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	<title>Só não pode tirar um! &#187; Dicas</title>
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	<itunes:subtitle>TavernaCast é um podcast sobre cenários, sistemas, histórias, criaturas e criadores de RPG.</itunes:subtitle>
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		<title>Dentro da Dungeon #34 &#8211; Contando um bom mistério</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 13:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dentro da Dungeon]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Salve aventureiros! Hoje daremos uma tempo na dungeon. Vamos ficar aqui fora e em segurança, por um momento. Talvez seja a hora de refletir sobre mais um obstáculo encontrado na...</p><p>The post <a href="/2013/03/26/dentro-da-dungeon-34-contando-um-bom-misterio/">Dentro da Dungeon #34 &#8211; Contando um bom mistério</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2011/12/Goblin.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-664" alt="Goblin" src="/wp-content/uploads/2011/12/Goblin-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a>Salve aventureiros!</p>
<p>Hoje daremos uma tempo na dungeon. Vamos ficar aqui fora e em segurança, por um momento. Talvez seja a hora de refletir sobre mais um obstáculo encontrado na famigerada mesa de jogo. Nossa pausa na dungeon irá avaliar sobre o que fazer com pontas soltas, backgrounds mau contados e coisas interessantes que tenham a ver com o jogo e que estejam ocorrendo pelo cenário, um pouco de mistério&#8230;</p>
<p>Será que os jogadores sabem o que está se passando ao redor do mundo? Você está conversando com eles e informando os eventos importantes? Tudo faz parte de um mistério?</p>
<p>ROLANDO A INICIATIVA</p>
<p><i>“Após roubar  um de vocês, a jovem foi encontrada, ferida, atingida pelas costas&#8230;”</i></p>
<p>Talvez não seja um grande mistério observando dessa forma, mas causou grande furor na mesa, e os jogadores perderam algum tempo tentando sanar dúvidas.</p>
<p><i>“Ela estava apenas alguns passos a nossa frente e não encontramos mais ninguém? Ela tem apenas um ferimento. Encontramos seu corpo em uma espécie de depósito. Acabou a perseguição.”</i></p>
<p>Em nossa mesa presencial (semanal), os mistérios não são muito comuns, e confesso que esse ocorreu antes do previsto.</p>
<p>Começar a aventura de forma emocionante não é muito comum, a maioria dos mestre optam pela boa e velha taverna ou a chegado do grupo em uma cidade. Muitas suposições passam pelas mentes dos jogadores e o seu ímpeto pode acabar confundindo ainda mais as coisas.</p>
<p>O NPC, que puxa o gancho da aventura, pode ter um passado misterioso, alguns inimigos, uma grande motivação, ou simplesmente faça parte de uma cadeia de <i>peões</i>.</p>
<p>FASES DO MISTÉRIO</p>
<p>Saber o que se passa, ou as motivações de uma guilda, por exemplo, pode ser trazida à tona através de um membro que conseguiu escapar ileso. Talvez os motivos para algumas ações da guilda possam confrontar com interesses do grupo. Provavelmente, eles estão em lados opostos, mas caminhando na mesma direção, e finalmente se encontraram a partir de um assunto mal resolvido.</p>
<p>Esse é apenas um exemplo básico para dar um ar de mistério na sua aventura. “Mas porque eles nos ajudaram?”. E as vezes inimigos/oponentes podem se ajudar, mesmo sem uma das partes saber o motivo. Ou não. A outra parte pode saber apenas um pouco, pois o membro fugitivo foi assassinado antes de contar tudo ao grupo.</p>
<p>As fases do mistério devem ser aplicadas aos poucos. Deixe os jogadores viverem um pouco da expectativa, especular, e até quebrarem a cara. Deixe aquele admirável NPC com um passado sombrio, solicitando ajuda sem revelar todos acontecimentos. Aquela jovem que caminha madrugada a fora pelos becos da cidadela despreocupada&#8230; Faça com que os jogadores soltem a imaginação e gastem algum tempo desvendando o mistério.</p>
<p>Seguindo as fases do mistério, partimos para as pistas. Todo bom mistério que se preze, deixa pistas&#8230; Não precisa ser necessariamente algo físico, palpável, mas que sirva para o bom andamento acontecimentos. Eventos passados envolvendo personagens e NPCs (escutas, testemunhas, cumplices capturados, informantes) e até a presença ativa de um ou mais personagens.</p>
<p>“A aventura pode tomar um rumo investigativo, se você e jogadores quiserem, ou simplesmente vocês podem conversar.”</p>
<p>O mistério não vive apenas de eventos. Pode haver mistério em uma passagem (porta, corredor), podemos encontrar uma criatura misteriosa que ignora a presença dos personagens, mas em uma situação normal não perderia a chance de atacar os mesmo, ou até mesmo um todo um lugar pode ser misterioso. “Vocês encontram várias pegadas e elas parecem ser recentes, mas vocês são as únicas pessoas em um raio de quilômetros&#8230;”</p>
<p>CONVERSANDO COM OS JOGADORES</p>
<p>Um boa conversa após o fim da sessão é importante para o seguimento da aventura e a conclusão do mistério. Fale com os jogadores caso eles não tenham obtido sucesso ao desvendar o mistério. Informe sobre as ações que se tornaram públicas por parte dos NPCs, talvez um grupo terrorista tenha assumido a autoria do atentado, um novo rei assumiu um importante, e antes aliado, reino. Por mais que os personagens não estejam presentes, existem várias maneiras de receber informações, independente do cenário onde sua aventura está ocorrendo. E nada melhor que uma conversa para deixar os personagens a par da situação.</p>
<p>Ao final da aventura, algumas pontas precisam ser atadas, e essa conversa também serve para isso. Aproveite e faça algumas revelações úteis que possam ser usadas nas próximas aventuras. Quando se está em uma campanha, o mestre pode falar mais e tirar maior proveito disso. Os jogadores gostam e precisam saber mais sobre NPCs e cidades importantes. Receber notícias quem tenham a ver com seu background também são interessantes. “Seu irmão mudou-se para a capital em busca de algo melhor na vida&#8230;”, “Aquele seu credor tem grande influência nessa cidade”, envolvendo pequenos fatos, o mistério podem render boas horas de jogo.</p>
<p>Fiquem alertas&#8230;</p>
<p>Bons dados!</p>
<hr />
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		<title>Dentro da Dungeon #33 &#8211; Aventura ou campanha?</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 11:26:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dentro da Dungeon]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2011/12/Goblin.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-664" alt="Goblin" src="/wp-content/uploads/2011/12/Goblin-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a>Reunir amigos, ou desconhecidos (futuros amigos), em volta de uma mesa para jogar toda uma campanha, inspirada por livros, filmes e até mesmo prontas, sugeridas por grandes autores, é realmente fantástico!</p>
<p>Evoluir personagens, vê-los crescer diante da solitária vila que necessita de ajuda, encontrar NPCs importantes para dar seguimento as aventuras, fazer inimigos mortais, persegui-los ou ser perseguido por ele – ou eles –, conhecer lugares fantásticos e desfrutar de tudo que o cenário tem a oferecer. Tudo isso é muito importante e é algo que todo jogador deve viver, e o mestre, por sua vez, deve proporcionar essas emoções na mesa de jogo.</p>
<p>Porém, a jornada para recuperar o Pulso do Dragão, também conhecido como o Coração da Floresta – um gigantesco rubi – pode levar mais tempo que o esperado. Pistas precisam ser encontradas e caminhos perigosos devem ser percorridos, e não é tão fácil assim.</p>
<p><i>“E que tal enfrentar algo com menor dedicação de tempo e que possa ser jogado em uma ou duas sessões?”</i></p>
<p>Tão importante quanto as campanhas, são as aventuras. Talvez a mesa decida por rolar uma série de aventuras que finde em uma campanha, ou simplesmente, os jogadores criam seus personagens, ou experimentarem as tantas builds que o mestre possa dispor, para rolarem algo rápido, porém com grande importância.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2013/03/aventura_ou_campanha_dd33-cópia1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-11732" alt="aventura_ou_campanha_dd33 cópia" src="/wp-content/uploads/2013/03/aventura_ou_campanha_dd33-cópia1.jpg" width="600" height="310" /></a></p>
<p>Os pontos positivos de uma aventura são muitos, e entre eles, o que destaco é a chance de experimento de um novo jogo, um sistema ou cenário. Ter a chance de jogar uma aventura em um evento, por exemplo, é uma grande oportunidade para ganhar novos jogadores para sua mesa, cenário ou sistema. E além de ter a chance de conhecer novos jogadores, a falta de compromisso de uma continuidade deixa novos e velhos jogadores a vontade para atingir o potencial dos personagens.</p>
<p>O controle da mesa, por parte do mestre, nessas situações é de vital importância. Talvez alguns jogadores queiram apenas extravasar e assim podem estragar a diversão da mesa e traumatizar novos jogadores. Claro que a mesa não pode, nem deve, ser um lugar chato, mas se você se dispõe a passar algumas horas com amigos ao redor de uma mesa para uma sessão de RPG, você deve respeitar o espaço de todos e dar sequência a aventura.</p>
<p>Já no caso de uma campanha, as faltas são o grande mal para o bom andamento da aventura, que deveriam ser aventuras rápidas, de uma sessão, já que serão tantas jogadas até o fim da campanha.</p>
<p>Para um bom seguimento, a campanha deve ter sessões de intervalo, “mas o que são sessões de intervalos?” &#8211; se exite um nome para isso, desconheço. As aventuras de uma campanha não podem simplesmente acontecer uma em cima da outra, devem existir sessões para o simples e puro <i>fluff</i>: descrição trabalhadas, descontração&#8230; E para que os jogadores possam fazer o que quiserem. Essas sessões são ótimas oportunidades para que os mestres &#8211; que gostam &#8211; exponham o cenário, suas curiosidades e NPCs.</p>
<p>As experimentações vividas em uma aventura podem ser corrigidas, e ao contrário de uma campanha, seus atos terão pouca influência na sequência. Os jogadores terão chance de jogar com outras raças, raças bizarras, classes nunca experimentadas, mas que todo jogador quis experimentar, só não quiseram arriscar em uma campanha.</p>
<p>Experimentar uma aventura em um cenário diferente ou naquele sistema por qual você sempre teve curiosidade em testar, é essencial para o bom andamento da sua mesa, mestre. Às vezes, é bom testar.</p>
<p>Bons dados!</p>
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		<title>Dentro da Dungeon #32 &#8211; O jogador venceu a vergonha</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2013/02/15/dentro-da-dungeon-32-o-jogador-venceu-a-vergonha/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Feb 2013 12:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Não faz muito tempo que passei por isso em minha mesa, talvez tenha acontecido há três meses. Estávamos jogando nossa famigerada campanha de Old Dragon quando, por uma série de...</p><p>The post <a href="/2013/02/15/dentro-da-dungeon-32-o-jogador-venceu-a-vergonha/">Dentro da Dungeon #32 &#8211; O jogador venceu a vergonha</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2011/12/Goblin.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-664" alt="Goblin" src="/wp-content/uploads/2011/12/Goblin-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a>Não faz muito tempo que passei por isso em minha mesa, talvez tenha acontecido há três meses.</p>
<p>Estávamos jogando nossa famigerada campanha de <i>Old Dragon</i> quando, por uma série de razões, precisamos de mais um jogador. A pegada do jogo estava mortal e era a terceira vez que um dos jogadores criava um novo personagem, estava complicado e o jogador estava prestes a desistir. Não que o jogo seja mortal ao ponto de acabar com a aventura – quem torna o jogo assim é a mesa -, mas pela razão de estarmos no <i>Underdark</i>. Lembre-se: tudo no <i>Underdark</i> quer matar você!</p>
<p><em>“Talvez eu conheça alguém que queira jogar, o que acha?”</em></p>
<p>Foi então que um novo jogador entrou na peleja. Os heróis estavam chegando aos valiosos túneis de Blingdestone, lar dos svirfneblin. O grupo fazia a segurança de um dos professores de Sorcere, e este, junto com os demais alunos, deveria reconhecer uma antiga erva que há muito não se via nas redondezas. Raríssima, ela deveria servir aos propósitos da Rainha Aranha. “A Passagem” era o nome da aventura e como o nome já dizia: o ponto alto era o caminho que heróis estavam percorrendo. Nada mais.</p>
<p>Vários perigos se apresentaram. Alguns podendo ser evitados com um pouco de calma, enquanto outros não. Tinham de lutar e testar suas habilidades.</p>
<p>Quando o grupo chegou ao objetivo &#8220;principal&#8221;, três jogadores haviam morrido. Retornaram em novos personagens. Dois deles morreram novamente.</p>
<p><em>“Temos que chamar mais alguém. Ainda temos o caminho de volta.”</em></p>
<p>O amigo em questão – que não vou citar o nome, a pedidos –, chegou à mesa como uma lufada de ar. Insistimos para que jogasse, já que sabíamos da sua vontade, mas estava com vergonha de contar para os amigos <i>gamers – s</i>im, amigos <i>gamers</i>. Nossa mesa ganhou a “desvantagem” Má Fama depois que tiramos três <i>gamers</i> para fazer parte da mesa. – não que <i>gamers</i> não possam ser rpgistas, mas eles deixaram de frequentar servidores para nos reunirmos e jogar RPG. Mas não aconteceu de uma hora para outra.</p>
<p>Aos poucos o novo jogador passou a presenciar nossas sessões. Muito papo, várias pérolas e muita rolagem de dados, isso foi cativando o camarada. Ele já havia ouvido sobre o assunto, mas nunca jogado e muito menos presenciado. Encantado, logo criamos seu personagem.</p>
<p>Após duas sessões passamos a conversar mais ao final de cada sessão, a chamada: resenha. Convidei outros para participarem, que relutantes vieram. Dando sequência a campanha, passamos a conhecer a verdade. Não era uma questão mal resolvida entre amigos, ou entre gamers e rpgistas. O mal que afligia o jogador era o fato de ter vergonha de estar presente em uma mesa com outros “desconhecidos” – ele conhecia metade da mesa –, vivendo o imaginário que é o RPG.</p>
<p>A vergonha foi vencida lentamente. Primeiro deixei que os outros jogadores tomassem conta do jogo, deixando que interpretassem livremente em uma boa narrativa com muita informação, às vezes criadas por eles. O novato foi se habituando ao estilo de jogo e “dando cabo do Tiamat”, aquele bicho de sete cabeças que ele havia feito sobre o RPG.</p>
<p><b>Saindo da mesa&#8230;</b></p>
<p>Trocando uma ideia com um velho conhecido do <b><i>sonaopodetirarum</i></b>, o companheiro Natan, ficou claro que às vezes esse orgulho em jogar RPG pode causar receio em novos jogadores. Estamos falando de orgulho? Sim! Pois era o sentimento que os jogadores mais antigos passavam para o novato, falando sobre regras e seus personagens. <em>“Por que eu vou me meter em algo que não conheço e tem pessoas que sabem tanto? Vou passar vergonha no meio desses caras.”</em></p>
<p>Através das redes sociais encontramos muitos e muitos conhecedores, desbravadores de livros, que impõem seu estilo de jogo como “certo e sagrado” – tudo balela. Muitos nem jogam efetivamente e levam a vida em julgar. Porém formam opinião e são seguidos – muitas vezes sem saber – por pessoas que gostariam de experimentar o roleplay, mas que acabam desistindo e permanecem isolados diante do PC vivendo algo que não é.</p>
<p>Encontrar novos jogadores não é uma tarefa fácil. É mais fácil reclamar que os antigos jogadores se afastaram e não querem mais jogar. Na minha mesa é até compreensível, sempre digo que o meu grupo “cresceu”. Alguns casaram, tiveram filhos e trabalham, claro que não é motivo para se afastar do hobby, mas são ótimas desculpas.</p>
<p>Bons dados!</p>
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		<title>Brigas e debates no RPG</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2013 11:01:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagocroft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas do Só Não Pode tirar um!]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Os jogadores começam a discutir, seja por um item, pelo tesouro, ou pelas personalidades ou algum interesse que venha a divergir. Mas o debate não acontece simplesmente fora do jogo,...</p><p>The post <a href="/2013/01/21/brigas-e-debates-no-rpg/">Brigas e debates no RPG</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/?attachment_id=10768" rel="attachment wp-att-10768"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10768" alt="dnd_fight" src="/wp-content/uploads/2013/01/dnd_fight-300x205.jpg" width="300" height="205" /></a><em>Os jogadores começam a discutir, seja por um item, pelo tesouro, ou pelas personalidades ou algum interesse que venha a divergir. Mas o debate não acontece simplesmente fora do jogo, ele ocorre “pelas bocas” dos personagens. O que fazer quando os jogadores anunciam: investi contra ele?</em><br />
<a href="/?attachment_id=10770" rel="attachment wp-att-10770"><img class="alignleft size-medium wp-image-10770" alt="sp_1209_12" src="/wp-content/uploads/2013/01/sp_1209_12-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a>Alguns problemas como esses são facilmente resolvidos, outros mais complicados. Como isso?<strong> O narrador pode resolver que nada ocorreu dentro do jogo, solicitar a que os dois se desculpem amigavelmente, pode terminar com o atrito.</strong> No entanto, às vezes é importante para o desenrolar dos personagens que as brigas aconteçam.<br />
Peguemos exemplos práticos: <strong>Equipes de super heróis não se unem sem ter uma pancadaria grátis.</strong> Opiniões ou mesmo disputas pessoais levam os personagens a se confrontarem. São coisas importantes para o desenrolar da trama.<br />
Mas quando são briguinhas apenas para mostrar quem é o mais forte, que causa mais dano e que vai atrasar a trama e o desenrolar da sessão de jogo. É aconselhável que seja impedido logo.<br />
De que forma? <strong>Pode haver um personagem que seja a autoridade, talvez outro jogador tente impedir, aconselhar ou de alguma forma, abater os briguentos.</strong><br />
<a href="/?attachment_id=10769" rel="attachment wp-att-10769"><img class="alignright size-medium wp-image-10769" alt="gokusuperman" src="/wp-content/uploads/2013/01/gokusuperman-282x300.jpg" width="282" height="300" /></a>Ou talvez o contrário, já causaram tanta confusão que não dá mais para impedir? Deixar que se matem, deixá-los para trás ou mesmo entrar na disputa <em>(tomando ou não partido de um deles</em>) e então <strong>executando-os</strong> <em>(em último recurso, obviamente)</em>.<br />
Às vezes a intervenção poderá ser mais difícil de acontecer. Todos os personagens estão disputando entre si, ninguém toma partido ou de alguma forma não há ninguém para fazer parar. O narrador pode fazer uso de um <strong>NPC</strong> (<em>ninguém pode comigo</em>) e impedir automaticamente. Ou uma <strong>intervenção divina</strong> (<em>acabou porque eu quis, um deus fez isso ou aquilo</em>).<br />
Temos que ter sempre em mente que <strong>RPG</strong> é uma diversão e todos devem se divertir. Se um ou outro não estiver agradando (<em>ou estiver fazendo algo para desagradar outros</em>) deve ser solucionado para que o jogo siga saudável e não se torne um martírio e algo chato.<br />
Tendo isso em mente, vamos tentar resolver de forma ágil, sem deixar ninguém ofendido e lembrando&#8230; Só não pode tirar um!</p>
<hr />
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		<title>Dentro da Dungeon #31 &#8211; Iniciados no RPG</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2013 20:23:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dentro da Dungeon]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Vida longa aos que nos consagram! No post anterior, informei aos companheiros de grupo, nossos leitores, o desparecimento do meu caderno de anotações da nossa campanha corrente, nossa mesa semanal...</p><p>The post <a href="/2013/01/18/dentro-da-dungeon-31-iniciados-no-rpg/">Dentro da Dungeon #31 &#8211; Iniciados no RPG</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/2011/12/24/grandes-desafios-nos-primeiros-niveis/goblin/" rel="attachment wp-att-664"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-664" alt="Goblin" src="/wp-content/uploads/2011/12/Goblin-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a>Vida longa aos que nos consagram!</p>
<p><a href="/2013/01/16/encontroes-de-ravarindar/">No post anterior</a>, informei aos companheiros de grupo, nossos leitores, o desparecimento do meu caderno de anotações da nossa campanha corrente, nossa mesa semanal da 4ª edição de <em>Dungeons and Dragons</em>.> Também conhecido como “caderno do Batman”, é nele que escrevo algumas coisas sobre o cenário que venho desenvolvendo e que tenho postado pouco a pouco aqui no <em>só não pode tirar um!</em> Encontrei o caderno. Dando uma vasculhada para inspirar esse <strong><a href="/category/so-nao-pode-tirar-um/dentro-da-dungeon/">Dentro da Dungeon</a></strong>, achei um ponto interessante que ocorreu no início da nossa campanha, e agora compartilho com vocês. Fiquem ligados!</p>
<p>A nossa campanha teve início com três aventuras chamadas <em>Os Pergaminhos da Vida, Parte 1, 2 e 3,</em> e já dura mais de um ano. Uma nova mesa, formada com calma e por pessoas interessadas em jogar RPG. Algumas não sabiam <em>“o que era essa tal de RPG”</em> e isso me deixou animado, pois tive a oportunidade de mestrar para jogadores experientes e outros nem tanto, ou quase nada.</p>
<p>A primeira dificuldade não demorou muito para surgir. Logo de cara, os jogadores experientes foram tomando conta do jogo, normal, mas o jogo era para todos e não apenas para eles. E apesar de estarem empolgados em mostrar o jogo para os novatos, puxei o freio deles para dar espaço aos outros. Além de novatos, eles também são mais jovens, e isso foi outro empecilho para o bom andamento do jogo.</p>
<p>A vontade de jogar, de um deles, logo passou. Não dava para ficar ali calado e sentado com pessoas que mal conhecia. Tive que agir com urgência. Olhando para as fichas de personagens, a mescla de classes era boa e apesar de todos serem humanos, suas habilidades eram diferentes. Todos estavam no mesmo barco e deveriam se ajudar.</p>
<p>O feiticeiro, o mais experiente e mais nervoso entre todos, entendeu a mensagem e começou a interagir com os novatos. Seu personagem, aliás, todos os personagens já se conheciam, comecei assim para facilitar pra todos. Alguns fatos que alguém quisesse esconder seriam respeitados, mas não foi o caso. A interação foi uma boa ideia e serviu como um gatilho para acionar as mentes dos jogadores, e assim, finalmente a brincadeira começou. Mas não foi de todo suficiente, afinal de contas, eram novatos. E agora, o que fazer?</p>
<p><strong>COMEÇANDO O JOGO</strong></p>
<p>Na época eu estava jogando <em>Assassin´s Creed</em>, novamente, e aquela série de missões subterrâneas, explorando túneis, esgotos e cisternas, me fez criar algo parecido com as aventuras de <em>Ezio</em>. Como já falei, as habilidades eram diferentes. Temos um guerreiro, um feiticeiro, um mago, um ladino e um senhor da guerra. Estava bem diversificada, e seguindo os exemplos encontrados no <strong>Livro do Jogador</strong>, insisti para que criassem algo que se completasse na mesa. E assim o fizeram.</p>
<p>No subterrâneo, após fugirem, mais uma vez, das autoridades locais, as habilidades mais usadas foram as do ladino. Guiando o grupo, encontrando perigos e caindo neles, um dos novatos não teve como fugir da raia, e “a força” interagiu, interpretou, jogou RPG. Seguindo esse padrão fui improvisando, saindo totalmente daquilo que eu havia criado, deu certo. Dei um momento de brilho para cada personagem novato, deixando os antigos um pouco de lado. Eles não se importaram muito e até se divertiram com o <em>roleplay</em> desenvolvido pelos novatos. A empolgação tomou conta da mesa e a coisa meio que desandou com o “mentiroso” Senhor da Guerra e seus seguidos acertos nos testes de Blefe.</p>
<p><strong>PLANO B</strong></p>
<p>Na 4ª edição de <em>Dungeons and Dragons</em> foi fácil dar o brilho a cada personagem. Usei os famigerados <strong>Desafios de Perícias</strong> para ilustrar o que cada um deveria fazer naquele momento, não só necessariamente rolando dados, como também ajudando na descrição das ações gerando bônus para os desafiados. O que também pode ser feito é envolver esse personagem jogador na história do jogo, lhe conferindo uma responsabilidade moderada. Em seu <em>background</em>, ou não, você pode determinar que apenas aquela classe ou aquele personagem sabe de uma informação vital para o andamento da história e consequentemente para o jogo. Digo moderada, para que a história não emperre caso o jogador se omita dos fatos por timidez ou por ausência. Deixe um espaço para que os outros jogadores possam descobrir a informação, através de PdM, mensagem, visão, sonho&#8230;</p>
<p>O desafio de mestrar um jogo para novatos e recompensador. E tê-los juntos em uma mesa com jogadores mais experientes pode render bons contos e pérolas. Em mesas novas, sempre tento “cantar” um amigo sem experiência no jogo e mesclar a mesa. Jogadores experientes podem se mostrar indiferentes aos novatos, e é importante que você, como mestre, possa mostrar o lado bom de ter mais uma alma para o hobby.</p>
<p>Ficamos por aqui, caros mestres. Espero que tenham tido alguma experiência semelhante, fico no aguardo de alguma passagem que tenham vivido.</p>
<p>Bons dados!</p>
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		<title>Quando a aventura de RPG termina?</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/12/31/quando-a-aventura-de-rpg-termina/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Dec 2012 10:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagocroft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas do Só Não Pode tirar um!]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[D20]]></category>
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		<category><![CDATA[Mago: A Ascensão]]></category>
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		<category><![CDATA[Vampiro: A máscara]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Acabou, não tem mais jeito&#8230; boa sorte. Brincadeira, é apenas minha última  postagem do ano; vamos lá! Quem ganha este jogo? Quem perde? Quando acaba? Isso não tem fim? Talvez...</p><p>The post <a href="/2012/12/31/quando-a-aventura-de-rpg-termina/">Quando a aventura de RPG termina?</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" alt="" src="http://bolandorpg.files.wordpress.com/2008/09/arena-rpg.jpg" width="400" height="250" /></p>
<p><em>Acabou, não tem mais jeito&#8230; boa sorte.</em> Brincadeira, é apenas minha última  postagem do ano; vamos lá!</p>
<p><strong>Quem ganha este jogo? Quem perde? Quando acaba? Isso não tem fim?</strong></p>
<p>Talvez todo bom (ou nem tão bom) jogador já ouviu alguma dessas perguntas.</p>
<p>A verdade é que ele, de certa forma não precisa ter fim. Existem, como <strong>séries</strong> e <strong>quadrinhos</strong>, <strong>arcos de histórias</strong>. A <strong>Crônica</strong> ou <strong>Aventura</strong> tem uma série de histórias, tramas e subtramas entrelaçadas que, juntas, formam um arco. E após os personagens ganharem uma série de níveis, poderes e <em>status</em>, talvez não queiram, ou não exista mais nada que possa ser feito (ao menos até aquele momento). E então, o que fazer?</p>
<p><strong><a href="/?attachment_id=10349" rel="attachment wp-att-10349"><img class="alignleft size-medium wp-image-10349" alt="ffending" src="/wp-content/uploads/2012/12/ffending-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a>A)</strong> Alguns grupos trabalham com &#8220;férias&#8221; que se resume em: pausamos este jogo que teve o fim X e jogamos outra coisa. Outro narrador/ mestre assume uma nova mesa de jogo ou algo do tipo. E mais para frente, caso surja uma nova história, voltam-se com os personagens. Ao menos não fica enrolando com histórias sem sentido ou apenas colocando o &#8220;monstro da semana&#8221; para que os personagens enfrentem e ganhem XP.</p>
<p><strong>B)</strong> Existem os metres maléficos que, para acabar com a poha toda, coloca um <strong>NPC (ninguém pode comigo)</strong> muito mais poderoso que os personagens dos jogadores que os mata e fim de papo.</p>
<p><strong>C)</strong> Pode-se ainda aposentar os personagens. Não jogar mais com eles realmente, mas o narrador pode utilizá-lo como <strong>NPCs</strong> fixos. Talvez algum deles tenha recebido algum título hierárquico numa determinada cidade. Agora detém poderes legais, terras para cuidar e pessoas a gerir. As possibilidades são grandes. E ainda, novos personagens poderão encontrar e ainda interagir com os antigos. Talvez eles tenham se tornado divindades? Por que não?</p>
<p><strong><a href="/?attachment_id=10350" rel="attachment wp-att-10350"><img class="alignright size-medium wp-image-10350" alt="blairwitch41" src="/wp-content/uploads/2012/12/blairwitch41-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a>D)</strong> Os jogadores (e narradores) <del>mais fominhas</del> irão jogar até o fim com os seus personagens de 10 anos jogados. Com centenas de <em>itens mágicos, parceiros e aliados aos montes, dezenas de reinos, princesas, dragões</em> e outras missões realizadas com sucesso. E rumo aos <strong>níveis épicos</strong>. <strong>Geração</strong> mais baixa, quero virar <strong>Príncipe</strong>! <strong>Arconte</strong>! <strong>Posto 10</strong>! <strong>Arquimago</strong>! A obsessão levará os personagens até onde os jogadores e narradores estiverem dispostos a chegar.</p>
<p>De resto, meus amigos, agradeço a todos que acompanharam o blog durante 2012 e receberemos 2013 de braços abertos. Aguardem novidades fresquinhas que estão por vir. Lançamentos de cenários diversos, novos assuntos a serem discutidos. Escrevam para nós, curtam a fanpage e nos acompanhem pelo Twitter (eu sei tem isso escrito aí embaixo no rodapé, mas eu quis falar, da licença?</p>
<p>Meu grande <strong>Feliz Ano Novo a todos! E Só Não Pode Tirar Um!</strong></p>
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		<title>Dentro da Dungeon #30 – Morte precoce</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/12/28/dentro-da-dungeon-30-morte-precoce/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2012 12:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dentro da Dungeon]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“Vamos, é apenas lama.” – Últimas palavras de Kr´rim, o Ligeiro. Talvez devêssemos mudar seu nome, de Ligeiro para Muitas Vidas&#8230; “É nessa pegada mortal que encerramos o ano de...</p><p>The post <a href="/2012/12/28/dentro-da-dungeon-30-morte-precoce/">Dentro da Dungeon #30 – Morte precoce</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Vamos, é apenas lama.”</em> – Últimas palavras de Kr´rim, o Ligeiro.</p>
<p>Talvez devêssemos mudar seu nome, de Ligeiro para Muitas Vidas&#8230;</p>
<p><a href="/2011/12/24/grandes-desafios-nos-primeiros-niveis/goblin/" rel="attachment wp-att-664"><img src="/wp-content/uploads/2011/12/Goblin-150x150.jpg" alt="Goblin" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-664" /></a><em>“É nessa pegada mortal que encerramos o ano de 2012, mestres. Vocês prepararam toda aventura com carinho, desenharam um belo mapa, infestaram as dungeons com monstros, tesouros e outros perigos, mas os jogadores insistem em morrer antes de entrarem lá. E aí, o que fazer?”</em></p>
<p>Após me deparar com algumas aventuras prontas, de extremo perigo, ou melhor, mortais, comecei a aplicar essa prática dentro das minhas aventuras. Não falo apenas nos encontros prontos, mas encontros aleatórios, perigos que possam ser evitados (com ganhos de XP) e muitos mais.</p>
<p>Os desavisados nunca se dão bem, isso é bem verdade, e em um ambiente tão hostil quanto a nossa querida dungeon, dificilmente os mais ansiosos também sobreviverão. Eles se adiantam na frente do grupo, tocam em tudo, sempre estão em busca de algo e acabam perdendo a noção do perigo. Afinal de contas, o faraó foi enterrado junto com seus valiosos pertences e instalou armadilhas com o intuito de não ser perturbado.</p>
<p><strong>COMEÇANDO O JOGO</strong></p>
<p>Em nossa última quinta-feira, deste ano de 2012, reunidos em volta da mesa, estávamos iniciando uma campanha de D&#038;D. Resolvi acelerar e utilizei o material fornecido pela <strong>WotC</strong>, jogamos uma aventura da <em>Chaos Scar</em> – e lá pretendo seguir com toda campanha – chamada <em>Stick in the Mud</em>. Uma aventura de nível 1, e que também apresentava o cenário e todos os problemas aos jogadores (<strong>Dungeon #171</strong> &#8211; 2009).</p>
<p>Seguindo o exemplo das outras aventuras prontas que jogamos, tentei seguir a risca todos os passos indicados no texto. Dei uma boa lida e começamos a jogar. Porém de cara tivemos uma dificuldade que não estava nos planos. Pois acreditem que inevitavelmente um dos personagens morreu no primeiro encontro. E agora?</p>
<p><strong>PLANO B</strong></p>
<p>Não é nada do outro mundo, e muito menos não é culpa de ninguém, foi o que chamo de a <em>sorte dos dados</em>&#8230; Já éramos poucos, e perdendo um personagem dessa maneira, ficaria difícil concluir a aventura. O impetuoso paladino – só poderia ser ele, ou o ladino – entrou na peleja que o ladino conseguiu sem dificuldades. Porém as suas rolagens não foram da melhores, ou melhor, as minhas rolagens deram maior gravidade ao combate. 20, 20, 20! A mesa parou, o paladino caiu inerte, os bullywugs coaxaram alto, outros vieram, e aos trancos e barrancos encerramos o combate. Uma baixa nos jogadores, e muitos feridos.</p>
<p>É complicado quando o combate sai do controle dessa forma, não há o que fazer, pois os dados decidiram tudo. Nada de escudo, uma única rodada, tudo estava perdido. Talvez eu pudesse ter dado outros efeitos aos decisivos dos monstros, mas o calor do combate não permitiu que eu sequer imaginasse outro desfecho para aquela rodada, ou a simples vontade de acalmar o ímpeto dos jogadores, matando-os – brincadeira.</p>
<p>Foi uma ótima oportunidade para interpretação. Todos tentando salvá-lo – engraçado que tivemos espaço para manifestação das forças divinas – <em>“O Sol, o símbolo sagrado, que este fiel carrega, o iluminou e trouxe vida à casca que todos conhecem como corpo”</em> foi lindo. Mas não foi só isso. A morte tem o seu preço, e mais caro que ela é o preço da vida. Não foi fácil manter o paladino de pé, ele ainda permanecia extasiado com tudo que acontecera e da visão que tivera (o gancho para a próxima aventura e motivo pelo qual ele deveria permanecer vivo).</p>
<p>Situações como essas, inesperadas, nos dão uma oportunidade ímpar de atribuir novos elementos a aquela aventura, ou campanha. Se você, mestre, percebeu que não está correndo muito bem, ou a aventura não <em>pegou</em>. E por mais que venham no início, como no meu caso, é preciso ter saídas prontas para o que está por vir.</p>
<p><strong>DESFECHO</strong></p>
<p>Algo que sempre utilizo é a história do personagem do jogador, quando cabe. O que der para encaixar deve ser usado, como neste caso que usamos a divindade como saída. Estou sempre ciente sobre seus anseios e aflições, o que querem para o personagem. Até o apego na criação é importante, pois, após uma aventura pode ser que o jogador queira descartar o personagem e criar outro. É nessa hora que o árbitro entra em campo e dá a melhor sentença para a situação.</p>
<p>No meu caso, o paladino em questão tinha sido criado com carinho, e eu como mestre não poderia deixá-lo tombar precocemente. O trecho que criei para reviver foi pensado no jogador, pesquei algo em suas frases e usei suas próprias palavras. A satisfação dele em ver seu querido paladino de pé mais uma vez foi impagável.</p>
<p>Em conversas fora da mesa, é comum falarmos sobre os personagens. Eu mesmo pergunto o que estão achando da aventura e o que eles esperam para os seus personagens nas sessões seguintes. Isso serve para manter o clima e deixar todos na expectativa para a continuação ou próxima aventura.</p>
<p>Então é isso, mestres! Missão sagrada cumprida em 2012, esse é o 30º <a href="/category/so-nao-pode-tirar-um/dentro-da-dungeon/">Dentro da Dungeon</a> – eu não esperava tanto –, a resposta foi muito boa, mais do que o esperado. Espero que em 2013 possamos jogar muito mais RPG e compartilhar nossas experiências.</p>
<p>Bons dados e Feliz 2013!</p>
<hr />
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		<title>Dentro da Dungeon #29 – RPG: Vamos brincar!</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2012 13:56:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dentro da Dungeon]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[O Hobbit]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Apesar de ser necessária, a discussão chata nunca foi a MINHA proposta para o jogo. Quando saí da que eu chamo de “A Era das Trevas do Meu RPG” –...</p><p>The post <a href="/2012/12/21/dentro-da-dungeon-29-rpg-vamos-brincar/">Dentro da Dungeon #29 – RPG: Vamos brincar!</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/2011/12/24/grandes-desafios-nos-primeiros-niveis/goblin/" rel="attachment wp-att-664"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-664" alt="Goblin" src="/wp-content/uploads/2011/12/Goblin-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a>Apesar de ser necessária, a discussão chata nunca foi a MINHA proposta para o jogo. Quando saí da que eu chamo de “A Era das Trevas do Meu RPG” – um longo período que passei sem jogar nada – tentei resgatar tudo aquilo que havia aprendido quando comecei a jogar: emoção e diversão!</p>
<p>Quando você passa a levar o jogo como uma obrigação, compromisso, e infinitos conceitos para isso e para aquilo, e todas essas coisas chatas, o grupo tende a definhar, até que um dia seus jogadores não apareçam mais. É verdade, o que a turma quer realmente fazer é matar alguns orcs, imaginar viagens interplanetárias, ficar mais forte e realizar os desejos do seu personagem – que também são seus. Mas para quê tudo isso?</p>
<p>Um hobbie serve para aliviar a tensão adquirida durante o dia e a vida. Algo feito para nossa diversão e que fazemos para nos divertir. Ninguém tem um hobbie para se preocupar ou ficar nervoso. E mesmo que no RPG possamos vivenciar tais sensações, sabemos que no final tudo não passa de uma brincadeira.</p>
<p>Sim, uma boa e saudável brincadeira.</p>
<p>Fazia tempo que eu não enxergava dessa forma, “brincar, matar o vermelho, brincar, salvar a princesa, brincar, receber recompensas&#8230;” Interpretar papéis, vivenciar outras vidas, novos temores e expectativas, assim também pode ser visto e encarado. Transforme seu jogo em algo interessante, e quando digo “interessante” não tornar uma simples discussão em algo de outro mundo, debatendo o que se “pode ou não”, ou que “está certo ou errado”, afirmando que é inteligente. Isso é muito chato!</p>
<p>O grupo se reúne e está para passar boas horas se divertindo, dando umas risadas e revendo amigos. Vivenciar o que a Sociedade do Anel passou na obra de Tolkien, ter a sensação, mesmo que passageira, de estar na pele de Bilbo Bolseiro em O Hobbit, ou até mesmo empunhar o poderoso martelo de Thor e se aventurar ao lado dos outros Vingadores.</p>
<p>Deixe os conceitos narrativos, baboseiras e coisas menos importantes de fora. Faça algo diferente, dê uma sobrevida a sua mesa para que ela não acabe da pior maneira possível. Para um DM não há emoção maior do que ver os jogadores comentando as aventuras vividas durante a campanha. Vê-los discutindo quem é o mais forte, qual é o melhor combo e até onde eles podem chegar.</p>
<p>Pegando o exemplo do o Um Anel de Francesco Nepitello – RPG baseado na obra de Tolkien –, foi este livro que salvou uma das minhas mesas mais queridas. Foi necessário que mudássemos de ares e que invadíssemos outro cenário. Não que Forgotten Realms seja chato, mas a campanha estava enfadonha, pois, afinal de contas já eram dois anos de campanha e incontáveis aventuras – parei de contar após a 15ª sessão.</p>
<p>É claro que para uma sessão de RPG, marcar um dia e uma hora se faz necessário. Mas quando o jogo está fluindo, empolgando e divertindo a todos, tudo fica mais fácil. Eles desmarcam compromissos, encerram namoros – esse não é o objetivo – e estão sempre dispostos a comparecer as sessões. Quando o jogo não está assim, tudo vira desculpa para faltar.</p>
<p>Recentemente começamos a nossa aventura no <em>RPG Fantástico no Mundo de O Hobbit e O Senhor dos Anéis</em> e estamos indo bem, acho. Apesar de capengar aqui e ali com novas regras e um universo famoso – uns conhecem muito mais do que os outros aqui na mesa -, estamos indo bem sim.</p>
<p>O Um Anel nos deu oportunidade de reviver os passos de Frodo, Gandalf e os anões – sim, dei uma misturada – e está sendo divertido ver como os jogadores transpõem os desafios mesmo sabendo de toda história. E no final das contas é isso que vale. Quem nunca zerou um jogo mais de uma vez? Mesmo sabendo o que ocorreria continuou se divertindo, ou prolongando a diversão, e até hoje guarda aquele jogo com carinho por ter passado tudo aquilo que ele prometia: diversão.</p>
<p>Acho que é isso, companheiros. Esse #DentroDaDungeon foi mais um relato do que necessariamente dicas para mestres ou jogadores. Espero ter ajuda e não confundido as vossas mentes. O que eu escrevo aqui são experiências de um DM e isso não quer dizer que é o certo.</p>
<p>Esse é o meu estilo. Bons dados!</p>
<hr />
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		<title>Mestre Novato #02 – Enigmas e Charadas: Parte 01</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2012 12:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bonomi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Mestre]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Algumas semanas atrás trouxe para vocês alguns pensamentos e dicas para quem quer começar a mestrar, mesmo sem nunca ter jogado RPG, ou tendo jogado poucas vezes. A coluna anterior...</p><p>The post <a href="/2012/11/14/mestre-novato-02-enigmas-e-charadas-parte-01/">Mestre Novato #02 – Enigmas e Charadas: Parte 01</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://i195.photobucket.com/albums/z286/felipebonomi/enigmas-logicos-peq.gif" alt="" width="220" height="233" />Algumas semanas atrás trouxe para vocês alguns pensamentos e dicas para quem quer começar a mestrar, mesmo sem nunca ter jogado RPG, ou tendo jogado poucas vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">A coluna anterior foi bem simples, mas dessa vez vou trago mais pratico. <strong>Enigmas e Charadas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como falei na coluna anterior, <strong>RPG não é só combate</strong>, <strong>mas isso depende muito de cada grup</strong>o, por isso a grande tarefa do mestre não é só construir um mundo, ou um mundo que apenas lhe agrade, mas construir um mundo que agrade a si mesmo e aos jogadores que estão jogando dentro dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha recomendação é a seguinte e acredito que é útil até para quem já é mestre a mais tempo, e é a seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Está começando um grupo novo?</strong> Faça testes, veja o que em que os jogadores se saem melhor. Coloque enigmas, puzzles, charadas, combates, cenas dramáticas, personagens que ajudem ou atrapalhem, enfim <strong>TESTE.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Teste de tudo</strong>, coloque um pouco de tudo, para assim fazer uma analise parcial do que os jogadores de cada grupo que vocês estiver mestrando gostam mais. Depois desses testes vai ficar mais fácil bolar aventuras que mantenham seus jogadores interessados no jogo. Mas lembrem-se que é importante variar.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente estou mestrando para um grupo que adora enigmas. Não que eles sejam realmente bons nisso, mas eles gostam, eu gosto de colocar e pensar em formas de ajuda-los in game, por isso mesmo as vezes atrasando a aventura, coloco para ajudar o grupo a se manter interessado.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui estão alguns <strong>enigmas</strong> que já usei no meu jogo:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu tenho rios, mas não tenho agua;</em><br />
<em> Tenho florestas, mas não tenho arvores;</em><br />
<em> Tenho montanhas, mas não tenho pedras;</em><br />
<em> Tenho cidades, mas não tenho casas;</em><br />
<em> O que sou eu?”</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Nesse em especifico deixei os jogadores em frente a um grande mapa desenhado em uma parede de pedra, e coloquei o enigma. Isso os confundiu quem tem facilidade com enigmas, que acharam a resposta, ‘<em>MAPA</em>’, seria muito fácil, mas ao mesmo tempo ajudou aqueles que tem dificuldades com enigmas, o que gerou uma discussão bem legal dentro do grupo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“O que é mais poderoso que a morte? O que é mais poderoso do que a morte é aquilo que os mortos comem e que se os vivos comerem, eles morrem. O que é mais poderoso que a morte?”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Resposta: <em>Nada</em><br />
Você pode trocar morte aqui pelo nome do deus da morte ou qualquer outra coisa que se adapte à situação.<br />
Só para constar mortos não comem carne humana, quem faz isso são mortos vivos. Mortos, estão mortos, não comem nada e se os vivos não comerem nada, eles morrem. O que é mais poderoso do que a morte? Nada. Uma bela oferenda ao deus da morte, não?</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Uma coreografia animada ele dança claramente, banindo toda noite, exceto a mais escura. Dê alimento a ele e ele viverá; dê água a ele e ele morrerá.”<br />
Resposta: Fogo</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">“O homem que o inventou não o quer. O homem que o comprou não precisa dele. O homem que precisa dele não sabe que precisa dele.”<br />
Resposta: Caixão</p>
<p style="text-align: justify;">“Minha vida dura meras horas, ou menos, eu passo todo o meu tempo sendo consumida. Sou mais rápida quando magra, mais lenta quando gorda, e o vento é a perdição do dom que eu trago.”<br />
Resposta: Vela</p>
<p style="text-align: justify;">“Quanto mais há de mim, menos você vê. Pode forçar a vista o quanto quiser quando eu te envolver.”<br />
Resposta: Escuridão</p>
<p style="text-align: justify;">“Elas vêm testemunhar a noite sem serem chamadas, guias de marinheiros e lágrimas de poetas. Elas somem a cada dia sem a mão de um ladrão.”<br />
Resposta: Estrelas</p>
<p style="text-align: justify;">“Elas seguem ou lideram, mas apenas quando você passa. Por mais negras que sejam tuas roupas, elas são ainda mais escuras. Elas sempre fogem da luz, mas sem o sol não existiriam.”<br />
Resposta: Sombras</p>
<p style="text-align: justify;">“Vivo como você, mas sem ar, tão frio na vida quanto na morte; nunca com sede, mas sempre bebo, vestido de cota de malha, mas sem nenhum rangido.”<br />
Resposta: Peixe</p>
<p style="text-align: justify;">“De todas as tuas posses, eu sou a mais difícil de guardar. Se você me tem, você quer me compartilhar. Se você me compartilhar, não mais me terá.”<br />
Resposta: Segredo</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DICA 01:</strong> Assim como no senhor dos anéis existe um enigma para abrir as portas d’As Minas Tirith, você pode colocar enigmas similares no meio de dungeons, principalmente se houver magos envolvidos, não precisa colocar enigmas somente em velhinhos que cuidam de pontes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DICA 02:</strong> Algo interessante de se fazer, mas ai já se enquadra em puzzle, é fazer com que cada resposta errada tenha um efeito negativo, ative uma armadilha, ou algo parecido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DICA 03:</strong> A internet é uma boa fonte de charadas, mas seriados, principalmente de ficção cientifica também são. Recomendo assistirem a <strong>STARGATE</strong>, muitos episódios apresentam situações interessantes, não necessariamente com charadas, mas que podem servir como fonte de inspiração para situações que exigem o raciocínio dos players.</p>
<hr />
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		<title>A dificuldade idiomática no RPG</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/11/02/a-dificuldade-idiomatica-no-rpg/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 21:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagocroft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Regras caseiras]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofias de RPG]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Salve salve grandes rpgístas. Como fazem com os idiomas em seus jogos ? Eu os acho muito importantes. Principalmente pelo fato cultural incorporar elementos significativos em cada sessão. Seja num...</p><p>The post <a href="/2012/11/02/a-dificuldade-idiomatica-no-rpg/">A dificuldade idiomática no RPG</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/11/Cursos-online-de-idiomas-gratuito1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8396" src="/wp-content/uploads/2012/11/Cursos-online-de-idiomas-gratuito1-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a>Salve salve grandes rpgístas.</strong><br />
<em>Como fazem com os idiomas em seus jogos ?</em> Eu os acho muito importantes. Principalmente pelo fato cultural incorporar elementos significativos em cada sessão. Seja num mundo medieval fantástico com raças como elfos, anões e outros, como num mundo similar ao nosso (com suas devidas influências alternadas) e ainda num mundo futurístico com seres inteligentes de outros planetas.<br />
Como lidar?</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/11/elfico35it.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8393" src="/wp-content/uploads/2012/11/elfico35it-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>No Mundo Medieval fantástico</strong></p>
<p>No geral <strong>o povo é ignorante e analfabeto.</strong> A escrita é <strong>restrita ao clero</strong> e a grandes estudiosos. O que significa que até boa parte da nobreza não sabe ler nem escrever, possuindo funcionários pagos para que lhes prestem esses serviços. A informação é retida por poucos e a dificuldade de comunicação é grande. Num mundo onde elfos e anões vivem isso se torna ainda maior. Agora não apenas idiomas diferentes, mas um povo culturalmente e com fisionomia e credos completamente distintos. E quando se começa a aprender um pouco sobre essa lingua tão singular, a raça pode utilizar <strong>jargões antigos</strong>, uma forma mais rebuscada usando gírias o que permite que membros da raça se entendam e o &#8220;estrangeiro&#8221;, não.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/11/escrita-japonesa-arabe.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8394" src="/wp-content/uploads/2012/11/escrita-japonesa-arabe-300x119.jpg" alt="" width="300" height="119" /></a>E em nosso mundo?</strong></p>
<p>Não é diferente. Ok o povo<strong> sabe ler e escrever</strong> (<em>alguns bem e outros não tão bem assim&#8230;</em>), existem <strong>cursinhos de inglês</strong> espalhados por todo o canto e a informação é mais fácil e acessível. E<em>mbora seja manipulada por uma minoria e o grande povo apenas tenha acesso ao que lhe é permitido.</em> E quando se cria personagens de diferentes raças é interessante que se escolha uma <strong>lingua &#8220;universal&#8221;</strong> seja ela qual for para que o grupo possa comunicar-se entre si. Caso contrário (e não digo que seja ruim) grandes interpretações estarão por vir. Pois é bem interessante fazer mímicas e outras formas para que o sujeito possa entendê-lo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2012/11/EndGame.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8395" src="/wp-content/uploads/2012/11/EndGame-300x193.jpg" alt="" width="300" height="193" /></a>E no futuro e além?</strong></p>
<p>No tempo de <strong>viagem intergaláticas</strong> o idioma já não é um grande problema. Ao menos não os idiomas já catalogados e &#8220;terrenos&#8221;. A facilidade para aprender linguas é surpreendente. E mesmo quem não quiser gastar pontos em sua ficha com idiomas, há <strong>aparelhos de tradução simultânea</strong> e outros meios. Mas e quanto aos<strong> idiomas extraterrestres</strong>? O que dizer de uma escrita de outra galáxia, aonde o povo inteligente que as criou já não existe (ou não fora encontrado) há bilhões de anos? Tudo não passa de pequenos símbolos decodificados por criptólogos experientes, mas que <em>parecem crianças aprendendo a juntar as primeiras sílabas.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como podemos ver o idioma pode acarretar &#8220;problemas&#8221;, ou seja, desafio para os jogadores. Portanto, proponho utilizar deles. Dialetos são legais. Assim como sotaques e palavras diferentes que não existiria normalmente. Pare de usar o <strong>idioma Comum</strong>. Isso não funciona nem em nosso mundo (<em>que no caso seria o Esperanto</em>) o que dizer de um cenário medieal? Jogadores gastem pontos adquirindo ler e escrever idiomas que seu personagem normalmente não saberia. Ou esteja preparado para interpretar um personagem ignorante a isso.<br />
No final o que vale é a diversão e experiência que fica para o grupo. Bons jogos!</p>
<hr />
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<hr />
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		<title>Dentro da Dungeon #28 – Descanso:Recuperando PVs</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 12:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dentro da Dungeon]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Jogador: podemos descansar aqui mesmo! Mestre: vocês sabem que aqui não é um lugar seguro para um descanso&#8230; Jogador: não tem problemas, é um local fechado e eu não vou...</p><p>The post <a href="/2012/11/02/dentro-da-dungeon-28-descansorecuperando-pvs/">Dentro da Dungeon #28 – Descanso:Recuperando PVs</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jogador:</strong> podemos descansar aqui mesmo!<br />
<strong>Mestre:</strong> vocês sabem que aqui não é um lugar seguro para um descanso&#8230;<br />
<strong>Jogador:</strong> não tem problemas, é um local fechado e eu não vou gastar minhas curas já que posso dormir.<br />
<strong>Mestre:</strong> beleza, mas vai ficar alguém de vigia?<br />
<strong>Jogador:</strong> não precisa&#8230; O lugar é fechado e como já disse, precisamos descansar.</p>
<p><em>- Jogadores tentando um descanso dentro de uma dungeon.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2011/12/Goblin.jpg"><img src="/wp-content/uploads/2011/12/Goblin-150x150.jpg" alt="" title="Goblin" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-664" /></a><em>&#8220;Salve mestres!</p>
<p>E após duas semanas sem a nossa coluna (<a href="/2012/10/09/dentro-da-dungeon-27-mais-rpg-em-familia/">confira o último post aqui</a>), devido a dedicação em outros projetos para o blog/<a href="/2012/10/26/os-passos-de-vhaeraun-parte-1-3/">campanha no Underdark</a>, voltamos com <a href="/category/so-nao-pode-tirar-um/dentro-da-dungeon/">Dentro da Dungeon</a>! E como não da para falar de RPG sem jogar, finalmente voltamos a normalidade e estamos rolando os dados aqui pelas terras do mártires. Trazemos hoje mais um assunto corriqueiro da famigerada mesa de jogo. Descansem!&#8221;</em></p>
<p><strong>NOTA: NÃO CONSIGO ME SEPARAR DESSE MALDITO GOBLIN!</strong> </p>
<p>Sempre alvo de discussão no nosso grupo, um simples descanso já gerou muita polêmica e certa vez um descanso em um lugar inapropriado já gerou a morte de todos os personagens dos jogadores. Todos com Pontos de Vida ou PVs, como desejar, quase esgotados e por algum motivo eles não tinham como ou, simplesmente, não quiseram recuperá-los – mal de jogador.</p>
<p>Descansar em uma estalagem ou acomodações apropriadas para determinadas raças e classes é requisito básico para uma boa recuperação dos pontos vida. Um bárbaro jamais se sentirá à vontade enclausurado em um quarto de estalagem, por melhor que sejam as suas acomodações. Um ranger urbano não repousaria em uma caverna ou no meio da Floresta dos Galhos. E por mais que a movimentada vida de aventureiro não permita, ambos não estariam bem nesses ambientes.</p>
<p>O descanso é algo que pode, e deve ser explorado na mesa. Comecei a investir nos descansos a partir de dois pontos: 1) o desdém que todos do grupo tinham por um momento tão importante; 2) a restrição de cura dentro do próprio grupo, já que não em algumas ocasiões não tínhamos um clérigo, e pouca demanda de curas/poções.</p>
<p><strong>Vamos ao jogo!</strong></p>
<p><em>“Vocês estão cansados, famintos e o sol está se pondo&#8230;”</em></p>
<p>Perambulando pelos vales dos cenários á fora, o grupo resolvia se sentir seguro e simplesmente armavam acampamento, alimentavam-se e iam dormir. Nada de turno de vigia, magias de proteção, nada! Certo que isso acontecia quando resolvíamos explorar mais o mapa e menos dungeons, o mapa estava posto em cima da mesa e eles partiam em busca de aventuras.</p>
<p>Apesar de não “respeitarem” uma hora tão sagrada, eles “exigiam” a reposição de PVs, magias e tudo que tinham direito. Certo, pois afinal de contas haviam descansados e agora reclamavam os benefícios do descanso. Tudo bem.</p>
<p>Após algumas sessões, um antigo sentimento tomou conta de mim: a aleatoriedade. Sim, era uma possível solução para aquele incomodo problema. Peguei uma tabela pronta e rolava os dados para ver as chances de um ataque de lobos famintos, ladrões e algumas criaturas mais <em>venenosas</em>. De acordo com a região, claro!</p>
<p>À medida que avançavam no mapa para áreas menos habitadas o perigo crescia. Perderam itens considerados valiosos, as seguidas perturbações e o barulho da noite tiraram o sossego do grupo e minou a mais barata forma de cura disponível.  </p>
<p><strong>Invadindo tumbas, ruínas e cavernas</strong></p>
<p>Dentro de uma dungeon é que não dá! Com ameaças de perigo eminente, os heróis devem correr contra o tempo e não há tempo para pausas. Dependendo do tipo de aventura proposta talvez o grupo não lembre, até que precisem.</p>
<p>O desespero de prisioneiros, o odor impregnado nas paredes, os sons, o clima, tudo ajuda para manter o foco e evitar que os jogadores sequer cheguem a pensar nesse disparate! O seu jogo, apesar de parecer, já que você está do <em>outro lado</em>, não é contra os jogadores. Mas evitar que eles tirem uma soneca nos pés do sarcófago da múmia, você, enquanto mestre, deve fazê-lo.</p>
<p>Um companheiro tombou, sem problemas. Ele receberá os devidos cuidados através das habilidades dos seus companheiros e estará descansando, enquanto outros o carregam/arrastam em uma maca improvisada ou nos braços de alguém forte o suficiente para a missão. Ele deve continuar sendo tratado enquanto está indefeso, de hora em hora, a cada/algumas rodadas, aí quem decide é você!</p>
<p>Você pode dar mais realidade ao seu jogo. Uma regra caseira e bem <em>boba</em> que utilizo é como o personagem volta após estar à beira da morte. Não fui eu que criei, tudo bem. Mas use-a: <em>“Karvan foi cercado por gnolls, e estes famintos, quase o mataram antes que seus companheiros pudessem resgatá-lo.”</em> Após uma rodada de ataques, Karvan teve seus PVs reduzidos a -10! Morte instantânea, você diria. Mas por que matar o bom Karvan se você pode dividir o dano com a cota de couro que ele usa? O jogo não saiu e nem sairá do seu controle, se é o caso, mas abrirá precedentes para que os outros jogadores requeiram o mesmo tratamento em um futuro infeliz. Use o que tem nas mãos: destrua a estimada cota de couro, deixe em pedaços o valioso broquel, vamos checar a sua vontade de viver! Jogue o dado e <strong>só não pode tirar um!</strong> Penalize Karvan, reduza sua Constituição permanentemente. Emocione, deixe os jogadores vibrarem com todos os elementos que envolvem a morte de um personagem. Talvez Karvan não morra, mas que esteja em coma profundo e ele só acordará em 1d6 horas, ou dias, ou após o término da aventura, ou quando o Shanttir, Olhos em Chamas (beholder) derrubar todo o grupo e o guerreiro seja a única esperança de salvação ao despertar. Ou até mesmo antes da queda do beholder o guerreiro se erga, porém sem poder usar suas duas lâminas assassinas, apenas uma. Karvan também ainda não pode fazer uma proeza acrobática ou mover-se em silêncio devido aos recentes ferimentos.</p>
<p>Dosar é necessário, o descanso é imprescindível, mesmo para heróis destemidos e todos devem ter um repouso. Mesmo a Estalagem Repouso Eterno nas imediações do Bazaar em Menzoberranzan, famosa por seus aposentos sem portas, oferece uma boa noite de sono após uma caneca de <em>rammir</em> (tranquilizante, relaxante e em muitas doses sonífero, extraído de aranhas). </p>
<p>Algumas divindades se comunicam através de sonhos. <em>“Como fica então, clérigo?”</em></p>
<p>Descansar é muito bom! Espero que tenham gostado e por favor deixem suas opiniões na área de comentários abaixo.</p>
<p>Bons dados!</p>
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		<title>Dicas de background: Profissão</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2012 22:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas do Só Não Pode tirar um!]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/2012/10/28/dicas-de-background-profissao/profissoes/" rel="attachment wp-att-8191"><img class="alignnone size-full wp-image-8191" title="Profissões" src="/wp-content/uploads/2012/10/Profissões.jpg" alt="" width="600" height="300" /></a><br />
Umas das coisas que eu mais gosto na hora de jogar RPG é a criação do personagem. Não falo de preencher fichas e rolar dados, isso é legal, mas para mim a melhor parte é a hora de pensar no background, pois é nesta hora que o personagem ganha vida.</p>
<p>Ter uma família e amigos torna o personagem mais “real” e ajuda na cartase, porém em minha opinião a escolha da profissão tem um papel chave na criação de um bom background. De muitas formas é ela que define o nosso modo de vida e a situação financeira e no caso dos personagens não seria diferente. A profissão também torna o personagem mais “humano”; você pode até sair para caçar vampiros, por exemplo, mas vai ficar preocupado com o horário de chegar ao trabalho ou na desculpa que vai inventar para justificar o atraso.</p>
<p>Há pouco tempo um amigo criou um personagem que era um diplomata, até ai tudo bem, só que o personagem dele sabia atirar melhor do que negociar (tinha mais pontos em armas de fogo quem em política, sua profissão principal) parecia mais um terrorista infiltrado em alguma embaixada (risos). Portanto é preciso ter cuidado na hora de preencher a ficha para não estragar seu background e os minutos perdidos na escolha de uma profissão.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-8219" title="GadgeteernSpecialOps_med" src="/wp-content/uploads/2012/10/GadgeteernSpecialOps_med6-160x300.jpg" alt="" width="160" height="300" /></p>
<p>Outro ponto importante é tentar sair do óbvio. Geralmente quando se escolhe uma profissão para o personagem os jogadores decidem que ele é um militar ou policial integrante de alguma força de elite para justificar todas aquelas pericias ligadas a armas de fogo ou artes marciais.</p>
<p>Às vezes focar no background e não nos pontos ou perícias torna o jogo muito mais divertido. Uma vez nosso mestre (e integrante do blog: Diego Mello) fez uma tabela com as profissões (Contador, Administrador, &#8230;) e as organizações (máfia, governo, empresa privada, ..) e nosso background foi decidido na sorte. Eu acabei virando um contador da máfia e imagine a minha surpresa quando a cidade ficou infestada de zumbis e o meu personagem não sabia atirar ou utilizar uma arma branca. Foi muito mais interessante e divertido.</p>
<p>Esta situação me lembrou de dois personagens de animes de sucesso aonde os heróis começam todos atrapalhados e que vão aprendendo e melhorando suas habilidades gradativamente. Estou falando de Naruto e Yusuke Huramashi, ambos ralaram muito para aprender a usar seus poderes o que renderam histórias excelentes.<br />
Espero que este post possa ajudar a tornar suas sessões de RPG mais divertidas(.) abaixo segue a lista que de profissões e organizações que citei.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8207" title="Sem título" src="/wp-content/uploads/2012/10/Sem-título1.jpg" alt="" width="228" height="182" /></p>
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		<title>A Música na Mesa</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/10/17/a-musica-na-mesa/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Oct 2012 23:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Santz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Regras caseiras]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Olá, aventureiros do bairro proibido! Ao ver Darth Vader é impossível esquecer a trilha que o precede. Aquela música ajudou a compor o personagem tanto quanto suas roupas e a...</p><p>The post <a href="/2012/10/17/a-musica-na-mesa/">A Música na Mesa</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/AMnM_Capa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7754" src="/wp-content/uploads/2012/10/AMnM_Capa.jpg" alt="" width="600" height="300" /></a></p>
<p>Olá, aventureiros do bairro proibido! Ao ver Darth Vader é impossível esquecer a trilha que o precede. Aquela música ajudou a compor o personagem tanto quanto suas roupas e a respiração pesada, certo? Por isso, vou falar um pouco sobre como o mestre pode usar a música para ambientar melhor a sua sessão e como os jogadores podem usar como fonte de inspiração.</p>
<p>É indiscutível que <strong>a música é uma ótima ferramenta narrativa</strong>, pois cria uma atmosfera adequada e desperta sensações em quem a ouve. Quantos de vocês já não se utilizaram de algumas canções para criar um momento mais&#8230; er&#8230; romântico? Porém, usa-la em jogo requer um pouco de dedicação do mestre. Se para você deixar uma lista qualquer rolando como pano de fundo funciona, tudo bem. Acredito que a maioria vai concordar comigo, preferindo que as músicas certas surjam nos momentos certos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/AMnM_01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7756" src="/wp-content/uploads/2012/10/AMnM_01.jpg" alt="" width="230" height="300" /></a></p>
<p><strong>“Transformar o tédio em melodia”</strong></p>
<p>Em primeiro lugar, o mestre deve encontrar uma maneira eficiente de colocar sua trilha sem atrapalhar o jogo. Eu sugiro algo simples. Crie uma conta no Youtube e monte algumas listas de favoritos, podem ser assim: Combate, Dramática, Taverna, Viagem, entre outras. Depois, vá adicionando as músicas conforme os estilos que você separou anteriormente. Você também pode usar as músicas do seu HD e criar playlists para o seu player habitual. Agora, basta deixar a música como fundo e intercalar as listas conforme a situação pedir.</p>
<p>Lembre-se de que o volume não pode atrapalhar os jogadores, tanto para se concentrarem quanto para ouvirem. Por isso, administre bem o volume. Só eleve um pouco o som caso seja interessante para a dramaticidade. Se você possuir um tablet ou notebook, vai facilitar muito o seu trabalho. Um não recomendo que um jogador cuide disso, além dele poder se distrair, o serviço pode não ser bem feito. Claro que se o mestre confiar na capacidade do jogador para isso, sem nenhum problema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/AMnM_02.jpg"><img src="/wp-content/uploads/2012/10/AMnM_02.jpg" alt="" width="235" height="300" class="alignright size-full wp-image-7759" /></a></p>
<p><strong>“Words like violence break the silence”</strong></p>
<p>Os personagens também podem ter sua a música. Por que o vilão não pode ter a Marcha Imperial como tema? Um clichê quando bem utilizado fica muito bom! Também incentive seus jogadores a fazer o mesmo, será muito interessante.<br />
O mestre também pode separar uma música marcante para a crônica. Eu conheço um mestre (que deve se manifestar ai embaixo) que baseou toda a sua crônica numa música do Micheal Jackson. Vou deixar uma lista de músicas que vocês podem usar nos seus jogos, mas fiquem livres para criarem suas listas da forma que desejarem. A inspiração está ai, <strong>Só Não Pode Tirar Um</strong>!</p>
<p><em>Lista (basta buscar o título no Youtube)</em></p>
<blockquote><p>The Lord of the Rings &#8211; Complete Symphony<br />
Skyrim Theme Song &#8211; Full (Dovahkiin Song)<br />
Game Of Thrones Theme Extended Edit<br />
Troy OST &#8211; Achilles Leads the Myrmidons<br />
Richard Wagner &#8211; Ride Of The Valkyries<br />
Florence and The Machine-Seven Devils<br />
Chrono Trigger Medley ~Orchestra Version~<br />
Irish tavern music<br />
Celtic Soul &#8211; Tavern Dance<br />
Abney Park &#8211; Sleep Isabella<br />
The Rains of Castamere (Metal Version)</p>
<p>Bônus: <a href="http://www.radiorivendell.com/" title="Radio Rivendell" target="_blank">Rádio Rivendell</a></p></blockquote>
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		<title>A Importância do fator Tempo no RPG</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/10/10/a-importancia-do-fator-tempo-no-rpg/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 12:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Humberto Siciliano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Regras caseiras]]></category>
		<category><![CDATA[contar histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Narrativa]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>&#160; Olá pessoal, tudo bem com vocês? Espero muito que sim, mas caso estejam tristes aconselho vocês irem até a nossa fanpage (o link encontra-se no rodapé deste post) e curtam...</p><p>The post <a href="/2012/10/10/a-importancia-do-fator-tempo-no-rpg/">A Importância do fator Tempo no RPG</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/time1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-7520" src="/wp-content/uploads/2012/10/time1-1024x576.jpg" alt="" width="620" height="348" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Olá pessoal, tudo bem com vocês? Espero muito que sim, mas caso estejam tristes aconselho vocês irem até a nossa fanpage (o link encontra-se no rodapé deste post) e curtam nossas tirinhas que com certeza irão alegrar o seu dia =]</p>
<p>Dito isso, vamos ao nosso tema. Pra começar, gostaria de deixar uma pergunta: Você, caro leitor, já parou pra pensar na real importância do tempo em suas histórias? Ao fim deste post sugiro que você se repita essa pergunta e veja como será muito interessante sempre tê-la na hora de escrever a sua história e ainda podemos estender isso para além do RPG, o tempo é fundamental pra qualquer narrativa e entenda agora o porquê.</p>
<p>Toda a história tem o seu início, meio e fim, porém a distância entre essas partes é variável. A primeira coisa a se pensar é: minha história terá longa, média ou curta duração? Parece primitivo, mas é assim que se começa uma longa jornada, com o primeiro passo, então jamais subestime a simplicidade dos fatores. Torna-se óbvio que a duração está diretamente ligada com o tempo, porém existem mais coisas conectadas com o Tempo. Se olharmos com atenção toda a cadência e densidade da história estão ligadas diretamente ao tempo. Por exemplo, se estivermos inseridos no contexto de uma história de terror, as ações são rápidas (fugas, perseguições, combates, etc.), porém o meio tempo é lento, o desenvolvimento é lento para que o clima de terror instale-se na mente. Toda essa percepção de imersão é dada pelo tempo. Se estivermos falando de uma aventura épica onde exploramos mundos enormes, seria estranho se as viagens fossem curtas não concorda? Então para dar uma melhor noção de tamanho o tempo se torna a sua arma primordial. Tente sempre interpretar o tempo como uma sensação, assim ficará mais fácil determinar quanto usar em cada situação.</p>
<p>Mas e ai, é só isso? Não caro leitor, vamos ao que realmente interessa: como usar o tempo como uma ferramenta de tempero nas suas aventuras. Neste momento você já deve ter parado pra pensar no que o tempo realmente é dentro de sua vida, história e aventura. Agora fica mais fácil, interpretando que o tempo é uma sensação, imagine você narrando uma história onde os jogadores precisam atravessar uma fronteira para buscar reforços com o reino vizinho para poder enfrentar uma guerra, neste caso observe três possibilidades onde o tempo é o fator principal:</p>
<ul>
<li><em>Primeira possibilidade (geralmente a mais usual):</em> o grupo consegue atravessar a fronteira e trazer os reforços a tempo. Sendo assim, a guerra acontece como planejado.</li>
<li><em>Segunda possibilidade:</em> o grupo demora para atravessar a fronteira e traz os reforços tarde demais, agora só a vingança ou a rendição restará para o grupo.</li>
<li><em>Terceira possibilidade:</em> o grupo consegue atravessar mais rápido que o previsto, fazendo com que agora exista uma vantagem estratégica e possibilite um ataque surpresa.</li>
</ul>
<p>Percebeu o quanto o tempo pode mudar o rumo de uma história? Parece lógico, mas o que normalmente acontece em jogos de RPG é que as coisas saem como o planejado. O narrador esquece que ele pode usar o fator do tempo como tempero em suas aventuras a única regra é: o tempo é imparcial, indiferente com todos. Sendo assim nunca vai se importar com o que acontece. Às vezes ele pode estar a favor dos jogadores, às vezes contra, mas pode ter certeza que ele estará sempre presente. Então caro leitor, será que o tempo que você “perdeu” lendo esse post não irá poupar muito tempo seu quando estiver escrevendo a sua história? Lembre-se sempre de colocar o tempo na sua história.</p>
<p>Aproveitem o seu tempo e até a próxima!</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>The Road So Far: No Princípio… (Parte 2)</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/10/08/the-road-so-far-no-principio-parte-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Oct 2012 22:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofias e opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Estamos na Semana da Criança, no SNPT1 e que maneira melhor de expressar esta semana, do que voltando lá ao meu primeiro post no blog, que se chamava “The Road...</p><p>The post <a href="/2012/10/08/the-road-so-far-no-principio-parte-2/">The Road So Far: No Princípio… (Parte 2)</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/Abertura.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7443" src="/wp-content/uploads/2012/10/Abertura.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p>Estamos na S<strong>emana da Criança</strong>, no <strong><em>SNPT1</em></strong> e que maneira melhor de expressar esta semana, do que voltando lá ao meu primeiro post no blog, que se chamava “<a href="/2012/03/21/the-road-so-far-no-principio-parte-1/" target="_blank">The Road So Far: No Princípio&#8230; (Parte 1)</a>&#8220;. Nele, eu contava um pouco do meu primeiro contato com este mundo mágico feito de portais para muitos mundos, que todos amamos e chamamos <strong>RPG</strong>.</p>
<p>Como prometi voltar naqueles bons anos e contar para vocês mais algumas coisas, voltemos então para esta parte 2!</p>
<p>Como falei anteriormente, alguns anos de escuridão vieram e eu não encontrei mais nenhum exemplar como aquele livro-jogo. Mas ele havia feito uma grande diferença na minha vida.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/C.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-7444" src="/wp-content/uploads/2012/10/C.jpg" alt="" width="267" height="400" /></a></p>
<p>Mesmo criança, eu sempre andei em bibliotecas e passei a procurar livros como aquele. Ao não encontrar, ao menos pude mergulhar nos livros ficcionais. Aquele livro jogo de <strong>RPG</strong> foi à porta para meus saudáveis hábitos de leitura, e colaborou para o fortalecimento de minha <em>Imaginação</em> e também de meu senso crítico, visão de mundo e interpretação das coisas.</p>
<p>Não tenho medo de afirmar que a <em>Literatura</em>, associado ao ato de analisar e pesar decisões que aprendi a exercer naquele livro me ajudaram a me tornar um dos melhores alunos das turmas em que eu assistia às minhas aulas.</p>
<p>E então veio a adolescência, e o final do antigo “<em>primário</em>”. Mudança de escola, mudança de amigos, muitas matérias a mais.</p>
<p>O ano era <strong>1998</strong>, e eu me lembro como hoje, todos os alunos se entreolhando um tanto quanto receosos, sem saber como se aproximar uns dos outros.</p>
<p>Todos buscavam, alguns conhecidos perdidos na multidão, e enquanto um ou outro se ajuntava, comecei a observar o pessoal da minha turma.</p>
<p>Hoje, lembrando daquele dia, além da <em>Nostalgia</em>, me vêm até um pouco de <em>Felicidade</em> mesmo&#8230; E me faz rir também.</p>
<p>O que eu não sabia, é que praticamente todos que gostavam de <em>Rock</em>, <em>Games</em>, <em>Filmes</em> e principalmente <strong>RPG</strong> estavam na mesma turma!</p>
<p>Não demorou nem uma ou duas semanas para no meio de uma conversa com meus novos amigos, ser convidado para participar de algo chamado <strong>RPG</strong>, onde vejam só eu poderia interpretar um dos heróis do <strong>SUPER SUCESSO DA ÉPOCA POKÉMON!!!</strong></p>
<p>Sim, eu coloquei tudo em caixa alta, pois se você viveu sua adolescência ali por <strong>1998</strong>, sabe a loucura e o frenesi que foi.  O anime nem havia sido lançado ainda, mas os emuladores haviam chegado com tudo, e aqueles que não tinham grana para um caríssimo <em>Game Boy</em> puderam usufruir desta maravilha que <strong>TODO</strong> jovem queria jogar.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/D.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7445" src="/wp-content/uploads/2012/10/D.jpg" alt="" width="260" height="400" /></a></p>
<p>O jogo era como uma modificação de <strong>3D&amp;T</strong> bem caseira, onde o mestre decidia ali mesmo como seriam as características dos monstrinhos que eram capturados.</p>
<p>Eram mais de dez amigos curiosos que queriam descobrir o que era aquele negócio esquisito que se jogava com dados.</p>
<p><strong>Foi ali</strong>. Foi ali que tudo começou. Com um jogo de <em>Pokémon</em>.</p>
<p>Já vi gente falando mal e reclamando da franquia. Eu sou tão grato por esta ter sido a porta para o <strong>RPG</strong> na minha vida, que vejo o anime (<em>apesar de ter sérias restrições ao comédia do Ash</em>) e jogo todos os jogos que saem, até hoje.</p>
<p>Aquela experiência que relatei no último post veio toda de uma vez só, enquanto eu observava.</p>
<p>A partida selou um grupo de uns dez ou doze amigos que nunca mais se separaram, ao menos naquela época de escola.</p>
<p>Todos jogávamos <strong>RPG</strong>, e eventualmente as coisas se desenvolvem, e vejam só, naturalmente fui me tornando <strong>O</strong> mestre. Eu digo “<strong>O</strong>”, pois não sei se eles estavam me enrolando para só jogar ou se era verdade, mas eu era constantemente elogiado por minhas aventuras, e alunos de outras turmas se ajuntam à nossa volta no recreio para nos observar. Até a galera mais “<em>esportista</em>” e “<em>futeboleira</em>” parava para assistir!</p>
<p>Era meio assustador mestrar para seis amigos, tendo umas trinta pessoas (<em>dentre elas, várias gatinhas</em>) observando e tentando entender porque todos ali me chamavam de mestre e reagiam a tudo que eu dizia.</p>
<p>Como sempre fui inventivo e obcecado por tudo que gostava (<em>coisa de <strong>TDAH</strong></em>), tenho a honra de escrever que ainda no colégio (<em>e até hoje</em>) comecei a arrebanhar novos adeptos ao <strong>RPG</strong>, sejam eles do perfil ou não, gostando de leitura e interpretação ou não, seja do pessoal da educação física, ou aos mais nerds&#8230; Todos se rendiam à maravilha que era o <strong>RPG</strong>.</p>
<p>Criava novos sistemas, comprei outros dados além dos <strong>D6</strong> e admito fiquei com muita raiva quando saiu a <em>Terceira Edição de D&amp;D</em>, pois praticamente tudo que eu lia ali era como eu havia criado para jogar com meus amigos&#8230; E não tinha essa de internet ou livros para isso, no máximo uma <em>Dragão Brasil</em> e olhe lá&#8230;</p>
<p><strong>Tinha certeza que estes caras haviam me copiado!!!</strong> Rsrsrsrsrs</p>
<p>Com o passar dos anos é muito bom entrar no <em>Facebook</em> e ler uma mensagem de um amigo daquela época dizendo que o pessoal que ainda mora perto dele quer demais que eu mestre uma aventura para eles, ou uma amiga que não tinha o perfil de jogadora e eu mestrei para ela e ela adorava (<em>a primeira menina numa mesa de jogo que eu participei</em>), se casou com um <strong>RPG</strong>ista, tem filhos e hoje é muito feliz, e dizer que isso é por ter jogado <strong>RPG</strong> comigo.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/10/B.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7447" src="/wp-content/uploads/2012/10/B.jpg" alt="" width="600" height="596" /></a></p>
<p>Tudo isso, todas estas coisas boas por causa daquelas manhãs e tardes (<em>matando aula ou não rsrsrsrs</em>) dando forma a meus mundos, e inspirando aventuras nos corações dos meus amigos.</p>
<p>Nesta semana quando encontrar com sobrinhos, vizinhos ou primos mais novos, quando olhar para seus filhos e observá-los e desejar a eles uma infância plena e divertida, lembre-se:</p>
<p><strong>RPG</strong> é vida, diversão e autoconhecimento. É viajar, interpretar e aprender.<br />
É tudo que alguém precisa para criar laços fortes e duradouros com seus amigos, e mesmo depois de anos lembrar de bons momentos onde sorrisos e zoações eram tão comuns quanto respirar. Proporcione isso a eles. Ensine <strong>RPG</strong> para uma criança ou adolescente. No futuro, ele vai te agradecer.</p>
<p>As crianças de hoje não matam aula e sentam na grama como nós fazíamos. Não vão para a casa de amigos e sentam na varanda para conversar. Não têm laços fortes, caso <em>Facebook</em> ou <em>Orkut</em> estejam envolvidos. Estando lado a lado, conversam por celular e/ou mensagens&#8230;<br />
Deixe o <strong>RPG</strong> mudar isso.</p>
<p>Porque crianças deveriam jogar <strong>RPG</strong>!?<br />
Porque isso que é uma infância de verdade.</p>
<p>Créditos de Imagem:</p>
<p>01  <a href="http://fhotp.deviantart.com/">Fhotp</a> ( http://bit.ly/Oim7hk )<br />
02  <a href="http://khaamar.deviantart.com/">khaamar</a> ( http://bit.ly/RLpoWh )<br />
03  <a href="http://white-rapidash.deviantart.com/">white-rapidash</a> ( hhttp://bit.ly/QMlVFx )<br />
04  <a href="http://javawombat.deviantart.com/">javawombat</a> ( http://bit.ly/VFeVik )</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
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		<title>Religião como Personagem</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2012 23:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Santz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofias e opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofias de RPG]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Great_septon_of_Baelor_by_MarcSimonetti.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6800" src="/wp-content/uploads/2012/09/Great_septon_of_Baelor_by_MarcSimonetti.jpg" alt="" width="600" height="421" /></a></p>
<p>Olá, aventureiro perdido! Aproveitando o gancho e a discussão iniciada pelo <strong>Natan Tome</strong> no post <a title="Vamos falar sobre Fé" href="/2012/09/17/vamos-falar-sobre-fe/" target="_blank">Vamos falar sobre Fé</a>, no artigo de hoje, vou discutir como religiões e crenças podem ser utilizadas no roleplay.</p>
<p>Antes de qualquer coisa, precisamos definir o que é religião. De forma bem superficial, podemos entendê-la como um <strong>conjunto de sistemas culturais e de crenças</strong>, que envolvem rituais, símbolos, tradições e espiritualidade (valeu Wikipedia). Sem fazer um grande esforço, podemos perceber que dentro de um cenário medieval, as religiões tem um papel social muito importante. Agora, como podemos melhor representa-las nas nossas histórias?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/jon-weirwood-tree.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6808" src="/wp-content/uploads/2012/09/jon-weirwood-tree.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><strong>Vox Populi, Vox Dei</strong></p>
<p>Esqueça clérigos, anjos, cultistas e demônios. A primeira maneira interessante que você tem para incluir a religião em seu jogo é na vida cotidiana. Mesmo sem lugar na estalagem, a mulher do dono convida os personagens a passar a noite nos estábulos de graça, e ainda serve uma dose generosa do caldo de legumes. Ela explica que uma serva da deusa protetora das colheitas e comunidades nunca deixaria viajantes sem um teto para repousar. Aquele assassino da guilda que jogadores estão perseguindo, não mata apenas por dinheiro, ele está aumentando o exército da sua divindade. Ou seja, lembre-se que:</p>
<p><strong>Os personagens, quase sempre, têm uma religião e sempre expressam suas crenças através de suas atitudes.<br />
</strong></p>
<p>Entenda que religiões são feitas de pessoas, ou seja, mesmo o seu cenário sendo extremamente maniqueísta, clérigos de divindades bondosas podem ter atitudes terríveis. Seus jogadores podem se surpreender quando o vilão, líder do maior culto diabólico da região, poupar um vilarejo, pois se apiedou de uma donzela ou qualquer outra pessoa. Sim, as pessoas fazem isso na vida real e devem fazer isso no roleplay. Isso as torna humanas/elfas/anãs, ou seja, críveis!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/2862113dbb2.jpg"><img src="/wp-content/uploads/2012/09/2862113dbb2.jpg" alt="" width="300" height="217" class="alignright size-full wp-image-6811" /></a></p>
<p><strong>“Braço forte e mão amiga”<br />
</strong></p>
<p>Sem levantar nenhuma bandeira ideológica, quem estudou um mínimo de história sabe que a Igreja Católica possui sua crença central baseada no amor, o que não a impediu de participar de eventos históricos “controversos”, na melhor das hipóteses. Da mesma maneira, a religião da divindade leal e boa pode defender atitudes que parecem contrárias a sua fé, principalmente quando falamos daqueles que não compartilham dessa.</p>
<p>Na verdade, toda uma instituição religiosa é um antagonista muito mais interessante para o mestre do que apenas um clérigo. Afinal, como os personagens podem enfrentar tamanho poder? Como derrotar uma força que pode estar no coração de cada cidadão de um reino? No mundo real, é muito mais difícil para um traficante enfrentar a instituição Polícia do que uma patrulha de policiais. Se quiser ter uma ideia melhor, leia o livro <strong>O Caçador de Apóstolos</strong> do Leonel Caldela. Lembre-se que o Batman não era um homem, era um símbolo, portanto, era “imortal”.</p>
<p>Imagine uma divisão de poder dentro da própria religião dominante, que culmina numa guerra santa sem precedentes. E se dois personagens decidirem ficar em lados opostos desse conflito, o jogo vai ser enriquecido incrivelmente. Outra questão a ser analisada é qual a postura da divindade e de seus representantes extraplanares. Pode ser que eles apoiem apenas um lado do conflito, ao contrário dos jogadores. Como eles poderiam se opor as hostes celestiais?</p>
<p><strong>A religião pode ser analisada por muitos prismas, mas alguns concordam que ela pode ser usada como ferramenta de dominação.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/The_Return_by_ruthsantcortis.jpg"><img src="/wp-content/uploads/2012/09/The_Return_by_ruthsantcortis.jpg" alt="" width="300" height="200" class="alignleft size-full wp-image-6812" /></a></p>
<p><strong>As Máscaras de Deus<br />
</strong></p>
<p>A experiência religiosa da humanidade é extremamente plural. Vemos diversos cultos, com preceitos tão diferentes do que conhecemos, mas não nos atentamos ao fato de que podemos usar esses elementos em nossas narrativas. Sinta-se livre para criar religiões diferentes no seu cenário, abordagens únicas ao invés de visões repetitivas. Se você quiser uma inspiração, dê uma olhada em sistemas religiosos mais desconhecidos. Para se ter uma ideia, a concepção que temos de uma sociedade matriarcal está muito longe do que os estudiosos tem proposto.</p>
<p>Novos cultos, ou novas correntes das religiões conhecidas podem ser muito úteis, principalmente se quiser mostrar alguns <strong>pensamentos filosóficos diferentes</strong>. Fique a vontade para inserir elementos exóticos, se você tornar a experiência do jogo muito mais rica, nada pode ser contestado. Garanto que algum jogador até vai querer montar um clérigo desse culto.</p>
<p>E não se esqueça, para evitar a falha crítica <strong>Só Não pode Tirar Um</strong>!</p>
<hr />
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<hr />
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		<title>Vamos falar sobre Fé</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2012 22:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofias e opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeons and Dragons]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofias de RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Hoje vamos falar sobre Fé. Opa, pode ficar tranqüilo, não vou pregar para você. Até poderia, mas não vou fazê-lo! Rsrsrsrs Hoje gostaria de colocar em pauta o papel que...</p><p>The post <a href="/2012/09/17/vamos-falar-sobre-fe/">Vamos falar sobre Fé</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Abertura1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6749" src="/wp-content/uploads/2012/09/Abertura1.jpg" alt="" width="700" height="512" /></a></p>
<p>Hoje vamos falar sobre <strong><em>Fé</em></strong>.<br />
Opa, pode ficar tranqüilo, não vou pregar para você. Até poderia, mas não vou fazê-lo! Rsrsrsrs</p>
<p>Hoje gostaria de colocar em pauta o papel que todos achamos necessário na mesa de jogo, mas que às vezes percebo ser subjugado a um (uns) estereótipo(s) muito inconveniente(s). O usuário de <em>Poderes Divinos</em>.</p>
<p><strong>Clérigos</strong> e <strong>Paladinos</strong>&#8230; Como os temos utilizado?</p>
<p>Ou são como padres arcaicos e chatos, ou passam a vida tentando “<em>burlar</em>” suas<strong> obrigações/restrições</strong>.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/A1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6753" src="/wp-content/uploads/2012/09/A1.jpg" alt="" width="224" height="400" /></a></p>
<p>Sempre vejo situações assim em mesas de jogo, seja nas que participo ou nas que observo.</p>
<p>A <strong>Fé</strong> é algo comum a mim desde bem pequeno, fazendo parte de minha vida e porque não, moldando meu caráter. Todas as vezes que pude interpretar personagens com alto teor de <strong>Fé</strong> (<em>sejam Clérigos ou não</em>) eu compreendia que a essência do personagem estava intimamente e constantemente ligada a um ser que estava presente em sua vida, exatamente como eu me sentia.</p>
<p>Ser um personagem <em>devoto</em> é muito <em>além</em> de uma escolha de vida. Para mim, é ser definido por aquilo que escolheu seguir, na verdade para mim cada clérigo ou paladino é um<strong> escolhido</strong>.</p>
<p>Quando observo Clérigos e Paladinos que se chocam com o fato de: “<em>não posso fazer isso por que vai contra minha divindade&#8230; que droga&#8230;</em>”, isso me alarma bastante, e vejo que este jogador talvez não entenda o que é ser um Clérigo ou Paladino.</p>
<p>Ele escolheu um personagem que se mistura com sua divindade patrona, então ele nem deveria pensar na mais remota hipótese de possivelmente fazer algo que sua divindade<strong> nunca</strong> aprovaria!</p>
<p>Aí os “<em>do contra</em>” de plantão vem dizer: “<em>Ah, Natan&#8230; mas isso é questão de interpretação&#8230;</em>”</p>
<p><em>Er</em>&#8230; Não, não para mim. Se você escolhe subjugar sua vida a serviço de outrem, então tem de <em>assumir suas escolhas</em> ou<em> deixar isso para trás</em>.</p>
<p>Por exemplo: quando você entra em uma empresa, começa a trabalhar tendo seus deveres a cumprir. Você acorda cedo, sem ninguém te obrigar, realiza suas tarefas com responsabilidade, sem ninguém ter de ficar no teu pé (<em>assim se espera</em>) e age de acordo com as políticas da empresa. Tudo isso visando <em>benefícios pessoais</em> a curto, médio e/ou longo prazo.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/B1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6754" src="/wp-content/uploads/2012/09/B1.jpg" alt="" width="280" height="400" /></a></p>
<p>Mas imagina que você seja um Clérigo que também tem seus deveres, mas age<em> contra os preceitos de sua divindade</em>, sempre busca artimanhas para tomar aquela atitude que não poderia ou pior comete alguns “<em>deslizes</em>” que o mestre aceita, mas <strong><em>Amanautor</em> NUNCA</strong> aceitaria?</p>
<p>Pior, assume-se que você <strong>não</strong> esteja servindo a uma divindade em <em>benefício próprio</em> nem a curto, a médio ou em longo prazo (<em>salvo exceções</em>), mas porque acredita naquele ideal ou conceito, a ponto daquilo ser algo pela qual <em>vale a pena viver</em> e <em>existir</em>).</p>
<p>Mas o que vemos? Clérigos vivendo para os grupos, para si mesmos ou seja lá o que for, e não para suas divindades&#8230;</p>
<p>Se você como este clérigo, fosse um profissional da empresa onde trabalha, seria demitido sem <strong>nenhuma</strong> chance de diálogo.</p>
<p>Tá aí&#8230; <strong>Nunca</strong> vi um mestre aplicar aquela regra de perda de poderes concedidos e magias&#8230;  Aquela parte de penitência semelhante à magia “<em>Missão</em>” menos ainda&#8230;</p>
<p><strong>Por quê?</strong></p>
<p>Entendo que muito desta problemática existe por culpa dos mestres. Os jogadores aprenderam a ver os clérigos como fonte de cura, e em alguns casos como em D&amp;D também como uma classe combativa equilibrada, e <em>só</em>. Simplesmente porque sempre se pode fazer alguma coisa quanto às <strong>obrigações/restrições</strong>.</p>
<p>É isso que eu pediria em uma mesa de jogo: <strong>Severidade</strong>.</p>
<p>Posso estar sendo<em> criterioso</em> demais, e alguns diriam até mesmo <em>equivocado</em>, mas falando a verdade, também não entendo pessoas que se dizem “<em>ateus</em>” e “<em>agnósticos</em>” jogando com personagens <strong>devotos</strong>. Vocês podem ter visto bons jogadores em algumas ocasiões, mas eu <strong>nunca</strong> vi um.</p>
<p>Não compreendo como uma coisa boa pode sair daí, por maior que seja a excelência em “<em>interpretação</em>” da pessoa alvo.</p>
<p><strong>Porquê as aspas na palavra interpretação? </strong> Porque para mim, interpretar não é fingir, interpretar é <em>se misturar</em>,<em> incorporar</em>, <em>envolver</em> e <em>ser envolvido</em> em algo que se quer expressar, e como você pode incorporar eficientemente algo em que você <strong>não acredita</strong>?</p>
<p>O que eu sempre vi foi um misto de<strong><em> estereótipos</em></strong> e <strong><em>cartas marcadas</em></strong>&#8230;</p>
<p>Pregações? Influenciar vidas? Vamos, me diga qual foi a última vez que você viu um Clérigo declarando os preceitos de sua divindade, que não fosse numa tentativa de <em>aporrinhar</em> o ladino ou qualquer personagem caótico, neutro ou mal do grupo?</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/C1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6755" src="/wp-content/uploads/2012/09/C1.jpg" alt="" width="320" height="400" /></a></p>
<p>Quando foi a última vez que você viu na mesa de jogo um Clérigo se tornar importante fator nas comunidades em que passava, um evento a ser comentado pelos plebeus e pela aristocracia? Quando você viu um Clérigo ser reconhecido como um emissário de sua divindade e fazer valer seu papel de autoridade frente a população por merecimento, sem que seja mera &#8220;<em>colaboração</em>&#8221; do mestre?</p>
<p>Creio que a visão que temos dos Clérigos e Paladinos se mistura muito com os <em>estereótipos</em> que temos para os religiosos em nossa sociedade, e assim transferimos estes <em>pré-conceitos</em> para a mesa de jogo, o que demonstra obviamente uma grande <em>inaptidão</em> para se fazer valer de ideais, postura e atitudes <em>realmente</em> relevantes quanto a um ser superior da qual você decidiu ser um embaixador.</p>
<p><strong>Obrigações e restrições</strong> não deveriam ser um fardo na mesa de jogo, como é hoje em dia, e clérigos não deveriam ser aqueles padres jesuítas medievais com mentes arcaicas, ou ser definidos por quantas magias de cura ainda podem usar.</p>
<p>Muito se fala sobre inovação no mercado <em><strong>RPG</strong>ístico</em>, e muito se busca sobre sistemas e mecânicas, mas vejo que muito se poderia fazer com tudo aquilo que temos, mas nos damos por satisfeitos com as coisas erradas.</p>
<p>Sonho em ver jogadores tratando a <strong>Fé</strong> com o mesmo carinho e esmero que os criadores de <strong>Forgotten Realms</strong>, <strong>Greyhawk</strong>, <strong>Dragonlance</strong> ou <strong>Tormenta</strong> tiveram ao conceber suas <em>cosmologias</em>.</p>
<p>Pense em todo um nicho dentro dos jogos que raramente foi explorado por tratar de assuntos que são <em>socialmente</em> reconhecidos como “<em>indiscutíveis</em>” pela nossa comunidade&#8230;</p>
<p>Sei que muitos suplementos devem ter sido criados lá fora, e obviamente não chegaram aqui por causa do motivo acima citado, mas isso não modifica o fato de que <strong>aqui</strong> no nosso país, os autores poderiam se aprofundar neste tema, e trazer renovação para a mente dos jogadores. Nisso, digo que o cenário de <strong>Tormenta</strong> tem feito um serviço quase de utilidade pública, com seus diversos suplementos que abordam o tema, seja específica ou parcialmente.</p>
<p>Gostaria de saber a opinião de vocês sobre as mesas de jogo onde participaram, se existia ou não as questões tratadas aqui, assim como formas de resgatarmos os personagens devotos das garras dos <strong>conceitos pré-moldados</strong> e <strong>estereótipos</strong>, pois os mesmos são (<em>e podem ser ainda mais</em>) fontes interessantíssimas de enredos, oportunidades de interpretação e acima de tudo, desafios que podem suportar toda aquela diversão que almejamos para uma tarde rolando dados&#8230;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Encerramento1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6751" src="/wp-content/uploads/2012/09/Encerramento1.jpg" alt="" width="700" height="573" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Créditos de Imagem:</p>
<p>01  Jesper Ejsing ( http://bit.ly/O9skgX )<br />
02  <a href="http://yumedust.deviantart.com/">yumedust</a> ( http://bit.ly/QxkMAI )<br />
03  <a href="http://ralphhorsley.deviantart.com/">RalphHorsley</a> ( http://bit.ly/S4aWt1 )<br />
04  * Não encontrado<br />
05  <a href="http://aaronmiller.deviantart.com/">aaronmiller</a> ( http://bit.ly/OywKIt )</p>
<p>&nbsp;</p>
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            bb_keywords = "Dica de Mestre";
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		<title>Mutantes e Malfeitores: Advent Rain (Parte 3)</title>
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		<comments>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/09/03/mutantes-e-malfeitores-advent-rain-parte-3/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 22:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Regras caseiras]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mecha & Mangá]]></category>
		<category><![CDATA[Mutantes & Malfeitores]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Bem amigos, assim como eu declarei nesta postagem, estarei continuando a descrever minha iniciativa em montar um cenário Sci-Fi de Alta Tecnologia, com foco militar, e tendo como base as amadas...</p><p>The post <a href="/2012/09/03/mutantes-e-malfeitores-advent-rain-parte-3/">Mutantes e Malfeitores: Advent Rain (Parte 3)</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Abertura.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6402" src="/wp-content/uploads/2012/09/Abertura.jpg" alt="" width="700" height="455" /></a></p>
<p>Bem amigos, assim como eu declarei nesta <a href="http://bit.ly/JfwbzY" target="_blank">postagem</a>, estarei continuando a descrever minha iniciativa em montar um cenário <em>Sci-Fi</em> de <em>Alta Tecnologia</em>, com foco militar, e tendo como base as amadas séries de <em>Anime</em> japonesas de <strong>MECHAS</strong>, tais como <strong>GUNDAM</strong> e <strong>MACROSS</strong>.</p>
<p>Utilizarei o sistema de <strong>RPG</strong> <em>Mutantes &amp; Malfeitores</em> e seu módulo <em>Mecha &amp; Mangá</em> como base para as regras, e o motivo é explicado na postagem do link acima.</p>
<p><em>Lembrando que você pode se apropriar das idéias e conceitos abordados aqui e até modificá-los, se quiser utilizá-los em sua mesa de jogo. <strong>Caso queira reproduzir este material, por favor dê os devidos créditos e insira um link para a postagem original.</strong></em></p>
<p>Links Relevantes:<br />
Advent Rain (Parte 1)  <a href="http://bit.ly/LJiGdM" target="_blank">Clique Aqui<br />
</a>Advent Rain (Parte 2)  <a href="/2012/08/13/mm-advent-rain-parte-2/" target="_blank">Clique Aqui</a></p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Bem pessoal este é o terceiro e último post de ambientação do cenário <strong>Advent Rain</strong>.</p>
<p>Nestas três postagens se encontram materiais descritivos que são os pilares fundamentais do cenário e de onde por si só já poderíamos extrair grandes quantidades de idéias, ganchos e histórias interessantes mas eu não pararei por aqui.</p>
<p>Nos próximos posts descreverei a situação <em>Geopolítica</em> do mundo em <strong>200 AA </strong>(definido como início das aventuras dos jogadores, mas você mestre pode escolher qual era jogar, baseando-se nas informações dos posts de ambientação), assim como diversos exércitos, organizações, e também muitas fichas de diversos tipos de veículos de combate, personagens importantes (ou não) e é claro muitos <strong>MECHA</strong>s.</p>
<p>Trarei também missões e tramas para enriquecer o enredo de sua aventura, no melhor estilo <em>Anime</em>!</p>
<p>Aproveite a terceira parte e envie-me suas idéias nos comentários!</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Nunca foi segredo para ninguém que o homem é uma criatura em toda a sua totalidade formada por insatisfação. Com seus recursos, com suas propriedades, com seus relacionamentos, enfim, com sua vida.&#8221;</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/A.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6412" src="/wp-content/uploads/2012/09/A.jpg" alt="" width="350" height="400" /></a><strong>Terror</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A própria existência humana, segundo os estudiosos só pôde chegar aonde chegou por causa deste sentimento inevitável e incombatível de <em>extrapolar seus limites</em> e alcançar as mais altas capacidades de <em>ser maior e melhor</em>.</p>
<p>Mas isso não diminui a responsabilidade dos caminhos que trilhamos, das escolhas que tomamos e principalmente não nos impede de nos sentirmos horrorizados com <em>o ponto em que o ser humano pode chegar para crescer</em>.</p>
<p>E foi assim que o mundo viu aquela forma <em>grotesca</em> e <em>antinatural</em> sair do mar em uma praia brasileira em <strong>10 de Fevereiro de 178 AA</strong>, com horror.</p>
<p>Era um dia comum, e ensolarado na <em>Praia de Copacabana/Rio de Janeiro</em>, capital do<strong><em> Estado Maior Soberano do Brasil</em></strong> ( formado pelas antigas nações de Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina, Bolívia, Guianas, Venezuela e Colômbia, hoje liderados por uma <em>Junta Especial Militar</em>).</p>
<p>Pessoas se banhavam nas agradáveis águas de uma das mais famosas praias do mundo, quando do meio das ondas surgiu uma figura humanóide. Antes da visão, veio o terror instintivo em todas as mentes ao escutar o urro brutalmente ininteligível que aquela criatura soltou.</p>
<p>As pessoas na praia não sabiam, mas era o primeiro contato daquela criatura com o Sol, a verdadeira atmosfera, e conseqüentemente nossa realidade. Mesmo se soubessem, isso não faria nenhuma diferença.</p>
<p>Com o visual de uma mulher aparentemente jovem e completamente nua, mas com uma espécie de capacete que parecia estar incrustado em sua cabeça cobrindo-a do nariz pra cima, poderia até ser alvo de alguma preocupação ou atitude de ajuda, mas eram os cabos serpenteantes que pendiam de diversas partes de seu corpo e pareciam estar vivos que disparavam os sentimentos de perigo nas mentes dos inicialmente estáticos observadores.</p>
<p>Seu corpo lacerado em diversas partes por quaisquer coisas cortantes, expulsava rios de alguma coisa que com certeza não era sangue, muito menos naturalmente humano.</p>
<p>Como uma medusa assustada e em eterna agonia, aquela figura distorcida avançou vagarosamente em direção a praia, passos hesitantes após passos hesitantes, contorcendo-se e impregnando o ar com seus gritos.</p>
<p><em>Caos. Correria. Terror.</em><br />
Pessoas foram pisoteadas, crianças se perderam, e com desespero e selvageria, as pessoas fugiram (ou tentavam) daquele lugar onde não haviam respostas, <em>somente perguntas</em>.</p>
<p>Então o mundo ruiu em sons estranhos, e todos os olhares se voltaram para o mar. Um cogumelo inacreditável em forma de onda subiu aos céus, revelando algumas luzes incandescentes que denunciavam uma explosão, e então destroços de algo submerso evidentemente destruído começaram a emergir do mar e chegar à praia.</p>
<p>As autoridades chegaram rapidamente e a criatura desapareceu, mas vídeos foram feitos, fotos foram tiradas e mentes não puderam ser apagadas e em minutos todo o mundo sabia que algo importante havia acontecido. E então a <strong>Terceira Cortina</strong> se abriu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/B.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6407" src="/wp-content/uploads/2012/09/B.jpg" alt="" width="351" height="400" /></a></p>
<p><strong>A Terceira Cortina de Segredos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não bastasse a <em>chuva esverdeada</em>, não bastasse a considerável parte da população mundial perdida neste cruel evento, assim como as guerras infinitas que ceifaram mais um número incontável de vidas, a humanidade ainda decide estuprar e deturpar a si mesma.</p>
<p>Aquele ser era uma experiência científica de objetivo ainda indeterminado (<em>ou não revelado</em>). Não importa o objetivo, aquilo era errado.</p>
<p>Com o advento da <strong>Tecnologia Verde</strong> e os incontáveis avanços adquiridos, apenas uma barreira significativa existia para separar o homem de seu próximo estágio social, militar e evolutivo: <strong>Seu próprio corpo</strong>.</p>
<p>Aqueles que avançaram nas tentativas de dominar uma nova e satisfatória forma de tecnologia encontraram no corpo humano a principal variável restritiva. Seja para avanços espaciais ou o total aproveitamento de determinados armamentos como <strong>MECHAS</strong> mais avançados, o corpo humano simplesmente não agüentava os extremos estresses físicos e mentais a que eram submetidos.</p>
<p>Isso foi se modificando com o tempo e as fronteiras expandidas da vanguarda de pesquisas tecnológicas implicavam na morte das cobaias.</p>
<p>O avanço no campo da<strong> Manipulação Genética</strong> era mais uma vez necessário, e a <strong>Biotecnologia</strong> começou a ser uma importante área de investimento para as nações com capacidades para tal, mas isso não significava que o mundo aceitaria tal verdade facilmente.</p>
<p>Preços altos demais haviam sido pagos, e a massa populacional que por um lado era passivamente manipulada, por outro havia adquirido um senso de autoproteção contra qualquer coisa que supostamente colocasse em perigo a existência direta da humanidade.</p>
<p>Manipular ou assumir o papel de agente criador de vida significava a presença deste risco, pois ninguém poderia precisar que impacto isto traria para a sociedade mundial.</p>
<p>Obviamente isso não impediu os onipotentes governos mundiais de manter suas bases secretas a fim de alcançar mais poder e por todo o mundo experimentos secretos visando conceder habilidades e capacidades excepcionais a seres humanos se espalharam.</p>
<p>Após o evento de <strong>10 de Fevereiro de 178 AA</strong>, todos descobriram que muitas curas de doenças e avanços na medicina vieram destas pesquisas e que em sua maioria, os melhores pilotos dos mais avançados <strong>MECHAS</strong> (os assim chamados &#8220;<em>Piloto Ás</em>&#8220;, os melhores dentre os melhores) eram pessoas modificadas geneticamente ou criadas em laboratório para agüentar as exigências de sistemas de informação com infinitas variáveis e a força física para operar equipamentos de monstruoso poder bélico e complexidade semi-infinita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/D.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6415" src="/wp-content/uploads/2012/09/D.jpg" alt="" width="413" height="400" /></a></p>
<p><strong><em>Evolução</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a queda dos meteoros, os cientistas descobriram que algumas informações sobre formas de vida em estágio primitivo e totalmente diferente de tudo conhecido até aquele momento viajaram até nosso planeta.</p>
<p>Além de diversas e em quantidades significativas, a maioria destas formas de vida estando incrustadas ou não nos projéteis, reagiam e interagiam com as emanações energéticas destas rochas.</p>
<p>Por todos estes anos desde a queda dos meteoros, aliando a nova tecnologia com pesquisas biológicas, algumas nações descobriram novas e importantes informações tanto sobre estas formas de vida que vieram do espaço quanto sobre nós mesmos. E usaram isso a seu favor.</p>
<p>A problemática inicialmente veio á tona com a evolução das armas de guerra conhecidas como<strong> MECHAS</strong>, onde a tecnologia necessária para aperfeiçoar tais colossos de guerra se tornou cada vez mais intrincada, mas o corpo humano não evoluía em igual velocidade.</p>
<p>A interação necessária entre homem e máquina simplesmente não era possível para os níveis tão altamente necessários.</p>
<p>Foi assim que nos primórdios da nova era que se estabelecia, um cientista elaborou uma teoria que aliava estudos de diversas escolas científicas diferentes e destrancou uma porta para o subconsciente da humanidade.</p>
<p>Sua teoria determinava ser possível transferir diversas tarefas antes delegadas a computadores e que exigiam tempo de resposta acelerado do fator humano diretamente para o subconsciente do indivíduo, onde este faria tais cálculos e configurações e iria interagir em tempo real com o software, gerando uma ligação nunca antes possível entre homem e máquina, através de ligações neurais modificadas com <strong>Tecnologia Verde</strong>.</p>
<p>Esta teoria transformava o subconsciente humano em um computador paralelo, rodando diversas informações em segundo plano, e com uma conexão em tempo real.</p>
<p>Isso seria um avanço absurdo, não fosse o caso do corpo humano simplesmente não agüentar este elo por motivos pura e simplesmente metabólicos. A problemática era definida pelo complexo e ainda indecifrável código do corpo humano (<em>não apenas o DNA em todo o seu potencial, mas também segredos ainda não descobertos</em>), e da consciência, que apesar de toda tecnologia desenvolvida sofriam baques e instabilidades incríveis frente a qualquer tentativa de influência externa.</p>
<p>Algumas cobaias poderiam apresentar alta <strong>Taxa de Conversão</strong>, enquanto outros apresentariam níveis irrisórios, e isto está altamente vinculado a capacidades psicológicas, físicas e características especiais em seus <em>DNA&#8217;s</em>. Isso gerava necessidades de acompanhamento constante, e nada poderia determinar a assim chamada<strong> Taxa de Conversão</strong> antes de aplicados os testes ou modificações genéticas necessárias, ou até mesmo no ato de criação de bebês em laboratórios.</p>
<p>Esta revelação aterrorizou a sociedade humana quando veio à tona após a criatura que saiu do mar, pois poderiam apenas imaginar a quantidade de vidas criadas e descartadas quando se descobria que haviam falhado em seu único propósito de ter uma <strong>Taxa de Conversão</strong> satisfatória. Passando ainda deste processo, os excruciantes procedimentos de testes no decorrer de seu desenvolvimento poderiam matar o indivíduo ou afundá-lo na loucura, mas mesmo assim cientistas foram adiante envoltos na bandeira da evolução e do progresso científico.</p>
<p>Mas esta teoria foi apenas a porta que proporcionou a morte de milhões de cobaias não apenas para comprovação da mesma, mas também para todo tipo de avanço genético que poderia ser tentado.</p>
<p>Diversas variações desta teoria surgiram, sempre visando aperfeiçoar alguma característica humana, ou conceder habilidades que poderiam desequilibrar a balança de poder mundial (<em>em favor próprio, claro</em>), e principalmente proporcionar um impulso nos cronogramas da conquista espacial (<em>e por conseqüencia mundial, assim se acreditava</em>) por todos os envolvidos.</p>
<p>Quebrar os limites humanos não era apenas necessário, era uma agenda secreta mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/C.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6408" src="/wp-content/uploads/2012/09/C.jpg" alt="" width="700" height="510" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Hoje e Amanhã&#8230;</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a queda da <strong>Terceira Cortina de Segredos</strong>, especula-se que existam pouquíssimos humanos que a custo de severos danos corporais e psicológicos manifestam habilidades satisfatoriamente (<em>ou não</em>), habilidades estas que antes somente eram vistas em histórias em quadrinhos e nos filmes, e estes indivíduos são tidos como verdadeiras propriedades pelas nações e organizações que os criaram.</p>
<p>Por que estas pessoas podem fazer isso? Porque seus corpos adquiriram esta capacidade por emanar ou manipular <strong>Energia Verde</strong> de diversas formas impressas em seus <em>DNA&#8217;s</em> através de manipulação genética.</p>
<p>Pessoas assim não são vistas andando por aí, e existem muitos rumores sobre o que podem ou não fazer, mas a suposta verdade que percorre os bastidores das sociedades falam sobre assassinos capazes de se misturar em meio a multidões mudando de aparência, ou soldados capazes de disparar descargas mortais de energia através das mãos, operando sempre como tentáculos e ferramentas para interesse de algum poder maior atrás deles, ou as organizações envolvidas em suas criações.</p>
<p>Muito se diz, mas nada é comprovado, não existem imagens ou documentos e os únicos exemplares conhecidos destes espécimes são mesmo os pilotos de unidades especiais de <strong>MECHAS</strong> e outros tipos de armamentos especiais, onde não se pode negar que com tanto poder, somente com melhoramentos biológicos um ser humano (<em>se é que ainda pode ser chamado assim</em>) teria capacidade de operar.</p>
<p>As dificuldades limitaram a ação espacial do homem já que seu corpo não conseguiria cobrir grandes distâncias espaciais sem animação suspensa ou grande desperdício de tempo, mas a própria animação suspensa origina problemas fisiológicos consideráveis. Isto aliado ao fato de que cada <em>Nação/Organização</em> desenvolvia por si só e sem auxílio (<em>pelo menos auxílio ou aliança em que se poderia confiar</em>), a tecnologia espacial necessária, fez o homem direcionar sua cobiça e ambições para novos horizontes.</p>
<p>Rapidamente a humanidade se voltou para os outros 3/4 do próprio planeta Terra, sua diversidade de vidas e território, suas ainda escondidas reservas de materiais de meteóricos e posições estratégicas para atacar outras nações. O homem decidiu desbravar <em>O Mar</em>.</p>
<p>Novas guerras se estabeleceram, seja para assegurar ou para contestar territórios marítimos que antes eram considerados <em>&#8220;Águas Internacionais&#8221;</em>.</p>
<p>Novos avanços foram feitos, e não estranhamente estes esforços para dominar os oceanos (<em>seja sua porção emersa ou submersa</em>), poderiam em muito auxiliar no desenvolvimento de tecnologias espaciais específicas, então mais e mais recursos foram empregados nestes esforços. As batalhas mais ferozes sempre têm acontecido no entorno da <em>Linha do Equador</em> e suas posições estratégicas, mas na verdade não são exclusividades de nenhuma região em especial. Por todo o globo conflitos eclodiram (<em>e ainda eclodem</em>) e novos modelos de armas de destruição são lançados em direção a inimigos em nome do controle de algumas léguas marítimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje, no ano de <strong>200 AA</strong>, a humanidade continua sua escalada pelo <em><strong>Tempo</strong></em>, tentando alcançar o <em><strong>Espaço</strong></em>, utilizando de um de seus momentos mais críticos (<em>o Advent Rain</em>) para renascer e se reconstruir a seu bel prazer. Isso sem antes lutar, depredar e destruir a si mesma na figura de seus co-irmãos humanos, abdicando do respeito pela própria raça, supervalorizando ajuntamentos assim chamados &#8220;<em>Nações</em>&#8221; ou pensamentos denominados &#8220;<em>Ideais</em>&#8220;, estes que supostamente deveriam ser superiores aos &#8220;<em>Ideais</em>&#8221; de seus próximos.</p>
<p>A Terra se tornou um mundo de guerras, intrigas e filosofias, onde cada nação ou organização luta entre si, internamente e contra o tempo para conquistar poder e quebrar limites.</p>
<p>Os mares ainda não foram dominados, mas a próxima fronteira é o <strong><em>Espaço</em></strong>, onde o convidativo <strong><em>Cosmos Infinito</em></strong> se derrama e declara que aqueles que o conquistarem terão assegurados os seus direitos sobre os seus iguais.</p>
<p>Para aqueles à margem destes conflitos e sonhos de conquistas, resta à luta pela sobrevivência, ou serem obrigados ao alistamento como soldados nas guerras infinitas, presenciando a erosão cada vez mais iminente do homem pelo homem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/09/Encerramento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6403" src="/wp-content/uploads/2012/09/Encerramento.jpg" alt="" width="700" height="312" /></a></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>Créditos de Imagem:</p>
<p>01  <a href="http://phade01.deviantart.com/">Phade01</a> ( http://bit.ly/OTq3Tu )<br />
02  * Não encontrado<br />
03  * Não encontrado<br />
04  <a href="http://kenbarthelmey.deviantart.com/">KENBARTHELMEY</a> ( http://bit.ly/PXcXrT )<br />
05  <a href="http://davidlimubai.deviantart.com/">davidlimubai</a> ( http://bit.ly/PXaxcP )<br />
06  <a href="http://tiger1313.deviantart.com/">tiger1313</a> ( http://bit.ly/SeLROs )</p>
<hr />
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		<title>Nem tudo que reluz é ouro</title>
		<link>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/08/22/nem-tudo-que-reluz-e-ouro/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 23:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Santz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofias e opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofias de RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Mestre: Vocês entram na estalagem&#8230; Mago: Vou detectar magia! Paladino: Já estou usando detectar o mal! Tem alguém maligno? Ladino: Tem alguém dando mole com a bolsa de dinheiro?! Mestre:&#8230;...</p><p>The post <a href="/2012/08/22/nem-tudo-que-reluz-e-ouro/">Nem tudo que reluz é ouro</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mestre: Vocês entram na estalagem&#8230;</em><br />
<em> Mago: Vou detectar magia!<br />
Paladino: Já estou usando detectar o mal! Tem alguém maligno?<br />
Ladino: Tem alguém dando mole com a bolsa de dinheiro?!<br />
Mestre:&#8230;</em></p>
<p>Olá, aventureiros destas paragens! Lendo o texto <a href="/2012/08/10/lei-e-ordem-crimes-e-castigos/">Lei e Ordem – Crimes e Castigos</a>, do Thiagocroft, acabei lembrando uma prática que era comum na minha mesa e que solução eu encontrei para enfrentá-la. Não sei se é realmente comum, ou eu sou muito azarado, mas eu percebo que muito jogadores sempre querem usar as habilidades de seus personagens a todo o momento e, muitas vezes, sem justificativa condizente. Para mim, aquela máxima de <strong>poderes </strong>e <strong>responsabilidade</strong> é corretíssima, aplicando-a para personagens de quaisquer tendências. Afinal, na vida real, você NÃO vê um policial andar de arma em punho e com o dedo no gatilho 24h por dia.</p>
<p>Em D&amp;D, para usar um poder como Detectar o Mal, basta o jogador declarar o uso. Não é necessária nenhuma rolagem para confirmar o acerto, nem o quanto a habilidade é efetiva. Acho que só por isso, ela já é um pouco desbalanceada e combinada com o uso inadvertido&#8230; Por isso, decidi que os jogadores deveriam respeitar o poder. Como não gosto de simplesmente vetar alguma coisa no jogo, escolhi uma forma de balanceamento que trouxesse mais <strong>elementos narrativos</strong>.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/the-future-of-evil.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6208" src="/wp-content/uploads/2012/08/the-future-of-evil.jpg" alt="Huahauhauahua (risada de mestre maligno)" width="263" height="169" /></a></p>
<p><strong>Quando você olha para o Abismo, ele olha de volta para você</strong></p>
<p>Voltando ao caso do Paladino, pois experimentei essa solução no último jogo que mestrei. Como no grupo havia dois guerreiros santos, escolhi um deles e fiz o seguinte: cada vez que ele tentava detectar a maldade, aquela mácula ficava presa à visão dele. Como quando alguém olha para o Sol e a sua vista fica manchada. Essa mudança na apresentação do poder gerou uma série de interpretações interessantes, ele não sabia se a fé dele estava fraquejando, se estava ficando louco ou se tinha sido corrompido, por isso, não contava nada para o seu companheiro.</p>
<p>É fato que nem todos os jogadores vão gostar dessa abordagem, principalmente aqueles apegados ao que é descrito nos livros de regra. Então, o mestre também pode utilizar essa ideia para <strong>benefício dos personagens</strong>. No mesmo exemplo anterior, dei algumas dicas do enredo através dessa visão maculada do jogador. Você também pode expandir essa abordagem para habilidades de percepção física, ou, por exemplo, para Detectar Magia, fazendo o usuário enxergar cada vez mais a magia que pulsa em todas as coisas, confundindo-o e até fazendo-o compreender um pouco mais dos nuances dessa força.</p>
<p>Como eu sei que o jogador daquele paladino irá ler esse artigo, também já criei uma explicação de background. Afinal, devo voltar a esse jogo em breve!</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/presto.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6209" src="/wp-content/uploads/2012/08/presto.jpg" alt="De novo, Presto?!" width="250" height="156" /></a></p>
<p><strong>Síndrome de Presto</strong></p>
<p>Já vou avisando que esse conceito eu nunca coloquei em prática em jogo, mas considero que vale a pena compartilhar com vocês. É visível que alguns conjuradores adoram utilizar uma ou duas magias apenas do seu repertório mágico. Como mestre, eu odeio quando os jogadores aderem à apenas uma linha de ação para resolver as situações: o combate. Então, vivo gerando situações em que somente poder não poderá ajudá-los. Ainda assim, alguns insistem, principalmente os conjuradores. Pode parecer meio estranho, mas eu vejo muito disso por ai.</p>
<p>Por isso, quando eu noto que um mago só sabe conjurar Bola de Fogo para atacar os adversários, sinto vontade utilizar o conceito de <strong>magia selvagem</strong>! Basta você entender que a magia não precisa ser uma força que pode ser simplesmente dominada, como o eletromagnetismo ou a gravidade. Ela pode ter personalidade, e uma personalidade muito forte. Voltando ao personagem, aquela Bola de Fogo que ele inadvertidamente sempre utiliza, pode fluir sem que tenha sido usada. Imagine a seguinte cena:</p>
<p><em>O grupo todo está reunido numa clareira banhada pela tênue luz da Lua. Após sobreviverem à emboscada dos orcs, muito sobrou além dos ferimentos, da fome e do cansaço, os ânimos estão exaltados enquanto o guerreiro e o ladino acusam o paladino de ter sido ingênuo e apressado. Verdades e mágoas são cuspidas para todos os lados e o mago fica quieto olhando para a fogueira fictícia que ele desejaria acender. Toda aquela discussão está deixando-o mais e mais nervoso, ele pode sentir o calor do fogo em sua pele e o frio não é mais um problema. Quando os outros percebem o calor, ele já esta brilhando como uma chama real. Ele corre para longe dos outros, sabendo que há algo de muito errado está acontecendo. Simplesmente, precisa deixar a energia flui, e ele conhece muito bem aquela energia. Quando se prepara para gritar, apenas um som é ouvido.</em></p>
<p><em>Alguns quilômetros ao sul, os orcs já haviam perdido a trilha quando escutam aquela explosão e vêem o clarão distante. Então, a caçada recomeça!</em></p>
<p>Você pode decidir usar essas idéias indiscriminadamente ou não, mas eu sugiro que antes de qualquer coisa, avalie o impacto que essa decisão vai trazer para a sua história. Afinal, você está ali para contá-la junto com seus jogadores, não para derrotá-los. Se você tiver outra solução ou se já experimentou algo parecido na sua mesa, sinta-se a vontade para falar mais nos Comentários.</p>
<hr />
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		<title>Mutantes e Malfeitores: Advent Rain (Parte 2)</title>
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		<comments>http://sonaopodetirarum.com.br/2012/08/13/mm-advent-rain-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 20:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antunes Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Regras caseiras]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mecha & Mangá]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Bem amigos, assim como eu declarei nesta postagem, estarei continuando a descrever minha iniciativa em montar um cenário Sci-Fi de Alta Tecnologia, com foco militar, e tendo como base as amadas...</p><p>The post <a href="/2012/08/13/mm-advent-rain-parte-2/">Mutantes e Malfeitores: Advent Rain (Parte 2)</a> appeared first on <a href="/">Só não pode tirar um!</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/Abertura1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5978" src="/wp-content/uploads/2012/08/Abertura1.jpg" alt="" width="700" height="284" /></a></p>
<p>Bem amigos, assim como eu declarei nesta <a href="http://bit.ly/JfwbzY" target="_blank">postagem</a>, estarei continuando a descrever minha iniciativa em montar um cenário <em>Sci-Fi</em> de <em>Alta Tecnologia</em>, com foco militar, e tendo como base as amadas séries de <em>Anime</em> japonesas de <strong>MECHAS</strong>, tais como <strong>GUNDAM</strong> e <strong>MACROSS</strong>.</p>
<p>Utilizarei o sistema de <strong>RPG</strong> <em>Mutantes &amp; Malfeitores</em> e seu módulo <em>Mecha &amp; Mangá</em> como base para as regras, e o motivo é explicado na postagem do link acima.</p>
<p><em>Lembrando que você pode se apropriar das idéias e conceitos abordados aqui e até modificá-los, se quiser utilizá-los em sua mesa de jogo. <strong>Caso queira reproduzir este material, por favor dê os devidos créditos e insira um link para a postagem original.</strong></em></p>
<p>Links Relevantes:<br />
Advent Rain (Parte 1)  <a href="http://bit.ly/LJiGdM" target="_blank">Clique Aqui</a></p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim como prometido, no post de hoje revelo o nome que escolhi para este cenário: <strong>Advent Rain</strong></p>
<p>Este nome está diretamente ligado ao evento cataclísmico que afetou a <strong>Terra</strong> e mudou tudo.<br />
Segue-se agora a segunda parte do relato oficial (<em>ou não</em>) sobre o início de uma nova era para a humanidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/A.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5989" src="/wp-content/uploads/2012/08/A.jpg" alt="" width="264" height="400" /></a></p>
<blockquote><p><em>Cinqüenta anos.</em><br />
<em> Cinqüenta anos de conflitos. Praticamente todos os nomes possíveis para disputas territoriais, idealistas, religiosas ou simplesmente desejo de poder foram utilizados para nomeá-las.</em></p>
<p><em> Quando todos já haviam se acostumado com o banho de sangue constantemente presente, não bastando o trauma das bolas de fogo esverdeado caindo do céu e ceifando vidas, algo aconteceu.</em></p>
<p><em> A primeira vez que uma arma disparou uma enxurrada de energia esverdeada foi como se um vulcão fosse direcionado todo ele contra um mesmo alvo. Era <strong>18 de Abril de 2065</strong>, ou como foi chamado depois daquilo, <strong>18 de Abril do ano 50 AA</strong>. Não se podiam tratar mais as coisas como antes.</em></p>
<p><em> Você pode argumentar que mudanças físicas se abateram sobre as fronteiras como as conhecíamos, mas a verdade é que aquelas rochas que caíram do céu trouxeram muitas coisas com elas que verdadeiramente mudaram a <strong>História</strong>. Se formos simplificar, trouxeram <strong>três coisas principais</strong>, <strong>três segredos máximos</strong> que o <strong>Homem</strong> precisou de mais ou menos cinqüenta anos para desvendar.</em></p>
<p><em> Quando aquele caça da <strong>Força Aérea da União Britânica</strong> disparou energia verde contra um pelotão da <strong>Força de Libertação Independente do Povo Unido</strong>, dizimando-os em três segundos, não foram apenas 43 <del>rebeldes</del> soldados morrendo, mas sim a Humanidade fazendo um comunicado: <strong>Evoluímos</strong></em></p>
<p><em> Para pior, mas evoluímos.</em></p>
<p><em>Após 2012, a capacidade de manobrar a população mundial (<strong>A Mídia</strong>) foi estabelecida como uma das mais importantes armas de guerra, não apenas para controle, mas também para ataque e defesa. Depois do ataque fatídico da <strong>União Britânica</strong>, notícias surgiram por todo o mundo, revelando que com a <strong>Chuva Esverdeada</strong>, desceram diversas quantidades de minerais não presentes em nosso planeta. Foram necessários <strong>50 anos</strong> de estudos e um acordo entre diversas nações (as que não aceitaram foram atacadas nas guerras) de não divulgação do fato de que <strong>toda uma nova base de tecnologia</strong> seria possível através destes elementos.</em></p>
<p><em> Velocidade de conexão e comunicação de dados, volume de acúmulo de dados, resistência de materiais, condutibilidade, ductibilidade e diversos outros elementos limitadores estavam todos ali, após o Advent Rain. Só era preciso entender. Compreender o que eles significavam, e como fazer funcionar.</em></p>
<p><em> E Deus sabe o quanto havia em grandes quantidades, e isso explicou a muitas pessoas o porquê da eclosão dos conflitos.</em><br />
<em> Angariar estes materiais se tornou prioridade de governo em todo o mundo, seja de forma correta ou não.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/B.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5991" src="/wp-content/uploads/2012/08/B.jpg" alt="" width="400" height="280" /></a></p>
<p><em>Muitos territórios foram anexados, outros se tornaram independentes e muito do <strong>Mapa Mundi</strong> teve de ser constantemente modificado.</em></p>
<p><em> Curiosamente, após o <strong>Advent Rain</strong>, um clamor popular não pôde ser abafado. As pessoas temiam perder ainda mais do que já haviam perdido, e a <strong>Humanidade</strong> voltou suas atenções e seus temores para os <strong>arsenais atômicos</strong> das Potências Mundiais.</em></p>
<p><em> Com tantas guerras e conflitos, não seria nada difícil alguma outra ação como as de <strong>Hiroshima</strong> e <strong>Nagasaki</strong>, então os países primeiro foram forçados a um acordo de não utilização do poderio Atômico.</em></p>
<p><em> Não foi suficiente e após o aumento da pressão popular, dos casos de vandalismo e além, os países perceberam que estavam fortalecendo causas rebeldes.</em></p>
<p><em> A <strong>ONU</strong> convocou uma reunião geral e em nome do <strong>Mundo Inteiro</strong> solicitou a erradicação de todo o Arsenal Atômico. Óbvio que os países não aceitaram, mas então começaram as revoltas internas novamente, e os <strong>assassinatos inexplicáveis de líderes políticos</strong>, muitos deles bem aceitos pela maioria (o quanto fosse possível). Qualquer um se tornara um alvo e assim a situação já não mais poderia se sustentar.</em></p>
<p><em> Delatores existiam em cada corredor e caso planos de esconder algumas ogivas fossem criados e depois divulgados para o mundo, o fino e tenso assim chamado <strong>Equilibrío Mundial</strong> seria duramente abalado. Pelo menos ao que se sabe, os países atenderam as reivindicações.</em></p>
<p><em> Naves espaciais foram criadas e chamadas de &#8220;Arcas&#8221;, levando para fora da <strong>Órbita Terrestre</strong> toneladas e mais toneladas de material Nuclear em foguetes.</em></p>
<p><em> É o que foi dito.</em></p>
<p><em>Tudo continuou relativamente normal (ou seja, pessoas morrendo em disputas sangrentas para benefício de poucos) até o ataque do caça de <strong>50 AA</strong>.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/C.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5992" src="/wp-content/uploads/2012/08/C.jpg" alt="" width="400" height="247" /></a></p>
<p><em>A <strong>União Britânica</strong> simplesmente decidiu que era hora de mostrar ao <strong>Mundo</strong> seu poder e descobriu a <strong>Primeira Cortina</strong> de mistério que havia sobre as fabricas secretas e bases militares que surgiam por todo o mundo aos montes, revelando que nestes últimos cinqüenta anos os cientistas tiveram muito trabalho.</em></p>
<p><em> Foi o fim das guerras territoriais nos grandes centros urbanos, porque depois da <strong>União Britânica</strong>, todos os outros países tomaram a mesma decisão.</em></p>
<p><em> Com a utilização de novas e incríveis tecnologias, devastaram os rebeldes e restauraram a &#8220;<strong>Ordem</strong>&#8220;.</em></p>
<p><em> Novas armas, novos computadores e principalmente a capacidade aumentada da mobilidade de tropas podem fazer maravilhas quando o assunto é caçar e destruir.</em></p>
<p><em> Baseados nos mais tenros sonhos da<strong> Humanidade</strong>, rapidamente saíram do campo dos conceitos e idéias as aeronaves, navios, armas e tanques muitas vezes só imaginados para filmes, livros ou desenhos animados e histórias em quadrinhos. Mas houve um avanço que realmente surpreendeu demais a todos.</em></p>
<p><em> O primeiro país a apresentá-los foi obviamente o <strong>Japão</strong>. Maquinas de combate de diversos tamanhos revolucionaram grandemente a <strong>Arte da Guerra</strong> por dois simples motivos: <strong>Mobilidade</strong> e <strong>Poder de Fogo</strong>.</em></p>
<p><em> Das mais variadas formas, embora a <strong>humanóide</strong> prevalecesse, os então conhecidos <strong>MECHAS</strong> invadiram nossa realidade. </em><em>As revoltas no <strong>Japão</strong> foram rapidamente administradas e o país se estabeleceu como uma poderosa potência militar no <strong>Novo Oriente</strong>.</em></p>
<p><em> Não levou muito tempo para que os <strong>MECHAS </strong>fossem adotados por todo o mundo, e versões militares e privadas surgiram aos montes, umas secretas e outras para quem pudesse comprar.</em></p>
<p><em> As fronteiras mundiais se estreitaram, assim como as distâncias entre as localidades, mas não aconteceu o mesmo com relação à proximidade entre os povos e governos.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/D.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5993" src="/wp-content/uploads/2012/08/D.jpg" alt="" width="310" height="400" /></a></p>
<p><em>Qualquer um podia ser um inimigo, e ninguém conseguia saber (ou não) os tipos de tecnologias a que o vizinho dispunha, então rapidamente crimes de guerra foram perdoados, e os exércitos rebeldes incorporados s suas respectivas nações. Os governos precisavam de mais e mais poder e não havia mais saída para os rebeldes e seu equipamento obsoleto. </em><em>Era isso ou morrer. Muitos morreram. Esse tempo ficou conhecido como &#8220;<strong>Era do Perdão</strong>&#8221; e foi até aproximadamente <strong>79 AA</strong>.</em></p>
<p><em> Com a poeira baixa, um breve período de reconstrução ocorreu e então a terra pode respirar um pouco. Era hora de reconstruir casas e cidades. Pessoas e Economias.</em></p>
<p><em> Mas nem tudo eram rosas. Uma outra sombra ainda pairava sobre todos.</em></p>
<p><em>O <strong>Ultra Nacionalismo</strong> era uma forma de governo comum, mas antigos senhores burgueses que mantiveram suas próprias fortunas possuíam capacidade de comprar seus próprios exércitos e cientistas, e assim o fizeram. Alguns que tinham coragem de mostrar suas caras eram conhecidos magnatas chamados popularmente de &#8220;<strong>Barões</strong>&#8220;.</em></p>
<p><em> Ninguém entendia como estas figuras subsistiam frente a tais tempos de paranóia e inimigos em cada sombra, mas eles eram necessários.</em></p>
<p><em> Então caiu a ficha para alguém: A maioria dos veículos e armas baseados na &#8220;<strong>Tecnologia Verde</strong>&#8221; era por demais diferentes da Era anterior. Não apenas em seus dispositivos e materiais com a qual eram criados, mas principalmente emanavam a mesma aura esverdeada que permeou o céu na chuva de <strong>2015</strong>.</em></p>
<p><em> Não era apenas <strong>Tecnologia</strong> que as rochas haviam trazido e então caiu a <strong>Segunda Cortina</strong> de segredos: <strong>Uma nova forma de combustível</strong>.</em></p>
<p><em> Os <strong>Barões</strong> eram em sua maioria donos de grandes redes de comunicação das quais governos se utilizavam ou senhores do petróleo. <strong>Isso quer dizer que eram necessários</strong>.</em></p>
<p><em> Por quê? O primeiro grupo porque sabiam de todas as mentiras a que a <strong>Humanidade</strong> estava subjugada. Seria arriscado demais tentar destruí-los, quando provavelmente possuíam formas de liberar informações inconvenientes. Seria mais vantajoso para as duas partes mantê-los por perto.</em></p>
<p><em>Já o segundo era pelo simples motivo da estrutura de suas companhias.</em></p>
<p><em> Nosso planeta é formado em <strong>3/4</strong> de sua constituição por <strong>mares e oceanos</strong>. A conclusão óbvia é a de que a maior parte dos projéteis que atingiram a <strong>Terra</strong>, apesar da grande quantidade em superfície, está submersa. Estes homens possuíam a estrutura, qualidade técnica e mão de obra capacitada para chegar a localidades onde poderia se extrair minerais por demais preciosos, então eles foram rapidamente incorporados a governos e organizações, pois <strong>TODOS</strong> no <strong>Novo Mundo</strong> necessitavam de seus serviços.</em><br />
<em> Pode-se pensar que tudo mudou por causa das novas possibilidades no campo das tecnologias, mas nada é tão transformador para uma sociedade quanto uma nova fonte de combustível.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/E.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5994" src="/wp-content/uploads/2012/08/E.jpg" alt="" width="400" height="194" /></a></p>
<p><em>De uma hora para outra, não era mais possível manter a mentira, e então as novas formas de energia vindas de células tratadas com minerais extraterrestres começaram a ser utilizados nos armamentos, depois nos veículos e quando estavam controladas e estáveis o suficiente, em grandes edifícios e bases científicas avançadas. Novas utilizações vieram em poucos anos, e então o <strong>Homem</strong> rompeu a barreira dos céus e dos oceanos.</em></p>
<p><em>Bases secretas e estações de observação do tamanho de muitos quarteirões foram fundadas em profundidades antes não imaginadas, e estações espaciais foram planejadas. Não demoraria muito, haveria residências humanas orbitando a Terra.</em></p>
<p><em> O desenvolvimento no <strong>Campo das Ciências</strong> foi absurdo, com a chegada ao fundo do mar. Novas espécies animais e vegetais promoveram rápida assimilação de novos remédios e conhecimentos em geral sobre a vida na <strong>Terra</strong>.</em></p>
<p><em> Uma nova <strong>Rede de Satélites</strong> foi lançada (a maioria estatal e uns poucos e clandestinos independentes), e um período de prosperidade surgiu.</em></p>
<p><em> Mas tudo tem sempre um porém e as divergências sobre utilização e regras para as novas <strong>commodities energéticas</strong> começaram a movimentar antigas feridas nas nações, então novos conflitos se surgiram. Como se fosse possível, o mundo se fechou ainda mais em seus &#8220;<strong>feudos</strong>&#8220;, e a disparidade financeira aumentou.</em></p>
<p><em>Grandes alianças, algumas muito antigas como os <strong>Tigres Asiáticos</strong> e outras novas como a<strong> União Progressiva</strong> se desmantelaram ou se tornaram fracas demais até para anunciar sua extinção.</em></p>
<p><em> Tudo girava em torno do poder gerado pela <strong>Tecnologia Verde</strong> ou pela <strong>Energia Verde</strong>, então por todo o mundo nações empobreceram e nações enriqueceram.</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/F.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5997" src="/wp-content/uploads/2012/08/F.jpg" alt="" width="400" height="181" /></a></p>
<p><em>O petróleo deixou de ser à base da <strong>Sociedade Humana</strong>, para ser substituído por um bem não destrutivo em termos ambientais, com emanação de energia incrivelmente forte, mas ainda inexplicável e acima de tudo com durabilidade desconhecida (mas satisfatória). Até hoje, <strong>200 anos</strong> depois do <strong>Advent Rain</strong>, nunca se soube de uma célula de <strong>Energia Verde</strong> que tenha se apagado.</em></p>
<p><em> Quem possuía as <strong>commodities energéticas e tecnológicas</strong> carregava sobre si o manto do poder, mas quem não as possuía, ficava à margem de tudo. Isso gerou um contraste abissal e desleal com as nações desfavorecidas, e cenários bem diferenciados.</em></p>
<p><em> Você poderia sair de uma nação onde existia a mais alta capacidade tecnológica, com seus veículos flutuantes e guardas com armas de feixe de energia e a palavra &#8220;Ordem&#8221; escancarada em seus capacetes, e se ver sobrevoando uma área populosa de um país miserável tomado por bicicletas e fumacentos veículos antiquados com seus designs ridículos de <strong>mais de 100 anos atrás</strong>.</em></p>
<p><em> Estes países e regiões miseráveis permeiam o mundo e são sumariamente ignorados pelas outras nações. Por quê? Porque não são interessantes estrategicamente, não possuem recursos minerais extraterrestres e por isso não são nem um pouco atraentes. Seriam apenas incômodos animais a serem sustentados, gastando preciosos recursos.</em></p>
<p><em>Para existir ricos, é imprescindível que existam os pobres. Sempre foi assim. Sempre será. <strong>Dominante</strong> e <strong>Dominado</strong>. <strong>Servo</strong> e <strong>Senhor</strong>.</em></p>
<p><em> Enquanto isso, estes países são relegados a qualidade de vida inferior e principalmente sobrevivem com recursos ainda baseados em petróleo, com <strong>geração de energia e tecnologia atrasada em mais de 150 anos</strong>&#8230;</em></p>
<p><em> Assim a humanidade seguiu até<strong> 178 AA</strong>. Se desenvolvendo, depredando a si mesma em seu ciclo vicioso de degradar uns em favor de outros. Alguns sonhando em terminar os projetos das grandes naves espaciais enquanto outros não sabem se comerão no dia seguinte.</em></p>
<p><em> Uns apenas se interessando em roubar segredos das grandes empresas ou nações, e outros vivendo as dores das disputas nas áreas mais pobres do mundo&#8230;</em></p>
<p><em> Então, há <strong>22 anos atrás</strong>, em <strong>10 de Fevereiro de 178 AA</strong>, a <strong>Terceira Cortina</strong> caiu&#8230;</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2012/08/Encerramento2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5995" src="/wp-content/uploads/2012/08/Encerramento2.jpg" alt="" width="700" height="457" /></a></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Créditos de Imagem:<br />
01  <a href="http://meckanicalmind.deviantart.com/">MeckanicalMind</a> ( http://bit.ly/MXYkOt )<br />
02  <a href="http://capitainedub.deviantart.com/">CapitaineDub</a> ( http://bit.ly/Sf4ufr )<br />
03  <a href="http://shimmering-sword.deviantart.com/">Shimmering-Sword</a> ( http://bit.ly/PePSQt )<br />
04  <a title="View this member's profile" href="http://cantio75.cghub.com/">cantio75</a> ( http://bit.ly/QY1FCc )<br />
05  <a href="http://dmitrys.deviantart.com/">Dmitrys</a> ( http://bit.ly/a4sOns )<br />
06  <a href="http://davver.deviantart.com/">Davver</a> ( http://bit.ly/PRItBf )<br />
07  <a href="http://andreewallin.deviantart.com/">AndreeWallin</a> ( http://bit.ly/IkXdpX )<br />
08  <a href="http://reza-ilyasa.deviantart.com/">Reza-ilyasa</a> ( http://bit.ly/OVbFZu )</p>
<hr />
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