio a ser <strong>Nitamu-ra</strong> quando a <strong>Tormenta</strong> atacou.</p>
<p>E <strong>ele</strong> foi à ferramenta para que a fé se espalhasse.</p>
<p>Entendeu que servi-la não iria interferir sua adoração pelo seu <strong>Daymio Celestial</strong>, e se tornou também devoto dela. Depois de um tempo e algumas aventuras, adquiriu poder para se metamorfosear em uma criatura menos chamativa, e descobriu que a sua forma alternativa era um <strong>Qareen</strong>, um descendente de gênios nativos do plano de <strong>Wynna</strong>.</p>
<p>Mesmo ali, depois de tanto tempo ela ainda o ajudava a cumprir seu dever. A raça de sua forma alternativa era um sinal de <strong>Wynna</strong>, que agora também era parte de sua essência. Ele por si só <strong>exalava magia</strong>. E também <strong>exalava honra</strong>.</p>
<p>Adotou o nome de<strong> Hideoki Shirou</strong>, que em tamuriano arcaico quer dizer “<strong><em>Brilho Esplêndido da Pureza</em></strong>”, uma alusão a <strong>Lin-Wu</strong> e seu aspecto dracônico do <strong>Vácuo</strong>, simbolizando a união entre o positivo e o negativo, o <strong>Equilíbrio Eterno</strong>.</p>
<p>Assim, desbrava seu destino em busca de cumprir seu dever, honrando a seu <strong>Senhor</strong> decretando o equilíbrio em <strong>Arton</strong> e honrando também à <strong>deusa da Magia</strong>, expressando a ela aquela devoção e <strong>lealdade</strong> de um modo que ela <strong>nunca esperaria</strong> de um fiel, mas mesmo assim que tem um sabor tão agradável.</p>
<p>E é claro, trazendo a fúria ancestral de duas divindades sobre uma suposta organização secreta que <strong>ousou</strong> atravessar seu caminho.</p>
<p style="text-align: center"><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-Dragão.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-6583" src="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-Dragão.jpg" alt="" width="540" height="296" /></a></p>
<p style="text-align: center">
</blockquote>
<p>Créditos de Imagem:</p>
<p>01  <a href="http://garun.deviantart.com/">garun</a> ( http://bit.ly/PiysSp )<br />
02  <a href="http://peppercomics.deviantart.com/">PepperComics</a> ( http://bit.ly/RDFqxs )<br />
03  <a href="http://6nailbomb9.deviantart.com/">6nailbomb9</a> ( http://bit.ly/RNTXex )<br />
04  <a href="http://foowahu-etsy.deviantart.com/">foowahu-etsy</a> ( http://bit.ly/Piz0HZ )<br />
05  <a href="http://akyra.deviantart.com/">akyra</a> ( http://bit.ly/U4FaJS )<br />
06  <a href="http://yuumei.deviantart.com/">yuumei</a> ( http://bit.ly/OltXrJ )<br />
07  <a href="http://yuumei.deviantart.com/">yuumei</a> ( http://bit.ly/RDETLY )<br />
08  <a href="http://vampireprincess007.deviantart.com/">VampirePrincess007</a> ( http://bit.ly/RxvjQs )</p>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Os Biscoitos da Sorte Abençoados de Tamu-ra&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 21:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas Classes e adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Dragões]]></category>
		<category><![CDATA[TormentaRPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Que levante a mão aquele que nunca leu &#8220;Holy Avenger&#8220;, nunca pegou numa das antigas aventuras da Dragão Brasil falando sobre templos de homens-serpente, labirintos de guerreiros minotauros ou ameaças de exércitos globinóides e ainda aquele que nunca sonhou empunhar Rhumnam, a sagrada espada do avatar do deus da Justiça&#8230; Ok, agora abaixe a mão&#8230; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Lin-Wu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6582" src="/wp-content/uploads/2012/09/Lin-Wu.jpg" alt="" width="600" height="395" /></a></p>
<p>Que levante a mão aquele que nunca leu &#8220;<strong><em>Holy Avenger</em></strong>&#8220;, nunca pegou numa das antigas aventuras da <strong><em>Dragão Brasil</em></strong> falando sobre templos de homens-serpente, labirintos de guerreiros minotauros ou ameaças de exércitos globinóides e ainda aquele que nunca sonhou empunhar <strong><em>Rhumnam</em></strong>, a sagrada espada do avatar do deus da Justiça&#8230;</p>
<p>Ok, agora abaixe a mão&#8230; Você está atraindo a <em>vergonha</em> sobre si&#8230;</p>
<p>Brincadeiras a parte, você gostando ou não, não pode negar a importância do famoso cenário de campanha<em> Tormenta</em> para o <strong>RPG</strong> no brasil.</p>
<p>Como pude compartilhar no meu primeiro post no blog (<em>que por sinal já pede uma parte 2)</em>, meu primeiro contato com o <strong>RPG</strong> foi em um livro-jogo, mas a compreensão do potencial desta coisa maravilhosa só veio mesmo com a <strong>DB 50</strong>.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Tormenta.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6587" src="/wp-content/uploads/2012/09/Tormenta.jpg" alt="" width="241" height="400" /></a></p>
<p>Eis que recentemente em um súbito ataque de oportunidade, a paixão por este cenário voltou com tudo, e estou amando as novidades do <em>TormentaRPG</em>.</p>
<p>Chorei, chorei e consegui que meu querido mestre <strong>Antunes</strong> (<em>@Old_Paladin)</em> iniciasse uma campanha no cenário, e consegui ainda que eu pudesse testar um antigo sonho: Jogar com um <strong>Dragão</strong>!</p>
<p>Calma, peraí, não começarei com todos os poderes, mas evoluirei aos poucos, conforme avanço de nível. Um trabalho primoroso de criação de um talentoso <strong>RPG</strong>ista, confira:</p>
<p>Fórum Jambô: <a href="http://www.jamboeditora.com.br/forum/viewtopic.php?t=6071&amp;postdays=0&amp;postorder=asc&amp;start=0" target="_blank">Raça/Classe Krestlar para TormentaRPG</a></p>
<p>Encontrei este excelente material enquanto fuçava no fórum da <em>Jambô</em>, e deixo aqui para vocês o background de <strong><em>Hideaki Shirou</em></strong> (<em>significado: Brilho Esplêndido da Pureza</em>), um dragão do vácuo tamuriano que vivia a eternidade em<em> Sora</em> (plano celestial de<em> Lin-Wu</em>) mas veio a <strong>Arton</strong> por amor a seu <em><strong>Nobre Senhor Imperador Dragão</strong></em>.</p>
<p>O mestre adorou o background, então incentivado por ele, está aí a lenda da origem dos &#8220;<strong><em>Biscoitos da Sorte Abençoados de Tamu-ra</em></strong>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>- Papai, você trouxe, você trouxe?<br />
-Sim, meu pequeno guerreiro&#8230; Assim como você sempre deseja, eu trouxe&#8230;<br />
-Obaaa!  Obaaa!  Papai, esta é a melhor parte do meu dia, quando o senhor volta de suas obrigações&#8230;<br />
- Fico feliz em ouvir isso&#8230; E mais feliz ainda pelo fato de você gostar tanto <strong>especialmente</strong> <strong>disto</strong>. Diga-me, já lhe contei a lenda sobre a origem dos famosos &#8220;Biscoitos da Sorte Abençoados de Tamu-ra&#8221;?</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>O clima estava ameno ali. Sempre era naquela época do ano. E as pétalas rosadas das flores brilhantes dançavam ao vento. Elas sempre dançam nesta época do ano.<br />
<strong>Sora</strong>, o <em><strong>Plano Divino do Imperador Dragão Lin-Wu</strong></em> era o espelho perfeito de sua divindade: <strong>Beleza</strong>, <strong>Perfeição</strong> e <strong>Equilíbrio</strong>.</p>
<p>Mas aquele não era um dia comum, ao menos para <strong>um</strong> de seus habitantes. Seu nome fora perdido no tempo por aqueles que poderiam lembrar, e às vezes até mesmo entre alguns dos habitantes da <strong>Fortaleza Takayama</strong>, um colossal palácio onde seu topo investia contra as nuvens e singrava o céu.<br />
Ele vivia, assim como os outros habitantes, simplesmente para servir ao <strong>Imperador Dragão</strong> e não era uma criatura comum, mas sim um imponente e poderoso <strong>Dragão do Vácuo</strong>, a semelhança de seu próprio mestre.</p>
<p>No entanto, seu status não era tão alto quanto poderia ser, e na verdade isto não importava muito, tanto para ele quanto para qualquer outro, pois servir ao <strong>Senhor</strong> era a única coisa que era importante. E no fim, mesmo nas mais baixas castas, mesmo a espera durando milhares de anos, chegaria o dia que um dos servos poderia realizar a <strong>cerimônia do chá</strong> frente ao próprio <strong>Lin-Wu</strong>. Apesar das noções de tempo e espaço serem totalmente diferentes do plano material, de tempos em tempos <strong>Lin-Wu</strong> separava um leal servo e passaria uma tarde agradável em sua companhia, e o serviria em respeito e reconhecimento a seu valor.</p>
<p>E aquele era o dia <strong><em>dele</em></strong>, e ele se aprontou o melhor que pôde, e quando foi convocado à presença do <strong>Imperador</strong>, pôs-se a contemplá-lo com todo o seu poder, beleza, honra e perfeição.<br />
Mas uma coisa especial estava reservada para aquele dia. Nada escapa aos aguçados sentidos de uma divindade, e exatamente naquele momento, em paralelo à cerimônia do chá com seu servo, <strong>Lin-Wu</strong> percebeu que algo importante demais estava acontecendo.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Cultura.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6590" src="/wp-content/uploads/2012/09/Cultura.jpg" alt="" width="274" height="400" /></a></p>
<p>Longe dali, em <strong>Arton</strong> uma comitiva chegava a seu destino, após muitos e muitos quilômetros de viagem.<br />
<em>Alec Danaghar</em>, <em>Embaixador Real d’O Reinado</em> chegava com a primeira comitiva (<em>mais parecendo uma missão</em>) à ilha de <strong>Tamu-ra</strong>. Era o primeiro contato com aqueles estranhos humanos que viviam na outra parte do continente.<br />
<strong>Lin-Wu</strong> sabia e compreendia a importância daquele momento, e subitamente então, todos os seus servos celestiais também sabiam, porque ele quis assim. Foi ali que seu servo, a sua frente, soube que possivelmente sempre estaria na memória de seu Senhor, por motivo de estar presente em um momento tão importante.</p>
<p>Mas inesperadamente uma coisa aconteceu. <strong>Alec Danaghar</strong> se apaixonou. Apaixonou-se por <strong>Tamu-ra</strong>, sua cultura, seus costumes, seu povo, seu <strong>deus</strong>. Passou ali três semanas inteiras tecendo seus relatórios para seu rei, e neles, descreveu-os com tanta admiração e paixão que tocou até mesmo o próprio<strong> Imperador Dragão Lin-Wu</strong>.</p>
<p>Rapidamente era à tarde anterior ao dia da partida de <strong>Alec</strong>, mas em <strong>Sora</strong>, servo e senhor ainda contemplavam tal amor e admiração. E <strong>tristeza</strong>.</p>
<p>Alec não queria ir embora, e havia também contagiado seus conterrâneos. O <strong>Imperador de Jade de Tamu-ra</strong> também percebeu a aflição no rosto daquele <strong>gaijin</strong> que aprendeu a respeitar. E então, do fundo de seu coração, agradeceu a <strong>Lin-Wu</strong> por existir <em>Honra</em>, <em>Amor</em> e <em>Devoção</em> nas terras além mar.</p>
<p>O servo celestial olhou para seu <strong>Imperador Dragão</strong>. E então contemplou <strong>Arton</strong> novamente naquela que era a última noite em conjunto de pessoas que aprenderam a se respeitar e a se honrar.<strong> Tomou uma decisão</strong>.</p>
<p>O leal <strong>Dragão do Vácuo</strong> pediu a seu <strong>Senhor Dragão</strong> que de alguma maneira o permitisse servir a ele proporcionando ao jovem <strong>Alec</strong> a percepção verdadeira de que mesmo fora de<strong> Tamu-ra</strong> aquele povo, todo o seu modo de vida e o próprio<strong> Lin-Wu</strong> ainda estariam com ele.</p>
<p>Tal pedido agradou <strong>Lin-Wu</strong>. Agradou de tal forma que mesmo sabendo que não possuía poder fora de <strong>Tamu-ra</strong>, foi até o reino de <strong>Wynna</strong>, a deusa da magia e com ela forjou um trato, onde através de seu poder, permitiria de alguma forma manter sua proteção a <strong>Alec</strong>.</p>
<p><strong>Wynna</strong> por sua vez, analisou a situação e se compadeceu, e viu ali uma boa oportunidade de criar algo <strong>inteiramente novo</strong> através da <strong>Magia</strong>, e mesmo sabendo que não poderia ir contra este <strong>impulso criativo</strong> que a tomava por completo e a definia (<em>o que por conseqüência denotava que Lin-Wu a estava manipulando em favor próprio</em>) testou o servo do <strong>Imperador Dragão</strong>.</p>
<p>Disse a ele que poderia sim proporcionar tal acontecimento, se ele estivesse disposto a abdicar de tudo, em favor de servir ao seu <strong>Senhor</strong>, pois ela deveria usar no processo toda a centelha celestial de vida que residia nele.</p>
<p>Prontamente, o servo ajoelhou-se, e com rosto em terra, <strong>entregou-se</strong> ao seu destino, <strong>fosse ele qual fosse</strong>.</p>
<p>Ele mesmo não viu, mas a sempre alegre e exuberante <strong>Wynna</strong> olhou para <strong>Lin-Wu</strong> com uma solitária e teimosa lágrima em seu rosto inesquecível, emocionada frente a tanta <strong>fé</strong> e <strong>dedicação</strong>, sabendo que dificilmente receberia tal lealdade da maioria de seus adoradores (<em>ela mesma uma caótica divindade</em>).</p>
<p>Ajoelhado ali, ele ouviu a sentença definitiva de seu futuro:</p>
<p><strong><em>- Por tua Honra e Lealdade, servirás ao teu propósito entre os mortais, e serás tu mesmo um mortal. Mas pelo amor que demonstrou, terás em ti a capacidade de retornar ao teu status atual, liberando em ti a herança maior do poderoso Lin-Wu, assim como meu supremo dom, a prodigiosa Magia.</em></strong></p>
<p><strong>- Serás daqui por diante e para sempre guardião da família Danaghar, sua descendência e posteridade. Encerrarás em ti eternamente as bênçãos de Lin-Wu e o reconhecimento de Wynna.</strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Medalhão.jpg"><img class="alignright  wp-image-6593" src="/wp-content/uploads/2012/09/Medalhão.jpg" alt="" width="372" height="268" /></a></p>
<p>De repente tudo escureceu, e de alguma forma o servo fiel sabia que não possuía mais seu serpenteante corpo, patas ou até mesmo suas presas. Era em si mesmo<strong> só consciência</strong>, mas em si carregava as sementes de duas divindades.</p>
<p>Contemplou-se caindo eternamente por nuvens douradas de um avançado entardecer tamuriano, viu os fogos das festividades, e as luzes das casas, e contemplou um grande palácio, e então atravessou telhados e paredes, e móveis e pessoas, e caiu&#8230;   Em uma mesa de cozinha, cheia de massas de bolos e biscoitos.</p>
<p>Naquela noite, o imperador tamuriano fez um respeitável discurso, ausente de emoção como um bom tamuriano, mas assim mesmo inflado de admiração. Todos sentiram o clima de amizade verdadeira enquanto ele declarava abertas as portas para novas comitivas, e declarava também missões diplomáticas e acordos futuros a serem feitos com Deheon.</p>
<p>Como sinal de uma derradeira honra, ordenou que trouxessem os alimentos, e que <strong>Alec Danaghar</strong> fosse o primeiro a ser servido, o que por si só já seria uma quebra incomum do protocolo tamuriano.</p>
<p><strong>Alec</strong> sabia que não conseguiria se alimentar, mas decidiu que seria ruim se não o fizesse. Hesitantemente declarou a todos que gostaria de nunca partir, mas havia sua família para rever e seus deveres para cumprir, mas gostaria que pudesse levar consigo um pedaço de <strong>Tamu-ra</strong>.</p>
<p>Olhou para a mesa e o formato encravado na superfície de um biscoito chamou sua atenção. Nele, estava incrustada uma forma de dragão prateada semelhante ao seu recém descoberto <strong>Lin-Wu</strong>, e nenhum outro biscoito possuía aquele entalhe.</p>
<p>Ao pegá-lo, quebrou um pedaço e descobriu que aquele entalhe na verdade era um medalhão com as seguintes palavras entalhadas no seu verso: “<strong>Todas as Proteções ao que é Honrado</strong>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ninguém</strong> havia colocado aquele medalhão ali. Pois tentaram em vão por horas descobrir sua origem. O caso se tornou famoso, pois o imperador deu aquele medalhão de prata de presente para o <strong>gaijin</strong>, e declarou que agora, inegavelmente uma parte de <strong>Tamu-ra</strong> iria acompanhá-lo.</p>
<p>No dia seguinte, um sacerdote abençoou a partida da missão diplomática e contou a <strong>Alec</strong> que sonhou que aquele amuleto possuía a <strong>força de Lin-Wu</strong>, e que quando precisasse de proteção, orasse com fervor olhando em direção a ele que assim <strong>seria respondido</strong>.</p>
<p>Com o passar do tempo, os biscoitos se tornaram uma <strong>tradição</strong>, e as palavras entalhadas se tornaram pequenos bilhetes colocados em seu interior.</p>
<p>Mas em qualquer lugar que alguém comesse um “<strong>Biscoito da Sorte Abençoado</strong>”, saberia que <strong>Lin-Wu</strong> está sempre disposto a reconhecer a honra de qualquer um que a possua.</p>
<p style="text-align: center"><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Samurai.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-6597" src="/wp-content/uploads/2012/09/Samurai.jpg" alt="" width="630" height="289" /></a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alec Danaghar</strong> se tornou o primeiro devoto de <strong>Lin-Wu</strong> fora de <strong>Tamu-ra</strong>, e com o passar do tempo seu fervor se espalhou por sua família. Os acordos com <strong>Tamu-ra</strong> foram estabelecidos e fortalecidos, e depois de anos, uma pequena comunidade se estabeleceu dentro do <strong>Reinado</strong>, mais especificamente em <strong>Valkaria</strong>.</p>
<p>O próprio <strong>Alec</strong> nunca voltou a <strong>Tamu-ra</strong>, mas aquele item de inestimável valor sentimental e religioso sempre ocupou posição de destaque em sua família, e admiração de seus vizinhos, amigos e familiares. Ao passar dos anos, <strong>Lin-Wu</strong> começou a ser venerado também em <strong>Deheon</strong> (<em>mesmo que pouco influente</em>) e a família <strong>Danaghar</strong> se tornou próspera e poderosa dentro da aristocracia do reinado.</p>
<p>Todos os <strong>Danaghar</strong> sabiam que o medalhão “<em>sagrado</em>” de seu antepassado não era um item mundano e comum, mas ninguém sabia realmente o que ele fazia. Até recentemente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alethus Danaghar</strong> é o atual patriarca, e segue fielmente o código de conduta da família, que é por conseqüência <strong>os preceitos de Lin-Wu</strong>. Suas relações com <strong>Nitamu-ra</strong> são estreitas e fortes, e ele é um dos poucos que gozavam de relativa abertura nos momentos antes da libertação de <strong>Tamu-ra</strong> da área de <strong>Tormenta</strong> que lá havia, e agora ele possui ainda mais contatos.</p>
<p>O problema é que há três anos sua filha <strong>Eliana</strong> foi prometida a um duque de um reino vizinho, e viajou para se encontrar com seu futuro senhor e marido, para passar uma temporada com seus futuros familiares. No meio da viagem, desapareceu sem deixar rastros, deixando como pista apenas uma palavra escrita com sangue na empoeirada estrada de terra batida por um de seus muitos guardas moribundos: <strong>Enclave Herege</strong>.</p>
<p>Depois de dois anos lutando para descobrir o paradeiro de sua filha, com dor e sofrimento, gastando somas incontáveis de dinheiro com mercenários, investigadores e aventureiros, <strong>Alethus</strong> desistiu de acreditar que <strong>Eliana</strong> pudesse estar viva. Mas mesmo assim, queria <strong>vingança</strong>.</p>
<p>Uma noite, seu ex-futuro genro veio visitá-lo, como costumava fazer, para compartilhar de suas lamentações e saber as últimas notícias sobre sua amada desaparecida.<br />
Em uma conversa bem tardia frente à lareira em uma noite friorenta, ele contemplou o altar bem alto incrustado na parede onde residia o antigo amuleto sagrado da família <strong>Danaghar</strong>.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6600" src="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-1.jpg" alt="" width="217" height="400" /></a></p>
<p>Após uma breve explicação sobre sua origem, Alethus ia se retirando com lágrimas nos olhos quando subitamente ouviu as seguintes palavras saírem da boca de seu convidado:</p>
<p><em> - Não sei se você pode me ouvir&#8230; À bem da verdade, não o conheço muito bem. Mas se você está me ouvindo, ó <strong>Nobre Dragão de Tamu-ra</strong>, traga minha amada <strong>Eliana</strong> de volta, ou despeje <strong>desolação</strong> e <strong>destruição</strong> sobre seus algozes em nome de sua <strong>HONRA</strong> e em <strong>JUSTIÇA</strong>.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Um estrondo enorme se seguiu, e luzes brilhantes misturadas as mais densas trevas saltaram violentamente do medalhão, acompanhadas do mais alto e aterrorizante rugido que qualquer um naquela mansão jamais havia presenciado em seu mais perturbador pesadelo, mas ao invés de pavor e desespero, aqueles que ali residiam sentiram fulgir esperança e poder dentro de si.</p>
<p>Alethus pensou que talvez aquela figura serpenteante que trespassava aquele pequeno item e se tornava um dragão alongado e poderoso pudesse ser o próprio Lin-Wu, mas assim que terminou de sair seja lá de onde estivesse saindo, sua voz trovejante se identificou como “<strong>O</strong>” protetor dos <strong>Danaghar</strong>, servo fiel do <strong>Imperador Dragão Lin-Wu</strong>, e responsável eternamente por descobrir o paradeiro de <strong>Eliana Danaghar</strong>.</p>
<p>Contou a eles que há séculos estava encerrado dentro do medalhão, e repousava adormecido enquanto sua existência ali irradiava <strong>Sorte</strong> (<em>Wynna</em>) e <strong>Proteção</strong> (<em>Lin-Wu</em>) para os <strong>Danaghar</strong> enquanto fossem <strong>fiéis</strong> aos preceitos de <strong>Lin-Wu</strong>.</p>
<p>Estava adormecido até o momento do sequestro, dois anos antes, quando despertou e <strong>não pôde</strong> cumprir seu dever, pois era necessário assim como foi dito a <strong>Alec Danaghar</strong> que “<em>quando algum Danaghar estivesse em necessidade de proteção ou auxílio, alguém orasse com fervor olhando em direção ao amuleto que assim seria respondido&#8230;</em>”</p>
<p>Agora ele estava <em>livre</em>, e iria seguir seu destino: <strong>Cumprir seu dever</strong>.<br />
Recusou terminantemente o auxílio de <strong>Alethus</strong> e do jovem prometido de <strong>Eliana</strong>, e mesmo enfraquecido partiu em busca de informações sobre o<strong> Enclave Herege</strong>.</p>
<p>Passou o último ano em sua busca, e no início estava apenas em sua forma dracônica, mas muito enfraquecido e diminuto. Foi perseguido, tratado com espanto e admiração, e alguns magos estudiosos até o consideraram um raro espécime a ser estudado.</p>
<p>Evoluiu, adquiriu poder, se tornou influente e aprendeu que o mundo mudou nestes séculos. Descobriu coisas sobre sua raça, que era agora um <strong>Krestlar</strong>, uma raça dracônica que nascia muito mais fraca que os dragões normais, mas poderia evoluir muito mais rápido que seus iguais. Por isso, agradeceu a <strong>Wynna</strong>, de coração. Com o passar do tempo, começou a fazer muito isso. Tanto que passou um bom tempo tentando reunir informações em templos da deusa pelo <strong>Reinado</strong>, tendo contato com seus clérigos.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-2.jpg"><img class="alignright  wp-image-6607" src="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-2.jpg" alt="" width="284" height="360" /></a></p>
<p><strong>Lin-Wu</strong> é seu <em>Eterno Senhor</em>, mas ele não poderia servi-lo fielmente da forma que queria se não fosse <strong>Wynna</strong>. Ela acabou proporcionando que a fé de <strong>Lin-Wu</strong> se espalhasse de <strong>Tamu-ra</strong> até <strong>Deheon</strong> e por todo <strong>Arton</strong>.</p>
<p>Possivelmente por causa disto que o <strong>Imperador Takametsu</strong> pôde transferir uma parte da corte real e alguns sobreviventes de <strong>Tamu-ra</strong> para o que depois veio a ser <strong>Nitamu-ra</strong> quando a <strong>Tormenta</strong> atacou.</p>
<p>E <strong>ele</strong> foi à ferramenta para que a fé se espalhasse.</p>
<p>Entendeu que servi-la não iria interferir sua adoração pelo seu <strong>Daymio Celestial</strong>, e se tornou também devoto dela. Depois de um tempo e algumas aventuras, adquiriu poder para se metamorfosear em uma criatura menos chamativa, e descobriu que a sua forma alternativa era um <strong>Qareen</strong>, um descendente de gênios nativos do plano de <strong>Wynna</strong>.</p>
<p>Mesmo ali, depois de tanto tempo ela ainda o ajudava a cumprir seu dever. A raça de sua forma alternativa era um sinal de <strong>Wynna</strong>, que agora também era parte de sua essência. Ele por si só <strong>exalava magia</strong>. E também <strong>exalava honra</strong>.</p>
<p>Adotou o nome de<strong> Hideoki Shirou</strong>, que em tamuriano arcaico quer dizer “<strong><em>Brilho Esplêndido da Pureza</em></strong>”, uma alusão a <strong>Lin-Wu</strong> e seu aspecto dracônico do <strong>Vácuo</strong>, simbolizando a união entre o positivo e o negativo, o <strong>Equilíbrio Eterno</strong>.</p>
<p>Assim, desbrava seu destino em busca de cumprir seu dever, honrando a seu <strong>Senhor</strong> decretando o equilíbrio em <strong>Arton</strong> e honrando também à <strong>deusa da Magia</strong>, expressando a ela aquela devoção e <strong>lealdade</strong> de um modo que ela <strong>nunca esperaria</strong> de um fiel, mas mesmo assim que tem um sabor tão agradável.</p>
<p>E é claro, trazendo a fúria ancestral de duas divindades sobre uma suposta organização secreta que <strong>ousou</strong> atravessar seu caminho.</p>
<p style="text-align: center"><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-Dragão.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-6583" src="/wp-content/uploads/2012/09/Hideaki-Shirou-Dragão.jpg" alt="" width="540" height="296" /></a></p>
<p style="text-align: center">
</blockquote>
<p>Créditos de Imagem:</p>
<p>01  <a href="http://garun.deviantart.com/">garun</a> ( http://bit.ly/PiysSp )<br />
02  <a href="http://peppercomics.deviantart.com/">PepperComics</a> ( http://bit.ly/RDFqxs )<br />
03  <a href="http://6nailbomb9.deviantart.com/">6nailbomb9</a> ( http://bit.ly/RNTXex )<br />
04  <a href="http://foowahu-etsy.deviantart.com/">foowahu-etsy</a> ( http://bit.ly/Piz0HZ )<br />
05  <a href="http://akyra.deviantart.com/">akyra</a> ( http://bit.ly/U4FaJS )<br />
06  <a href="http://yuumei.deviantart.com/">yuumei</a> ( http://bit.ly/OltXrJ )<br />
07  <a href="http://yuumei.deviantart.com/">yuumei</a> ( http://bit.ly/RDETLY )<br />
08  <a href="http://vampireprincess007.deviantart.com/">VampirePrincess007</a> ( http://bit.ly/RxvjQs )</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mutantes e Malfeitores: Advent Rain (Parte 3)</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/09/03/mutantes-e-malfeitores-advent-rain-parte-3/</link>
		<comments>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/09/03/mutantes-e-malfeitores-advent-rain-parte-3/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 22:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Regras caseiras]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mecha & Mangá]]></category>
		<category><![CDATA[Mutantes & Malfeitores]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem amigos, assim como eu declarei nesta postagem, estarei continuando a descrever minha iniciativa em montar um cenário Sci-Fi de Alta Tecnologia, com foco militar, e tendo como base as amadas séries de Anime japonesas de MECHAS, tais como GUNDAM e MACROSS. Utilizarei o sistema de RPG Mutantes &#38; Malfeitores e seu módulo Mecha &#38; Mangá [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Abertura.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6402" src="/wp-content/uploads/2012/09/Abertura.jpg" alt="" width="700" height="455" /></a></p>
<p>Bem amigos, assim como eu declarei nesta <a href="http://bit.ly/JfwbzY" target="_blank">postagem</a>, estarei continuando a descrever minha iniciativa em montar um cenário <em>Sci-Fi</em> de <em>Alta Tecnologia</em>, com foco militar, e tendo como base as amadas séries de <em>Anime</em> japonesas de <strong>MECHAS</strong>, tais como <strong>GUNDAM</strong> e <strong>MACROSS</strong>.</p>
<p>Utilizarei o sistema de <strong>RPG</strong> <em>Mutantes &amp; Malfeitores</em> e seu módulo <em>Mecha &amp; Mangá</em> como base para as regras, e o motivo é explicado na postagem do link acima.</p>
<p><em>Lembrando que você pode se apropriar das idéias e conceitos abordados aqui e até modificá-los, se quiser utilizá-los em sua mesa de jogo. <strong>Caso queira reproduzir este material, por favor dê os devidos créditos e insira um link para a postagem original.</strong></em></p>
<p>Links Relevantes:<br />
Advent Rain (Parte 1)  <a href="http://bit.ly/LJiGdM" target="_blank">Clique Aqui<br />
</a>Advent Rain (Parte 2)  <a href="/2012/08/13/mm-advent-rain-parte-2/" target="_blank">Clique Aqui</a></p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Bem pessoal este é o terceiro e último post de ambientação do cenário <strong>Advent Rain</strong>.</p>
<p>Nestas três postagens se encontram materiais descritivos que são os pilares fundamentais do cenário e de onde por si só já poderíamos extrair grandes quantidades de idéias, ganchos e histórias interessantes mas eu não pararei por aqui.</p>
<p>Nos próximos posts descreverei a situação <em>Geopolítica</em> do mundo em <strong>200 AA </strong>(definido como início das aventuras dos jogadores, mas você mestre pode escolher qual era jogar, baseando-se nas informações dos posts de ambientação), assim como diversos exércitos, organizações, e também muitas fichas de diversos tipos de veículos de combate, personagens importantes (ou não) e é claro muitos <strong>MECHA</strong>s.</p>
<p>Trarei também missões e tramas para enriquecer o enredo de sua aventura, no melhor estilo <em>Anime</em>!</p>
<p>Aproveite a terceira parte e envie-me suas idéias nos comentários!</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Nunca foi segredo para ninguém que o homem é uma criatura em toda a sua totalidade formada por insatisfação. Com seus recursos, com suas propriedades, com seus relacionamentos, enfim, com sua vida.&#8221;</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/A.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6412" src="/wp-content/uploads/2012/09/A.jpg" alt="" width="350" height="400" /></a><strong>Terror</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A própria existência humana, segundo os estudiosos só pôde chegar aonde chegou por causa deste sentimento inevitável e incombatível de <em>extrapolar seus limites</em> e alcançar as mais altas capacidades de <em>ser maior e melhor</em>.</p>
<p>Mas isso não diminui a responsabilidade dos caminhos que trilhamos, das escolhas que tomamos e principalmente não nos impede de nos sentirmos horrorizados com <em>o ponto em que o ser humano pode chegar para crescer</em>.</p>
<p>E foi assim que o mundo viu aquela forma <em>grotesca</em> e <em>antinatural</em> sair do mar em uma praia brasileira em <strong>10 de Fevereiro de 178 AA</strong>, com horror.</p>
<p>Era um dia comum, e ensolarado na <em>Praia de Copacabana/Rio de Janeiro</em>, capital do<strong><em> Estado Maior Soberano do Brasil</em></strong> ( formado pelas antigas nações de Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina, Bolívia, Guianas, Venezuela e Colômbia, hoje liderados por uma <em>Junta Especial Militar</em>).</p>
<p>Pessoas se banhavam nas agradáveis águas de uma das mais famosas praias do mundo, quando do meio das ondas surgiu uma figura humanóide. Antes da visão, veio o terror instintivo em todas as mentes ao escutar o urro brutalmente ininteligível que aquela criatura soltou.</p>
<p>As pessoas na praia não sabiam, mas era o primeiro contato daquela criatura com o Sol, a verdadeira atmosfera, e conseqüentemente nossa realidade. Mesmo se soubessem, isso não faria nenhuma diferença.</p>
<p>Com o visual de uma mulher aparentemente jovem e completamente nua, mas com uma espécie de capacete que parecia estar incrustado em sua cabeça cobrindo-a do nariz pra cima, poderia até ser alvo de alguma preocupação ou atitude de ajuda, mas eram os cabos serpenteantes que pendiam de diversas partes de seu corpo e pareciam estar vivos que disparavam os sentimentos de perigo nas mentes dos inicialmente estáticos observadores.</p>
<p>Seu corpo lacerado em diversas partes por quaisquer coisas cortantes, expulsava rios de alguma coisa que com certeza não era sangue, muito menos naturalmente humano.</p>
<p>Como uma medusa assustada e em eterna agonia, aquela figura distorcida avançou vagarosamente em direção a praia, passos hesitantes após passos hesitantes, contorcendo-se e impregnando o ar com seus gritos.</p>
<p><em>Caos. Correria. Terror.</em><br />
Pessoas foram pisoteadas, crianças se perderam, e com desespero e selvageria, as pessoas fugiram (ou tentavam) daquele lugar onde não haviam respostas, <em>somente perguntas</em>.</p>
<p>Então o mundo ruiu em sons estranhos, e todos os olhares se voltaram para o mar. Um cogumelo inacreditável em forma de onda subiu aos céus, revelando algumas luzes incandescentes que denunciavam uma explosão, e então destroços de algo submerso evidentemente destruído começaram a emergir do mar e chegar à praia.</p>
<p>As autoridades chegaram rapidamente e a criatura desapareceu, mas vídeos foram feitos, fotos foram tiradas e mentes não puderam ser apagadas e em minutos todo o mundo sabia que algo importante havia acontecido. E então a <strong>Terceira Cortina</strong> se abriu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/B.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6407" src="/wp-content/uploads/2012/09/B.jpg" alt="" width="351" height="400" /></a></p>
<p><strong>A Terceira Cortina de Segredos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não bastasse a <em>chuva esverdeada</em>, não bastasse a considerável parte da população mundial perdida neste cruel evento, assim como as guerras infinitas que ceifaram mais um número incontável de vidas, a humanidade ainda decide estuprar e deturpar a si mesma.</p>
<p>Aquele ser era uma experiência científica de objetivo ainda indeterminado (<em>ou não revelado</em>). Não importa o objetivo, aquilo era errado.</p>
<p>Com o advento da <strong>Tecnologia Verde</strong> e os incontáveis avanços adquiridos, apenas uma barreira significativa existia para separar o homem de seu próximo estágio social, militar e evolutivo: <strong>Seu próprio corpo</strong>.</p>
<p>Aqueles que avançaram nas tentativas de dominar uma nova e satisfatória forma de tecnologia encontraram no corpo humano a principal variável restritiva. Seja para avanços espaciais ou o total aproveitamento de determinados armamentos como <strong>MECHAS</strong> mais avançados, o corpo humano simplesmente não agüentava os extremos estresses físicos e mentais a que eram submetidos.</p>
<p>Isso foi se modificando com o tempo e as fronteiras expandidas da vanguarda de pesquisas tecnológicas implicavam na morte das cobaias.</p>
<p>O avanço no campo da<strong> Manipulação Genética</strong> era mais uma vez necessário, e a <strong>Biotecnologia</strong> começou a ser uma importante área de investimento para as nações com capacidades para tal, mas isso não significava que o mundo aceitaria tal verdade facilmente.</p>
<p>Preços altos demais haviam sido pagos, e a massa populacional que por um lado era passivamente manipulada, por outro havia adquirido um senso de autoproteção contra qualquer coisa que supostamente colocasse em perigo a existência direta da humanidade.</p>
<p>Manipular ou assumir o papel de agente criador de vida significava a presença deste risco, pois ninguém poderia precisar que impacto isto traria para a sociedade mundial.</p>
<p>Obviamente isso não impediu os onipotentes governos mundiais de manter suas bases secretas a fim de alcançar mais poder e por todo o mundo experimentos secretos visando conceder habilidades e capacidades excepcionais a seres humanos se espalharam.</p>
<p>Após o evento de <strong>10 de Fevereiro de 178 AA</strong>, todos descobriram que muitas curas de doenças e avanços na medicina vieram destas pesquisas e que em sua maioria, os melhores pilotos dos mais avançados <strong>MECHAS</strong> (os assim chamados &#8220;<em>Piloto Ás</em>&#8220;, os melhores dentre os melhores) eram pessoas modificadas geneticamente ou criadas em laboratório para agüentar as exigências de sistemas de informação com infinitas variáveis e a força física para operar equipamentos de monstruoso poder bélico e complexidade semi-infinita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/D.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6415" src="/wp-content/uploads/2012/09/D.jpg" alt="" width="413" height="400" /></a></p>
<p><strong><em>Evolução</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a queda dos meteoros, os cientistas descobriram que algumas informações sobre formas de vida em estágio primitivo e totalmente diferente de tudo conhecido até aquele momento viajaram até nosso planeta.</p>
<p>Além de diversas e em quantidades significativas, a maioria destas formas de vida estando incrustadas ou não nos projéteis, reagiam e interagiam com as emanações energéticas destas rochas.</p>
<p>Por todos estes anos desde a queda dos meteoros, aliando a nova tecnologia com pesquisas biológicas, algumas nações descobriram novas e importantes informações tanto sobre estas formas de vida que vieram do espaço quanto sobre nós mesmos. E usaram isso a seu favor.</p>
<p>A problemática inicialmente veio á tona com a evolução das armas de guerra conhecidas como<strong> MECHAS</strong>, onde a tecnologia necessária para aperfeiçoar tais colossos de guerra se tornou cada vez mais intrincada, mas o corpo humano não evoluía em igual velocidade.</p>
<p>A interação necessária entre homem e máquina simplesmente não era possível para os níveis tão altamente necessários.</p>
<p>Foi assim que nos primórdios da nova era que se estabelecia, um cientista elaborou uma teoria que aliava estudos de diversas escolas científicas diferentes e destrancou uma porta para o subconsciente da humanidade.</p>
<p>Sua teoria determinava ser possível transferir diversas tarefas antes delegadas a computadores e que exigiam tempo de resposta acelerado do fator humano diretamente para o subconsciente do indivíduo, onde este faria tais cálculos e configurações e iria interagir em tempo real com o software, gerando uma ligação nunca antes possível entre homem e máquina, através de ligações neurais modificadas com <strong>Tecnologia Verde</strong>.</p>
<p>Esta teoria transformava o subconsciente humano em um computador paralelo, rodando diversas informações em segundo plano, e com uma conexão em tempo real.</p>
<p>Isso seria um avanço absurdo, não fosse o caso do corpo humano simplesmente não agüentar este elo por motivos pura e simplesmente metabólicos. A problemática era definida pelo complexo e ainda indecifrável código do corpo humano (<em>não apenas o DNA em todo o seu potencial, mas também segredos ainda não descobertos</em>), e da consciência, que apesar de toda tecnologia desenvolvida sofriam baques e instabilidades incríveis frente a qualquer tentativa de influência externa.</p>
<p>Algumas cobaias poderiam apresentar alta <strong>Taxa de Conversão</strong>, enquanto outros apresentariam níveis irrisórios, e isto está altamente vinculado a capacidades psicológicas, físicas e características especiais em seus <em>DNA&#8217;s</em>. Isso gerava necessidades de acompanhamento constante, e nada poderia determinar a assim chamada<strong> Taxa de Conversão</strong> antes de aplicados os testes ou modificações genéticas necessárias, ou até mesmo no ato de criação de bebês em laboratórios.</p>
<p>Esta revelação aterrorizou a sociedade humana quando veio à tona após a criatura que saiu do mar, pois poderiam apenas imaginar a quantidade de vidas criadas e descartadas quando se descobria que haviam falhado em seu único propósito de ter uma <strong>Taxa de Conversão</strong> satisfatória. Passando ainda deste processo, os excruciantes procedimentos de testes no decorrer de seu desenvolvimento poderiam matar o indivíduo ou afundá-lo na loucura, mas mesmo assim cientistas foram adiante envoltos na bandeira da evolução e do progresso científico.</p>
<p>Mas esta teoria foi apenas a porta que proporcionou a morte de milhões de cobaias não apenas para comprovação da mesma, mas também para todo tipo de avanço genético que poderia ser tentado.</p>
<p>Diversas variações desta teoria surgiram, sempre visando aperfeiçoar alguma característica humana, ou conceder habilidades que poderiam desequilibrar a balança de poder mundial (<em>em favor próprio, claro</em>), e principalmente proporcionar um impulso nos cronogramas da conquista espacial (<em>e por conseqüencia mundial, assim se acreditava</em>) por todos os envolvidos.</p>
<p>Quebrar os limites humanos não era apenas necessário, era uma agenda secreta mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/C.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6408" src="/wp-content/uploads/2012/09/C.jpg" alt="" width="700" height="510" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Hoje e Amanhã&#8230;</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a queda da <strong>Terceira Cortina de Segredos</strong>, especula-se que existam pouquíssimos humanos que a custo de severos danos corporais e psicológicos manifestam habilidades satisfatoriamente (<em>ou não</em>), habilidades estas que antes somente eram vistas em histórias em quadrinhos e nos filmes, e estes indivíduos são tidos como verdadeiras propriedades pelas nações e organizações que os criaram.</p>
<p>Por que estas pessoas podem fazer isso? Porque seus corpos adquiriram esta capacidade por emanar ou manipular <strong>Energia Verde</strong> de diversas formas impressas em seus <em>DNA&#8217;s</em> através de manipulação genética.</p>
<p>Pessoas assim não são vistas andando por aí, e existem muitos rumores sobre o que podem ou não fazer, mas a suposta verdade que percorre os bastidores das sociedades falam sobre assassinos capazes de se misturar em meio a multidões mudando de aparência, ou soldados capazes de disparar descargas mortais de energia através das mãos, operando sempre como tentáculos e ferramentas para interesse de algum poder maior atrás deles, ou as organizações envolvidas em suas criações.</p>
<p>Muito se diz, mas nada é comprovado, não existem imagens ou documentos e os únicos exemplares conhecidos destes espécimes são mesmo os pilotos de unidades especiais de <strong>MECHAS</strong> e outros tipos de armamentos especiais, onde não se pode negar que com tanto poder, somente com melhoramentos biológicos um ser humano (<em>se é que ainda pode ser chamado assim</em>) teria capacidade de operar.</p>
<p>As dificuldades limitaram a ação espacial do homem já que seu corpo não conseguiria cobrir grandes distâncias espaciais sem animação suspensa ou grande desperdício de tempo, mas a própria animação suspensa origina problemas fisiológicos consideráveis. Isto aliado ao fato de que cada <em>Nação/Organização</em> desenvolvia por si só e sem auxílio (<em>pelo menos auxílio ou aliança em que se poderia confiar</em>), a tecnologia espacial necessária, fez o homem direcionar sua cobiça e ambições para novos horizontes.</p>
<p>Rapidamente a humanidade se voltou para os outros 3/4 do próprio planeta Terra, sua diversidade de vidas e território, suas ainda escondidas reservas de materiais de meteóricos e posições estratégicas para atacar outras nações. O homem decidiu desbravar <em>O Mar</em>.</p>
<p>Novas guerras se estabeleceram, seja para assegurar ou para contestar territórios marítimos que antes eram considerados <em>&#8220;Águas Internacionais&#8221;</em>.</p>
<p>Novos avanços foram feitos, e não estranhamente estes esforços para dominar os oceanos (<em>seja sua porção emersa ou submersa</em>), poderiam em muito auxiliar no desenvolvimento de tecnologias espaciais específicas, então mais e mais recursos foram empregados nestes esforços. As batalhas mais ferozes sempre têm acontecido no entorno da <em>Linha do Equador</em> e suas posições estratégicas, mas na verdade não são exclusividades de nenhuma região em especial. Por todo o globo conflitos eclodiram (<em>e ainda eclodem</em>) e novos modelos de armas de destruição são lançados em direção a inimigos em nome do controle de algumas léguas marítimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje, no ano de <strong>200 AA</strong>, a humanidade continua sua escalada pelo <em><strong>Tempo</strong></em>, tentando alcançar o <em><strong>Espaço</strong></em>, utilizando de um de seus momentos mais críticos (<em>o Advent Rain</em>) para renascer e se reconstruir a seu bel prazer. Isso sem antes lutar, depredar e destruir a si mesma na figura de seus co-irmãos humanos, abdicando do respeito pela própria raça, supervalorizando ajuntamentos assim chamados &#8220;<em>Nações</em>&#8221; ou pensamentos denominados &#8220;<em>Ideais</em>&#8220;, estes que supostamente deveriam ser superiores aos &#8220;<em>Ideais</em>&#8221; de seus próximos.</p>
<p>A Terra se tornou um mundo de guerras, intrigas e filosofias, onde cada nação ou organização luta entre si, internamente e contra o tempo para conquistar poder e quebrar limites.</p>
<p>Os mares ainda não foram dominados, mas a próxima fronteira é o <strong><em>Espaço</em></strong>, onde o convidativo <strong><em>Cosmos Infinito</em></strong> se derrama e declara que aqueles que o conquistarem terão assegurados os seus direitos sobre os seus iguais.</p>
<p>Para aqueles à margem destes conflitos e sonhos de conquistas, resta à luta pela sobrevivência, ou serem obrigados ao alistamento como soldados nas guerras infinitas, presenciando a erosão cada vez mais iminente do homem pelo homem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Encerramento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6403" src="/wp-content/uploads/2012/09/Encerramento.jpg" alt="" width="700" height="312" /></a></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>Créditos de Imagem:</p>
<p>01  <a href="http://phade01.deviantart.com/">Phade01</a> ( http://bit.ly/OTq3Tu )<br />
02  * Não encontrado<br />
03  * Não encontrado<br />
04  <a href="http://kenbarthelmey.deviantart.com/">KENBARTHELMEY</a> ( http://bit.ly/PXcXrT )<br />
05  <a href="http://davidlimubai.deviantart.com/">davidlimubai</a> ( http://bit.ly/PXaxcP )<br />
06  <a href="http://tiger1313.deviantart.com/">tiger1313</a> ( http://bit.ly/SeLROs )</p>
<hr />
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]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As coisas mudam</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/08/20/as-coisas-mudam/</link>
		<comments>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/08/20/as-coisas-mudam/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 22:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofias e opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 4E]]></category>
		<category><![CDATA[Forgotten Realms]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Você pode espernear, falar mal, ignorar ou até mesmo estar cheio de esperanças, mas o fato é que se você é um RPGista de verdade, não está ignorante quanto ao fato de que uma nova versão do mais difundido sistema de RPG do mundo está para sair. Atualmente conhecido como D&#38;D Next, gera tantas controvérsias [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/Abertura2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6119" src="/wp-content/uploads/2012/08/Abertura2.jpg" alt="" width="700" height="438" /></a></p>
<p>Você pode espernear, falar mal, ignorar ou até mesmo estar cheio de esperanças, mas o fato é que se você é um RPGista de verdade, não está ignorante quanto ao fato de que uma nova versão do mais difundido sistema de <strong>RPG</strong> do mundo está para sair.</p>
<p>Atualmente conhecido como <em><strong>D&amp;D Next</strong></em>, gera tantas controvérsias e opiniões quanto sempre gerou, pois assim como no futebol, cada um se acha no direito de ter sua absoluta verdade sobre os rumos da criação desta versão. Alguns nem esperam os resultados e já massacram os &#8220;<em>playtests</em>&#8221; enquanto outros só esperam sair à versão definitiva para massacrar ainda mais apontando diversas &#8220;<em>falhas</em>&#8221; de mecânicas e escolhas dos desenvolvedores.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/31.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6121" src="/wp-content/uploads/2012/08/31.jpg" alt="" width="198" height="300" /></a></p>
<p>Dentro de tudo isso, meu foco não serão os &#8220;<em>Haters</em>&#8221; em si, mas uma particularidade que observei nestes últimos dias. Os &#8220;<em>Haters</em>&#8221; de cenários.</p>
<p>Tanto no<em> Twitter</em> quanto em blogs, tenho visto há um tempo algumas críticas que são lançadas quanto às versões de cenários. Com o anúncio de um &#8220;<em>reboot</em>&#8221; do cenário &#8220;<strong><em>Forgotten Realms</em></strong>&#8221; na <strong>GenCon</strong> deste ano, muitos divulgaram suas opiniões depreciativas sobre as últimas modificações realizadas no mundo de <strong><em>Toril</em></strong>.</p>
<p>Isso me pôs a pensar, a olhar em volta e a me perguntar: porquê será que as pessoas são tão resistentes a mudanças?<br />
Será que a zona de conforto é algo tão forte que nosso primeiro e natural instinto <em>TEM DE SER</em> repudiar?</p>
<p>Você pode estar pensando &#8220;<em>ah Natan, mas cada um pode ter sua opinião&#8230;</em>&#8220;, e eu sinceramente concordo plenamente com isso, mas pense comigo&#8230;</p>
<p>Se uma pessoa pode simplesmente<strong> ESCOLHER</strong> em qual época jogar, ou seja, pegar o livro mais antigo e situar suas aventuras ali, ou até mesmo como os próprios <em>Game Designers</em> dizem nos livros atuais, que ali contém material para esta escolha, pois adicionaram uma linha do tempo, porquê as pessoas fazem tanto estardalhaço?</p>
<p>Cheguei a uma conclusão de que as pessoas gostam de se sentir seguras, dominar as circunstâncias, por isso todas as mudanças são inicialmente combatidas.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6122" src="/wp-content/uploads/2012/08/21.jpg" alt="" width="300" height="173" /></a></p>
<p>Sou suspeito para falar de <strong><em>Forgotten Realms</em></strong>, pois sempre amei o cenário. Lembro da primeira vez que cheguei à <strong>Metrópolis dos Games</strong> no bairro <strong>Taquara/RJ</strong>, e dezenas de cadeiras estavam lotadas de <strong>RPG</strong>istas, e então um mais velho abriu o mapa de <em><strong>Toril</strong></em>&#8230;</p>
<p>Me apaixonei naquele momento. Dali em diante, aquele mapa colorido de forma a parecer um pouco antigo, com relevo, diversas regiões, legendas perfeitas e muito a explorar realmente mexeu com minha cabeça.</p>
<p><em><strong>Forgotten Realms</strong></em> é meu cenário favorito, e não estou errado em dizer, um ícone do <em><strong>D&amp;D</strong></em>.</p>
<p>Aqueles que quiserem, taquem as primeiras (e as últimas) pedras, mas eu gostei da evolução de <strong><em>Forgotten Realms</em></strong> (comprei os dois livros da 4e, li os dois inteiros e mestrarei no cenário) porque entendo que tudo tem de mudar. <strong>Evoluir</strong>. A vida é assim, o <em>Chronos</em> (<em>Tempo</em>) na qual estamos inseridos só corre para frente, então porque não nos nossos amados cenários de<strong> RPG</strong>?</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/41.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6123" src="/wp-content/uploads/2012/08/41.jpg" alt="" width="210" height="320" /></a></p>
<p>Comprei recentemente o <strong><em>Tormenta RPG</em></strong>. Eu também amo <em><strong>Tormenta</strong></em>, e comento que em 1999 na minha primeira semana de aula (se não me engano) da sexta série, um amigo me mostrou aquele lendário manual que veio com a <strong>Dragão Brasil</strong>, aquele do <em>Mestre Arsenal</em> na capa&#8230; Preciso dizer? Não né rsrsrsrsrs</p>
<p>Com a edição do <strong><em>Tormenta RPG</em></strong> nas mãos, fiz uma viagem no tempo através do <strong>RPG,</strong> mas em minha própria história de vida, e quão feliz eu fiquei em saber que assim como muitas (<em>muitas, muitas, muitas&#8230;</em>) coisas mudaram para mim, muitas coisas (<em>muitas, muitas, muitas&#8230;</em>) mudaram também em <strong><em>Arton</em></strong>. Isso me deixa feliz, e trás aquela sensação de realidade que sinto com os dados nas mãos para além da realidade de jogo.</p>
<p>Em algum lugar, assim como na minha fantasia, <strong><em>Arton</em></strong> e <em><strong>Toril</strong></em> estão ali, se desenvolvendo, mudando e crescendo.</p>
<p>Aqui a minha volta, no &#8220;<em>mundo real</em>&#8221; heróis morrem e outros surgem, e lá tanto em <strong><em>Tormenta</em></strong> quanto em <strong><em>Forgotten Realms</em></strong> também.</p>
<p>Crescer faz parte da vida, e acredito que se você quer parar no tempo, pode fazer isso escolhendo em qual era destes cenários quer jogar, mas não acredito ser uma atitude coerente (<em>nem natural</em>) querer que as coisas continuem as mesmas para sempre. Nenhum de nós possui a verdade absoluta, e crescer é algo bom.<strong> Mudar</strong> é algo bom. Então peço aos <em>&#8220;Haters</em>&#8221; que deixem os cenários seguirem seus rumos&#8230;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/Encerramento3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6120" src="/wp-content/uploads/2012/08/Encerramento3.jpg" alt="" width="700" height="481" /></a></p>
<hr />
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lançamento! Tormenta RPG: Manual do Arcano</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/08/16/lancamento-manual-do-arcano/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Aug 2012 12:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[dicas do snpt1]]></category>
		<category><![CDATA[´Tormenta RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Salve os que nos consagram! O Manual do Arcano para Tormenta RPG está em pré-venda. Sim, agora você terá todas as informações para finalizar seus inimigos com a poderosa Arte. O livro traz em suas páginas 150 novas magias, várias especializações, talentos e classes de prestígio para turbinar seus personagens, assim como novos monstros e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/Tormenta-rpg-manual-do-arcano-capa.jpg"><img src="/wp-content/uploads/2012/08/Tormenta-rpg-manual-do-arcano-capa-223x300.jpg" alt="" title="Tormenta-rpg-manual-do-arcano-capa" width="223" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-6053" /></a>Salve os que nos consagram! O <strong>Manual do Arcano</strong> para <em>Tormenta</em> RPG está em pré-venda. Sim, agora você terá todas as informações para finalizar seus inimigos com a poderosa Arte. O livro traz em suas páginas 150 novas magias, várias especializações, talentos e classes de prestígio para turbinar seus personagens, assim como novos monstros e uma descrição detalhada da Academia Arcana.</p>
<p>Confira um trecho do site da <a href="http://lojajambo.com.br/rpg/rpg-tormenta/manual-do-arcano/#detalhes">Jambô Loja</a>:</p>
<p><em>“Magos e feiticeiros comandam os elementos, alteram o mundo, controlam o tempo e o espaço. Seus inimigos são desintegrados, incinerados ou transformados em pudim de ameixa. E agora a magia está em suas mãos!”</em></p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p><strong>Manual do Arcano</strong><br />
<strong>Preço:</strong> de R$ 35,00 por R$ 31,50 (pré-venda)<br />
<strong>Autor:</strong> Lucas Borne e Leonel Caldela<br />
<strong>Páginas:</strong> 128<br />
<strong>Formato:</strong> 20,5 x 27,5 cm, brochura</p>
<hr />
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		</item>
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		<title>Mutantes e Malfeitores: Advent Rain (Parte 2)</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/08/13/mm-advent-rain-parte-2/</link>
		<comments>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/08/13/mm-advent-rain-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 20:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Regras caseiras]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mecha & Mangá]]></category>
		<category><![CDATA[Mutantes & Malfeitores]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem amigos, assim como eu declarei nesta postagem, estarei continuando a descrever minha iniciativa em montar um cenário Sci-Fi de Alta Tecnologia, com foco militar, e tendo como base as amadas séries de Anime japonesas de MECHAS, tais como GUNDAM e MACROSS. Utilizarei o sistema de RPG Mutantes &#38; Malfeitores e seu módulo Mecha &#38; Mangá [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/Abertura1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5978" src="/wp-content/uploads/2012/08/Abertura1.jpg" alt="" width="700" height="284" /></a></p>
<p>Bem amigos, assim como eu declarei nesta <a href="http://bit.ly/JfwbzY" target="_blank">postagem</a>, estarei continuando a descrever minha iniciativa em montar um cenário <em>Sci-Fi</em> de <em>Alta Tecnologia</em>, com foco militar, e tendo como base as amadas séries de <em>Anime</em> japonesas de <strong>MECHAS</strong>, tais como <strong>GUNDAM</strong> e <strong>MACROSS</strong>.</p>
<p>Utilizarei o sistema de <strong>RPG</strong> <em>Mutantes &amp; Malfeitores</em> e seu módulo <em>Mecha &amp; Mangá</em> como base para as regras, e o motivo é explicado na postagem do link acima.</p>
<p><em>Lembrando que você pode se apropriar das idéias e conceitos abordados aqui e até modificá-los, se quiser utilizá-los em sua mesa de jogo. <strong>Caso queira reproduzir este material, por favor dê os devidos créditos e insira um link para a postagem original.</strong></em></p>
<p>Links Relevantes:<br />
Advent Rain (Parte 1)  <a href="http://bit.ly/LJiGdM" target="_blank">Clique Aqui</a></p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim como prometido, no post de hoje revelo o nome que escolhi para este cenário: <strong>Advent Rain</strong></p>
<p>Este nome está diretamente ligado ao evento cataclísmico que afetou a <strong>Terra</strong> e mudou tudo.<br />
Segue-se agora a segunda parte do relato oficial (<em>ou não</em>) sobre o início de uma nova era para a humanidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/A.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5989" src="/wp-content/uploads/2012/08/A.jpg" alt="" width="264" height="400" /></a></p>
<blockquote><p><em>Cinqüenta anos.</em><br />
<em> Cinqüenta anos de conflitos. Praticamente todos os nomes possíveis para disputas territoriais, idealistas, religiosas ou simplesmente desejo de poder foram utilizados para nomeá-las.</em></p>
<p><em> Quando todos já haviam se acostumado com o banho de sangue constantemente presente, não bastando o trauma das bolas de fogo esverdeado caindo do céu e ceifando vidas, algo aconteceu.</em></p>
<p><em> A primeira vez que uma arma disparou uma enxurrada de energia esverdeada foi como se um vulcão fosse direcionado todo ele contra um mesmo alvo. Era <strong>18 de Abril de 2065</strong>, ou como foi chamado depois daquilo, <strong>18 de Abril do ano 50 AA</strong>. Não se podiam tratar mais as coisas como antes.</em></p>
<p><em> Você pode argumentar que mudanças físicas se abateram sobre as fronteiras como as conhecíamos, mas a verdade é que aquelas rochas que caíram do céu trouxeram muitas coisas com elas que verdadeiramente mudaram a <strong>História</strong>. Se formos simplificar, trouxeram <strong>três coisas principais</strong>, <strong>três segredos máximos</strong> que o <strong>Homem</strong> precisou de mais ou menos cinqüenta anos para desvendar.</em></p>
<p><em> Quando aquele caça da <strong>Força Aérea da União Britânica</strong> disparou energia verde contra um pelotão da <strong>Força de Libertação Independente do Povo Unido</strong>, dizimando-os em três segundos, não foram apenas 43 <del>rebeldes</del> soldados morrendo, mas sim a Humanidade fazendo um comunicado: <strong>Evoluímos</strong></em></p>
<p><em> Para pior, mas evoluímos.</em></p>
<p><em>Após 2012, a capacidade de manobrar a população mundial (<strong>A Mídia</strong>) foi estabelecida como uma das mais importantes armas de guerra, não apenas para controle, mas também para ataque e defesa. Depois do ataque fatídico da <strong>União Britânica</strong>, notícias surgiram por todo o mundo, revelando que com a <strong>Chuva Esverdeada</strong>, desceram diversas quantidades de minerais não presentes em nosso planeta. Foram necessários <strong>50 anos</strong> de estudos e um acordo entre diversas nações (as que não aceitaram foram atacadas nas guerras) de não divulgação do fato de que <strong>toda uma nova base de tecnologia</strong> seria possível através destes elementos.</em></p>
<p><em> Velocidade de conexão e comunicação de dados, volume de acúmulo de dados, resistência de materiais, condutibilidade, ductibilidade e diversos outros elementos limitadores estavam todos ali, após o Advent Rain. Só era preciso entender. Compreender o que eles significavam, e como fazer funcionar.</em></p>
<p><em> E Deus sabe o quanto havia em grandes quantidades, e isso explicou a muitas pessoas o porquê da eclosão dos conflitos.</em><br />
<em> Angariar estes materiais se tornou prioridade de governo em todo o mundo, seja de forma correta ou não.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/B.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5991" src="/wp-content/uploads/2012/08/B.jpg" alt="" width="400" height="280" /></a></p>
<p><em>Muitos territórios foram anexados, outros se tornaram independentes e muito do <strong>Mapa Mundi</strong> teve de ser constantemente modificado.</em></p>
<p><em> Curiosamente, após o <strong>Advent Rain</strong>, um clamor popular não pôde ser abafado. As pessoas temiam perder ainda mais do que já haviam perdido, e a <strong>Humanidade</strong> voltou suas atenções e seus temores para os <strong>arsenais atômicos</strong> das Potências Mundiais.</em></p>
<p><em> Com tantas guerras e conflitos, não seria nada difícil alguma outra ação como as de <strong>Hiroshima</strong> e <strong>Nagasaki</strong>, então os países primeiro foram forçados a um acordo de não utilização do poderio Atômico.</em></p>
<p><em> Não foi suficiente e após o aumento da pressão popular, dos casos de vandalismo e além, os países perceberam que estavam fortalecendo causas rebeldes.</em></p>
<p><em> A <strong>ONU</strong> convocou uma reunião geral e em nome do <strong>Mundo Inteiro</strong> solicitou a erradicação de todo o Arsenal Atômico. Óbvio que os países não aceitaram, mas então começaram as revoltas internas novamente, e os <strong>assassinatos inexplicáveis de líderes políticos</strong>, muitos deles bem aceitos pela maioria (o quanto fosse possível). Qualquer um se tornara um alvo e assim a situação já não mais poderia se sustentar.</em></p>
<p><em> Delatores existiam em cada corredor e caso planos de esconder algumas ogivas fossem criados e depois divulgados para o mundo, o fino e tenso assim chamado <strong>Equilibrío Mundial</strong> seria duramente abalado. Pelo menos ao que se sabe, os países atenderam as reivindicações.</em></p>
<p><em> Naves espaciais foram criadas e chamadas de &#8220;Arcas&#8221;, levando para fora da <strong>Órbita Terrestre</strong> toneladas e mais toneladas de material Nuclear em foguetes.</em></p>
<p><em> É o que foi dito.</em></p>
<p><em>Tudo continuou relativamente normal (ou seja, pessoas morrendo em disputas sangrentas para benefício de poucos) até o ataque do caça de <strong>50 AA</strong>.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/C.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5992" src="/wp-content/uploads/2012/08/C.jpg" alt="" width="400" height="247" /></a></p>
<p><em>A <strong>União Britânica</strong> simplesmente decidiu que era hora de mostrar ao <strong>Mundo</strong> seu poder e descobriu a <strong>Primeira Cortina</strong> de mistério que havia sobre as fabricas secretas e bases militares que surgiam por todo o mundo aos montes, revelando que nestes últimos cinqüenta anos os cientistas tiveram muito trabalho.</em></p>
<p><em> Foi o fim das guerras territoriais nos grandes centros urbanos, porque depois da <strong>União Britânica</strong>, todos os outros países tomaram a mesma decisão.</em></p>
<p><em> Com a utilização de novas e incríveis tecnologias, devastaram os rebeldes e restauraram a &#8220;<strong>Ordem</strong>&#8220;.</em></p>
<p><em> Novas armas, novos computadores e principalmente a capacidade aumentada da mobilidade de tropas podem fazer maravilhas quando o assunto é caçar e destruir.</em></p>
<p><em> Baseados nos mais tenros sonhos da<strong> Humanidade</strong>, rapidamente saíram do campo dos conceitos e idéias as aeronaves, navios, armas e tanques muitas vezes só imaginados para filmes, livros ou desenhos animados e histórias em quadrinhos. Mas houve um avanço que realmente surpreendeu demais a todos.</em></p>
<p><em> O primeiro país a apresentá-los foi obviamente o <strong>Japão</strong>. Maquinas de combate de diversos tamanhos revolucionaram grandemente a <strong>Arte da Guerra</strong> por dois simples motivos: <strong>Mobilidade</strong> e <strong>Poder de Fogo</strong>.</em></p>
<p><em> Das mais variadas formas, embora a <strong>humanóide</strong> prevalecesse, os então conhecidos <strong>MECHAS</strong> invadiram nossa realidade. </em><em>As revoltas no <strong>Japão</strong> foram rapidamente administradas e o país se estabeleceu como uma poderosa potência militar no <strong>Novo Oriente</strong>.</em></p>
<p><em> Não levou muito tempo para que os <strong>MECHAS </strong>fossem adotados por todo o mundo, e versões militares e privadas surgiram aos montes, umas secretas e outras para quem pudesse comprar.</em></p>
<p><em> As fronteiras mundiais se estreitaram, assim como as distâncias entre as localidades, mas não aconteceu o mesmo com relação à proximidade entre os povos e governos.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/D.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5993" src="/wp-content/uploads/2012/08/D.jpg" alt="" width="310" height="400" /></a></p>
<p><em>Qualquer um podia ser um inimigo, e ninguém conseguia saber (ou não) os tipos de tecnologias a que o vizinho dispunha, então rapidamente crimes de guerra foram perdoados, e os exércitos rebeldes incorporados s suas respectivas nações. Os governos precisavam de mais e mais poder e não havia mais saída para os rebeldes e seu equipamento obsoleto. </em><em>Era isso ou morrer. Muitos morreram. Esse tempo ficou conhecido como &#8220;<strong>Era do Perdão</strong>&#8221; e foi até aproximadamente <strong>79 AA</strong>.</em></p>
<p><em> Com a poeira baixa, um breve período de reconstrução ocorreu e então a terra pode respirar um pouco. Era hora de reconstruir casas e cidades. Pessoas e Economias.</em></p>
<p><em> Mas nem tudo eram rosas. Uma outra sombra ainda pairava sobre todos.</em></p>
<p><em>O <strong>Ultra Nacionalismo</strong> era uma forma de governo comum, mas antigos senhores burgueses que mantiveram suas próprias fortunas possuíam capacidade de comprar seus próprios exércitos e cientistas, e assim o fizeram. Alguns que tinham coragem de mostrar suas caras eram conhecidos magnatas chamados popularmente de &#8220;<strong>Barões</strong>&#8220;.</em></p>
<p><em> Ninguém entendia como estas figuras subsistiam frente a tais tempos de paranóia e inimigos em cada sombra, mas eles eram necessários.</em></p>
<p><em> Então caiu a ficha para alguém: A maioria dos veículos e armas baseados na &#8220;<strong>Tecnologia Verde</strong>&#8221; era por demais diferentes da Era anterior. Não apenas em seus dispositivos e materiais com a qual eram criados, mas principalmente emanavam a mesma aura esverdeada que permeou o céu na chuva de <strong>2015</strong>.</em></p>
<p><em> Não era apenas <strong>Tecnologia</strong> que as rochas haviam trazido e então caiu a <strong>Segunda Cortina</strong> de segredos: <strong>Uma nova forma de combustível</strong>.</em></p>
<p><em> Os <strong>Barões</strong> eram em sua maioria donos de grandes redes de comunicação das quais governos se utilizavam ou senhores do petróleo. <strong>Isso quer dizer que eram necessários</strong>.</em></p>
<p><em> Por quê? O primeiro grupo porque sabiam de todas as mentiras a que a <strong>Humanidade</strong> estava subjugada. Seria arriscado demais tentar destruí-los, quando provavelmente possuíam formas de liberar informações inconvenientes. Seria mais vantajoso para as duas partes mantê-los por perto.</em></p>
<p><em>Já o segundo era pelo simples motivo da estrutura de suas companhias.</em></p>
<p><em> Nosso planeta é formado em <strong>3/4</strong> de sua constituição por <strong>mares e oceanos</strong>. A conclusão óbvia é a de que a maior parte dos projéteis que atingiram a <strong>Terra</strong>, apesar da grande quantidade em superfície, está submersa. Estes homens possuíam a estrutura, qualidade técnica e mão de obra capacitada para chegar a localidades onde poderia se extrair minerais por demais preciosos, então eles foram rapidamente incorporados a governos e organizações, pois <strong>TODOS</strong> no <strong>Novo Mundo</strong> necessitavam de seus serviços.</em><br />
<em> Pode-se pensar que tudo mudou por causa das novas possibilidades no campo das tecnologias, mas nada é tão transformador para uma sociedade quanto uma nova fonte de combustível.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/E.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5994" src="/wp-content/uploads/2012/08/E.jpg" alt="" width="400" height="194" /></a></p>
<p><em>De uma hora para outra, não era mais possível manter a mentira, e então as novas formas de energia vindas de células tratadas com minerais extraterrestres começaram a ser utilizados nos armamentos, depois nos veículos e quando estavam controladas e estáveis o suficiente, em grandes edifícios e bases científicas avançadas. Novas utilizações vieram em poucos anos, e então o <strong>Homem</strong> rompeu a barreira dos céus e dos oceanos.</em></p>
<p><em>Bases secretas e estações de observação do tamanho de muitos quarteirões foram fundadas em profundidades antes não imaginadas, e estações espaciais foram planejadas. Não demoraria muito, haveria residências humanas orbitando a Terra.</em></p>
<p><em> O desenvolvimento no <strong>Campo das Ciências</strong> foi absurdo, com a chegada ao fundo do mar. Novas espécies animais e vegetais promoveram rápida assimilação de novos remédios e conhecimentos em geral sobre a vida na <strong>Terra</strong>.</em></p>
<p><em> Uma nova <strong>Rede de Satélites</strong> foi lançada (a maioria estatal e uns poucos e clandestinos independentes), e um período de prosperidade surgiu.</em></p>
<p><em> Mas tudo tem sempre um porém e as divergências sobre utilização e regras para as novas <strong>commodities energéticas</strong> começaram a movimentar antigas feridas nas nações, então novos conflitos se surgiram. Como se fosse possível, o mundo se fechou ainda mais em seus &#8220;<strong>feudos</strong>&#8220;, e a disparidade financeira aumentou.</em></p>
<p><em>Grandes alianças, algumas muito antigas como os <strong>Tigres Asiáticos</strong> e outras novas como a<strong> União Progressiva</strong> se desmantelaram ou se tornaram fracas demais até para anunciar sua extinção.</em></p>
<p><em> Tudo girava em torno do poder gerado pela <strong>Tecnologia Verde</strong> ou pela <strong>Energia Verde</strong>, então por todo o mundo nações empobreceram e nações enriqueceram.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/F.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5997" src="/wp-content/uploads/2012/08/F.jpg" alt="" width="400" height="181" /></a></p>
<p><em>O petróleo deixou de ser à base da <strong>Sociedade Humana</strong>, para ser substituído por um bem não destrutivo em termos ambientais, com emanação de energia incrivelmente forte, mas ainda inexplicável e acima de tudo com durabilidade desconhecida (mas satisfatória). Até hoje, <strong>200 anos</strong> depois do <strong>Advent Rain</strong>, nunca se soube de uma célula de <strong>Energia Verde</strong> que tenha se apagado.</em></p>
<p><em> Quem possuía as <strong>commodities energéticas e tecnológicas</strong> carregava sobre si o manto do poder, mas quem não as possuía, ficava à margem de tudo. Isso gerou um contraste abissal e desleal com as nações desfavorecidas, e cenários bem diferenciados.</em></p>
<p><em> Você poderia sair de uma nação onde existia a mais alta capacidade tecnológica, com seus veículos flutuantes e guardas com armas de feixe de energia e a palavra &#8220;Ordem&#8221; escancarada em seus capacetes, e se ver sobrevoando uma área populosa de um país miserável tomado por bicicletas e fumacentos veículos antiquados com seus designs ridículos de <strong>mais de 100 anos atrás</strong>.</em></p>
<p><em> Estes países e regiões miseráveis permeiam o mundo e são sumariamente ignorados pelas outras nações. Por quê? Porque não são interessantes estrategicamente, não possuem recursos minerais extraterrestres e por isso não são nem um pouco atraentes. Seriam apenas incômodos animais a serem sustentados, gastando preciosos recursos.</em></p>
<p><em>Para existir ricos, é imprescindível que existam os pobres. Sempre foi assim. Sempre será. <strong>Dominante</strong> e <strong>Dominado</strong>. <strong>Servo</strong> e <strong>Senhor</strong>.</em></p>
<p><em> Enquanto isso, estes países são relegados a qualidade de vida inferior e principalmente sobrevivem com recursos ainda baseados em petróleo, com <strong>geração de energia e tecnologia atrasada em mais de 150 anos</strong>&#8230;</em></p>
<p><em> Assim a humanidade seguiu até<strong> 178 AA</strong>. Se desenvolvendo, depredando a si mesma em seu ciclo vicioso de degradar uns em favor de outros. Alguns sonhando em terminar os projetos das grandes naves espaciais enquanto outros não sabem se comerão no dia seguinte.</em></p>
<p><em> Uns apenas se interessando em roubar segredos das grandes empresas ou nações, e outros vivendo as dores das disputas nas áreas mais pobres do mundo&#8230;</em></p>
<p><em> Então, há <strong>22 anos atrás</strong>, em <strong>10 de Fevereiro de 178 AA</strong>, a <strong>Terceira Cortina</strong> caiu&#8230;</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/Encerramento2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5995" src="/wp-content/uploads/2012/08/Encerramento2.jpg" alt="" width="700" height="457" /></a></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Créditos de Imagem:<br />
01  <a href="http://meckanicalmind.deviantart.com/">MeckanicalMind</a> ( http://bit.ly/MXYkOt )<br />
02  <a href="http://capitainedub.deviantart.com/">CapitaineDub</a> ( http://bit.ly/Sf4ufr )<br />
03  <a href="http://shimmering-sword.deviantart.com/">Shimmering-Sword</a> ( http://bit.ly/PePSQt )<br />
04  <a title="View this member's profile" href="http://cantio75.cghub.com/">cantio75</a> ( http://bit.ly/QY1FCc )<br />
05  <a href="http://dmitrys.deviantart.com/">Dmitrys</a> ( http://bit.ly/a4sOns )<br />
06  <a href="http://davver.deviantart.com/">Davver</a> ( http://bit.ly/PRItBf )<br />
07  <a href="http://andreewallin.deviantart.com/">AndreeWallin</a> ( http://bit.ly/IkXdpX )<br />
08  <a href="http://reza-ilyasa.deviantart.com/">Reza-ilyasa</a> ( http://bit.ly/OVbFZu )</p>
<hr />
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		<item>
		<title>Gancho de Aventura: As Gemas do Mar</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Aug 2012 23:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Itens e Artefatos]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, hoje vou dar continuidade a minha série Gancho de Aventura, onde o foco é reunir material de background em imagens, cenários, personagens, itens e organizações que possam ser usadas em diferentes cenários, sistemas e estilos de aventuras. Muito mais conceitual do que baseada em regras, parte simplesmente da premissa de uma idéia que possa ser utilizada por qualquer mestre em qualquer parte de sua aventura. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/Abertura.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5824" src="/wp-content/uploads/2012/08/Abertura.jpg" alt="" width="700" height="292" /></a></p>
<p>Olá pessoal, hoje vou dar continuidade a minha série <strong>Gancho de Aventura</strong>, onde o foco é reunir material de background em <em>imagens</em>, <em>cenários</em>, <em>personagens</em>, <em>itens</em> e <em>organizações</em> que possam ser usadas em diferentes <em>cenários</em>, <em>sistemas</em> e <em>estilos de aventuras</em>. Muito mais conceitual do que baseada em regras, parte simplesmente da premissa de uma idéia que possa ser utilizada por qualquer mestre em qualquer parte de sua aventura. Você pode adaptar, criar regras, modificar e preencher fichas como quiser e sua aventura pedir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5826" src="/wp-content/uploads/2012/08/1.jpg" alt="" width="315" height="400" /></a></p>
<p><strong>Boatos e mais boatos&#8230;</strong></p>
<blockquote><p><em>&#8220;As últimas notícias do porto, me pergunta você&#8230; Veja bem, sou um simples peixeiro, mas até o mais simples dos peixes pode ter lá o seu valor, e este aqui sabe das coisas&#8230;</em></p>
<p><em>Um verdadeiro império criado por eras de prosperidade e acordos comerciais seguros, <strong>A Companhia de Comércio Além Mar</strong> forjou suas riquezas através do sucesso de sua frota comercial, que poderia se esperar ser formada de muitos navios, mas possui apenas quatro integrantes. Essas embarcações cruzam a maioria, senão todas as costas do Reino.</em></p>
<p><em>Através de uma incrível sorte, e segundo algumas fofocas e boatos (não comprovados) inegáveis intervenções mágicas, <strong>A Companhia</strong> (como é conhecida) se tornou a maneira mais segura e rentável de transportar suas mercadorias ou riquezas de um ponto a outro do mundo.</em></p>
<p><em>Estranhamente, os quatro navios nunca enfrentaram uma única tempestade, mesmo passando por áreas tormentosas ao extremo, as ondas estão sempre deslizando para o destino da sua empreitada, assim como os ventos sempre tendem a empurrá-los a seus objetivos.</em></p>
<p><em>Até agora. Há duas semanas, sem nenhuma explicação, uma furiosa tormenta se abateu sobre <strong>A Companhia</strong>, e três das quatro embarcações foram totalmente destruídas ou estão desaparecidas, e a última delas supostamente foi vista pela última vez à deriva em uma zona erma.</em></p>
<p><em>Após a imprevista notícia os antigos boatos se intensificaram, e na verdade evoluíram para uma nova e ainda mais intrigante história:</em><br />
<em> Segundo as bocas que sussurram na escuridão, o <strong>Capitão Albert &#8220;Voz de Trovão&#8221; Sigmar</strong> estava em posse de um(uns?) artefato poderoso chamado <strong>&#8220;As Gemas do Mar&#8221;</strong> pelos últimos 30 anos. Ninguém sabe o que é, ou o que estas supostas jóias fazem, mas tributam a elas o motivo de tal riqueza e bonança.</em></p>
<p><em>Rapidamente, sendo verdade ou não, muitas mãos ansiosas começaram a se mexer em direção aos seus lemes e cordas, para tentar chegar primeiro aos destroços dos três navios, ou a sede da Companhia.</em></p>
<p><em>Seja lá qual for o tipo de pessoa que é, querendo você um contrato de resgate com a <strong>Companhia</strong> ou apenas roubar quaisquer cargas que estivessem levando, creio que seria interessante dar uma olhada nestes boatos, meu garoto&#8230;&#8221;</em></p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5829" src="/wp-content/uploads/2012/08/2.jpg" alt="" width="286" height="400" /></a></p>
<p><strong>Ondas de Decepção </strong></p>
<p>&#8220;<em>As Gemas do Mar</em>&#8220;, na verdade é um só item, uma jóia de incrível beleza constituída de três gemas azuis tão escuras como o mais profundo mar e tão brilhantes quanto o mais iluminado céu. Adornos de um metal tão puro e claro quanto reluzente simulam o livre e vivaz vento em suas formas, e envolvem a jóia. Ao centro, pendendo da maior de todas as gemas, uma correntinha prateada se prende a uma nuvem enfeitada, incrustada neste mesmo metal mágico.</p>
<p>Apenas o nome deste artefato se move através do tempo, mas assim como os sussurros, alguns acreditam que este item exista, outros não. Sua origem não pode ser contada, mas se perguntarem veementemente e cavarem bem fundo em alguns tomos antigos, com alguma sorte se pode encontrar uma verdade que estudiosos arcanos não gostam muito de contar.</p>
<p>Diz-se que em uma grande cidade litorânea, uma poderosa feiticeira que preferia as magias baseadas nos elementos Ar e Água após uma catástrofe em sua vida se tornou cada vez mais devota a uma divindade das tempestades e do mar, encontrando na fé um alento para certas verdades que nem seu poder poderia extinguir.</p>
<p>Ela era uma das conselheiras de uma ordem arcana, uma das mais destacadas de seu tempo, e todos conhecem os embates filosóficos que existem entre a Fé e a Razão. Sendo um símbolo maior e exemplo para todos os adeptos da Magia, se tornou um grande escândalo expressar abertamente sua fé, e logo foi obrigada a escolher entre seu título ou sua crença.</p>
<p>Escolheu a crença, acreditando que seus pares reconsiderariam. Estava errada, e não só foi destituída, mas também submetida a uma injusta pena: Suas aptidões mágicas foram retiradas e seladas, pois os outros conselheiros não iriam permitir em hipótese alguma que sua hegemonia em poder e influência fosse ameaçada.</p>
<p>Tão grande foi o desgosto e tão perto chegou da loucura, que decidiu deixar de viver. Não havia mais gosto em existir, só decepção e amargura.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/4.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5830" src="/wp-content/uploads/2012/08/4.jpg" alt="" width="353" height="500" /></a></p>
<p>Resolveu que em seu último ato, iria provar para os magos que a Fé, independente de opiniões, coexistia com a Razão. Realizou um ritual que iria extrair uma grande essência de sua própria vida e enfraquecida física e mentalmente, forjou um artefato em forma de colar, com três gemas mágicas azuis e dotado do que ela compreendia ser a maior possibilidade de beleza que já havia visto. Terminado seu serviço, orou.</p>
<p>Orou por dois dias e no fim do segundo, não resistiu. Haviam alguns acólitos fieis da mesma divindade que a acolheram, e foi através dos interrogatórios a estes que os magos posteriormente souberam a verdade. Porque se assim não fosse, ninguém saberia, pois uma violenta tempestade assolou o lugar, e ondas gigantescas varreram a cidade do mapa. Poucos sobreviveram, e menos ainda poderiam fazer idéia do que poderia ter acontecido.</p>
<p>Mas aqueles que tinham poder o suficiente e também os acólitos da divindade sobreviveram. Aqueles que estavam perto do local onde o ritual foi realizado, diziam que ao desfalecer ela ressurgiu linda e poderosa, seu corpo transformado em pura água, força e ventania, vestida por um manto sempre esvoaçante das mais alvas penas e com um cetro mágico.</p>
<p>Clérigos mais experientes e estudados diriam que ela havia se tornado um Avatar daquela divindade.</p>
<p>Os estudiosos arcanos diriam que ela realizou um ritual proibido e se tornou uma Elemental. E foi exatamente assim que eles a culparam, e tornaram-na uma assassina conhecida em seu tempo, afirmando nas redondezas que em seu último ato de loucura, condenou toda uma população à morte pelas ondas.</p>
<p>A verdade é ainda mais oculta, mas um ponto claro nos relatos antigos diz que um dos acólitos após a transformação da feiticeira, tomou o artefato que ela criou, e o escondeu consigo até que foi confiscado.</p>
<p>A última menção ao item data de um roubo há mais de 400 anos na então nova sede daquela antiga ordem à qual ela havia pertencido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5838" src="/wp-content/uploads/2012/08/3.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a></p>
<p><strong>As Gemas do Mar </strong></p>
<p>Após extensivos estudos, apenas algumas características e potencialidades das Gemas foram catalogadas, mas se tornou um consenso que muitas outras ainda podem existir:</p>
<p>- As Gemas conferem ao portador <strong>uma vez a cada dois dias</strong> o poder de dissipar uma tempestade, seja de qualquer escala for.</p>
<p>- As Gemas conferem ao portador <strong>duas vezes a cada dia</strong> o poder de controlar as ondas e impulsionar embarcações num raio de 2 km à velocidade de 40 km por hora. Em cada utilização este efeito <strong>dura por 1d6 horas</strong>.</p>
<p>- As Gemas conferem ao portador o poder de direcionar rajadas de vento contra um alvo, que <strong>causam 5d6 de dano</strong>. Um alvo atingido que seja da escala de tamanho até &#8220;Grande&#8221; se encontra &#8220;derrubado&#8221; ou &#8220;no chão&#8221; até o seu próximo turno. Este efeito pode ser <strong>utilizado uma vez a cada encontro</strong>, ou <strong>de duas em duas horas</strong>.</p>
<p>- As Gemas conferem ao portador <strong>uma vez por semana</strong> o poder de invocar uma violenta tempestade (ondas enormes, ventos extremos, trovoadas, relâmpagos e raios) sobre um alvo, que dura <strong>até ele afundar</strong> (em caso de embarcações) ou causa destruições a uma localidade (<strong>15d6 a cada 5min por aproximadamente</strong>, <strong>para o tempo role 1d6x10min</strong>)</p>
<p><em>Restrições e Observações:</em></p>
<p>*As Gemas só funcionam em mar aberto ou rios e lagos<strong> grandes o suficiente</strong> para comportar embarcações, assim como cidades litorâneas e inexplicavelmente em lugares que possuem templos que veneram o mar.</p>
<p>*Não é um consenso geral, e a bem da verdade, nenhum relato disso saiu de nenhum marujo da <strong>Companhia</strong>, mas diz-se em alguns tomos antigos que existem relatos de que a própria feiticeira se materializa em sua última forma poderosa e ela mesma realiza os efeitos contidos nas jóias, quando estes são ativados&#8230;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/Encerramento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5825" src="/wp-content/uploads/2012/08/Encerramento.jpg" alt="" width="700" height="363" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Créditos de Imagem:</p>
<p>01  <a href="http://wildweasel339.deviantart.com/">Wildweasel339</a> ( http://bit.ly/NYiP3b )<br />
02  <a href="http://peterconcept.deviantart.com/">peterconcept</a> ( http://bit.ly/MJzRh2 )<br />
03  <a href="http://azhrarn.deviantart.com/">azhrarn</a> ( http://bit.ly/NkvVTc )<br />
04  <a href="http://libertinem.deviantart.com/">LibertineM</a> ( http://bit.ly/RdIp3d )<br />
05  <a href="http://rittik.deviantart.com/">Rittik</a> ( http://bit.ly/NkvXut)<br />
06  <a class="u" href="http://prasa.deviantart.com/">Prasa</a> ( http://bit.ly/TbDiR7 )</p>
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